Era uma vez uma rua. As meninas brincavam de elástico e amarelinha. Os meninos, de gude e jogavam pelada. E todos, num pique…

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Enunciado

Se essa rua fosse minha...

    Era uma vez uma rua. As meninas brincavam de elástico e amarelinha. Os meninos, de gude e jogavam pelada. E todos, num pique, escondiam-se e pegavam bandeirinhas e colavam e subiam nos muros. Havia gente. O São João era uma festa. A alegria misturava-se aos mitos, aos medos, às amizades, aos namoros, às fofocas, às brigas, aos perdões.

    Então, deu na tevê que ninguém mais podia sair na rua, por causa de uma bactéria alienígena. Tudo arrefeceu, ao contrário do medo. As festas minguaram. O riso acabou. As ruas, vazias, atraíram a violência. Sem perceber, a geração seguinte passou a juventude inteira em casa, por medo da bactéria. E dizem que é assim até hoje.

Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/758/se-essa-ruafosse-minha>.
A leitura atenta do texto leva à conclusão de que seus parágrafos estão articulados da seguinte maneira:

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Resposta ANo primeiro parágrafo, os verbos estão conjugados no pretérito imperfeito do indicativo, caracterizando o aspecto contínuo e inacabado das ações descritas. Já no segundo…

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