Questões do ENEM 2018

Questões aplicadas na prova de 2018, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

2.168 questões encontradas. Mostrando a página 56 de 109.

  • A37CC51F-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Lutou contra a existência num humilde barracão
    Joana de tal, por causa de um tal joão.
    Depois de medicada, retirou-se pro seu lar
    Aí a notícia carece de exatidão.
    O lar não existe,
    Ninguém volta ao que acabou.
    Joana é mais uma mulata triste que errou,
    Errou na dose, errou no amor,
    Joana errou de João.
    Ninguém notou,
    Ninguém morou
    Na dor que era o seu mal,
    A dor da gente não sai no jornal.



    HOLANDA. Chico Buarque de. Notícia de Jornal. Disponível em:
    <https://www.vagalume.com.br/chico-buarque/noticia-dejornal.html>. Acesso em: 14 nov. 2018.


    Texto 2



    “Sabe que Odilon – e se não mudou inteiramente – examinar-lhe-á o rosto com atenção a observar todos os detalhes.”

    “Depois, o prédio magro de três andares na ruazinha de ladeira, no Rio Vermelho, onde permaneceria os últimos quinze anos ao lado do mar e de Geraldo.”


    FILHO, Adonias. O Largo Branco. Largo da Palma. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. p. 32-35.





    O texto de Chico Buarque, Notícia de Jornal, mantém uma relação de intertextualidade com o conto “O Largo de Branco”, da obra de Adonias Filho, O Largo da Palma.

    Baseando-se na narrativa do conto e na canção, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a37cc51f-bb
  • A3783E03-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Três pastos, uma casa, uma roça de mandioca, arado, carro de bois, cavalo, gado e cachorro. Uma mulher, doze filhos. O baque da cancela era um adeus a tudo isso. Já tinha sido um homem, agora não era mais nada, não tinha mais nada.”
    TORRES, Antônio. Essa Terra. Rio de Janeiro: Record, 2005, 20 ed. edição, p. 67.

    Considerando-se a totalidade do romance e a temática do trecho acima, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a3783e03-bb
  • A3749069-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Mágoas
    Quando nasci, num mês de tantas flores,
    Todas murcharam, tristes, langorosas,
    Tristes fanaram redolentes rosas,
    Morreram todas, todas sem olores.

    Mais tarde da existência nos verdores
    Da infância nunca tive as venturosas
    Alegrias que passam bonançosas,
    Oh! Minha infância nunca tive flores!

    Volvendo à quadra azul da mocidade,
    Minh’alma levo aflita à Eternidade,
    Quando a morte matar meus dissabores.

    Cansado de chorar pelas estradas,
    Exausto de pisar mágoas pisadas,
    Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!
    ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.
    A intertextualidade dá-se, entre os excertos, a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão a3749069-bb
  • A3708433-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mágoas
    Quando nasci, num mês de tantas flores,
    Todas murcharam, tristes, langorosas,
    Tristes fanaram redolentes rosas,
    Morreram todas, todas sem olores.

    Mais tarde da existência nos verdores
    Da infância nunca tive as venturosas
    Alegrias que passam bonançosas,
    Oh! Minha infância nunca tive flores!

    Volvendo à quadra azul da mocidade,
    Minh’alma levo aflita à Eternidade,
    Quando a morte matar meus dissabores.

    Cansado de chorar pelas estradas,
    Exausto de pisar mágoas pisadas,
    Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!
    ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.
    Excerto 1
    Quando nasci, um anjo torto
    desses que vivem na sombra
    disse: Vai Carlos! Ser gauche na vida.
    ANDRADE, Carlos Drummond de.Poema das Sete Faces. Alguma Poesia. Rio de Janeiro. Ed. José Olímpio, 1983. p.3-4).

    Excerto 2
    Quando eu nasci
    um anjo louco muito louco
    veio ler a minha mão
    não era um anjo barroco
    era um anjo muito louco, torto
    com asas de avião.
    Let’s play that Todo Dia É Dia D, CD Torquato Neto Vários Artistas, Dubas Música, 2002.

    Excerto 3
    Quando nasci um anjo esbelto,
    desses que tocam trombeta, anunciou:
    vai carregar bandeira.
    Cargo muito pesado pra mulher,
    esta espécie ainda envergonhada.
    PRADO, Adélia. Com licença poética. Poesia Reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.

    Excerto 4
    Quando nasci veio um anjo safado
    O chato dum querubim
    E decretou que eu tava predestinado
    A ser errado assim
    Já de saída a minha estrada entortou
    Mas vou até o fim.
    BUARQUE, Chico. Letra e Música. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

    Assim como Augusto dos Anjos em “Mágoas”, os excertos 1, 2, 3 e 4 constituem uma reflexão acerca do nascimento, distintas entre si, pela época, pela visão de mundo e pelo tratamento que cada um deles dá a esse tema, mantendo um perceptível distanciamento.
    Considerando-se esses excertos, é improcedente afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a3708433-bb
  • A36D8B26-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mágoas
    Quando nasci, num mês de tantas flores,
    Todas murcharam, tristes, langorosas,
    Tristes fanaram redolentes rosas,
    Morreram todas, todas sem olores.

    Mais tarde da existência nos verdores
    Da infância nunca tive as venturosas
    Alegrias que passam bonançosas,
    Oh! Minha infância nunca tive flores!

