Questões do ENEM 2009

Questões aplicadas na prova de 2009, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

576 questões encontradas. Mostrando a página 14 de 29.

  • 9809861F-BA

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009 Considering language usage in the text, it’s correct to say:
    Escolha uma alternativa para a questão 9809861f-ba
  • 98066D34-BA

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009
    “CSP scientists hope that European countries will take the lead” (l. 21-22)

    The expression “take the lead” in this sentence should be understood as
    Escolha uma alternativa para a questão 98066d34-ba
  • 97FE8557-BA

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009 It’s stated in the text that a good thing with the CSP project is that it
    Escolha uma alternativa para a questão 97fe8557-ba
  • 97FACF32-BA

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Estado da Bahia · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2009

    Fill in the parentheses with True or False.

    According to the text, it’s correct to say:


    ( ) Concentrating Solar Power (CSP) is a great achievement in energy production.

    ( ) Most of the European countries are already importing electricity from the plants in the Sahara desert.

    ( ) Only one CSP factory is enough to provide all the energy needed by a modern city.

    ( ) An advantage of CSP towers is that they can work with just one large mirror.



    The correct sequence, from top to bottom, is

    Escolha uma alternativa para a questão 97facf32-ba
  • 97F778EB-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Levanta-se e percorre os quartos vazios, sem camas, sem nada. Entra na cozinha e acende o fogo. Pensa em fazer um café. Desiste. Joga água nos tições, apaga o fogo. Já que ia embora, para que café, para que fogo aceso? Sai até o avarandado. A barra do dia está nascendo, da cor do ouro. Carregaria estas manhãs para sempre, levaria nos olhos e na alma o raiar destes dias, as promessas da vida nova, deixando sempre um velho dia para trás. Desce até o riacho. Tira a roupa. O corpo nu se reflete na água limpa, esverdeada, à sombra do capim-angolinha, capim de beira de rio.


    TORRES, Antônio. Essa Terra. 21 ed. São Paulo: Record, 2005. p. 71.


    A personagem em foco
    Escolha uma alternativa para a questão 97f778eb-ba
  • 97F37CE7-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Acendo nosso último cigarro. Ele traga. Sua mão treme um pouco.


    — Pode incluir o testemunho de um sacerdote peruano, Wenceslau Calderón de la Cruz, não é um belo nome?

    — Wenceslau o quê?

    — Calderón de la Cruz. Considera homens como Guevara e Luther King verdadeiramente santos.

    — Não gosto de Luther King — ele resmunga.

    — Deixa então só o Che, mas repense sobre Luther King. Antigamente a santidade era vista como o máximo da penitência, caridade, aquilo que você sabe. Mudou tudo. Hoje um cristão não pode alcançar a salvação da alma sem servir objetivamente à sociedade.


    TELLES, Lygia Fagundes. As meninas. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 130.


    O texto, contextualizado na obra, permite afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 97f37ce7-ba
  • 97EF6B27-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    I.
    BUCÓLICA NOSTÁLGICA
    Ao entardecer no mato, a casa entre
    bananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,
    aparece dourada. Dentro dela, agachados,
    na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,
    rápidos como se fossem ao Êxodo, comem
    feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,
    Muitas vezes abóbora.
    Depois, café na canequinha e pito.
    O que um homem precisa pra falar,
    entre enxada e sono: Louvado seja Deus!
    PRADO, Adélia. Bucólica Nostálgica. Bagagens. Rio de Janeiro: Imago,1976. p. 54.



    II.
    CIDADEZINHA QUALQUER
    Casas entre bananeiras
    mulheres entre laranjeiras
    pomar amor cantar.

    Um homem vai devagar.
    Um cachorro vai devagar.
    Um burro vai devagar.

    Devagar... as janelas olham.
    Êta vida besta, meu Deus.
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Cidadezinha qualquer. Reunião:10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 17.
    Comparando-se os textos I e II, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 97ef6b27-ba
  • 97E3F89B-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    I.
    BUCÓLICA NOSTÁLGICA
    Ao entardecer no mato, a casa entre
    bananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,
    aparece dourada. Dentro dela, agachados,
    na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,
    rápidos como se fossem ao Êxodo, comem
    feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,
    Muitas vezes abóbora.
    Depois, café na canequinha e pito.
    O que um homem precisa pra falar,
    entre enxada e sono: Louvado seja Deus!
    PRADO, Adélia. Bucólica Nostálgica. Bagagens. Rio de Janeiro: Imago,1976. p. 54.



