Questões do ENEM: Tipologia Textual
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1FAB570B-89 Hoje falaremos de “Ponta a Ponta”, EP da Funmilayo Afrobeat Orquestra, que se vale da sonoridade do afrobeat com influências de rap, reggae e música popular brasileira. Uma de suas maiores forças é que se trata de um grupo integrado só por mulheres, plenas em sua negritude [...]. Engajadas na luta pelos direitos das mulheres, elas vieram ao mundo para serem o que bem desejarem… e viver, amar e cantar. Quando tocam, são possuídas por tal arrebatamento que faz da música uma mensagem sagrada do que pensam e professam. Instrumentistas virtuosas, seus solos, tanto instrumentais quanto vocais, reacendem a força das deusas e deuses das águas, matas e florestas. [...]"O Encanto e a Maquinária" (Jasper Okan) se vale do sintetizador para antecipar a entrada dos metais que vêm com tudo. Arrepiante! A percussão atiça o clima. O pau quebra! Logo os versos chamam a atenção do ouvinte para a questão do racismo ambiental, aquele que aponta como "aceitáveis" os desastres ambientais desde que atinjam mais os pobres do que os ricos.“Ponta a Ponta” (Sthe Araujo) trata dos desafios de viver numa cidade múltipla como São Paulo. A letra de Araujo revela sua vivência de mulher negra que cresceu no extremo sul da cidade e circulou em busca do sonho de se realizar como artista. O arranjo é poderoso: a cara da Funmilayo. O grave do sax barítono se destaca no naipe dos metais. Soando adequada à harmonia, a melodia vem com tudo. Meu Deus!Enquanto o grito libertário soa impulsionado pelo talento de vozes e acordes iluminados, energéticas, as canções demonstram plena noção de sua força, envoltas que estão por uma profunda fé na vida.Disponível em: https://immub.org/noticias/a-orquestra-das-mulheres-fantasticas. Acesso em: 10 dez. 2025.O texto configura-se como um(a)1FA5D432-89 Português
Interpretação de TextosUFU-MG · 2026FácilEntre para guardar nos favoritosParem as máquinas porque o momento chegou e o hype é real. A CCXP25 está batendo na porta e... vamos ser sinceras? O maior evento de cultura pop do planeta finalmente entendeu que o nosso mundinho asiático não é nicho, é potência global! O Palco Universe retorna consolidadíssimo como o espaço para quem respira cultura pop do leste e sudeste asiático. De 04 a 07 de dezembro, o São Paulo Expo vai virar o nosso playground com debates, batalhas de fandom e aquela energia caótica e maravilhosa que a gente ama.E o plot twist que a gente precisava? A curadoria afiadíssima saiu do óbvio! A CCXP expandiu a visão para muito além do eixo tradicional japonês, abraçando com força as narrativas da Coreia, Tailândia e China. A responsável por esse upgrade cultural é Carol Pardini, do Na Coreia Tem - NCT Lab, que assinou uma curadoria focada na pluralidade das narrativas asiáticas. Como a própria organização destaca, o público brasileiro já provou que consome (e muito!) essas potências globais do entretenimento, e o palco deste ano nasce para valorizar exatamente essa força. É sobre representatividade e aclamação.Agora, segura esse spoiler de milhões: eu vou estar lá brilhando! Marquem na agenda: sexta-feira, 05/12, às 13h00, eu subo ao palco para o painel “A revolução da literatura e dos webtoons coreanos”. Eu e um time de peso vamos discutir como a produção coreana, dos clássicos aos webtoons que viram k-dramas de sucesso, está renovando a narrativa contemporânea e conectando tradição com tecnologia.Disponível em: https://uol.com.br/splash/noticias/2025/12/01/nao-e-mais-nicho-e-potencia-cultura-asiatica-cresce-na-ccxp-2025.htm. Acesso em: 3 dez. 2025.Os diferentes termos em negrito no texto evidenciam um uso da língua que se caracteriza porC194F9E5-6F Português
Interpretação de TextosUECE · 2026Entre para guardar nos favoritosO texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.TEXTO IIA terra
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.Considerando a construção estrutural e discursiva do texto II, o tipo textual predominante éC17F7179-6F Português
Interpretação de TextosUECE · 2026Muito fácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO IProfetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé
