Questões do ENEM 2011

Questões aplicadas na prova de 2011, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

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3.653 questões encontradas. Mostrando a página 61 de 183.

  • EA5001E2-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 

    De acordo com o autor, a gramática de uma língua expressa dois sentidos, a saber:  


    1) o padrão e o culto.

    2) o conceitual e o prescritivo.

    3) o culto e o escrito.


    Está(ão) correta(s): 

    Escolha uma alternativa para a questão ea5001e2-b5
  • EA4BDDF2-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    Mais especificamente, a questão principal que o autor levanta diz respeito:
    Escolha uma alternativa para a questão ea4bddf2-b5
  • EA3FF9FC-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    O Texto 1, com base em seu desenvolvimento global, poderia ser reconhecido como um texto:
    Escolha uma alternativa para a questão ea3ff9fc-b5
  • 727AB4F5-B4

    História

    História do Brasil
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Apesar de alguns grupos sociais vivenciarem momentos bem difíceis durante o período pós-1964, o tricampeonato mundial do futebol, em 1970, foi bastante festejado. Esse evento ocorreu durante a presidência do general:
    Escolha uma alternativa para a questão 727ab4f5-b4
  • 72628CB9-B4

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em várias obras historiográficas, D. Pedro II é representado como tendo sido um mecenas, protetor das artes e da cultura, e, o seu longo reinado, como um período de paz social. A propósito, analise as seguintes proposições.

    1) O imperador estimulava a produção de obras artísticas e literárias que possibilitassem ao povo brasileiro identificar-se como Nação.
    2) O imperador rejeitava qualquer manifestação artística ou cultural que seguisse padrões europeus.
    3) O imperador chegou a presenciar a consolidação da economia cafeeira e incentivou o desenvolvimento urbano.
    4) O imperador, excetuando-se a Guerra do Paraguai, não enfrentou conflitos ou rebeliões locais.
    5) O imperador envolveu-se em questões diplomáticas com a Inglaterra, com a Igreja e com os Militares .

    Estão corretas apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 72628cb9-b4
  • 725F61AC-B4

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entre os movimentos sociais que contestavam o poder centralizado do Império brasileiro, destaca-se o conflito cuja duração se estendeu da Regência ao Segundo Reinado, reconhecido como:
    Escolha uma alternativa para a questão 725f61ac-b4
  • 725C2789-B4

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Após a abdicação de D. Pedro I ao trono, o Brasil foi governado por Regências Trinas, conforme previa a Constituição, mas o Ato Adicional de 1834 provocou algumas mudanças, entre as quais se estabelecia:
    Escolha uma alternativa para a questão 725c2789-b4
  • 72592C73-B4

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Durante o governo Regencial, foi criada no Brasil a Guarda Nacional (1831), que teve entre seus objetivos:
    Escolha uma alternativa para a questão 72592c73-b4
  • 72562C1B-B4

    História

    Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
    UESPI · 2011Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Em 1988, foi promulgada, através da Assembleia Constituinte eleita pelo voto popular, a constituição conhecida como “Constituição Cidadã”. Mas, nem todas as Constituições brasileiras tiveram essa feição, a exemplo da outorgada em 1824 por D. Pedro I, pela qual:
    Escolha uma alternativa para a questão 72562c1b-b4
  • 724F8457-B4

    História

    História do Brasil
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o Padroado Régio, durante o período colonial brasileiro, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 724f8457-b4
  • 724C0194-B4

    História

    História do Brasil
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Entre os objetivos dos monarcas portugueses na colonização do Brasil, se destacaram: expandir as fronteiras territoriais e encontrar metais preciosos. A esse propósito, analise as seguintes proposições:

    1) a ocupação de quase todo o litoral brasileiro estava esboçada nos dois primeiros séculos da colonização portuguesa.
    2) no século XVIII, através do Maranhão, os portugueses percorreram o Amazonas, rechaçando esporádicos estabelecimentos de espanhois e infiltrações francesas.
    3) a colônia de Sacramento era periodicamente alvo de ataque dos espanhois de Buenos Aires, enquanto se consolidava o povoamento do Rio Grande do Sul.
    4) a configuração do território brasileiro, tal como hoje se verifica foi, em linhas gerais, definida pelo Tratado de Madri no século XVII.
    5) os limites do território do Brasil obedeceram sempre ao estabelecido no Tratado de Tordesilhas, quando se fixaram os domínios portugueses e espanhois na América.

