Questões do ENEM 2017

Questões aplicadas na prova de 2017, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.793 questões encontradas. Mostrando a página 73 de 90.

  • 6E1F17B9-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Segundo a autora, os sentimentos de frustração e culpa são decorrentes:
    Escolha uma alternativa para a questão 6e1f17b9-1b
  • 6E1BF9DC-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    “Outra possibilidade é ter de ser o melhor pai, o melhor chefe, a melhor mãe, a melhor aluna; seja o que for, temos de estar entre os melhores, fingindo não ter falhas nem limitações. Ninguém pode se contentar em ser como pode: temos de ser muito mais que isso, temos de fazer o impossível, o desnecessário, até o absurdo, o que não nos agrada – ou estamos fora.” (Linhas 10-14)

    O trecho anterior só NÃO revela a seguinte característica do homem atual:

    Escolha uma alternativa para a questão 6e1bf9dc-1b
  • 436AE413-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Vimos, assim, que a Alma pode sofrer grandes transformações e passar ora a uma maior perfeição, ora a uma menor, paixões estas que nos explicam as afecções de alegria e de tristeza. Assim, por alegria, entenderei, no que vai seguir-se, a paixão pela qual a Alma passa a uma perfeição maior; por tristeza, ao contrário, a paixão pela qual a Alma passa a uma perfeição menor.

    (ESPINOSA, B. Ética. Trad. Antonio Simões. Lisboa: Relógio D’Água, 1992. p. 279).

    Com base no texto e nos conhecimentos sobre o problema da paixão e da afecção em Espinosa, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 436ae413-ed
  • 45A57E82-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read the editorial cartoon below. Then answer the following question


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Escolha uma alternativa para a questão 45a57e82-dd
  • 45A23CEF-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Pornography is now only an internet search away, and is becoming ever more immersive. How is it changing people’s behaviour, relationships and desires?

    By Jessica Brown


    Few things are truly universal. But while people across the world speak different languages, eat different foods and even feel different emotions, millions across the world watch porn. Despite being so widely consumed, porn is maligned as the source of society’s ills. It’s even been labelled a public health hazard by politicians in Utah. Porn has transformed over the past few decades, due to the availability of the internet and faster web connections. It is also becoming more immersive than ever before. Take virtual reality. Earlier this year, researchers from Newcastle University in the UK pointed out that VR changes the experience of porn from detached observer to protagonist. They warned that this has the potential to blur the line between reality and fantasy, perhaps damaging relationships and encouraging harmful behaviour. […] So what does the more recent research say? One review of more than 80 studies in 2009 concluded that evidence of a causal link between porn use and violence is slim, and any findings proving a connection are often exaggerated by the media and politicians. “It is time to discard the hypothesis that pornography contributes to increased sexual assault behaviour”, wrote the authors.

    Available in: http://www.bbc.com/future/story/20170926-is-porn-harmful-theevidence-the-myths-and-the-unknowns. Accessed: Sep. 25, 2017.


    According to the text, which is the correct option.

    Escolha uma alternativa para a questão 45a23cef-dd
  • 459B846A-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    As relações sociais contemporâneas sofrem grande influência das tecnologias inseridas na sociedade. A utilização generalizada de novas tecnologias de informação, nos mais diversos setores sociais, faz com que os indivíduos de diferentes níveis socioeconômicos e culturais convivam com um grande número de produtos modernos à sua disposição. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) podem provocar diversidades e mudanças na sociedade, gerando diferentes impactos e exigindo novas posturas por parte dos indivíduos diante desse novo cenário que se vivencia. Com base nisso, pode-se destacar como sendo efeitos sociais positivos das TICs as seguintes características:
    Escolha uma alternativa para a questão 459b846a-dd
  • 45918CE8-DD

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UFGD · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte excerto.


    E bastava batesse no campo o pio de uma perdiz magoada, ou viesse do mato a lália lamúria dos tucanos, para o jumento mudar de rota, pendendo à esquerda ou se empescoçando para a direita; e, por via de um gavião casaco-de-couro cruzar-lhe à frente, já ele estacava, em concentrado prazo de irresolução.

    ROSA, João Guimarães. A hora e a vez de Augusto Matraga. In: ___ Sagarana. 38. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. Pp. 339-386.


    Assinale a alternativa que contém palavra formada pelo mesmo processo de formação do verbo “empescoçar”.