Ao discutir os saberes dos profetas da chuva, o texto I adota procedimentos discursivos diversos. Entre eles,F60A8993-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Considere as seguintes afirmações sobre o texto.I - O texto é predominantemente expositivo, organizado em torno de informações consideradas científicas sobre mudança linguística.II - O texto não apresenta o ponto de vista argumentativo do autor, o que se evidencia pela ausência de primeira pessoa.III- O texto apresenta interrogações, que têm a função de externalizar as dúvidas do autor sobre o tema tratado.Quais estão corretas?F5FCFA0B-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Adaptado de KENEDY, E. Celulares não vão derreter o cérebro de seus filhos… mas quase. Disponível em: <https://lefufrj.wordpress.com/2024/12/16/celulares-naovao-derreter-o-cerebro-de-seus-filhos-mas-quase/>.Acesso em: 25 ago. 2025.Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo.( ) O autor, ao escrever em primeira pessoa, narra a sua experiência com as ferramentas tecnológicas, de 1980 a 2024, e os impactos dessa experiência em sua vida, sem expressar posicionamentos.( ) O autor apresenta vozes de outros, por meio de citações (l. 10-11, 19-20), para mostrar uma posição completamente oposta às apresentadas nessas citações.( ) O texto apresenta oscilações entre o passado e o presente, por ter ora sequências tipológicas narrativo-descritivas, ora sequências tipológicas argumentativas.( ) O autor do texto, ao valer-se da primeira pessoa do plural, fala de si, incluindo seus amigos, por terem vivido experiências semelhantes com as ferramentas tecnológicas.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é7D8AED58-68 Português
Interpretação de TextosUEG · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosLeia os textos 01 a 04 para responder à questão.
Texto 01
A minha posição ao propor “Parangolé” é a da busca de uma nova fundação objetiva na arte. Não se confundir com uma “nova figuração”, isto é, pretexto para uma volta a uma representação figurada de todo superada, ou ao “quadro”, seu suporte expressivo. O “Parangolé” é não só a superação definitiva do quadro, como a proposição de uma estrutura nova do objetoarte, uma nova reestruturação da visão espacial da obra de arte, superando também a contradição das categorias “pintura e escultura”. Na verdade, ao propor uma arte ambiental, não quero sair do “quadro” para a “escultura”, mas fundar uma nova condição estrutural do objeto que já não admite essas categorias tradicionais. Seria tentar a constituição de um novo “mito do objeto”, que não é nem o objeto transposto da pop art, nem o objeto-verdade do nouveau-réalisme, mas a fundação do objeto em todas as suas ordens e categorias manifestadas no mundo ambiental, que é revelada aqui pela obra de arte. O objeto que não existia passa a existir e o que já existia se revela de outro modo pela visão dada pelo novo objeto que passou a existir. Estão reservados ao artista a tarefa e o poder de transformar a visão e os conceitos na sua estrutura mais íntima e fundamental; é esta a maneira mais eficaz para o homem de hoje dominar o mundo ambiental, isto é, para recriá-lo a seu modo e segundo sua suprema vontade. É esta também uma proposição eminentemente coletiva, que visa abarcar a grande massa popular e lhes dar também uma oportunidade criativa. Essa oportunidade, é claro, teria que se realizar através das individualidades nessa coletividade; o novo aqui é que as possibilidades dessa valorização do indivíduo na coletividade se tornam cada vez mais generalizadas – há a exaltação dos valores coletivos nas suas aspirações criativas mais fundamentais, ao mesmo tempo em que é dada ao indivíduo a possibilidade de inventar, de criar – é a retomada dos mitos da cor, da dança, das estruturas criativas enfim.
OITICICA, Helio. Paragolé: uma nova fundação objetiva na arte. In: Ciclo de exposições sobre arte no Rio de Janeiro - 5. OPINIÃO 65. Curadoria Frederico Morais; apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985 [72]. [Adaptado].
Texto 02
Parangolivro
negro pobre poeta
sem noção de sequência
multiplicidade de olhares
ler e descobrir
escrever bater com a cabeça
uma arma em nossa mira
não caber
dentro da armadura
debater até sangrar
entrar e sair
como se não estivesse
viver longo
cada instante
olhar os filhos sem fim
caminhar sob o sol
fugir do inferno de si
[...]
osso em febre
oco do fim do mundo
uma palavra porrada
parangolivro parangolé
morro raimundo de montes
claros colares
hélio morro da mangueira
parangolé oiticica
ninhos gibis
incertezas
instantes de interdelírio
garotos hospícios
parangolivres
[...]PEREIRA, Aroldo. Parangolivro. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007. p. 13, 15.
Texto 03
Parangolé
Entre
a
casa
é sua
sua casa-
camisa
suas vestes-
vestíbulos
saia-sala
chão-chapéu
entre
a casa
é sua
corredor
para o corpo
escada
para o êxtase
vestido
com vista
para o marMARQUES, Ana Martins. Da arte das armadilhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 54-55.
