Questões do ENEM 2024

Questões aplicadas na prova de 2024, cada uma em página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

690 questões encontradas. Mostrando a página 20 de 35.

  • 1A063028-31

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read the following article abstract.


    Abstract


    In this article, we explore the importance of cooperation in science. Just as various construction trades must work together to build a skyscraper, scientists from separate fields can cooperate to tackle complex scientific challenges. This is called interdisciplinary collaboration, and it is a great way to do science. By bringing together knowledge and tools from multiple fields, scientists can uncover creative solutions and make meaningful connections that they might not have reached on their own. We give an example of how collaboration between particle physics and medicine – two fields that seem very different from one another – come together to improve healthcare. Using the tools of particle physics, scientists are enhancing cancer diagnosis and treatment. Interdisciplinary collaboration is the best way to address many of the complex issues we face today, like controlling climate change or fighting cancer, and it can help scientists and doctors make a lasting impact on human lives and the health of our planet.


    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/

    frym.2024.1302457. Accessed on: July 17, 2024.

    The abstract highlights
    Escolha uma alternativa para a questão 1a063028-31
  • 19FA7C96-31

    Português

    Sintaxe
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    A regência verbal, assim como outros fatos da língua, se adequa à situação de uso.


    Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, a regência verbal está adequada em:

    Escolha uma alternativa para a questão 19fa7c96-31
  • 19EF37E1-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    IA na medicina


    DrugGPT ajuda médicos a prescrever remédios


    A ferramenta, desenvolvida pela Universidade de Oxford, poderá ser usada em consultórios: o médico digita os sintomas do paciente e o bot responde com uma lista de medicamentos recomendados, os possíveis efeitos colaterais e uma explicação sobre a escolha. Uma análise da Universidade de Manchester estimou que os médicos ingleses cometam 237 milhões de erros em receitas por ano.



    Bots podem gerar desinformação, mostra estudo


    Os algoritmos GPT-4 (do ChatGPT), PaLM 2 (do Google), Llama (da Meta) e Claude foram avaliados por cientistas australianos, que fizeram a eles perguntas sobre temas de saúde (3). Tirando o Claude (da empresa Anthropic AI), todos os robôs se saíram mal: é possível induzi-los a dizer coisas absurdas, como que vacinas causam autismo ou uma “dieta alcalina” pode curar câncer.


    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticias

    sobre-ia-na-medicina/. Acesso em: 3 ago. 2024 (adaptado).



    O texto discute o uso da inteligência artificial (IA) na Medicina. A relação entre os dois parágrafos apresentados evidencia uma

    Escolha uma alternativa para a questão 19ef37e1-31
  • 19ECAB34-31

    Português

    Sintaxe
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    Leia a seguir uma manchete e sua reescrita.



    Manchete:


    Rebeca Andrade é reverenciada no pódio por Simone Biles e Jordan Chiles


    Disponível em: https://ge.globo.com/. Acesso em: 5 ago. 2024. 



    Reescrita


    Simone Biles e Jordan Chiles reverenciam Rebeca Andrade no pódio



    Considerando as vozes verbais utilizadas na elaboração da manchete e da reescrita apresentadas, conclui-se que

    Escolha uma alternativa para a questão 19ecab34-31
  • 19E183D2-31

    Português

    Morfologia
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    O mesmo processo de formação da palavra “prioritariamente” é observado na palavra
    Escolha uma alternativa para a questão 19e183d2-31
  • 19D6AE3E-31

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Releia o período a seguir.


    “Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde.”


    O verbo “haver”, no período anterior, é

    Escolha uma alternativa para a questão 19d6ae3e-31
  • 19D4476E-31

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde.”


    O fragmento em destaque caracteriza-se como um 

    Escolha uma alternativa para a questão 19d4476e-31
  • 19C93E68-31

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital a entrada de dados é geralmente feita com atraso.”


    A função da oração subordinada destacada no período é

    Escolha uma alternativa para a questão 19c93e68-31
  • 19BE19BD-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    No encadeamento dos parágrafos do texto, o mecanismo coesivo predominante é
    Escolha uma alternativa para a questão 19be19bd-31
  • 19B32443-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Na argumentação, o autor do artigo destaca três aspectos para discutir a utilização dos dados ligados à saúde no Brasil.


    Entre o primeiro e o segundo aspecto, há uma mudança no tempo verbal utilizado porque

    Escolha uma alternativa para a questão 19b32443-31
  • 19A41501-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Os argumentos utilizados no artigo de opinião apresentado permitem inferir que o objetivo comunicativo central do texto foi
    Escolha uma alternativa para a questão 19a41501-31
  • AB30ED3F-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o excerto para responder à questão.