    Escolha uma alternativa para a questão 45918ce8-dd
  • 458DF6E6-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Em conformidade com a mensagem e as construções linguísticas do texto a seguir, marque a alternativa correta.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Escolha uma alternativa para a questão 458df6e6-dd
  • 458425B6-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    O jogo


    a bola está com juscelino, juscelino passa para jânio, jânio sai do campo e agora a bola está com jango, castelo rouba a bola e vai para a direita, passa para costa e silva, costa e silva passa para médici, médici passa para geisel, geisel para joão figueiredo, joão figueiredo cruza para sarney, sarney de cabeça para collor e goooooooooooooooooooolllllllllllllllllllllll

    (gol contra minha gente)

    MARINHO, Emmanuel. Satilírico. Edição do Autor, 1995, p. 37.


    Esse poema foi extraído do livro Satilírico do poeta sulmato-grossense Emmanuel Marinho e alude a personagens e a fatos relacionados ao contexto político no Brasil da segunda metade do século XX. Sobre a obra em questão, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 458425b6-dd
  • 4580D55A-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A personagem Rê Bordosa, retratada na tirinha a seguir de autoria do cartunista Arnaldo Angeli Filho, faz parte de uma série que circulou inicialmente no jornal Folha de São Paulo e depois nas edições da revista Chiclete com Banana entre 1984 e 1987.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Sobre a personagem, tema do curta-metragem de animação Dossiê Rê Bordosa, produzido em 2008, com direção de Sérgio Cabral, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 4580d55a-dd
  • 457D43E2-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Grafite e pichação são formas de arte?


    [...] O problema do reconhecimento da arte reapareceu como um tema de interesse social nessas primeiras semanas de 2017, pela ação da prefeitura de São Paulo, que substituiu os grafites de algumas das principais avenidas da cidade pela pintura uniforme dos muros com uma tinta cinza, insossa e burocrática. Como a muitos que admiravam os grafites que a prefeitura apagou, a ação do governo Doria me pareceu equivocada. Ao julgá-la de um ponto de vista puramente estético, ou melhor, a partir do que o gosto e a experiência visual me dizem, é evidente que a “limpeza” dos muros onde havia grafites resultou em um empobrecimento da paisagem urbana paulistana.

    A mesma coisa não poderia ser dita, porém, sobre a retirada de pichações, contra as quais João Doria mantém um discurso mais incisivo. Sem um critério estético para ser aplicado, já que os próprios pichadores o dispensam, a avaliação da pichação tem uma natureza distinta da que fazemos do grafite. Por mais que os dois fenômenos se cruzem em intrincadas relações entre os seus criadores, o Estado e terceiros (os proprietários de muros privados, por exemplo), podemos distingui-los em função dos seus valores estéticos e da maneira como se apresentam aos receptores.

    Um bom ponto de partida é a observação de que nós gostamos, ou não, dos grafites. Das pichações, porém, nós não podemos “gostar” nem “não gostar”, basicamente porque elas não se propõem a ser um objeto do gosto. Essa distinção em relação à experiência suscitada pelo grafite e pelas pichações poderia balizar uma teoria estética da chamada street art, se a tendência dos filósofos profissionais da área não fosse desconsiderá-la. O segundo passo a ser observado tem justamente a ver com isso. Se não podemos “gostar” das pichações, por que elas encontram defensores inclusive entre pessoas que admitem as diferenças sensíveis que a separam do grafite?

    A resposta a essa pergunta sugere o espírito ultrapolitizado de uma parcela muito grande da arte contemporânea. Quando alguém aprova uma pichação, o que geralmente ocorre não é a emissão de um juízo de gosto, mas sim a declaração de um apoio ideológico. Esse apoio costuma ser vago e não ter fundamento empírico. É como se aprovar a pichação significasse “estar do lado” dos oprimidos, do povo ou dos marginalizados. O que nunca se coloca em questão, porém, é se tais entidades abstratas e totalizantes (os oprimidos, o povo, os marginalizados…) realmente se reconhecem e se veem expressadas na ação dos pichadores. Será mesmo que a pichação é um fenômeno que representa grupos sociais em desvantagem na sociedade? Será que os pichadores representam algum grupo social além deles mesmos?

    Trecho extraído de Oliveira, R. C. “Grafite e pichação são formas de arte?” In: O Estado de São Paulo. 3 de fevereiro de 2017.


    Assinale a alternativa que apresenta apenas ideias contidas no excerto apresentado.

