Questões do ENEM 2016
Questões aplicadas na prova de 2016, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
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D533A480-05 Assinale a alternativa correta sobre O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas.D53027AF-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o segmento abaixo.
Há um fragmento do romance O amor de Pedro por João, de Tabajara Ruas, que se destacou do conjunto: o episódio em que Dorival encarou a guarda. Nesse trecho, Dorival, ........, enfrenta o soldado, o cabo, o sargento e o tenente. Fica visível ........ da guarda e ........ de Dorival.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas na ordem em que aparecem.
D52D05F4-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia as seguintes afirmações sobre os contos de Murilo Rubião.I - O conto O edifício é narrado em primeira pessoa pelo próprio engenheiro, João Gaspar, que é contratado para a construção de um arranha-céu.II - O conto O convidado, narrado em terceira pessoa, conta a história de José Alferes, que, embora tenha recebido um convite estranho para uma festa à fantasia, decide ir mesmo assim.III- O conto O homem do boné cinzento é narrado em primeira pessoa por Roderico, que responsabiliza o homem do boné cinzento pela intranquilidade que se estabelece desde que se mudou para a vizinhança.Quais estão corretas?
D529DCEE-05 Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia abaixo a letra da canção Mamãe Coragem – composição de Caetano Veloso e Torquato Neto, interpretação de Gal Costa – que integra o álbum Tropicália ou Panis et Circencis.Mamãe, mamãe, não choreA vida é assim mesmoEu fui emboraMamãe, mamãe, não choreEu nunca mais vou voltar por aíMamãe, mamãe, não choreA vida é assim mesmoEu quero mesmo é isto aquiMamãe, mamãe, não chorePegue uns panos pra lavarLeia um romanceVeja as contas do mercadoPague as prestaçõesSer mãeÉ desdobrar fibra por fibraOs corações dos filhosSeja felizSeja felizMamãe, mamãe, não choreEu quero, eu posso, eu quis, eu fizMamãe, seja felizMamãe, mamãe, não choreNão chore nunca mais, não adiantaEu tenho um beijo preso na gargantaEu tenho um jeito de quem não se espanta(Braço de ouro vale 10 milhões)Eu tenho corações fora do peitoMamãe, não choreNão tem jeitoPegue uns panos pra lavarLeia um romanceLeia “Alzira morta virgem”“O grande industrial”Eu por aqui vou indo muito bemDe vez em quando brinco CarnavalE vou vivendo assim: felicidadeNa cidade que eu plantei pra mimE que não tem mais fimNão tem mais fimNão tem mais fimConsidere as seguintes afirmações sobre a canção.I - A inversão apresentada na canção – é o/a filho/a jovem que consola a mãe e não o contrário – manifesta-se nas expressões comumente relacionadas ao vocabulário materno como “A vida é assim mesmo” e “Não chore nunca mais, não adianta”.II - A sirene ouvida na abertura da canção é uma provável referência às fábricas da cidade, para onde o sujeito cancional se desloca em busca de oportunidades que superem o trabalho doméstico, a rotina e os passatempos provincianos.III- O uso de “beijo” em vez de “grito”, no verso “Eu tenho um beijo preso na garganta”, expõe a ternura, apesar da rebeldia, que caracteriza o sujeito cancional.Quais estão corretas?
D5189B9F-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema abaixo, presente em Mensagem, de Fernando Pessoa.
Noite
A nau de um deles tinha-se perdido
No mar indefinido.
O segundo pediu licença ao Rei
De, na fé e na lei
Da descoberta, ir em procura
Do irmão no mar sem fim e a névoa escura.
Tempo foi. Nem primeiro nem segundo
Volveu do fim profundo
Do mar ignoto à pátria por quem dera
O enigma que fizera.
Então o terceiro a El-Rei rogou
Licença de os buscar, e El-Rei negou.
Como a um cativo, o ouvem a passar
Os servos do solar.
E, quando o veem, veem a figura
Da febre e da amargura,
Com fixos olhos rasos de ânsia
Fitando a proibida azul distância.
Senhor, os dois irmãos do nosso Nome
— O Poder e o Renome —
Ambos se foram pelo mar da idade
À tua eternidade;
E com eles de nós se foi
O que faz a alma poder ser de herói.