         A presença feminina foi sempre destacada no exercício do pequeno comércio em vilas e cidades do Brasil colonial. Desde os primeiros tempos, em lugares como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, estabeleceu-se uma divisão de trabalho assentada em critérios sexuais, em que o comércio ambulante representava ocupação preponderantemente feminina. A quase exclusiva presença de mulheres num mercado onde se consumiam gêneros a varejo resultou da convergência de duas referências culturais determinantes no Brasil. A primeira delas está relacionada à influência africana, uma vez que nessas sociedades tradicionais as mulheres desempenhavam tarefas de alimentação e distribuição de gêneros de primeira necessidade. O segundo tipo de influência deriva da transposição para o mundo colonial da divisão de papéis sexuais vigentes em Portugal, onde a legislação amparava de maneira incisiva a participação feminina.


    (Luciano Figueiredo. “Mulheres nas Minas Gerais”.

    In: Mary del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)

    O tipo de atividade econômica mencionado no excerto
    Escolha uma alternativa para a questão ab30ed3f-31
  • AB26717D-31

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read the comic strip by Sarah Andersen.



    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024


    (Sarah Andersen. Adulthood is a myth, 2016.)


    According to the comic strip, phrases from 1 to 4 make the girl feel

    Escolha uma alternativa para a questão ab26717d-31
  • AB23E8F2-31

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read the campaign poster published on a company’s website to answer question.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024


    (https://www.hutsix.io. Adaptado.)

    In the title of the campaign poster “If it’s easy to crack, you’re easy to hack”, the underlined words express 
    Escolha uma alternativa para a questão ab23e8f2-31
  • AB213F6A-31

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Read the campaign poster published on a company’s website to answer question.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024


    (https://www.hutsix.io. Adaptado.)

    The word that summarizes the central theme of the campaign poster is:
    Escolha uma alternativa para a questão ab213f6a-31
  • AB1E7F55-31

    Inglês

    Tradução | Translation
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e examine o gráfico para responder à questão.



       When Tinder (a mobile dating app) was launched on college campuses in America in 2012, it quickly became a hit. Although online dating had been around since Match.com, a website for lonely hearts, launched in 1995, it had long struggled to shed1 an image of desperation. But Tinder, by letting users sift through photos of countless potential dates with a simple swipe, made it easy and fun.


       Soon Tinder and its rivals had transformed dating. A report found that 30% of American adults had used an online dating service, including more than half of those aged between 18 and 29. One in five couples of that age had met through such a service. Usage surged during the pandemic, as lonely locked- -down singles searched for partners. The market capitalisation of Bumble, a rival to Tinder, surged to $13 billion on its first day of trading2 in February 2021. Later that year the value of Match Group, which owns Tinder, Hinge and scores of other dating services, reached nearly $50 billion.


       Today roughly 350 million people around the world have a dating app on their phone, up from 250 million in 2018, according to a research firm. In June 2024 Tokyo’s government even said it would launch a matchmaking app of its own to pair up singles in the city. Yet lately online dating has lost its spark. The apps were downloaded 237 million times globally in 2023, down from 287 million in 2020. According to a research firm, the number of people who use them at least once a month has dwindled from 154 million in 2021 to 137 million in the second quarter of 2024.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024

    (www.economist.com, 08.08.2024. Adaptado.)


    1 to shed: to get rid of something that is no longer wanted.


    2 trading: the activity of buying and selling things. 

    No contexto do terceiro parágrafo, o trecho “in the second quarter of 2024” equivale, em português, a: 
    Escolha uma alternativa para a questão ab1e7f55-31
  • AB1B9EF6-31

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e examine o gráfico para responder à questão.



       When Tinder (a mobile dating app) was launched on college campuses in America in 2012, it quickly became a hit. Although online dating had been around since Match.com, a website for lonely hearts, launched in 1995, it had long struggled to shed1 an image of desperation. But Tinder, by letting users sift through photos of countless potential dates with a simple swipe, made it easy and fun.


       Soon Tinder and its rivals had transformed dating. A report found that 30% of American adults had used an online dating service, including more than half of those aged between 18 and 29. One in five couples of that age had met through such a service. Usage surged during the pandemic, as lonely locked- -down singles searched for partners. The market capitalisation of Bumble, a rival to Tinder, surged to $13 billion on its first day of trading2 in February 2021. Later that year the value of Match Group, which owns Tinder, Hinge and scores of other dating services, reached nearly $50 billion.


       Today roughly 350 million people around the world have a dating app on their phone, up from 250 million in 2018, according to a research firm. In June 2024 Tokyo’s government even said it would launch a matchmaking app of its own to pair up singles in the city. Yet lately online dating has lost its spark. The apps were downloaded 237 million times globally in 2023, down from 287 million in 2020. According to a research firm, the number of people who use them at least once a month has dwindled from 154 million in 2021 to 137 million in the second quarter of 2024.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024

    (www.economist.com, 08.08.2024. Adaptado.)


    1 to shed: to get rid of something that is no longer wanted.


    2 trading: the activity of buying and selling things. 

    A frase do texto que corresponde aos dados do gráfico é:
    Escolha uma alternativa para a questão ab1b9ef6-31
  • AB1917A0-31

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e examine o gráfico para responder à questão.



