Geografia
- Geografia Cultural
- Prova de 2021
- ENEM
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 30D10971-57
Área do conhecimento
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Escravo fugido. Jornal Correio Paulistano, 13 de abril de 1879. Disponível em:
http://bndigital.bn.gov.br. Acesso em: 2 ago. 2019 (adaptado).
No anúncio publicado na segunda metade do século XIX, qual a estratégia de resistência
escrava apresentada?

TEXTO I

EIGENHEER, E. M. Lixo: a limpeza urbana através dos tempos. Porto Alegre: Gráfica Palloti, 2009.
TEXTO II
A repugnante tarefa de carregar lixo e os dejetos da casa para as praças e praias era geralmente destinada ao único escravo da família ou ao de menor status ou valor. Todas as noites, depois das dez horas, os escravos conhecidos popularmente como “tigres” levavam tubos ou barris de excremento e lixo sobre a cabeça pelas ruas do Rio.
KARASCH, M. C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro, 1808-1850. Rio de Janeiro: Cia. das Letras, 2000.
A ação representada na imagem e descrita no texto evidencia uma prática do cotidiano
nas cidades no Brasil nos séculos XVIII e XIX caracterizada pela
Em plena Ditadura do Estado Novo, no dia 15 de setembro de 1941, os jangadeiros Manuel Olímpio Meira (Manuel Jacaré), Jerônimo André de Souza (Mestre Jerônimo), Raimundo Correia Lima (Tatá) e Manuel Pereira da Silva (Manuel Preto) empreenderam uma épica viagem de 61 dias, partindo da Praia de Iracema, em Fortaleza, até chegar na cidade do Rio de Janeiro, em uma jangada de seis paus cujo nome era São Pedro. O objetivo dos pescadores era serem recebidos pelo presidente Getúlio Vargas para apresentar-lhe algumas demandas. O fato foi veiculado pela mídia, a ponto de o renomado cineasta estadunidense Orson Welles ter realizado um filme não concluído sobre o evento em 1942. Suas filmagens foram descobertas em 1985 e montadas em um curta metragem intitulado Four men on a Raft (Quatro homens em uma jangada), de 1986, que compõe o documentário É tudo verdade – um filme inacabado de Orson Welles, de 1993.
A finalidade deste notável feito, que teve repercussão nacional e internacional, foi
Na segunda metade do século XIX, a Europa iniciou um espetacular processo de expansão territorial que levou à anexação do continente africano e de grandes porções do continente asiático, desencadeando o que o historiador Eric Hobsbawm denominou de a Era dos Impérios. Atente para as seguintes afirmações sobre esse período da História Europeia:
I. A expansão imperialista foi um fenômeno político e econômico que não atingiu a cultura dos países dominados.
II. As ideias de racismo e Darwinismo social que circulavam na Europa no período em questão contribuíram como base ideológica do movimento.
III. A cultura dos países dominados, como Índia e China, fez com que os europeus reconhecessem que esses países orientais tinham uma cultura muito mais antiga e refinada do que a cultura europeia.
IV. Dentre os países da Europa com maior número de colônias encontravam-se a Alemanha, a Inglaterra e a França.
Está correto o que se afirma somente em
Leia com atenção o seguinte texto:
“As projeções indicam diferenças robustas nas características climáticas regionais, e incluem os seguintes incrementos: na temperatura mínima e máxima do ar próximo à superfície para todas as regiões do País; nos extremos de calor, em particular no norte do País, na ocorrência de chuva intensa no Sul e Sudeste do Brasil; e na probabilidade de secas e déficits de chuva em algumas regiões da Amazônia e Nordeste”.
Marengo, J. A., Rodrigues-Filho, S., & Santos, D. V. (2021). Impacts, Vulnerability and Adaptation to Climate change in Brazil. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/sust/article/view/35624
Considerando os fatores políticos e socioeconômicos, além dos fatores ambientais como clima, vegetação, solo e recursos hídricos, são apontadas como entraves as relações de vulnerabilidade e adaptação às mudanças climáticas no Brasil. Dentre esses entraves, verifica(m)-se
“Uma rápida e discreta perda da tropicalidade, sobretudo no que diz respeito às temperaturas médias, é a principal característica física do Brasil meridional. Trata-se de uma condicionante climática que tornou possível a ampla e contínua instalação de um domínio de natureza extratropical [...].”
Ab’ Saber, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo. Ateliê Editorial, 2003. p.101.
O excerto acima faz referência ao domínio morfoclimático brasileiro conhecido como