Texto 04
Parangolé Pamplona
O Parangolé Pamplona você mesmo faz
O Parangolé Pamplona a gente mesmo faz
Com um retângulo de pano de uma cor só
E é só dançar
E é só deixar a cor tomar conta do ar
Verde
Rosa
Branco no branco no preto nu
Branco no branco no preto nu
O Parangolé Pamplona
Faça você mesmo
E quando o couro come
É só pegar carona
Laranja
Vermelho
Para o espaço estandarte
Para o êxtase asa delta
Para o delírio porta aberta
Pleno ar
Puro hélio
Mas
O Parangolé Pamplona você mesmo fazCALCANHOTTO, Adriana. Parangolé Pamplona. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/87107/. Acesso em: 27 fev. 2024.
Nota-se, nos textos 02 e 03, uma construção poética baseada em três elementos comuns, quais sejam:7D743EE3-68 Português
Interpretação de TextosUEG · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosA construção social do ser humano


BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 36. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. p. 68-73. [Adaptado].
O texto “A construção social do ser humano” tem como objetivo5E390F89-D8 Português
Gêneros TextuaisENEM · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosAs capas dos folhetos de cordel, já então ilustradas por postais fotográficos, desenhos ou fotogramas de filmes, demoravam mais de uma semana para serem transformadas em clichês em Recife ou Fortaleza, o que levou a que santeiros e artesãos locais fossem requisitados para cortar na umburana — madeira preferida para o taco xilográfico pela facilidade do talhe e abundância — princesas, dragões, cangaceiros.CARVALHO, G. Xilogravura: os percursos da criação popular. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 39, 1986 (adaptado).No início do século XX, a incorporação da técnica de produção descrita no texto promoveu uma renovação da5DE4B4C1-D8 Português
Gêneros TextuaisENEM · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosFeijoada à minha modaAmiga Helena SangirardiConforme um dia prometiOnde, confesso que esqueciE embora — perdoe — tão tarde(Melhor do que nunca!) este poetaSegundo manda a boa éticaEnvia-lhe a receita (poética)De sua feijoada completa.Em atenção ao adiantadoDa hora em que abrimos o olhoO feijão deve, já catadoNos esperar, feliz, de molho.Uma vez cozido o feijão(Umas quatro horas, fogo médio)Nós, bocejando o nosso tédioNos chegaremos ao fogão[...]De carne-seca suculentaGordos paios, nédio toucinho(Nunca orelhas de bacorinhoQue a tornam em excesso opulenta!)[...]Enquanto ao lado, em fogo brandoDesmilinguindo-se de gozoDeve também se estar fritandoO torresminho deliciosoEm cuja gordura, de resto(Melhor gordura nunca houve!)Deve depois frigir a couvePicada, em fogo alegre e presto.[...]Dever cumprido. Nunca é vãA palavra de um poeta... — jamais!Abraça-a, em Brillat-Savarin,O seu Vinicius de Moraes.MORAES, V. In: CÍCERO, A.; QUEIROZ, E. (Org.). Vinicius de Moraes: nova antologia poética. São Paulo: Cia. das Letras, 2005 (fragmento).Apesar de haver marcas formais de carta e receita, a característica que define esse texto como poema é o(a)EE474AFD-7B Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritos


Assinale a alternativa correta sobre a tipologia textual dominante de cada um dos textos da prova.