       When Tinder (a mobile dating app) was launched on college campuses in America in 2012, it quickly became a hit. Although online dating had been around since Match.com, a website for lonely hearts, launched in 1995, it had long struggled to shed1 an image of desperation. But Tinder, by letting users sift through photos of countless potential dates with a simple swipe, made it easy and fun.


       Soon Tinder and its rivals had transformed dating. A report found that 30% of American adults had used an online dating service, including more than half of those aged between 18 and 29. One in five couples of that age had met through such a service. Usage surged during the pandemic, as lonely locked- -down singles searched for partners. The market capitalisation of Bumble, a rival to Tinder, surged to $13 billion on its first day of trading2 in February 2021. Later that year the value of Match Group, which owns Tinder, Hinge and scores of other dating services, reached nearly $50 billion.


       Today roughly 350 million people around the world have a dating app on their phone, up from 250 million in 2018, according to a research firm. In June 2024 Tokyo’s government even said it would launch a matchmaking app of its own to pair up singles in the city. Yet lately online dating has lost its spark. The apps were downloaded 237 million times globally in 2023, down from 287 million in 2020. According to a research firm, the number of people who use them at least once a month has dwindled from 154 million in 2021 to 137 million in the second quarter of 2024.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024

    (www.economist.com, 08.08.2024. Adaptado.)


    1 to shed: to get rid of something that is no longer wanted.


    2 trading: the activity of buying and selling things. 

    In the excerpt from the third paragraph “Today roughly 350 million people around the world have a dating app”, the underlined word can be replaced, without meaning change, by:
    Escolha uma alternativa para a questão ab1917a0-31
  • AB168531-31

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e examine o gráfico para responder à questão.



       When Tinder (a mobile dating app) was launched on college campuses in America in 2012, it quickly became a hit. Although online dating had been around since Match.com, a website for lonely hearts, launched in 1995, it had long struggled to shed1 an image of desperation. But Tinder, by letting users sift through photos of countless potential dates with a simple swipe, made it easy and fun.


       Soon Tinder and its rivals had transformed dating. A report found that 30% of American adults had used an online dating service, including more than half of those aged between 18 and 29. One in five couples of that age had met through such a service. Usage surged during the pandemic, as lonely locked- -down singles searched for partners. The market capitalisation of Bumble, a rival to Tinder, surged to $13 billion on its first day of trading2 in February 2021. Later that year the value of Match Group, which owns Tinder, Hinge and scores of other dating services, reached nearly $50 billion.


       Today roughly 350 million people around the world have a dating app on their phone, up from 250 million in 2018, according to a research firm. In June 2024 Tokyo’s government even said it would launch a matchmaking app of its own to pair up singles in the city. Yet lately online dating has lost its spark. The apps were downloaded 237 million times globally in 2023, down from 287 million in 2020. According to a research firm, the number of people who use them at least once a month has dwindled from 154 million in 2021 to 137 million in the second quarter of 2024.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024

    (www.economist.com, 08.08.2024. Adaptado.)


    1 to shed: to get rid of something that is no longer wanted.


    2 trading: the activity of buying and selling things. 

    De acordo com o primeiro e o segundo parágrafos,
    Escolha uma alternativa para a questão ab168531-31
  • AB13D534-31

    Inglês

    Palavras conectivas | Connective words
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    Leia o texto e examine o gráfico para responder à questão.



       When Tinder (a mobile dating app) was launched on college campuses in America in 2012, it quickly became a hit. Although online dating had been around since Match.com, a website for lonely hearts, launched in 1995, it had long struggled to shed1 an image of desperation. But Tinder, by letting users sift through photos of countless potential dates with a simple swipe, made it easy and fun.


       Soon Tinder and its rivals had transformed dating. A report found that 30% of American adults had used an online dating service, including more than half of those aged between 18 and 29. One in five couples of that age had met through such a service. Usage surged during the pandemic, as lonely locked- -down singles searched for partners. The market capitalisation of Bumble, a rival to Tinder, surged to $13 billion on its first day of trading2 in February 2021. Later that year the value of Match Group, which owns Tinder, Hinge and scores of other dating services, reached nearly $50 billion.


       Today roughly 350 million people around the world have a dating app on their phone, up from 250 million in 2018, according to a research firm. In June 2024 Tokyo’s government even said it would launch a matchmaking app of its own to pair up singles in the city. Yet lately online dating has lost its spark. The apps were downloaded 237 million times globally in 2023, down from 287 million in 2020. According to a research firm, the number of people who use them at least once a month has dwindled from 154 million in 2021 to 137 million in the second quarter of 2024.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2024

    (www.economist.com, 08.08.2024. Adaptado.)


    1 to shed: to get rid of something that is no longer wanted.


    2 trading: the activity of buying and selling things. 

    No trecho do primeiro parágrafo “But Tinder, by letting users sift through photos of countless potential dates with a simple swipe, made it easy and fun”, o termo sublinhado é empregado com o mesmo sentido do termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão ab13d534-31