Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

1.980 questões encontradas. Mostrando a página 86 de 99.

  • C8D8501F-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Dentre as propostas de reescrita dos diferentes trechos retirados do texto, assinale a única que mantém o sentido original e que respeita as normas da variedade culta da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d8501f-b2
  • C8D4CD63-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.  


    O leitor encontra, neste belo número da Revista Katálysis, um panorama rico, denso e qualificado do que vem ocorrendo no mundo do trabalho hoje, com seus traços de “continuidade” e “descontinuidade”, num período em que o capitalismo aprofundou ainda mais as penalizações que está impondo ao universo laborativo, onde o “novo” e o “velho” se (re)configuram a partir da nova Divisão Internacional do Trabalho (DIT), que se reestruturou nas últimas décadas.

    [...]

    Se a Revolução Industrial, nos séculos XVIII e XIX, legou-nos um enorme processo de “desantropomorfização do trabalho” (Lukács); se o século XX pode ser caracterizado pelo que Braverman definiu como sendo a “era da degradação do trabalho”, as últimas décadas do século passado e os inícios do atual vêm presenciando a generalização de “outras formas e modalidades de precarização”, [...] aquela responsável pela geração do cybertariado (Ursula Huws), uma nova força de trabalho global que mescla intensamente “informatização” com “informalização”.[...]

    As consequências são fortes: nesta fase de desmanche, estamos presenciando o derretimento dos poucos laços de sociabilidade, [...] sem presenciarmos uma ampliação da vida dotada de sentido, nem “dentro” e nem “fora” do trabalho. A vida se consolida, cada vez mais, como sendo desprovida de sentido no trabalho e, por outro lado, estranhada e fetichizada* também “fora” do trabalho, exaurindo-se no mundo sublimado do consumo (virtual ou real), ou na labuta incansável pelas qualificações de todo tipo, que são incentivadas como antídoto [...] para não perder o emprego daqueles que o têm.

    É por isso que estamos presenciando uma desconstrução sem precedentes do trabalho em toda a era moderna, ampliando os diversos modos de ser da precarização e do desemprego estrutural. Resta para a “classe-que-vive-do-trabalho” oscilar, ao modo dos pêndulos, entre a busca de qualquer “labor” e a vivência do desemprego.

    Este número especial da Revista Katálysis, dedicado às novas configurações do trabalho na sociedade capitalista, é uma contribuição efetiva para a linhagem crítica, atualizada e original, tanto pelos temas selecionados, quanto pela qualidade e competência dos colaboradores presentes, ajudando a descortinar tantos elementos que configuram a “nova morfologia do trabalho”, seus dilemas e desafios.

    Ricardo Antunes, Editorial da Revista Katálysis, n.2, 2009. 

    <https://tinyurl.com/y6nchqmr> Acesso em: 19.10.2019. Adaptado.


    *fetichizar: ação de admirar exageradamente, irrestritamente, incondicionalmente uma pessoa ou coisa. 





    Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das informações apresentadas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d4cd63-b2
  • C8CFAD1B-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    <https://tinyurl.com/y4xtwcwo> Acesso em: 19.10.2019.


    De acordo com as informações verbais e não verbais apresentadas na charge, pode-se depreender, corretamente, que
    Escolha uma alternativa para a questão c8cfad1b-b2
  • C871155B-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    A diretora do grupo Runnymede acredita que o panorama descrito
    Escolha uma alternativa para a questão c871155b-b2
  • C869A5E6-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    Segundo a fala da Dra. Zubaida Haque, o mais preocupante é
    Escolha uma alternativa para a questão c869a5e6-b2
  • C8636B74-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    De acordo com o Professor Anthony Heath, o que causa surpresa em relação à pesquisa apresentada é que
    Escolha uma alternativa para a questão c8636b74-b2
  • C85FD46D-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    Segundo o texto, estudos indicam que a discriminação está presente tanto na busca por emprego, quanto
    Escolha uma alternativa para a questão c85fd46d-b2
  • C85B427E-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    O estudo mencionado no texto aponta para a discriminação racial de
    Escolha uma alternativa para a questão c85b427e-b2
  • C7FD624B-B2

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia os textos I e II para responder a questão.


    Texto I

    O branco açúcar que adoçará meu café

    Nesta manhã de Ipanema

    Não foi produzido por mim

    Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre

    Vejo-o puro

    E afável ao paladar

    Como beijo de moça, água

    Na pele, flor

    Que se dissolve na boca. Mas este açúcar

    Não foi feito por mim.

    Este açúcar veio

    Da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,

    Dono da mercearia.

    Este açúcar veio

    De uma usina de açúcar em Pernambuco

    Ou no Estado do Rio

    E tampouco o fez o dono da usina.