29728F30-7A Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2023Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao Texto 2.Texto 2

Adaptado de: OLIVEIRA JR., M. O que é entonação? In: OTHERO, G. A.; FLORES, V. N. O que sabemos sobre a linguagem? São Paulo: Parábola, 2022.A temporalidade é uma das propriedades relacionadas à caracterização de um tipo textual.Considerando o presente como a temporalidade central do texto O que é entonação?, pode-se defini-lo como um texto predominantementeD30CE787-74 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2023Entre para guardar nos favoritosLeia o artigo “Sobre homens e ratos”, do médico Drauzio Varella, para responder à questão.Mulheres e homens têm apenas 30 mil genes! A divulgação desse dado pelo Projeto Genoma foi um balde de água fria no orgulho humano: imaginávamos que fossem pelo menos 100 mil. Se as moscas têm 13 mil genes, qualquer verme, 20 mil, um abacateiro, 25 mil, e os camundongos que caçamos nas ratoeiras têm 30 mil, 100 mil para nós parecia uma estimativa razoável. Afinal, não foi culpa nossa havermos sido criados à imagem e semelhança de Deus. A bem da verdade, já sabíamos que cerca de 98% de nossas sequências de DNA são idênticas às dos chimpanzés. Mas chimpanzés são animais políticos que formam comunidades com culturas próprias, uti lizam instrumentos rudimentares e matam seus semelhantes premeditadamente. São, por assim dizer, seres mais humanos. Admitir, no entanto, que nosso genoma é formado pelo mesmo número de genes dos ratos, e que somente 300 genes são responsáveis pelas diferenças entre nós e eles, constitui humilhação inaceitável.A visão antropocêntrica, segundo a qual a vida na Terra teria evoluído dos seres unicelulares para indivíduos cada vez mais complexos até chegar ao homem, é um mau entendi mento das leis da natureza. No “ranking” evolutivo, não existe primeira posição. A prova é que as bactérias foram os primeiros habitantes do planeta e não só ainda estão por aí como representam mais da metade da biomassa terrestre, isto é, se somarmos o peso de cada uma, obteremos mais da metade da massa de todos os demais seres vivos somados, incluindo árvores, elefantes e baleias. O Homo sapiens é simplesmente uma entre milhões de espécies. Nascemos há 5 milhões de anos, um segundo evolutivo comparado aos 4 bilhões de anos das bactérias. Não fizemos nenhuma falta à vida na Terra durante praticamente toda a existência dela e, se um dia formos extintos, nenhuma formiga, cigarra ou besouro chorará a nossa ausência. A evolução continuará seu caminho inexorável de competição e seleção natural, como ensinaram Charles Darwin e Alfred Wallace.Na verdade, os números do Projeto Genoma são lógicos. Os seres vivos mantêm a quase totalidade de seus genes ocupados na execução das tarefas do dia a dia: respiração, circulação, movimentação, digestão, excreção e produção de energia, entre outras. Muitos desses genes são tão essenciais ao trabalho doméstico que a evolução os preservou praticamente intactos de um ser vivo para outro. Entender a razão pela qual temos 30 mil genes como os ratos é fácil: eles são mamíferos como nós e apresentam fisiologia tão semelhante à nossa que podem ser utilizados em experiências para entender a fisiologia humana. O que intriga na evolução não é a proximidade genética entre as espécies, mas os genes responsáveis pelas diferenças.(Drauzio Varella. Borboletas da alma: escritos sobre ciência e saúde, 2006. Adaptado.)Por se tratar de um artigo de divulgação científica (e não de um artigo científico propriamente), predomina no texto uma linguagem82C9F821-73 Português
Interpretação de TextosFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2023Entre para guardar nos favoritosLeia com atenção a fábula de Esopo, a seguir.“A cigarra passou o verão cantando, enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer.A formiga então perguntou a ela:— E o que é que você fez durante todo o verão?— Durante o verão eu cantei — disse a cigarra.E a formiga respondeu: — Muito bem, pois agora dance!”Assinale a opção que apresenta, nessa pequena narrativa, o acontecimento desequilibrador do estado inicial.82BA4FF5-73 Português
Interpretação de TextosFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2023Entre para guardar nos favoritosA sabedoria amadurece por meio do sofrimento. (Ésquilo).Sobre a estruturação desse pensamento, assinale a afirmativa correta.43939BC9-03 Português
Interpretação de TextosUECE · 2023FácilEntre para guardar nos favoritosTexto 1

(OLIVEIRA, Danilo. Qual é a distância entre a Terra e a Lua? In: Olhar Digital – Ciência e Espaço. Disponível em https://olhardigital.com.br/2023/08/07/ Texto adaptado.)A sequência textual predominante no texto 1 éF5852C4D-A4 Português
Interpretação de TextosUNICAMP · 2023MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 1Vivemos no limiar de uma transição, em que a automação ocupará cada vez mais espaços na sociedade. Neste novo cenário, há um componente atuando com desenvoltura entre nós. Suas ações e decisões, invisíveis e muitas vezes autônomas, estão cada vez mais presentes no dia a dia da vida contemporânea. Seu comportamento, no entanto, é opaco e pouco compreendido. Trata-se dos algoritmos. São eles que, muitas vezes, decidem se você é contratado ou demitido, se você vai ter acesso a um benefício social, se seu visto de imigração vai ser concedido ou negado, quais notícias você vai ver nas redes sociais, qual o melhor trajeto do trabalho para casa ou qual o parceiro mais apropriado para um relacionamento.(Adaptado de: MENDONÇA, R.F.; FIGUEIRAS, F.; ALMEIDA, V. Algoritmos controlam sociedade e tomam decisões de vida ou morte. Folha de S. Paulo, 7 abr. 2021.)Texto 2
(Quadrinhos com o personagem laranja e amarelo, que representa um algoritmo, da série criada por André Dahmer. Disponível em: https://diplomatique.org.br/novas-tirinhas-de-andre-dahmer-transformam-algoritmo-em-personagem-intrometido/. Acesso em 28/07/2023.)
