Questões do ENEM 2010

Questões aplicadas na prova de 2010, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.564 questões encontradas. Mostrando a página 19 de 79.

  • 7B88EDB2-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.

    (disponível em:
    designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão 7b88edb2-b6
  • 7B84C774-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.
    (disponível em: designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b84c774-b6
  • 7B7FD2C8-B6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6
  • 7B79CCD0-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b79ccd0-b6
  • 7B74FA65-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    O tema básico do texto, em torno do qual o autor organiza seus argumentos, pode ser expresso pelas seguintes proposições, exceto uma. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b74fa65-b6
  • F9B1A57F-B6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 3


    What is a Computer?


               Nowadays, in most modern societies, almost everybody has idea about what a computer is. We depend on computers in every aspect of our lives whether we know how to use one or not. But does everyone really know how a computer works inside?

           A computer is an electronic machine which processes data and provides the results of the processing as information. There are three basic steps in the computing process. The first one is input, which consists of feeding data into the computer’s memory. Then comes the processing: the program is run and the computer processes the data by performing a set of instructions. The third and final step is the output furnished by the computer, which allows the user to see the results either in printed form or on the screen.

             The world of computers has created a specific language of its own. English words such as software and hardware are used worldwide and have been borrowed by many different languages. Software is information in the form of data and programs, and hardware refers to the electronic and mechanical parts that make up a computer system.

             Despite the constant presence of computers in most modern societies, it is a great mistake to believe that everybody in the world is computerliterate, i.e., is familiar with computers and knows how to use them properly. In some contemporary societies, many people still have no idea about the existence of computers, and even in the so-called developed countries, there are lots of people who do not know or do not care about what a computer is.


    Inglês.com.textos para informática, p. 25, 2001

    Mark the correct alternative.
    Escolha uma alternativa para a questão f9b1a57f-b6
  • F9AC5B26-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 3


    What is a Computer?


               Nowadays, in most modern societies, almost everybody has idea about what a computer is. We depend on computers in every aspect of our lives whether we know how to use one or not. But does everyone really know how a computer works inside?

           A computer is an electronic machine which processes data and provides the results of the processing as information. There are three basic steps in the computing process. The first one is input, which consists of feeding data into the computer’s memory. Then comes the processing: the program is run and the computer processes the data by performing a set of instructions. The third and final step is the output furnished by the computer, which allows the user to see the results either in printed form or on the screen.

             The world of computers has created a specific language of its own. English words such as software and hardware are used worldwide and have been borrowed by many different languages. Software is information in the form of data and programs, and hardware refers to the electronic and mechanical parts that make up a computer system.

             Despite the constant presence of computers in most modern societies, it is a great mistake to believe that everybody in the world is computerliterate, i.e., is familiar with computers and knows how to use them properly. In some contemporary societies, many people still have no idea about the existence of computers, and even in the so-called developed countries, there are lots of people who do not know or do not care about what a computer is.


    Inglês.com.textos para informática, p. 25, 2001

    Mark the incorrect alternative.
    Escolha uma alternativa para a questão f9ac5b26-b6
  • F9A89F44-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 2

           Because of the bright lights of the modern cities, when we look up at the sky we can see no more than 100 stars. But from dark parts of the Earth, the naked eye can see more than 5,000! And modern telescopes tell a very different story.

             With the help of some of the world’s most powerful instruments to measure the brightness of all the galaxies in one sector of the cosmos, Australian astronomers say it is probable that there are 70 sextillion stars in the visible Universe. In other words and numbers, seven followed by 22 zeroes, a really astronomical figure.

           That is more than the total number of grains of sand in all the world’s beaches and deserts, and that is only the visible Universe within range of our telescopes.

           Dr. Simon Driver, of the Australian National University, has a theory that some of them probably have life. Dr. Driver’s theory is not exactly new, and those planets are so distant, he says, that there is no real possibility for us to see or contact anyone living on them. 

    Retirado do livro “Inglês série Brasil”, p. 8, 2008

    Analyze the following statements:


    I. The number of stars in the visible Universe is an astronomical figure.

    II. Some stars have life, but they are too far away from the Earth.

    III. There are more grains of sands on the world’s beaches and deserts than all the stars in the Universe.

    IV. Life is impossible on those distant planets, according to Dr. Simon Driver.



    Mark the correct alternative:

    Escolha uma alternativa para a questão f9a89f44-b6
  • F9A4EADA-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 2

           Because of the bright lights of the modern cities, when we look up at the sky we can see no more than 100 stars. But from dark parts of the Earth, the naked eye can see more than 5,000! And modern telescopes tell a very different story.