    Este açúcar era cana

    E veio dos canaviais extensos

    Que não nascem por acaso

    No regaço do vale.

    Em lugares distantes,onde não há hospital

    Nem escola,

    Homens que não sabem ler e morrem de fome

    Aos 27 anos

    Plantaram e colheram a cana

    Que viraria açúcar.

    Em usinas escuras,

    Homens de vida amarga

    E dura

    Produziram este açúcar

    Branco e puro

    Com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

    GULLAR, F. “O Açúcar”. Toda poesia. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1980.


    Texto II

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    <https://tinyurl.com/y4ur7lhb> Acesso em: 18.10.2019. Original colorido


    * Texto da imagem: “Em 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, mas nem todo mundo conseguiu ler.”

    As informações contidas na imagem do texto II, localizadas no canto inferior direito, não foram reproduzidas, pois não interferem na resolução da questão apresentada.
    Após a leitura e a análise, infere-se corretamente que ambos os textos abordam temáticas
    Escolha uma alternativa para a questão c7fd624b-b2
  • C7F9732C-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O conceito de precariado se refere a uma classe emergente, definida por uma combinação distinta de relações. As pessoas do precariado estão sendo forçadas a aceitar uma vida de empregos instáveis, sem uma identidade ocupacional, sendo exploradas e sem horários regulares de trabalho.

    <https://tinyurl.com/y6kgyeqz>Acesso em: 10.10.2019. Adaptado.


    De acordo com o texto, o precariado é um grupo de pessoas que
    Escolha uma alternativa para a questão c7f9732c-b2
  • C7F54A90-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia a charge.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    <https://tinyurl.com/y3lrke6a> Acesso em: 08.10.2019. Original colorido.


    A ironia da charge se constrói no fato de

    Escolha uma alternativa para a questão c7f54a90-b2
  • 73FD3A24-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Empresa transforma seu laptop escolar em ‘e-book’

    Os fabricantes de produtos eletrônicos deram mais um passo na evolução do mercado dos laptops escolares. Uma empresa americana apresentou um protótipo da nova versão de seu Classmate, um computador portátil criado especialmente para uso em sala de aula. O jornal Valor Econômico teve acesso com exclusividade ao equipamento, que começará a chegar ao mercado no segundo trimestre de 2010.
    A bateria do equipamento, que na versão atual dura no máximo seis horas, foi estendida para até oito horas e meia. A principal novidade, no entanto, é a capacidade de converter o equipamento em um suporte diferenciado de livros digitais. O aluno pode girar a tela e, com a ponta do dedo, “folhear” as páginas do livro; pode também fazer anotações usando uma caneta acoplada ao computador. Um software de colaboração permite que os estudantes compartilhem, instantaneamente, os arquivos e o conteúdo mostrados na tela.
    Enquanto olha para licitações públicas, a empresa também corre para fechar acordo com fabricantes e redes varejistas, que deverão colocar os novos laptops da empresa nas prateleiras nos próximos meses.
    BORGES, André. Valor Econômico, 07.03.2010. Adaptado. Questão 50 Questão 51 PORTUGUÊS L
    Assinale a alternativa em que o trecho do último parágrafo do texto esteja corretamente interpretado.
    Escolha uma alternativa para a questão 73fd3a24-b1
  • 73F9D7A4-B1

    Português

    Pontuação
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    Empresa transforma seu laptop escolar em ‘e-book’

    Os fabricantes de produtos eletrônicos deram mais um passo na evolução do mercado dos laptops escolares. Uma empresa americana apresentou um protótipo da nova versão de seu Classmate, um computador portátil criado especialmente para uso em sala de aula. O jornal Valor Econômico teve acesso com exclusividade ao equipamento, que começará a chegar ao mercado no segundo trimestre de 2010.
    A bateria do equipamento, que na versão atual dura no máximo seis horas, foi estendida para até oito horas e meia. A principal novidade, no entanto, é a capacidade de converter o equipamento em um suporte diferenciado de livros digitais. O aluno pode girar a tela e, com a ponta do dedo, “folhear” as páginas do livro; pode também fazer anotações usando uma caneta acoplada ao computador. Um software de colaboração permite que os estudantes compartilhem, instantaneamente, os arquivos e o conteúdo mostrados na tela.
    Enquanto olha para licitações públicas, a empresa também corre para fechar acordo com fabricantes e redes varejistas, que deverão colocar os novos laptops da empresa nas prateleiras nos próximos meses.
    BORGES, André. Valor Econômico, 07.03.2010. Adaptado. Questão 50 Questão 51 PORTUGUÊS L

    Observe o trecho:


    O aluno pode girar a tela e, com a ponta do dedo, “folhear” as páginas do livro...