O anúncio (Texto 1) reproduzido a seguir foi postado nas redes sociais da Portela, escola de samba carioca, para divulgar uma festa literária. A escola, que traz a águia como símbolo em todos os seus desfiles (Texto 2), completou 100 anos em 2023.
Considerando a imagem no texto 2, podemos afirmar que o texto 1 promove uma
B325D409-75 Português
Interpretação de TextosFaculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a resenha do livro Redes e ruas: mídias sociais e ativismo contemporâneo, de Paolo Gerbaudo.A obra Redes e ruas analisa os protestos do início da década de 2010, a partir da “Primavera Árabe”, do movimento dos “indignados” na Espanha e das ações “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos. Em 2013, houve no Brasil fenômeno semelhante, as “Jornadas de Junho.” Caso se tivesse prestado atenção às características do ativismo digital elencadas na obra de Gerbaudo, não haveria surpresa quando as manifestações brasileiras converteram um protesto contra a tarifa nos transportes em movimento pelo impeachment de Dilma Rouseff.(Kelly Prudencio. Le monde diplomatique Brasil, março de 2022. Adaptado.)A resenhaFA6E0B5A-73 Português
Interpretação de TextosFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritosObserve o seguinte texto descritivo:“O que mais chamava a atenção era a grande quantidade de igrejas, pelo menos era o que mais se destacava do alto do morro onde eu estava. Ao longe, apesar de algumas árvores impedirem uma visão limpa, via-se uma imensa serra e, mais perto, dois pequenos rios e muita vegetação. As casas próximas eram do estilo colonial, todas elas brancas e azuis, bonitas, embora algumas estivessem com a pintura um pouco suja.”Assinale a opção que indica uma observação inadequada sobre esse texto.FAA9012F-B0 Português
Gêneros TextuaisUniversidade Estadual do Maranhão · 2022MédioEntre para guardar nos favoritosClarice Lispector nasceu em uma aldeia na Ucrânia (Antiga União Soviética). Ao chegar ao Brasil, desembarcou em Manaus, quando tinha dois meses de idade, depois se mudou para Recife. Viveu fora do Brasil, fez leituras de grandes brasileiros e de estrangeiros, trazendo inovações, produzindo um estilo que a tornou uma das grandes escritoras de Língua Portuguesa. Leia um fragmento de um dos capítulos de seu primeiro livro.ALEGRIAS DE JOANAA liberdade que às vezes sentia. Não vinha de reflexões nítidas, mas de um estado como feito de percepções por demais orgânicas para serem formuladas em pensamentos. Às vezes, no fundo da sensação tremulava uma ideia que lhe dava leve consciência de sua espécie e de sua cor.O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade. O próprio pensamento adquiria uma qualidade de eternidade. Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também. A impressão de que se conseguisse manter-se na sensação por mais uns instantes teria uma revelação — facilmente, como enxergar o resto do mundo apenas inclinando-se da terra para o espaço. Eternidade não era só o tempo, mas algo como a certeza enraizadamente profunda de não poder contê-lo no corpo por causa da morte; a impossibilidade de ultrapassar a eternidade era eternidade; e também era eterno um sentimento em pureza absoluta, quase abstrato. Sobretudo dava ideia de eternidade a impossibilidade de saber quantos seres humanos se sucederiam após seu corpo, que um dia estaria distante do presente com a velocidade de um bólido. Definia eternidade e as explicações nasciam fatais como as pancadas do coração. Delas não mudaria um termo sequer, de tal modo eram sua verdade. Porém mal brotavam, tornavam-se vazias logicamente.Definir a eternidade como uma quantidade maior que o tempo e maior mesmo do que o tempo que a mente humana pode suportar em ideia também não permitiria, ainda assim, alcançar sua duração. Sua qualidade era exatamente não ter quantidade, não ser mensurável e divisível porque tudo o que se podia medir e dividir tinha um princípio e um fim. Eternidade não era a quantidade infinitamente grande que se desgastava, mas eternidade era a sucessão.LISPECTOR, Clarice. Perto do Coração Selvagem: Rio de Janeiro: Rocco, 2019.Em Alegrias de Joana, deve-se compreender que o narrador inicia o texto e o desenvolve, em estilo, no qual predomina a forma