    Escolha uma alternativa para a questão 457d43e2-dd
  • 457A1025-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O filme Em Nome da Lei (2016), com direção de Sergio Resende, ficcionaliza a história profissional do juiz federal Odilon Oliveira, tendo como pano de fundo o crime organizado e o tráfico de drogas em uma cidade na região de fronteira com o Paraguai. No elenco, estão atores conhecidos do grande público como Mateus Solano, Paolla Oliveira e Chico Diaz, que protagonizam a trama gravada na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Com base na obra cinematográfica, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 457a1025-dd
  • 45768F08-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    [...] Metáforas pontuais e redes metafóricas – A metáfora, stricto sensu, é uma figura de expressão verbal, “a forma mais condensada” da imagem literária, uma comparação da qual só restaria o comparante. A compreensão da metáfora baseia-se na analogia de sentido que existe entre o termo atualizado e o termo ausente que substituiu. No cinema, são as imagens que desfilam e não as palavras. O efeito metafórico pode ser gerado da sucessão de imagens que produzem um sentido que “ultrapassa” o sentido literal. É a associação, mais ou menos estreita, de imagens que rompe o estrito continuum narrativo que cria uma configuração metafórica (mais do que uma metáfora “pura”).

    [...] Metáforas e redes metafóricas são detectáveis por intermédio da repetição, de formas de insistência (primeiros planos, planos longos, ângulos insólitos) ou de ampliação (deformações visuais, aumentos, efeitos sonoros etc), do grau maior ou menor de incongruência desta ou daquela imagem com relação à norma narrativo-realista (da imagem deliberadamente não diegética à figura diegetizada, isto é, plenamente integrada no mundo representado).

    VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Análise e interpretação simbólica. In:__. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus Editora, Coleção Ofício de Arte e Forma, 7°ed, 1994. p.56-63.


    O curta-metragem Caramujo-flor (1988), com direção de Joel Pizzini, é uma adaptação cinematográfica de vários poemas de Manoel de Barros, que busca recriar na tela a poética do escritor brasileiro. A partir das linguagens visual e sonora, o filme se vale da composição das imagens em movimento para “traduzir audiovisualmente” as metáforas presentes no texto literário. Diante disso, é possível afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 45768f08-dd
  • 457341E8-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Reflexões sobre o Romance Moderno


    [...] A hipótese básica em que nos apoiamos é a suposição de que em cada fase histórica exista certo Zeitgeist, um espírito unificador que se comunica a todas as manifestações de culturas em contato, naturalmente com variações nacionais. Falamos nestas páginas da “cultura ocidental”, não tomando em conta as diversificações nacionais.

    [...] A segunda hipótese sugere que se deva considerar, no campo das artes, como de excepcional importância o fenômeno da “desrealização” que se observa na pintura e que, há mais de meio século, vem suscitando reações pouco amáveis do público. O termo “desrealização” se refere ao fato de que a pintura deixou de ser mimética, recusando a função de reproduzir ou copiar a realidade empírica, sensível. Isso, sendo evidente no tocante à pintura abstrata ou não-figurativa, inclui também correntes figurativas como o cubismo, expressionismo ou surrealismo. Mesmo estas correntes deixaram de visar a reprodução mais ou menos fiel da realidade empírica. Esta, no expressionismo, é apenas “usada” para facilitar a expressão de emoções e visões subjetivas que lhe deformam a aparência; no surrealismo, fornece apenas elementos isolados, em contexto insólito, para apresentar a imagem onírica de um modo dissociado e absurdo; no cubismo, é apenas ponto de partida de uma redução a suas configurações geométricas subjacentes. Em todos os casos podemos falar de uma negação do realismo, se usarmos este termo no sentido mais lato, designando a tendência de reproduzir, de uma forma estilizada ou, não, idealizada ou não, a realidade apreendida pelos nossos sentidos.

    ROSENFELD, Anatol. Reflexões sobre o romance moderno. In:___. Texto/contexto I. 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 1996. p. 75-97.


    O curta metragem Dossiê Rê Bordosa (2008), dirigido por Cesar Cabral, explora o lúdico como estratégia de significação. Os elementos de linguagem de animação cinematográfica e a seleção dos planos, dos movimentos e das imagens registradas/apresentadas pela câmera favorecem as (re)interpretações do real possíveis ao telespectador. Tendo como base teórica as reflexões extraídas do texto de Anatol Rosenfeld (1996), importante crítico e teórico de teatro germano-brasileiro, assinale a alternativa correta sobre essa obra audiovisual.