    Volvendo à quadra azul da mocidade,
    Minh’alma levo aflita à Eternidade,
    Quando a morte matar meus dissabores.

    Cansado de chorar pelas estradas,
    Exausto de pisar mágoas pisadas,
    Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!
    ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.
    Considerando-se os recursos de estilo do poema “Mágoas” e a escola literária em que o poeta está inserido, é procedente o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão a36d8b26-bb
  • A369C7C1-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mágoas
    Quando nasci, num mês de tantas flores,
    Todas murcharam, tristes, langorosas,
    Tristes fanaram redolentes rosas,
    Morreram todas, todas sem olores.

    Mais tarde da existência nos verdores
    Da infância nunca tive as venturosas
    Alegrias que passam bonançosas,
    Oh! Minha infância nunca tive flores!

    Volvendo à quadra azul da mocidade,
    Minh’alma levo aflita à Eternidade,
    Quando a morte matar meus dissabores.

    Cansado de chorar pelas estradas,
    Exausto de pisar mágoas pisadas,
    Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!
    ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.
    Analisando-se o poema, em destaque, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a369c7c1-bb
  • A366CFED-BB

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)

    Considerando-se os recursos linguísticos na tessitura do poema, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a366cfed-bb
  • A363BD03-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Interpretação de Textos

    A alternativa que está improcedente em relação à análise do poema é
    Escolha uma alternativa para a questão a363bd03-bb
  • A35F8978-BB

    Português

    Análise sintática
    Universidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Análise sintática

    Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível

    em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.

    “há que se destacar que não se podem esquecer os aspectos particulares da cultura” (l. 6-8)

    Em relação à passagem destacada do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a35f8978-bb
  • A35BA88B-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Interpretação de Textos

    Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível

    em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.

    A construção de uma identidade nacional, segundo o texto, é de responsabilidade, sobremaneira, de uma
    Escolha uma alternativa para a questão a35ba88b-bb
  • A3582B4C-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Interpretação de Textos

    Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível

    em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.

    Percebe-se, pela leitura do texto, que a difícil sedimentação de uma cultura nacional está intrinsecamente vinculado à
    Escolha uma alternativa para a questão a3582b4c-bb
  • A3543E15-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Interpretação de Textos

    Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível

    em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.

    Segundo as ideias do texto, a questão da identidade nacional brasileira é bastante discutida e de difícil consenso.

    A alternativa que melhor justifica essa opinião é
    Escolha uma alternativa para a questão a3543e15-bb
  • F2C8D93B-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    A articulação do primeiro com o segundo parágrafo revela o seguinte eixo principal da argumentação do crítico:
    Escolha uma alternativa para a questão f2c8d93b-b9
  • F2B0C797-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Três teses sobre o avanço da febre amarela  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    NATHALIA PASSARINHO
    Adaptado de bbc.com
    , 06/02/2018.  

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    Adaptado de Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (RJ) – 1844 a 1885

    Os relatos sobre as ondas epidêmicas de febre amarela na cidade do Rio de Janeiro apareceram com frequência nos periódicos, especialmente a partir da década de 1850.

    De acordo com o documento acima, no início da década de 1870, o alastramento da doença era associado ao seguinte fator:

    Escolha uma alternativa para a questão f2b0c797-b9
  • 241C2781-B9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Dying to defend the planet: why Latin America

    is the deadliest place for environmentalists

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    February 11, 2017

        Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.

        Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.

        The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.

    (https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)

    De acordo com o terceiro parágrafo, o assassino da freira e defensora da floresta amazônica, Dorothy Stang,
    Escolha uma alternativa para a questão 241c2781-b9
  • 2418F0F8-B9

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Dying to defend the planet: why Latin America

    is the deadliest place for environmentalists

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    February 11, 2017

        Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.

        Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.

        The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.

    (https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)

    No trecho do segundo parágrafo – That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in southeastern Guatemala – a expressão em destaque introduz
    Escolha uma alternativa para a questão 2418f0f8-b9
  • 2415A625-B9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Dying to defend the planet: why Latin America

    is the deadliest place for environmentalists

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    February 11, 2017

        Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.

        Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.

        The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.

    (https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)

    No trecho do segundo parágrafo – Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around – a expressão em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 2415a625-b9
  • 2411A80D-B9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Dying to defend the planet: why Latin America

    is the deadliest place for environmentalists

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    February 11, 2017

        Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.

        Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.

        The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.

    (https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)

    Leia o segundo parágrafo, em que se responde à pergunta “Why is Latin America so deadly?”. De acordo com o mesmo parágrafo, a resposta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 2411a80d-b9
  • 240E9AAA-B9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Dying to defend the planet: why Latin America

    is the deadliest place for environmentalists

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    February 11, 2017

        Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.

        Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.

        The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.

    (https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)

    No trecho do primeiro parágrafo – Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there –, o termo em destaque se refere a 
    Escolha uma alternativa para a questão 240e9aaa-b9
  • 240BD61F-B9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Dying to defend the planet: why Latin America

    is the deadliest place for environmentalists

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    February 11, 2017

        Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.

        Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.

        The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.

    (https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)

    De acordo com o primeiro parágrafo, a ONG Global Witness afirma que, em 2015,
    Escolha uma alternativa para a questão 240bd61f-b9