“O que houve em 1964 não foi uma revolução. As revoluções fazem-se por uma ideia, em favor de uma doutrina. Nós simplesmente…

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Leia o texto a seguir.

“O que houve em 1964 não foi uma revolução. As revoluções fazem-se por uma ideia, em favor de uma doutrina. Nós simplesmente fizemos um movimento para derrubar João Goulart. Foi um movimento contra, e não por alguma coisa. Era contra a subversão, contra a corrupção. Em primeiro lugar, nem a subversão nem a corrupção acabam. Você pode reprimi-las mas não as destruirá. Era algo destinado a corrigir, não a construir algo novo, e isso não é revolução”, explicaria o general Ernesto Geisel em 1981.

(GASPARI, H. A Ditadura Envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p.138.)

Com base na fala do ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) e nos conhecimentos sobre o Golpe Militar de 1964, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

( ) Geisel achava o termo “revolução” inadequado, pois não definia de forma objetiva os desdobramentos do Golpe Militar de 1964.
( ) O Golpe Militar de 1964 tinha por objetivo derrubar o Presidente João Goulart com base no argumento de impedir a subversão e a corrupção.
( ) A corrupção e a subversão não puderam ser extintas devido ao caráter revolucionário do Golpe Militar de 1964.
( ) Para Geisel, a revolução deveria construir algo novo, o que não ocorreu no período de governo militar pós-1964, deficitário em obras e realizações.
( ) O objetivo do Golpe Militar de 1964 era restabelecer o regime democrático no Brasil por meio de eleições indiretas e não por meio de uma revolução.

Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.

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Resposta AV, V, F, F, F.

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