    Escolha uma alternativa para a questão 457341e8-dd
  • 456FD5B2-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte trecho do conto A hora e a vez de Augusto Matraga, de Guimarães Rosa. 


    [...] E aí o jumento andou, e Nhô Augusto ainda deu um eco, para o cerrado ouvir:

    – “Qualquer paixão me adiverte...” Oh coisa boa a gente andar solto, sem obrigação nenhuma e bem com Deus!...

    E quando o jegue empacava – porque, como todo jumento, ele era terrível de queixo-duro, e tanto tinha de orelhas quanto de preconceitos, – Nhô Augusto ficava em cima, mui concorde, rezando o terço, até que o jerico se decidisse a caminhar outra vez. E também, nas encruzilhadas, deixava que o bendito asno escolhesse o caminho, bulindo com as conchas dos ouvidos e ornejando. E bastava batesse no campo o pio de uma perdiz magoada, ou viesse do mato a lália lamúria dos tucanos, para o jumento mudar de rota, perdendo à esquerda ou se empescoçando para a direita; e, por via de um gavião casaco-de-couro cruzar-lhe à frente, já ele estacava, em concentrado prazo de irresolução. ROSA, João Guimarães. A hora e a vez de Augusto Matraga. In:___. Sagarana. Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 38 ed, 1984. p. 378.


    O conto A hora e a vez de Augusto Matraga está localizado no espaço preferido do autor Guimarães Rosa: o sertão do norte de Minas Gerais (mas há também paisagens do sul da Bahia). O espaço favorece a construção de personagens bem típicos como jagunços, peões e fazendeiros. Tanto a psique quanto a linguagem das pessoas desse lugar aparecem matizadas pelas pressões e necessidades desse ambiente. A obra, porém, não se submete ao determinismo simplista que se limita a procurar ecos da realidade social, econômica e política na configuração ideológica dos personagens. A respeito desse conto, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 456fd5b2-dd
  • 456C548D-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os trechos a seguir retirados do romance Cem anos de solidão (1967), de Gabriel Garcia Marques, e assinale a alternativa correta.


    TRECHO 1

    Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendía havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo.


    TRECHO 2

    [...] apesar de todo mundo considerá-lo louco, José Arcadio Segundo era naquele tempo o habitante mais lúcido da casa. Ensinou o pequeno Aureliano a ler e a escrever, iniciou-o no estudo dos pergaminhos e incutiu-lhe uma interpretação tão pessoal do que significou para Macondo a companhia bananeira que muitos anos depois, quando Aureliano se incorporasse ao mundo, haveria de se pensar que contava uma versão alucinada, porque era radicalmente contrária à falsa que os historiadores tinham admitido e consagrado nos textos escolares.


    TRECHO 3

    Muitos anos depois, esse menino haveria de continuar contando, sem que ninguém acreditasse, que tinha visto o tenente lendo com um megafone de vitrola o decreto Número 4 do Chefe Civil e Militar da província, assinado pelo General Carlos Cortes Vargas e pelo seu secretário, o Major Henrique García Isaza, que em três artigos de oitenta palavras classificava os grevistas de quadrilha de malfeitores e facultava ao exército o direito de matá-los a bala.

    Escolha uma alternativa para a questão 456c548d-dd
  • 45691310-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise os dois trechos a seguir da peça Quase ministro (encenada pela primeira vez em 1862), de Machado de Assis.


    TRECHO 1


    [...] Cena XIII

    BASTOS: Aí chega S. Exa.

    MARTINS: Meus senhores...

    SILVEIRA: (apresentando Pereira) - Aqui o senhor vem convidar-te para jantar com ele.

    MARTINS: Ah!

    PEREIRA: É verdade; soube da sua nomeação e vim, conforme o coração me pediu, oferecer-lhe uma prova pequena da minha simpatia.

    MARTINS: Agradeço a simpatia; mas o boato que correu hoje, desde manhã, é falso... O ministério está completo, sem mim.

    TODOS: Ah! [...]