             With the help of some of the world’s most powerful instruments to measure the brightness of all the galaxies in one sector of the cosmos, Australian astronomers say it is probable that there are 70 sextillion stars in the visible Universe. In other words and numbers, seven followed by 22 zeroes, a really astronomical figure.

           That is more than the total number of grains of sand in all the world’s beaches and deserts, and that is only the visible Universe within range of our telescopes.

           Dr. Simon Driver, of the Australian National University, has a theory that some of them probably have life. Dr. Driver’s theory is not exactly new, and those planets are so distant, he says, that there is no real possibility for us to see or contact anyone living on them. 

    Retirado do livro “Inglês série Brasil”, p. 8, 2008

    According to the text, it is incorrect to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão f9a4eada-b6
  • F9A08364-B6

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Text 2

           Because of the bright lights of the modern cities, when we look up at the sky we can see no more than 100 stars. But from dark parts of the Earth, the naked eye can see more than 5,000! And modern telescopes tell a very different story.

             With the help of some of the world’s most powerful instruments to measure the brightness of all the galaxies in one sector of the cosmos, Australian astronomers say it is probable that there are 70 sextillion stars in the visible Universe. In other words and numbers, seven followed by 22 zeroes, a really astronomical figure.

           That is more than the total number of grains of sand in all the world’s beaches and deserts, and that is only the visible Universe within range of our telescopes.

           Dr. Simon Driver, of the Australian National University, has a theory that some of them probably have life. Dr. Driver’s theory is not exactly new, and those planets are so distant, he says, that there is no real possibility for us to see or contact anyone living on them. 

    Retirado do livro “Inglês série Brasil”, p. 8, 2008

    According to the text, it is correct to say about the linking words “and” (line 5), “because of” (line 1), “when” (line 2) and “but” (line 3), that they respectively:
    Escolha uma alternativa para a questão f9a08364-b6
  • F99CBA2E-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 1


    NEWSWEEK Remembers Paul the Octopus


          Less than six months ago, Paul the Octopus catapulted from a life of obscurity to worldwide fame. Now, Paul has died, at the ripe old octopus age of two.

          A common octopus living at the Sea Life Center in Oberhausen, Germany, Paul was able to correctly predict the winner of all Germany's World Cup matches. Prior to the matches, Paul was given two boxes of food, identical except for the flags of the competing teams. The team represented on the box Paul chose to eat from inevitably won the match. His picking prowess made him an international star.

           Here at NEWSWEEK, we were just as taken with Paul as was the rest of the news media, and in an attempt to get inside his cephalopodial head, we sought out prestigious pet psychic Catherine Ferguson. In honor of Paul, we present that video yet again. Rest in peace, Paul the Octopus.


    Newsweek, October 28th, 2010 

    It is correct to infer from the text that:
    Escolha uma alternativa para a questão f99cba2e-b6
  • F9985B39-B6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Text 1


    NEWSWEEK Remembers Paul the Octopus


          Less than six months ago, Paul the Octopus catapulted from a life of obscurity to worldwide fame. Now, Paul has died, at the ripe old octopus age of two.

          A common octopus living at the Sea Life Center in Oberhausen, Germany, Paul was able to correctly predict the winner of all Germany's World Cup matches. Prior to the matches, Paul was given two boxes of food, identical except for the flags of the competing teams. The team represented on the box Paul chose to eat from inevitably won the match. His picking prowess made him an international star.

           Here at NEWSWEEK, we were just as taken with Paul as was the rest of the news media, and in an attempt to get inside his cephalopodial head, we sought out prestigious pet psychic Catherine Ferguson. In honor of Paul, we present that video yet again. Rest in peace, Paul the Octopus.


    Newsweek, October 28th, 2010 

    Analyze the following statements:


    I. “Catapulted from” (line 2) can be understood as “saiu de”.

    II. The sentence “Paul has died” (line 3) is in the simple past.

    III. In the expressions “Sea Life Center” (line 5 and 6) and “Germany's World Cup matches” (lines 7 and 8), the expressions “Sea Life” and “Germany’s World Cup” are modifiers.

