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Questões do ENEM 2019

Questões aplicadas na prova de 2019, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

6.587 questões encontradas. Mostrando a página 258 de 330.

  • 1AB5601C-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    No soneto, o eu lírico expressa um sentimento de inadequação que, a seu turno, se faz presente na seguinte citação:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ab5601c-b9
  • 1AB24165-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado,

    E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado;

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!


    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.


    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    (Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

    O tom predominante no soneto é de
    Escolha uma alternativa para a questão 1ab24165-b9
  • 1AAF48A2-B9

    Português

    Denotação e Conotação
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UNESP 2019, Denotação e Conotação

    Constituem exemplos de linguagem formal e de linguagem coloquial, respectivamente, as seguintes falas:
    Escolha uma alternativa para a questão 1aaf48a2-b9
  • 1AA83963-B9

    Português

    Análise sintática
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Sempre que haja necessidade expressiva de reforço, de ênfase, pode o objeto direto vir repetido. Essa reiteração recebe o nome de objeto direto pleonástico.
    (Adriano da Gama Kury. Novas lições de análise sintática, 1997. Adaptado.)

    Antônio Vieira recorre a esse recurso expressivo em:
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa83963-b9
  • 1AA4FB5D-B9

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Em um estudo publicado em 2005, o historiador Gustavo Acioli Lopes vale-se, no quadro da economia colonial, da expressão “primo pobre” para se referir ao produto derivado das lavouras mencionadas por Antônio Vieira em sua carta. No contexto histórico em que foi escrita a carta, o “primo rico” seria
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa4fb5d-b9
  • 1AA01B5E-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Em sua carta, Antônio Vieira relata os padecimentos
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa01b5e-b9
  • 1A9C569D-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Considerando o contexto, as lacunas numeradas no terceiro parágrafo do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 1a9c569d-b9
  • 1A994F68-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    À questão colocada por D. João IV, Antônio Vieira
    Escolha uma alternativa para a questão 1a994f68-b9
  • FF63D894-B9

    História

    Guerra Fria e seus desdobramentos
    UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O muro de Berlim foi destruído no dia 9 de novembro de 1989; com ele caiu o símbolo concreto da Guerra Fria e terminou uma fase histórica importante do mundo contemporâneo. O muro, que cercava a zona oeste da cidade, foi construído na noite entre os dias 12 e 13 de agosto de 1961, pelo governo da
    Escolha uma alternativa para a questão ff63d894-b9
  • FF5EB5E7-B9

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre a América Latina
    UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atente para o que se diz a seguir sobre as tensões que marcaram as relações entre Peru, Bolívia e Chile no período de 1879 a 1884.


    I. Culminaram em um conflito que ficou conhecido como Guerra do Pacífico, em decorrência da exportação de guano, salitre e exploração de vários minérios.

    II. A crise começou quando o Peru devolveu o território anexado em 1842 para a Bolívia e o Chile, reprovando esse ato, considerou-o quebra de diplomacia e invadiu o território boliviano.

    III. A Bolívia concedeu ao Chile a exploração de minas. Sentindo-se ameaçado por uma concorrência desigual, o Peru pressionou a Bolívia, que rompeu um antigo acordo que tinha com o Chile que, consequentemente, se sentiu lesado.


    É correto o que se afirma em:

    Escolha uma alternativa para a questão ff5eb5e7-b9
  • FF5AFD6B-B9

    História

    Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir sobre a expansão marítima portuguesa no litoral africano.


    ( ) Iniciou-se com a tomada e ocupação de Ceuta, localizada no estreito de Gibraltar, norte da África, no ano de 1415.

    ( ) As expedições portuguesas para África resultaram do tratado com a Espanha sobre ocupação territorial.

    ( ) Os portugueses chegaram à Ilha da Madeira em 1425, ao Açores em 1427 e Cabo do Bojador em 1434.

    ( ) Portugal enviou Fernão de Magalhães para ocupar o rio Douro em 1436 e a ilha do Arguim em 1443.


