Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.980 questões encontradas. Mostrando a página 78 de 99.

  • 1AA83963-B9

    Português

    Análise sintática
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Sempre que haja necessidade expressiva de reforço, de ênfase, pode o objeto direto vir repetido. Essa reiteração recebe o nome de objeto direto pleonástico.
    (Adriano da Gama Kury. Novas lições de análise sintática, 1997. Adaptado.)

    Antônio Vieira recorre a esse recurso expressivo em:
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa83963-b9
  • 1AA01B5E-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Em sua carta, Antônio Vieira relata os padecimentos
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa01b5e-b9
  • 1A9C569D-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Considerando o contexto, as lacunas numeradas no terceiro parágrafo do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 1a9c569d-b9
  • 1A994F68-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    À questão colocada por D. João IV, Antônio Vieira
    Escolha uma alternativa para a questão 1a994f68-b9
  • A37C21AB-B9

    Português

    Sintaxe
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    O apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como “naturais” e só, e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa.
    [...]
    Mesmo em relação à Revolução Francesa, detalhada, descrita e narrada ad nauseam nos últimos duzentos anos, raramente se menciona a existência de Olympe de Gouges, que em 1791 escreveu a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, além de peças teatrais que explicavam os princípios da Revolução Francesa à enorme massa de analfabetos, nem Sophie de Condorcet e tantas outras.  Desse jeito ficamos sem acesso a uma parte importante da nossa memória, das origens que nos constituíram enquanto sociedade, porque pouco ou nada conhecemos sobre figuras como Dandara dos Palmares, Luísa Mahin, Mariana Crioula, Myrthes Campos, Alzira Soriano, Nísia da Silveira. Ou então são desqualificadas como figuras tristes, loucas ou más.
    Essa desqualificação, aliás, é uma constante. 
    Um país que nasceu de um decreto assinado por uma mulher, onde a escravidão foi extinta por lei assinada também por uma mulher, a primeira escola pública gratuita foi instituída por uma mulher, a primeira greve geral foi iniciada por mulheres, operárias da indústria têxtil de São Paulo, não tem como contar sua história por inteiro excluindo as mulheres da narrativa e dos registros oficiais.
    <https://tinyurl.com/y4jkkkou> Acesso em: 31.05.2019. Adaptado.
    Observe os termos destacados no primeiro parágrafo:

    “O apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como ‘naturais’ e só, e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa.”

    Os termos destacados expressam, respectivamente, o sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão a37c21ab-b9
  • A378FC11-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    O apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como “naturais” e só, e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa.
    [...]
    Mesmo em relação à Revolução Francesa, detalhada, descrita e narrada ad nauseam nos últimos duzentos anos, raramente se menciona a existência de Olympe de Gouges, que em 1791 escreveu a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, além de peças teatrais que explicavam os princípios da Revolução Francesa à enorme massa de analfabetos, nem Sophie de Condorcet e tantas outras.  Desse jeito ficamos sem acesso a uma parte importante da nossa memória, das origens que nos constituíram enquanto sociedade, porque pouco ou nada conhecemos sobre figuras como Dandara dos Palmares, Luísa Mahin, Mariana Crioula, Myrthes Campos, Alzira Soriano, Nísia da Silveira. Ou então são desqualificadas como figuras tristes, loucas ou más.
    Essa desqualificação, aliás, é uma constante. 
    Um país que nasceu de um decreto assinado por uma mulher, onde a escravidão foi extinta por lei assinada também por uma mulher, a primeira escola pública gratuita foi instituída por uma mulher, a primeira greve geral foi iniciada por mulheres, operárias da indústria têxtil de São Paulo, não tem como contar sua história por inteiro excluindo as mulheres da narrativa e dos registros oficiais.
    <https://tinyurl.com/y4jkkkou> Acesso em: 31.05.2019. Adaptado.
    De acordo com o texto, é correto afirmar que a participação feminina na construção da história
    Escolha uma alternativa para a questão a378fc11-b9
  • A375EA26-B9

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos de Carlos Drummond de Andrade para responder a questão.


    Poesia

    Gastei uma hora pensando um verso

    que a pena não quer escrever.

    No entanto ele está cá dentro

    inquieto, vivo.

    Ele está cá dentro

    e não quer sair.

    Mas a poesia deste momento

    inunda minha vida inteira.


    Procura da Poesia

    Não faças versos sobre acontecimentos.

    Não há criação nem morte perante a poesia.

    Diante dela, a vida é um sol estático,

    não aquece nem ilumina.

