A Phyllomedusa híbrida, triploide (39 cromossomos): um ser improvável, de acordo com as regras clássicas da evolução.

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Leia o texto a seguir:

Imagem da questão de Biologia, da prova de 2017, Evolução biológica

A Phyllomedusa híbrida, triploide (39 cromossomos): um ser improvável, de acordo com as regras clássicas da evolução.


Uma perereca verde, das matas do Sudeste e Sul do Brasil, ganhou o nome de Phyllomedusa tetraploidea por causa de uma característica rara entre vertebrados, a poliploidia. Cada célula somática dessa espécie abriga quatro cópias de cada cromossomo, ou seja, é tetraploide. Haddad e outros biólogos concluíram que a nova espécie deve ser o resultado do cruzamento entre machos e fêmeas de uma espécie diploide (2n=26). A P. tetraploidea pode cruzar com os parentais, a Phyllomedusa distincta ou um ancestral comum, e formar pererecas híbridas triploides (3n=39). Isso, em geral, ocasiona a formação de descendentes estéreis, mas, às vezes, o resultado pode ser um animal que Haddad chama de quase estéril, no qual os cromossomos se organizam de modo a permitir a produção de uns poucos gametas viáveis, “desrespeitando as definições clássicas de isolamento reprodutivo entre espécies diferentes”, diz ele.

Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/17/os-primeiros-passos-de-novas-especies/ (Adaptado)



Sobre ploidia e especiação, assinale a alternativa CORRETA.

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Resposta BA P. tetraploidea é tetraploide porque os espermatozoides e óvulos, que a originaram, eram diploides com duas versões de cada um dos 13 cromossomos do conjunto haploide da espécie.

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