Queremos ir buscá-los, desta vil
Nossa prisão servil:
É a busca de quem somos, na distância
De nós; e, em febre de ânsia,
A Deus as mãos alçamos.
Mas Deus não dá licença que partamos.
Considere as seguintes afirmações sobre o poema e suas relações com o livro Mensagem.
I - As três primeiras estrofes estão relacionadas a um episódio real: a história dos irmãos Gaspar e Miguel Corte Real que desapareceram em expedições marítimas, no início do século XVI, para desespero do terceiro irmão, Vasco, que queria procurá-los, mas não obteve a autorização do rei.
II - O sujeito lírico, na quarta e na quinta estrofes, assume a primeira pessoa do plural, sugerindo que o drama individual dos irmãos pode representar um problema coletivo: a perda de poder e renome de Portugal, perda esta já associada à difícil situação do país no início do século XX, momento da escritura do poema.
III- O diagnóstico das perdas de Portugal está ausente em outros poemas de Mensagem, por exemplo, Mar português, Autopsicografia e Nevoeiro, que apresentam a visão eufórica e confiante do sujeito lírico em relação ao futuro de Portugal.
Quais estão corretas?
D514FFAB-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa correta a respeito da vida e da obra do poeta português Fernando Pessoa.D51186E9-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosO cortiço (1890) e Dom Casmurro (1899) foram publicados na mesma década, porém apresentam registros de linguagem diferentes, como se pode ver nos trechos abaixo.No bloco superior, estão listados nomes de personagens de O cortiço e de Dom Casmurro; no inferior, os trechos dos romances em que essas personagens são descritas.Associe adequadamente o bloco inferior ao bloco superior.1 - Firmo (O cortiço)2 - Escobar (Dom Casmurro)3 - Jerônimo (O cortiço)4 - José Dias (Dom Casmurro)( ) [...] viera da terra, com a mulher e uma filhinha ainda pequena, tentar a vida no Brasil, na qualidade de colono de um fazendeiro, em cuja fazenda mourejou durante dois anos, sem nunca levantar a cabeça, e de onde afinal se retirou de mãos vazias e uma grande birra pela lavoura brasileira. Para continuar a servir na roça tinha que sujeitar-se a emparelhar com os negros escravos e viver com eles no mesmo meio degradante, encurralado como uma besta, sem aspirações, nem futuro, trabalhando eternamente para outro.( ) [...] era um mulato pachola, delgado de corpo e ágil como um cabrito; capadócio de marca, pernóstico, só de maçadas, e todo ele se quebrando nos seus movimentos de capoeira. Teria seus trinta e tantos anos, mas não parecia ter mais de vinte e poucos. Pernas e braços finos, pescoço estreito, porém forte; não tinha músculos, tinha nervos.( ) Era um rapaz esbelto, olhos claros, um pouco fugitivos, como as mãos, como os pés, como a fala, como tudo. Quem não estivesse acostumado com ele podia acaso sentir-se mal, não sabendo por onde lhe pegasse. Não fitava de rosto, não falava claro nem seguido; as mãos não apertavam as outras, nem se deixavam apertar delas, porque os dedos, sendo delgados e curtos, quando a gente cuidava tê-los entre os seus, já não tinha nada.( ) [...] apareceu ali vendendo-se por médico homeopata; levava um Manual e uma botica. Havia então um andaço de febres; [...] curou o feitor e uma escrava, e não quis receber nenhuma remuneração. Então meu pai propôs-lhe ficar ali vivendo, com pequeno ordenado. [...] recusou, dizendo que era justo levar a saúde à casa de sapé do pobre.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
D50E2780-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsiderando os estudos sobre o romance Dom Casmurro, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.( ) No final do século XIX e início do XX, a interpretação do romance tende à aderência ao ponto de vista do narrador. Assim, em geral, os leitores aceitam os fatos narrados por Bentinho sem muita desconfiança da sua narração comprometida.( ) Em torno de 1960, talvez por influência de leituras feministas, críticos problematizam a visão unilateral de Bentinho e passam a ponderar que o ponto de vista de Capitu não vinha sendo considerado e que a sua traição deveria ser ao menos discutida.( ) Perto de 1980, são comuns as leituras que desviam o foco do debate sentimental para o social, e a diferença de classe entre o filho do deputado (Bentinho) e a filha do vizinho pobre (Capitu) passa a figurar como um dos tópicos do romance.( ) Atualmente, e por obra das muitas adaptações do romance para o cinema e para a televisão, que revelaram conteúdos da narrativa antes ocultos, é consenso que a traição de Capitu é o centro do enredo e que esta pode ser comprovada pelas pistas deixadas no texto por Machado de Assis.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
D509982D-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosConsidere as seguintes afirmações sobre o livro Dom Casmurro, de Machado de Assis.I - O romance de Machado de Assis, narrado em terceira pessoa, expõe o triângulo amoroso entre Bentinho, Capitu e Escobar. O narrador, que ingressa na consciência de todas as personagens, revela ao leitor a traição de Capitu e a paternidade de seu filho Ezequiel.II - O livro está estruturado em forma de diário, por isso guarda as lembranças mais íntimas de Dom Casmurro. A personagem registra que não quer ter suas memórias reveladas, pois isso macularia sua imagem ante a sociedade fluminense.III- O agregado da família Santiago, José Dias, desempenha funções elevadas de conselheiro e rebaixadas de mandalete. Sua acomodação nessa família dá mostras dos arranjos sociais entre homens livres e classe dominante.Quais estão corretas?