    TRECHO 2


    [...] SILVEIRA: Mas esperem: onde vão? Ouçam ao menos uma história. É pequena, mas conceituosa. Um dia anunciou-se um suplício [enforcamento]. Toda gente correu a ver o espetáculo feroz. Ninguém ficou em casa: velhos, moços, homens, mulheres, crianças, tudo invadiu a praça destinada à execução. Mas, porque viesse o perdão à última hora, o espetáculo não se deu e a forca ficou vazia. Mais ainda: o enforcado, isto é, o condenado, foi em pessoa à praça pública dizer que estava salvo e confundir com o povo as lágrimas de satisfação. Houve um rumor geral, depois um grito, mais dez, mais cem, mais mil romperam de todos os ângulos da praça, e uma chuva de pedras deu ao condenado a morte de que o salvara a real clemência. - Por favor, misericórdia para este. (apontando para Martins) Não tem culpa nem da condenação, nem da absolvição [...].


    Considerando os dois trechos e ainda seus conhecimentos sobre essa obra, assinale a afirmativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 45691310-dd
  • 45642F4B-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho a seguir de A máquina do mundo, poema de Carlos Drummond de Andrade, correspondente à quarta, quinta e sexta estrofes, e assinale a alternativa correta.


    [...] a máquina do mundo se entreabriu

    para quem de a romper já se esquivava

    e só de o ter pensado se carpia.


    Abriu-se majestosa e circunspecta,

    sem emitir um som que fosse impuro

    nem um clarão maior que o tolerável


    pelas pupilas gastas na inspeção

    contínua e dolorosa do deserto,

    e pela mente exausta de mentar [...]

    Escolha uma alternativa para a questão 45642f4b-dd
  • 9C007417-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine a tira.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017


    A tira evidencia que

    Escolha uma alternativa para a questão 9c007417-dd
  • 9BFD257F-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Mobile milestones: how your phone
    became an essential part of your life


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017



        Has any device changed our lives as much, and as quickly, as the mobile phone? There are people today for whom the world of address books, street atlases and phone boxes seems very far away, lost in the mists of time. Following, there are just some of the big milestones from the past 30 years that have made almost everything we do easier, more public and very, very fast.
    • The first phones arrive – and become status symbols Few people got the chance to use the very early mobile phones. The first call was made in New York in 1973, but handsets with a network to use were not available until 1983 in the US, and 1985 in the UK. That first British mobile phone was essentially a heavy briefcase with a receiver attached by a wire. It cost £2,000 (£5,000 in today’s prices), and gave you half an hour’s chat on an overnight charge. Making a call was not something you could do subtly, but that wasn’t the point; the first handsets were there to be seen. They sent a message that you were bold and confident with new technology, that you were busy and important enough to need a mobile phone, and were rich enough to buy one.
    • Text messages spawn a whole new language
        The first mobiles worked with analogue signals and could only make phone calls, but the digital ones that followed in the early 1990s could send SMS messages as well. After the first message was sent on 3 December 1992, texting took off like a rocket, even though it was still a pretty cumbersome procedure. Handsets with predictive text would make things easier, but in the 1990s you could save a lot of time by removing all excess letters from a message, often the vowels, and so txtspk ws brn. Today the average mobile phone sends more than 100 texts per month.
    • Phones turn us all into photographers...
        There seemed to be no good reason for the first camera phones, which began to appear in 2002, with resolutions of about 0.3 megapixels. They took grainy, blurry pictures on postage stamp-sized screens, and even these filled the phone’s memory in no time. Gradually, though, as the quality improved, the uses followed. As well as the usual photos of friends and family, they were handy for “saving” pieces of paper, and in pubs you could take a picture of the specials board and take it back to your table. Modern camera phones have changed beyond recognition in the past 20 years. The new mobile phones boast the highest resolution dual camera on a smartphone: a 16-megapixel camera and a 20-megapixel camera side-by-side. The dual camera allows users to focus on their subjects, while blurring out the background, producing professional-looking portraits.
    • …and we turn ourselves into celebrities
        Twenty years ago people would have thought you a little strange if you took flattering photos of yourself and your lifestyle and then distributed them to your friends – let alone to members of the public. If you used printed photographs rather than a smartphone app, they would still think so today. Yet sharing our lives on social media is now the norm, not the exception – and it was the camera phone that made it all possible. Now, some phones come with an enormous 64GB of memory, so you can capture, share and store an almost countless number of videos and pictures – well, certainly enough to keep up with the Kardashians.

    (www.theguardian.com, 07.07.2017. Adaptado.)
    No trecho do quinto parágrafo “they would still think so today”, o termo em destaque se refere ao fato de as pessoas considerarem que alguém 
    Escolha uma alternativa para a questão 9bfd257f-dd