    A intenção do autor, ao destacar a palavra “folhear” com aspas, é

    Escolha uma alternativa para a questão 73f9d7a4-b1
  • 73F63421-B1

    Português

    Coesão e coerência
    FATEC · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Empresa transforma seu laptop escolar em ‘e-book’

    Os fabricantes de produtos eletrônicos deram mais um passo na evolução do mercado dos laptops escolares. Uma empresa americana apresentou um protótipo da nova versão de seu Classmate, um computador portátil criado especialmente para uso em sala de aula. O jornal Valor Econômico teve acesso com exclusividade ao equipamento, que começará a chegar ao mercado no segundo trimestre de 2010.
    A bateria do equipamento, que na versão atual dura no máximo seis horas, foi estendida para até oito horas e meia. A principal novidade, no entanto, é a capacidade de converter o equipamento em um suporte diferenciado de livros digitais. O aluno pode girar a tela e, com a ponta do dedo, “folhear” as páginas do livro; pode também fazer anotações usando uma caneta acoplada ao computador. Um software de colaboração permite que os estudantes compartilhem, instantaneamente, os arquivos e o conteúdo mostrados na tela.
    Enquanto olha para licitações públicas, a empresa também corre para fechar acordo com fabricantes e redes varejistas, que deverão colocar os novos laptops da empresa nas prateleiras nos próximos meses.
    BORGES, André. Valor Econômico, 07.03.2010. Adaptado. Questão 50 Questão 51 PORTUGUÊS L
    No trecho “O jornal Valor Econômico teve acesso com exclusividade ao equipamento, que começará a chegar ao mercado no segundo trimestre de 2010”, a palavra grifada refere-se à seguinte informação:
    Escolha uma alternativa para a questão 73f63421-b1
  • 73F2AE84-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Empresa transforma seu laptop escolar em ‘e-book’

    Os fabricantes de produtos eletrônicos deram mais um passo na evolução do mercado dos laptops escolares. Uma empresa americana apresentou um protótipo da nova versão de seu Classmate, um computador portátil criado especialmente para uso em sala de aula. O jornal Valor Econômico teve acesso com exclusividade ao equipamento, que começará a chegar ao mercado no segundo trimestre de 2010.
    A bateria do equipamento, que na versão atual dura no máximo seis horas, foi estendida para até oito horas e meia. A principal novidade, no entanto, é a capacidade de converter o equipamento em um suporte diferenciado de livros digitais. O aluno pode girar a tela e, com a ponta do dedo, “folhear” as páginas do livro; pode também fazer anotações usando uma caneta acoplada ao computador. Um software de colaboração permite que os estudantes compartilhem, instantaneamente, os arquivos e o conteúdo mostrados na tela.
    Enquanto olha para licitações públicas, a empresa também corre para fechar acordo com fabricantes e redes varejistas, que deverão colocar os novos laptops da empresa nas prateleiras nos próximos meses.
    BORGES, André. Valor Econômico, 07.03.2010. Adaptado. Questão 50 Questão 51 PORTUGUÊS L
    De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 73f2ae84-b1
  • 73EF5333-B1

    Português

    Interpretação de Textos
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    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


    Ao analisar o cartum, conclui-se corretamente que

    Escolha uma alternativa para a questão 73ef5333-b1
  • 73AA8B6A-B1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    The Most Important Skill For 21st–Century Success
    By Kevin H. Johnson

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    The world of work is changing so rapidly, as emerging technologies like artificial intelligence, machine learning, and automation change job requirements. As technologies continue to evolve and business conditions shift, employees must stay in learning mode so their skills don’t lose currency.
    It’s one thing to keep up with skills as they’re changing in the here and now. It’s a whole different challenge to prepare yourself for tools and technologies that may exist only in the minds of engineers, if at all. 
    There’s so much uncertainty and ambiguity around the future of work, it doesn’t matter your industry or job function. That’s why, when anyone asks what the next “hot” skill will be, I say it’s the same skill that will serve people today, tomorrow, and far into the future — the ability to learn.   
    When people embrace lifelong learning, assimilating new skills isn’t a source of fear and stress — it’s just another part of their career journey. Separating process from outcome will make you a better learner too, as you get less fixated on immediate mastery of a skill and more appreciative of how moving outside your comfort zone helps you grow as a person.
    A learning mindset also makes it less likely you’ll be thrown off or immobilized when a project changes scope or a job function undergoes transformation. While others scramble to figure out where to go from here, lifelong learners maintain momentum and productivity.
    <https://tinyurl.com/ya42xtrr> Acesso em: 15.03.2019. Adaptado. Original colorido.
    Na oração “A learning mindset also makes it less likely you’ll be thrown off or immobilized when a project changes scope or a job function undergoes transformation”, presente no quinto parágrafo do texto, o autor afirma que as pessoas que têm disposição para aprender têm menor chance de
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    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    The Most Important Skill For 21st–Century Success
    By Kevin H. Johnson