D5067C56-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o seguinte trecho de O cortiço.
A criadagem da família do Miranda compunha-se de Isaura, mulata ainda moça, moleirona e tola, que gastava todo o vintenzinho que pilhava em comprar capilé na venda de João Romão; uma negrinha virgem, chamada Leonor, muito ligeira e viva, lisa e seca como um moleque, conhecendo de orelha, sem lhe faltar um termo, a vasta tecnologia da obscenidade, e dizendo, sempre que os caixeiros ou os fregueses da taverna, só para mexer com ela, lhe davam atracações: “Óia, que eu me queixo ao juiz de orfe!”; e finalmente o tal Valentim, filho de uma escrava que foi de Dona Estela e a quem esta havia alforriado.
Sobre o texto acima, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.
( ) O fragmento reflete o tom geral do romance, no qual o narrador em terceira pessoa distancia-se das personagens populares – especialmente as negras –, pois está atrelado às reduções do cientificismo naturalista que antepõe raça superior a raça inferior.
( ) A linguagem do narrador é diferente da linguagem da personagem: a fala de Leonor não segue o registro linguístico adotado pelo narrador.
( ) As personagens femininas descritas no trecho – e no romance de maneira geral – são estereotipadas, respondem ao imaginário da mulata sensual e ociosa, especialmente Bertoleza e Rita Baiana.
( ) O narrador em terceira pessoa simpatiza com as personagens populares; tal simpatia está presente em todo o romance, nas inúmeras vezes em que a narração em terceira pessoa cede espaço para o diálogo entre escravos.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
D5035FA2-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o romance O cortiço, de Aluísio Azevedo, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações.( ) No início do romance, está o vendeiro português João Romão que, com força de trabalho e boa dose de oportunismo, constrói o cortiço, seu primeiro caminho para a ascensão social.( ) No romance, a ex-escrava Bertoleza é a companheira de João Romão, por ele tratada com respeito, o que dá mostras do tom conciliatório do livro, que trata a escravidão como problema resolvido.( ) No sobrado contíguo ao cortiço de João Romão, vivem Miranda, Dona Estela e a filha Zulmirinha, família financeiramente confortável, que cria sinceros vínculos de amizade com João Romão e Bertoleza.( ) No romance, Dona Estela, sempre descrita pelo narrador como uma dama séria e decorosa, sofre com as constantes traições de seu marido Miranda.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
D5004172-05 Literatura
Escolas LiteráriasUFRGS · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa correta sobre autores do Romantismo brasileiro.D4FC4405-05 Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o soneto de Luís de Camões e Soneto do amor total, de Vinícius de Moraes, abaixo.Luís de CamõesAmor é fogo que arde sem se ver;É ferida que dói e não se sente;É um contentamento descontente;É dor que desatina sem doer;É um não querer mais que bem querer;É solitário andar por entre a gente;É nunca contentar-se de contente;É cuidar que se ganha em se perder;É querer estar preso por vontade;É servir a quem vence, o vencedor;É ter com quem nos mata lealdade.Mas como causar pode seu favorNos corações humanos amizade,Se tão contrário a si é o mesmo Amor?Vinícius de MoraesAmo-te tanto, meu amor… não canteO humano coração com mais verdade…Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidade.Amo-te afim, de um calmo amor prestante,E te amo além, presente na saudade.Amo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.Amo-te como um bicho, simplesmente,De um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanente.E de te amar assim muito e amiúde,É que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.Considere as seguintes afirmações sobre os dois poemas.I - Os dois poemas apresentam a temática amorosa: no soneto de Camões, o sujeito lírico define o amor; no soneto de Moraes, o sujeito lírico diz como ama.II - O soneto de Camões apresenta uma estrutura antitética nas três primeiras estrofes, como a exprimir o caráter contraditório do sentimento amoroso.III- O soneto de Vinícius de Moraes apresenta o sujeito lírico que ama de corpo e alma, ampliando o sentimento amoroso à dimensão física.Quais estão corretas?