    As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.

    Não faças poesia com o corpo,

    esse excelente, completo e confortável corpo, tão infensoà efusão2

    lírica.

    [...]

    CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE. Nova Reunião. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 28 e 141.


    Glossário

    1. Infenso: em oposição a, inimigo de; contrário, hostil, oponente.

    2. Efusão: manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afetos, de alegria.

    Os pronomes demonstrativos “deste” e “esse”, destacados nos versos de Drummond, são usados, respectivamente, para
    Escolha uma alternativa para a questão a375ea26-b9
  • A3731013-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos de Carlos Drummond de Andrade para responder a questão.


    Poesia

    Gastei uma hora pensando um verso

    que a pena não quer escrever.

    No entanto ele está cá dentro

    inquieto, vivo.

    Ele está cá dentro

    e não quer sair.

    Mas a poesia deste momento

    inunda minha vida inteira.


    Procura da Poesia

    Não faças versos sobre acontecimentos.

    Não há criação nem morte perante a poesia.

    Diante dela, a vida é um sol estático,

    não aquece nem ilumina.

    As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.

    Não faças poesia com o corpo,

    esse excelente, completo e confortável corpo, tão infensoà efusão2

    lírica.

    [...]

    CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE. Nova Reunião. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 28 e 141.


    Glossário

    1. Infenso: em oposição a, inimigo de; contrário, hostil, oponente.

    2. Efusão: manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afetos, de alegria.

    Os trechos apresentados, do poeta mineiro e modernista Carlos Drummond de Andrade, retratam
    Escolha uma alternativa para a questão a3731013-b9
  • A3703DC8-B9

    Português

    Interpretação de Textos
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    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    <https://tinyurl.com/yy697z4s> Acesso em: 31.05.2019. Original colorido.

    Depreende-se, corretamente, da análise da tirinha que

    Escolha uma alternativa para a questão a3703dc8-b9
  • A36D64CF-B9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Prezado senhor,
    Lemos seus originais com interesse, a despeito da aridez do tema. Aliás, o título vem bem a calhar nesse momento de crise hídrica pelo qual passa o planeta (hahahaha). Julgamos, porém, que a narrativa ganharia se, ao final, oferecesse alguma possibilidade de redenção. É muita desgraça. Aqueles coitados sofrem o tempo todo, o leitor não tem nem um momento de trégua, é só ziquizira. Tanto pessimismo afasta as pessoas, acredite em nós, temos experiência no ramo. Nosso departamento comercial encomendou inúmeras pesquisas e os resultados foram eloquentes: ninguém, absolutamente ninguém quer saber de adversidade. De amarga basta a vida, como diz o outro. E mais: morte de animal extrapola qualquer limite.
    Pelo menos o caçula poderia se sair bem, abrindo um negócio no Sul, não? Ah, justamente: O Menino Mais Novo. Eis outro ponto a ser considerado: a ausência de nome dos filhos do protagonista. Se até a cadela Baleia, que Deus a tenha, é nomeada, por que o senhor condenou os meninos ao anonimato? Teria sido esquecimento?
    [...]
    Boa sorte!
    Maria Emília Bender, Se Nos Permite Uma Sugestão. piauí, 115, p. 60. Adaptado.
    Observe os verbos destacados no período:

    “Julgamos, porém, que a narrativa ganharia se, ao final, oferecesse alguma possibilidade de redenção.”

    Alterando o verbo “ganharia” para “ganhará”, o final do período que mantém a norma padrão culta do português é:
    Escolha uma alternativa para a questão a36d64cf-b9
  • A36AA9BB-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Prezado senhor,
    Lemos seus originais com interesse, a despeito da aridez do tema. Aliás, o título vem bem a calhar nesse momento de crise hídrica pelo qual passa o planeta (hahahaha). Julgamos, porém, que a narrativa ganharia se, ao final, oferecesse alguma possibilidade de redenção. É muita desgraça. Aqueles coitados sofrem o tempo todo, o leitor não tem nem um momento de trégua, é só ziquizira. Tanto pessimismo afasta as pessoas, acredite em nós, temos experiência no ramo. Nosso departamento comercial encomendou inúmeras pesquisas e os resultados foram eloquentes: ninguém, absolutamente ninguém quer saber de adversidade. De amarga basta a vida, como diz o outro. E mais: morte de animal extrapola qualquer limite.
    Pelo menos o caçula poderia se sair bem, abrindo um negócio no Sul, não? Ah, justamente: O Menino Mais Novo. Eis outro ponto a ser considerado: a ausência de nome dos filhos do protagonista. Se até a cadela Baleia, que Deus a tenha, é nomeada, por que o senhor condenou os meninos ao anonimato? Teria sido esquecimento?
    [...]
    Boa sorte!
    Maria Emília Bender, Se Nos Permite Uma Sugestão. piauí, 115, p. 60. Adaptado.
    O texto simula comicamente a correspondência entre um editor e um renomado autor antes da publicação de sua obra.