    IV. The words “inevitably” and “correctly” are formed by the suffix –ly, and are adjectives.



    Mark the correct alternative:

    Escolha uma alternativa para a questão f9985b39-b6
  • F995320B-B6

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 4
    Subsídio para debate sobre cultura

         Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções do mundo e sempre se faz uma escolha entre elas. Como ocorre essa escolha? É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo? E não ocorre frequentemente que entre o fato intelectual e a norma de conduta exista uma contradição? Qual será, então, a verdadeira concepção do mundo: a que é logicamente afirmada como fato intelectual, ou que resulta da atividade real de cada um, que está implícita na sua ação? E, já que a ação é sempre uma ação política, não se pode dizer que a verdadeira filosofia de cada um se acha inteiramente contida na sua política? Este contraste entre o pensar e o agir, isto é, a coexistência de duas concepções do mundo, uma afirmada por palavras e a outra manifestando-se na ação efetiva, nem sempre se deve à má-fé. A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos, mas não é satisfatória quando o contraste se verifica nas manifestações vitais de grandes massas: neste caso, ele não pode deixar de ser a expressão de contrastes mais profundos de natureza histórico-social.  
    Gramsci, Antônio. Concepção Dialética da História. São Paulo:
    Civilização Brasileira, s/d. 
    Sobre as relações morfossintáticas, analise as seguintes proposições:


    I. Em “Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções...”, as formas verbais destacadas podem ser substituídas pela forma verbal “” preservando-se a correção gramatical.

    II. O pronome “esta” em “É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo?” exerce a função de termo que retoma uma ideia já enunciada.

    III. Em “logicamente afirmada como fato intelectual” – os termos grifados participam da mesma classe gramatical.

    IV. No período “A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos...”, estalece-se uma relação de oposição entre as duas orações.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão f995320b-b6
  • F990D446-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 4
    Subsídio para debate sobre cultura

         Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções do mundo e sempre se faz uma escolha entre elas. Como ocorre essa escolha? É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo? E não ocorre frequentemente que entre o fato intelectual e a norma de conduta exista uma contradição? Qual será, então, a verdadeira concepção do mundo: a que é logicamente afirmada como fato intelectual, ou que resulta da atividade real de cada um, que está implícita na sua ação? E, já que a ação é sempre uma ação política, não se pode dizer que a verdadeira filosofia de cada um se acha inteiramente contida na sua política? Este contraste entre o pensar e o agir, isto é, a coexistência de duas concepções do mundo, uma afirmada por palavras e a outra manifestando-se na ação efetiva, nem sempre se deve à má-fé. A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos, mas não é satisfatória quando o contraste se verifica nas manifestações vitais de grandes massas: neste caso, ele não pode deixar de ser a expressão de contrastes mais profundos de natureza histórico-social.  
    Gramsci, Antônio. Concepção Dialética da História. São Paulo:
    Civilização Brasileira, s/d. 
    De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão f990d446-b6
  • F98D8F54-B6

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


           Muitas coisas nos diferenciam dos outros animais, mas nada é mais marcante do que a nossa capacidade de trabalhar, de transformar o mundo segundo nossa qualificação, nossa energia, nossa imaginação. Ainda assim, para a grande maioria dos homens, o trabalho nada mais é do que puro desgaste da vida. Na sociedade capitalista, a produtividade do trabalho aumentou simultaneamente a tão forte rotinização, apequenamento e embrutecimento do processo de trabalho de forma que já não há nada que mais nos desagrade do que trabalhar. Preferimos, a grande maioria, fazer o que temos em comum com os outros animais: comer, dormir, descansar, acasalar.

         Nossa capacidade de trabalho, a potência humana de transformação e emancipação de todos, ficou limitada a ser apenas o nosso meio de ganhar pão. Capacidade, potência, criação, o trabalho foi transformado pelo capital no seu contrário. Tornou-se o instrumento de alienação no sentido clássico da palavra: o ato de entregar ao outro o que é nosso, nosso tempo de vida.


    Sader, Emir. Trabalhemos menos, trabalhemos todos.

    In Correio Braziliense, 18/11/2007(adaptado).

    As palavras “rotinização”, “apequenamento” e “embrutecimento”, destacadas no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão f98d8f54-b6
  • F9873553-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
                       Homem Comum
    Sou um homem comum
    de carne e de memória
    de osso e esquecimento
    e a vida sopra dentro de mim
    pânica
    feito a chama de um maçarico
    e pode
    subitamente
    cessar.