D4F8C882-05 Literatura
BarrocoUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia as seguintes afirmações sobre o Sermão de Santo Antônio aos peixes, de Padre Antônio Vieira.I - O Sermão apresenta a estratégia de se dirigir aos peixes, e não aos homens, estendendo o alcance crítico à conduta dos colonos maranhenses.II - O Sermão apresenta elogios aos grandes pregadores, através de passagens do Novo Testamento.III- A sardinha é eleita o símbolo do verdadeiro cristão, por ter sido o peixe multiplicado por Jesus.Quais estão corretas?
D4F4CC92-05 Literatura
BarrocoUFRGS · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa correta sobre os três sermões do Padre Antônio Vieira.D4F142A4-05 Física
Força Gravitacional e SatélitesUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosObjetos a diferentes temperaturas emitem espectros de radiação eletromagnética que possuem picos em diferentes comprimentos de onda. A figura abaixo apresenta as curvas de intensidade de emissão por comprimento de onda (normalizadas para ficarem na mesma escala) para três estrelas conhecidas: Spica, da constelação de Virgem, nosso Sol, e Antares, da constelação do Escorpião.
Tendo em vista que a constante da lei dos deslocamentos de Wien é aproximadamente 2,90 x 10-3 m.K, e levando em conta a lei de Stefan-Boltzmann, que relaciona a intensidade total da emissão com a temperatura, considere as seguintes afirmações sobre as estrelas mencionadas.
I - Spica é a mais brilhante das três.II - A temperatura do Sol é de aproximadamente 5800 K.III- Antares é a mais fria das três.Quais estão corretas?
D4EE176B-05 Física
Física Atômica e NuclearUFRGS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosSegundo o modelo atômico de Bohr, no qual foi incorporada a ideia de quantização, o raio da órbita e a energia correspondentes ao estado fundamental do átomo de hidrogênio são, respectivamente, R1 = 0,53x10-10 m e E1 = -13,6 eV.Para outras órbitas do átomo de hidrogênio, os raios Rn e as energias En, em que n = 2, 3, 4, ..., são tais que
D4EA4C81-05 Física
Física ModernaUFRGS · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere as afirmações sobre radioatividade nuclear.I - Todos os núcleos atômicos são radioativos.II - Todos os núcleos radioativos em uma dada amostra, depois de duas meiasvidas, já se desintegraram.III- No decaimento ɣ, um núcleo em um estado excitado decai para um estado de menor energia pela emissão de um fóton.Quais estão corretas?
D4E74F6F-05 Física
Ondas e Propriedades OndulatóriasUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosA figura abaixo representa uma onda estacionária produzida em uma corda de comprimento L = 50 cm.
Sabendo que o módulo da velocidade de propagação de ondas nessa corda é 40 m/s, a frequência da onda é de
D4E3D38E-05 Física
RefraçãoUFRGS · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao enunciado e gráfico abaixo.
Um feixe de luz branca incide em uma das faces de um prisma de vidro imerso no ar. Após atravessar o prisma, o feixe emergente exibe um conjunto de raios de luz de diversas cores.
Na figura abaixo, estão representados apenas três raios correspondentes às cores azul, verde e vermelha.
O fenômeno físico responsável pela dispersão da luz branca, ao atravessar o prisma, é chamado