    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão ff5afd6b-b9
  • FF57C176-B9

    História

    Fundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
    UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Atenção e cuidado devem guiar a escrita historiográfica, que se utiliza de diferentes tipos de memória para compreender o passado. A memória está, de diversas maneiras, presente em todas as sociedades como experiência vivida; está em monumentos, em obras e manuais, e em tradições que instituem matrizes de pensamentos. São categorias que evidenciam a separação entre a memória e a história:
    Escolha uma alternativa para a questão ff57c176-b9
  • FF53EA40-B9

    História

    História Geral
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leonardo da Vinci (1452-1519) considerava a pintura uma arte que faz cópia de todas as obras da natureza. Assim, o artista é amo e senhor de todas as coisas que podem passar pela imaginação humana. Para ele, a mente do pintor contém tudo o que está no universo em sua essência, em presença ou na imaginação. Na época de Leonardo da Vinci, a pintura como expressão artística passou a ter importância fundamental para
    Escolha uma alternativa para a questão ff53ea40-b9
  • FF5084BD-B9

    História

    História Geral
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Utopia é uma visão de sociedade imaginária, construída a partir da crítica de uma sociedade existente. Essa ideia foi inaugurada por meio da obra “Utopia” de Thomas More, publicada em 1516, que se constituiu em uma crítica profunda a determinadas atitudes das classes dominantes da Inglaterra, dentre as quais encontravam-se os chamados cercamentos (Enclosure Acts) que, na prática,
    Escolha uma alternativa para a questão ff5084bd-b9
  • FF4C1790-B9

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atente para as seguintes afirmações sobre a expansão do cristianismo, no norte da África, entre os séculos I e VIII d.C.:


    I. Começou, aproximadamente, no ano de 62 d.C. na cidade de Alexandria e depois difundiu-se para a região da Cirenaica e ao longo do rio Nilo, indo para Kush e Núbia.

    II. As invasões dos Vândalos, de 429 a 430 d.C., e a expansão árabe, a partir do século VII d.C., contribuíram para o enfraquecimento e quase desaparecimento do cristianismo.

    III. A Etiópia foi o único local que, graças a sua profunda tradição monástica, adotou a religião cristã e conseguiu manter-se distante do proselitismo muçulmano.


    É correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão ff4c1790-b9
  • FF486873-B9

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considerando o mundo grego do século V ao IV a.C, assinale a opção que completa, correta e respectivamente, as lacunas do seguinte enunciado:


    “No mundo grego do século V a.C. ao século IV a.C., as cidades Atenas e Esparta exerceram poder e liderança sobre as demais cidades-Estados. Uniram-se para vencer os _________1 , porém, uma vez vitoriosas, tornaram-se forças rivais. Esparta formou aliança com várias cidades: essa aliança levou o nome de _________2; e Atenas impôs seu domínio liderando a união da _________3 , através da qual se fortaleceu militar e culturalmente, atraindo muitos pensadores e artistas de vários pontos da Grécia. As duas enfrentaram-se mutuamente, enfraqueceram-se e permitiram o surgimento de outras lideranças, como a da cidade de _________4 , por um curto período”.

    Escolha uma alternativa para a questão ff486873-b9
  • FF445927-B9

    História

    Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Associe corretamente os povos da mesopotâmia, apresentados a seguir, com suas respectivas características e/ou realizações, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I:


    Coluna I

    1. Sumérios

    2. Babilônios

    3. Assírios

    4. Caldeus


    Coluna II

    ( ) Atingiram seu apogeu em 587 a.C., quando Nabucodonosor conquistou Jerusalém.

    ( ) Eram excelentes construtores de canais de irrigação e desenvolveram a escrita cuneiforme.

    ( ) Desenvolveram um calendário preciso e registraram um código de leis.

    ( ) Consideravam a guerra a principal força social e desenvolveram uma cultura militar.


    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão ff445927-b9
  • FF40DA7A-B9

    Geografia

    Agricultura tradicional
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Seguramente uma das fases mais importantes da história da humanidade foi aquela em que a centralidade da domesticação de plantas e animais proporcionou maior oferta de alimentos, por meio de sistemas agrícolas cada vez mais eficientes. A partir de então, as organizações políticas e sociais tornaram-se mais elaboradas e o crescente controle tecnológico sobre a natureza definiu a emergência da complexidade social. Essa fase corresponde ao período conhecido como
    Escolha uma alternativa para a questão ff40da7a-b9