    Sou como você
    feito de coisas lembradas
    e esquecidas
    rostos e
    mãos, o guarda-sol vermelho ao meio-dia
    em Pastos-Bons
    defuntas alegrias flores passarinhos
    facho de tarde luminosa
    nomes que já nem sei
    bandejas bandeiras bananeiras
    tudo
    misturado
    essa lenha perfumada
    que se acende
    e me faz caminhar
    Sou um homem comum
    brasileiro, maior, casado, reservista,
    e não vejo na vida, amigo, 
    nenhum sentido, senão
    lutarmos juntos por um mundo melhor.
    Poeta fui de rápido destino.
    Mas a poesia é rara e não comove
    nem move o pau-de-arara.
    Quero, por isso, falar com você,
    de homem para homem,
    apoiar-me em você
    oferecer-lhe o meu braço
    que o tempo é pouco
    e o latifúndio está aí, matando.

    Que o tempo é pouco
    e aí estão o Chase Bank,
    a IT & T, a Bond and Share,
    a Wilson, a Hanna, a Anderson Clayton,
    e sabe-se lá quantos outros
    braços do polvo a nos sugar a vida
    e a bolsa
    Homem comum, igual
    a você,
    cruzo a Avenida sob a pressão do imperialismo.
    A sombra do latifúndio
    mancha a paisagem
    turva as águas do mar
    e a infância nos volta
    à boca, amarga,
    suja de lama e de fome.

    Mas somos muitos milhões de homens
    comuns
    e podemos formar uma muralha
    com nossos corpos de sonho e margaridas.
    Gullar, F. Dentro da noite veloz. Civilização Brasileira, 1975; 3ª ed.,
    José Olympio, 1998. In: Toda poesia. José Olympio, 12ª ed., 2002.
    A metáfora transfigura o sentido das palavras expandindo a possibilidade de associações entre signos diferentes. Nos versos “e sabe-se lá quantos/outros/braços do polvo a nos sugar a vida/e a bolsa”, o poeta estruturou seu pensamento metaforicamente para:
    Escolha uma alternativa para a questão f9873553-b6
  • F983A1BE-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2
                       Homem Comum
    Sou um homem comum
    de carne e de memória
    de osso e esquecimento
    e a vida sopra dentro de mim
    pânica
    feito a chama de um maçarico
    e pode
    subitamente
    cessar.

    Sou como você
    feito de coisas lembradas
    e esquecidas
    rostos e
    mãos, o guarda-sol vermelho ao meio-dia
    em Pastos-Bons
    defuntas alegrias flores passarinhos
    facho de tarde luminosa
    nomes que já nem sei
    bandejas bandeiras bananeiras
    tudo
    misturado
    essa lenha perfumada
    que se acende
    e me faz caminhar
    Sou um homem comum
    brasileiro, maior, casado, reservista,
    e não vejo na vida, amigo, 
    nenhum sentido, senão
    lutarmos juntos por um mundo melhor.
    Poeta fui de rápido destino.
    Mas a poesia é rara e não comove
    nem move o pau-de-arara.
    Quero, por isso, falar com você,
    de homem para homem,
    apoiar-me em você
    oferecer-lhe o meu braço
    que o tempo é pouco
    e o latifúndio está aí, matando.

    Que o tempo é pouco
    e aí estão o Chase Bank,
    a IT & T, a Bond and Share,
    a Wilson, a Hanna, a Anderson Clayton,
    e sabe-se lá quantos outros
    braços do polvo a nos sugar a vida
    e a bolsa
    Homem comum, igual
    a você,
    cruzo a Avenida sob a pressão do imperialismo.
    A sombra do latifúndio
    mancha a paisagem
    turva as águas do mar
    e a infância nos volta
    à boca, amarga,
    suja de lama e de fome.

    Mas somos muitos milhões de homens
    comuns
    e podemos formar uma muralha
    com nossos corpos de sonho e margaridas.
    Gullar, F. Dentro da noite veloz. Civilização Brasileira, 1975; 3ª ed.,
    José Olympio, 1998. In: Toda poesia. José Olympio, 12ª ed., 2002.
    Quanto à construção de sentidos, podemos afirmar que, no poema:
    Escolha uma alternativa para a questão f983a1be-b6
  • F9809F0C-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    A presença de um tubarão prestes a devorar o personagem, no último quadrinho:
    Escolha uma alternativa para a questão f9809f0c-b6
  • F97CD750-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Nos quadrinhos acima, a interação dos elementos verbais e não verbais permite:
    Escolha uma alternativa para a questão f97cd750-b6
  • 326431C6-B6

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    UECE · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2010

    The sentences “Fear created horrors enough and the eschatological order was never far from people‟s minds.”, “…artists depicted the spectre of death in paint, through sculpture and by means of woodcut.” and “we and our writers catch other vertiginous glimpses of „chaos and old night‟ ” contain respectively a/an
    Escolha uma alternativa para a questão 326431c6-b6