    II.
    CIDADEZINHA QUALQUER
    Casas entre bananeiras
    mulheres entre laranjeiras
    pomar amor cantar.

    Um homem vai devagar.
    Um cachorro vai devagar.
    Um burro vai devagar.

    Devagar... as janelas olham.
    Êta vida besta, meu Deus.
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Cidadezinha qualquer. Reunião:10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 17.
    Os textos I e II apresentam em comum
    Escolha uma alternativa para a questão 97e3f89b-ba
  • 97E09F3B-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    O narrador-personagem, no fragmento contextualizado na obra,
    Escolha uma alternativa para a questão 97e09f3b-ba
  • 97DCDC89-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    O conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, por meio da trajetória do narrador-personagem, Castelo, revela-se uma crítica
    Escolha uma alternativa para a questão 97dcdc89-ba
  • 97D95D7A-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos

    — Papai...

    — Não te ponhas com denguices, e falemos como dous amigos sérios. Fecha aquela porta; vou dizer-te cousas importantes. Senta-te e conversemos. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. Vinte e um anos, meu rapaz, formam apenas a primeira sílaba do nosso destino. Os mesmos Pitt e Napoleão, apesar de precoces, não foram tudo aos vinte e um anos. Mas, qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que a faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum.


    ASSIS, Machado de. A teoria do medalhão. In: Papéis avulsos. Obra completa. 2. ed. ilust. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1962. v. II, p. 288.


    No fragmento e no todo do conto, observa-se

    Escolha uma alternativa para a questão 97d95d7a-ba
  • 97D64696-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    SE VOCÊ fica irritado... Veja, São Paulo: Abril, ed. 2131, ano 42, n. 38, p. 51, 23 set. 2009. Adaptado. Encarte publicitário.

    “Se você fica irritado quando vê uma sacola plástica num bueiro, é porque não sabe como a gente fica.”

    O trecho apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 97d64696-ba
  • 97D33C7D-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    SE VOCÊ fica irritado... Veja, São Paulo: Abril, ed. 2131, ano 42, n. 38, p. 51, 23 set. 2009. Adaptado. Encarte publicitário.

    O texto constitui um discurso que
    Escolha uma alternativa para a questão 97d33c7d-ba
  • 97CFED89-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009


    CAMARGO, José Eduardo; SOARES, L. O Brasil das placas: viagem por um país ao pé da letra, 3. imp., São Paulo: Panda Books, 2007. p. 14-15.

    Os textos apresentados fazem parte do livro “O Brasil das placas — viagem por um país ao pé da letra”, de José Eduardo Camargo e L. Soares. Cada placa está acompanhada de um cordel.

    A alternativa em que se faz uma análise correta sobre a linguagem da placa e/ou do cordel é a
    Escolha uma alternativa para a questão 97cfed89-ba
  • 97C2E794-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
          A população com 12 anos ou mais de estudo, entre 1995 e 2005, praticamente dobrou e a frequência ao ensino superior neste período quase triplicou. Esse aumento ocorreu particularmente na população feminina, que atualmente é maioria nas universidades e corresponde a 56,1% da população com 12 anos ou mais de estudo. No entanto, é nesse grupo de maior escolaridade que a desigualdade de rendimento entre homens e mulheres é elevada.
         A população masculina ocupada, com 12 anos ou mais de estudo, está distribuída entre os seguintes grupamentos de atividades: indústria (15,8%), comércio e reparação (15,6%), educação, saúde e serviços sociais (16,8%) e outras atividades (22,3%). No caso das mulheres com esse nível de escolaridade, 44,9% estão no grupamento de educação, saúde e serviços sociais. Em resumo, as mulheres estão predominantemente no setor de serviços, em atividades relacionadas ao cuidado, em áreas que poderiam ser consideradas extensões das atribuições familiares e domésticas.                       
         Independentemente da maior escolaridade das mulheres, a inserção delas em “nichos” ocupacionais tipicamente femininos faz com que ganhem menos que os homens, o que explica, em parte, a desigualdade de rendimento por sexo.

    FIGUEIRA, Mara. Retrato de um mundo desigual. Sociologia: ciência da vida, São Paulo: Escala, ano 1, n. 6, p. 14, 2007.