    Estão corretas apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 724c0194-b4
  • 72306ABF-B4

    Geografia

    Geografia Política
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    O capitalismo se propagou em busca de mercados e de novas técnicas de produção. No entanto, o progresso desejado não atingia a todos e provocava desigualdades. Uma crítica radical ao capitalismo se expressou na obra de Marx, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72306abf-b4
  • 720EDA70-B4

    Geografia

    Geografia Física
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A fotografia abaixo mostra um fenômeno que acarreta sérios danos ambientais, sobretudo às atividades agrícolas. Assinale-o.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2011
    Escolha uma alternativa para a questão 720eda70-b4
  • 720B4D53-B4

    Geografia

    Clima
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um grupo de estudantes, realizando um trabalho de campo para estudos ambientais, se defrontou com a situação atmosférica, desenhada esquematicamente a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2011

    O que estava acontecendo naquele momento?
    Escolha uma alternativa para a questão 720b4d53-b4
  • 72085119-B4

    Geografia

    Meio Ambiente na Geografia
    UESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A biosfera pode ser definida como a região do planeta que contém todo o conjunto de seres vivos e na qual a vida é permanentemente possível. Sobre esse assunto, analise as afirmações seguintes.

    1) A composição da biosfera varia continuamente como decorrência principalmente da própria atividade biológica que nela se realiza há milhões de anos.
    2) A existência de vida no planeta depende da presença das chamadas condições de sobrevivência, representadas, de um lado, pela ocorrência de elementos indispensáveis à composição dos seres vivos, e de outro, pela ausência de fatores que lhe sejam nocivos.
    3) Três componentes são indispensáveis à vida, sendo a sua presença obrigatória na biosfera: o calor, a água e a luz, que é a fonte de energia mais importante para a síntese dos compostos orgânicos constituintes dos seres vivos.
    4) Embora a ampla distribuição das espécies na superfície terrestre dê a impressão de a biosfera ser de uma extensão quase ilimitada, ela é, entretanto, muito estreita em relação ao diâmetro da Terra.

    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 72085119-b4
  • 7200C479-B4

    Geografia

    Agropecuária
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Muitos geógrafos e economistas consideram que a modernização da agricultura brasileira se fez sem que a estrutura da propriedade rural fosse alterada, e isso, na opinião deles, teve “efeitos perversos”.

    Que exemplos desses “efeitos perversos” podem ser mencionados?
    1) A propriedade rural tornou-se mais concentrada.
    2) As disparidades de renda aumentaram bastante.
    3) O êxodo rural acentuou-se.
    4) O aumento da taxa de exploração da força de trabalho nas atividades agrícolas.
    5) A diminuição da modernização conservadora no campo.

    Estão corretos:
    Escolha uma alternativa para a questão 7200c479-b4
  • 71FC1D7A-B4

    Geografia

    Geografia Política
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe a charge a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2011

    Qual deve ser o título correto para essa charge?
    Escolha uma alternativa para a questão 71fc1d7a-b4
  • 71F8EDFA-B4

    Geografia

    Geografia Física
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    O gráfico a seguir trata das vazões máximas de rios relacionadas a diversos fatores. Analise-o.

    Vazões Máximas de Rios sob Diferentes Coberturas

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2011

    Dessa análise, conclui-se que:

    Escolha uma alternativa para a questão 71f8edfa-b4
  • 71F50481-B4

    Geografia

    Agropecuária
    UESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A afirmação abaixo poderia ser concluída pelo segmento presente na alternativa:

    “Embora os fatores climáticos e topográficos tenham evidentemente auxiliados a difusão da cultura da soja no Cerrado brasileiro, as ações políticas estatais e privadas...”
    Escolha uma alternativa para a questão 71f50481-b4