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    The world of work is changing so rapidly, as emerging technologies like artificial intelligence, machine learning, and automation change job requirements. As technologies continue to evolve and business conditions shift, employees must stay in learning mode so their skills don’t lose currency.
    It’s one thing to keep up with skills as they’re changing in the here and now. It’s a whole different challenge to prepare yourself for tools and technologies that may exist only in the minds of engineers, if at all. 
    There’s so much uncertainty and ambiguity around the future of work, it doesn’t matter your industry or job function. That’s why, when anyone asks what the next “hot” skill will be, I say it’s the same skill that will serve people today, tomorrow, and far into the future — the ability to learn.   
    When people embrace lifelong learning, assimilating new skills isn’t a source of fear and stress — it’s just another part of their career journey. Separating process from outcome will make you a better learner too, as you get less fixated on immediate mastery of a skill and more appreciative of how moving outside your comfort zone helps you grow as a person.
    A learning mindset also makes it less likely you’ll be thrown off or immobilized when a project changes scope or a job function undergoes transformation. While others scramble to figure out where to go from here, lifelong learners maintain momentum and productivity.
    <https://tinyurl.com/ya42xtrr> Acesso em: 15.03.2019. Adaptado. Original colorido.
    No texto, a expressão lifelong learning, presente no quarto parágrafo do texto, significa a habilidade de
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    The Most Important Skill For 21st–Century Success
    By Kevin H. Johnson

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    The world of work is changing so rapidly, as emerging technologies like artificial intelligence, machine learning, and automation change job requirements. As technologies continue to evolve and business conditions shift, employees must stay in learning mode so their skills don’t lose currency.
    It’s one thing to keep up with skills as they’re changing in the here and now. It’s a whole different challenge to prepare yourself for tools and technologies that may exist only in the minds of engineers, if at all. 
    There’s so much uncertainty and ambiguity around the future of work, it doesn’t matter your industry or job function. That’s why, when anyone asks what the next “hot” skill will be, I say it’s the same skill that will serve people today, tomorrow, and far into the future — the ability to learn.   
    When people embrace lifelong learning, assimilating new skills isn’t a source of fear and stress — it’s just another part of their career journey. Separating process from outcome will make you a better learner too, as you get less fixated on immediate mastery of a skill and more appreciative of how moving outside your comfort zone helps you grow as a person.
    A learning mindset also makes it less likely you’ll be thrown off or immobilized when a project changes scope or a job function undergoes transformation. While others scramble to figure out where to go from here, lifelong learners maintain momentum and productivity.
    <https://tinyurl.com/ya42xtrr> Acesso em: 15.03.2019. Adaptado. Original colorido.
    Na oração do terceiro parágrafo “... when anyone asks what the next ‘hot’ skill will be”, entende-se a expressão grifada como
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    The Most Important Skill For 21st–Century Success
    By Kevin H. Johnson

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2019

    The world of work is changing so rapidly, as emerging technologies like artificial intelligence, machine learning, and automation change job requirements. As technologies continue to evolve and business conditions shift, employees must stay in learning mode so their skills don’t lose currency.
    It’s one thing to keep up with skills as they’re changing in the here and now. It’s a whole different challenge to prepare yourself for tools and technologies that may exist only in the minds of engineers, if at all. 
    There’s so much uncertainty and ambiguity around the future of work, it doesn’t matter your industry or job function. That’s why, when anyone asks what the next “hot” skill will be, I say it’s the same skill that will serve people today, tomorrow, and far into the future — the ability to learn.   
    When people embrace lifelong learning, assimilating new skills isn’t a source of fear and stress — it’s just another part of their career journey. Separating process from outcome will make you a better learner too, as you get less fixated on immediate mastery of a skill and more appreciative of how moving outside your comfort zone helps you grow as a person.
    A learning mindset also makes it less likely you’ll be thrown off or immobilized when a project changes scope or a job function undergoes transformation. While others scramble to figure out where to go from here, lifelong learners maintain momentum and productivity.
    <https://tinyurl.com/ya42xtrr> Acesso em: 15.03.2019. Adaptado. Original colorido.
    O verbo may, na oração do segundo parágrafo “It’s a whole different challenge to prepare yourself for tools and technologies that may exist only in the minds of engineers, if at all”, indica
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