    Ao mencionar os índices da pesquisa do IBGE no texto, a articulista evidencia que
    Escolha uma alternativa para a questão 97c2e794-ba
  • 97BE674C-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Sobre o texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 97be674c-ba
  • 97BA3340-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Com base no texto, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 97ba3340-ba
  • 0819E60C-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXT
        One reason growth forecasts for rich nations are so grim is the common assumption that birth rates are falling. Fewer people will produce less income, and shrinking economies. Only the assumption of aging populations may be wrong, according to a recent report by Goldman Sachs that looks at key demographic trends for the 21st century.
        Since bottoming out in 2001, fertility rates in a number of developed economies have actually been on the rise. Among rich economies, the jump is most pronounced in places like the United Kingdom, France, Spain, and the U.S. Larger immigrant populations in these nations have something to do with this, as they tend to have more children. Yet the effect is only short term, as migrants adopt the fertility rates of their new homes within a generation or so.
        Goldman’s new analysis shows that another reason for the unexpected jump, and one that will play a bigger role in the future, is that women in rich countries have been having children later and later in life, something that traditional economic models don’t account for. Standard estimates of fertility are still tabulated assuming that most women are having children in their early 20s, rather than late 20s or even 30s and 40s, as has become more common in rich countries with lots of women in the workforce. “In parts of Europe (this method of calculation) has probably understated true fertility by about 15 to 20 percent,” notes Goldman Sachs economist Peter Berezin.
        Those are big numbers, with potentially very significant ramifications. For starters, it could be that some of the problems faced by aging nations with shrinking tax bases (like, for example, overblown health-care spending, crumbling infrastructure, and budget shortfalls) may not be quite as bad as once envisioned. In fact, there is some evidence to suggest that we may soon start seeing mini baby booms, which, in 20 years or so, could have a significant impact on the size of rich nations’ workforces, a shift that can’t come too soon for countries now struggling with unprecedented levels of national debt. Another bright spot – recent surveys by Eurobarometer show that European women between the ages of 25 and 39 want to have more children, if only it were easier to find a better work-life balance. Note to European leaders: stop worrying about the effects of immigration and start creating better-paid part-time work.
    Newsweek, September 28, 2009
    A piece of advice suggested in the text is that
    Escolha uma alternativa para a questão 0819e60c-b6
  • 0814EE90-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXT
        One reason growth forecasts for rich nations are so grim is the common assumption that birth rates are falling. Fewer people will produce less income, and shrinking economies. Only the assumption of aging populations may be wrong, according to a recent report by Goldman Sachs that looks at key demographic trends for the 21st century.
        Since bottoming out in 2001, fertility rates in a number of developed economies have actually been on the rise. Among rich economies, the jump is most pronounced in places like the United Kingdom, France, Spain, and the U.S. Larger immigrant populations in these nations have something to do with this, as they tend to have more children. Yet the effect is only short term, as migrants adopt the fertility rates of their new homes within a generation or so.
        Goldman’s new analysis shows that another reason for the unexpected jump, and one that will play a bigger role in the future, is that women in rich countries have been having children later and later in life, something that traditional economic models don’t account for. Standard estimates of fertility are still tabulated assuming that most women are having children in their early 20s, rather than late 20s or even 30s and 40s, as has become more common in rich countries with lots of women in the workforce. “In parts of Europe (this method of calculation) has probably understated true fertility by about 15 to 20 percent,” notes Goldman Sachs economist Peter Berezin.
        Those are big numbers, with potentially very significant ramifications. For starters, it could be that some of the problems faced by aging nations with shrinking tax bases (like, for example, overblown health-care spending, crumbling infrastructure, and budget shortfalls) may not be quite as bad as once envisioned. In fact, there is some evidence to suggest that we may soon start seeing mini baby booms, which, in 20 years or so, could have a significant impact on the size of rich nations’ workforces, a shift that can’t come too soon for countries now struggling with unprecedented levels of national debt. Another bright spot – recent surveys by Eurobarometer show that European women between the ages of 25 and 39 want to have more children, if only it were easier to find a better work-life balance. Note to European leaders: stop worrying about the effects of immigration and start creating better-paid part-time work.
    Newsweek, September 28, 2009
    A sudden surge of births within the next few years could bring forth
    Escolha uma alternativa para a questão 0814ee90-b6