    Tendo em vista as informações no texto, pode-se concluir que ele se dirige a
    Escolha uma alternativa para a questão a36aa9bb-b9
  • A3038956-B9

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
    STUDY SUGGESTS
    BY KASHMIRA GANDER ON 5/24/19 AT 11:10 AM EDT

    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    No trecho do sexto parágrafo — Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer – o termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão a3038956-b9
  • A300B7B7-B9

    Inglês

    Tradução | Translation
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
    STUDY SUGGESTS
    BY KASHMIRA GANDER ON 5/24/19 AT 11:10 AM EDT

    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    No trecho do quinto parágrafo — Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active – o termo em destaque corresponde em português a
    Escolha uma alternativa para a questão a300b7b7-b9
  • A2FD161A-B9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
    STUDY SUGGESTS
    BY KASHMIRA GANDER ON 5/24/19 AT 11:10 AM EDT

    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    No trecho do segundo parágrafo — and used it to come up with a score – o termo em destaque se refere a
    Escolha uma alternativa para a questão a2fd161a-b9
  • A2F9E2EB-B9

    Inglês

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    Leia o texto para responder a questão.

    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
    STUDY SUGGESTS
    BY KASHMIRA GANDER ON 5/24/19 AT 11:10 AM EDT

    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    Assinale uma explicação dada pelos cientistas para justificar suas descobertas.
    Escolha uma alternativa para a questão a2f9e2eb-b9
  • A2F6A9DA-B9

    Inglês

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    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
    STUDY SUGGESTS
    BY KASHMIRA GANDER ON 5/24/19 AT 11:10 AM EDT

    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    A explicação dada pelos autores da pesquisa ao conceito de purpose seria
    Escolha uma alternativa para a questão a2f6a9da-b9
  • A2F3D2AC-B9

    Inglês

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    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
    STUDY SUGGESTS
    BY KASHMIRA GANDER ON 5/24/19 AT 11:10 AM EDT

    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    A pesquisa descrita no texto sugere que a longevidade está conectada
    Escolha uma alternativa para a questão a2f3d2ac-b9
  • A2F09C1F-B9

    Inglês

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    HEALTH
    PEOPLE WITH A SENSE OF PURPOSE LIVE LONGER,
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    People who have a sense of purpose in life appear to live longer, according to the  latest research linking this outlook to a person’s quality of life and to better physical and mental health. 
    The authors of the study published in the journal JAMA Network Open  looked at data collected from 6,985 adults who were signed up to the Health and Retirement Study on people ages 50 and above in the US. The team looked at a group who completed a questionnaire in 2006 about their purpose in life, and used it to come up with a score. On average, the participants were 68.6 years old. Next, the scientists looked at causes of death in the group between 2006 and 2010. Variables included their demographic, marital status, race  and education level. Lifestyle choices like smoking and drinking were also noted.
    Purpose was defined by the authors as a selforganizing life aim that stimulates goals,  promotes healthy behaviors and gives meaning to life.
    The data revealed that the stronger the participants felt they had a purpose in life, the lower their risk of dying. This result remained even when the scientists adjusted their calculations for factors that could affect their score, such as a participants’ sociodemographic status and their health.
    But scientists don’t know why there seems to be a link between purposefulness and the length of life. One explanation is that the attitude and overall wellbeing could prevent genes linked with inflammation from being expressed in the body. Meanwhile, lacking a purpose could dampen a person’s motivation to be healthy and active, the authors suggested.
    Andrew Oswald, a professor of economics and behavioral science at the University of Warwick, in the U.K., who studies human happiness, told Newsweek: “It is as though the mind and body can draw on a pool of immune responses, and a healthy mind allows the body more immune response, in some way that we simply do not understand in 2019. Remarkably, a number of studies seem to show that happy people and people with a sense of purpose live longer.
    <https://tinyurl.com/yykc8uu4> Acesso em: 27.05.2019. Adaptado.
    Depreende-se do texto que
    Escolha uma alternativa para a questão a2f09c1f-b9