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Questões de Ciências Humanas do ENEM

Todas as questões de Ciências Humanas do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 12.213 questões
  • 4 disciplinas
  • 203 assuntos

Resultados: 12.213 questões

Página 96 de 611

  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise o mapa do Estado de Rondônia abaixo.


    Mapa do Estado de Rondônia e suas Microrregiões


    Imagem da questão de Geografia, UNIR 2010, Regionalização Brasileira

    (Disponível em http://citybrazil.uol.com.br/ro/microregiao_detalhe. Acesso em 08/10/2010.)


    Sobre aspectos geográficos do estado de Rondônia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


    ( ) O estado de Rondônia limita-se ao Norte, Nordeste e Noroeste com o estado do Amazonas; ao Sul e Sudoeste faz fronteira com a Bolívia; ao Leste e Sudeste, com Mato Grosso; e ao Oeste, com o Acre.

    ( ) A microrregião 7 é denominada microrregião de Vilhena, formada por quatro municípios: Vilhena, Ariquemes, Cacaulândia e Machadinho D`Oeste.

    ( ) Os números 04, 05 e 08 correspondem às microrregiões de Alvorada D´Oeste, Ariquemes e Porto Velho, respectivamente.


    Assinale a sequência correta.

    Escolha uma alternativa para a questão a46358f6-ea
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Os igarapés são muito comuns na região amazônica e, em Porto Velho, alguns atravessam o perímetro considerado urbano. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o significado do termo igarapés e uma ação antrópica que ocorre em área urbana.
    Escolha uma alternativa para a questão a466b5cc-ea
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A figura abaixo ilustra um momento da construção da paisagem geográfica de Porto Velho.


    Imagem da questão de Geografia, UNIR 2010, Amazônia


    (Disponível em http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://biblioteca.ibge.gov.br/. Acesso em 14/10/2010.)


    Assinale a alternativa que caracteriza as caixas d‟água como marcas de um momento histórico-geográfico.

    Escolha uma alternativa para a questão a4747ae5-ea
  • Ciências Humanas

    História

    “Ainda que a Grécia continental tenha sofrido invasões de etnias indo-européias, essas se terão sem dúvida fundido a outras etnias no verdadeiro crisol étnico que era o Mediterrâneo oriental. É o que permite a Isócrates, no século 4 a.C., declarar que são chamados gregos antes os que participam da nossa educação do que os que participam de uma raça comum”. (Antonio Cícero)
    Esta citação nos remete ao pensamento de que a Grécia:
    Escolha uma alternativa para a questão cdc18a7e-eb
  • Ciências Humanas

    História

    “A expansão ultramarina europeia iniciada no século XV transformou profundamente a História mundial, ao colocar povos de continentes distantes em um processo de interação econômica, política e cultural.” (www.passeiweb.com) Alguns pesquisadores entenderam ser esta realidade o gérmen de um processo de globalização, que alcançaria seu ápice em finais do século XX. Entretanto, o contato com tantos tempos e espaços distintos permite, também, um questionamento sobre:

    Imagem da questão de História, Universidade Luterana do Brasil 2010, Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    Escolha uma alternativa para a questão cdc51a4e-eb
  • Ciências Humanas

    História

    Observe a imagem ao lado:
    Imagem da questão de História, Universidade Luterana do Brasil 2010, História Geral

    Esta gravura apresenta idéias sobre um conjunto de religiões que existem em algumas sociedades. A forma como as pessoas se entendem nas instituições religiosas provocou, na História, uma série de episódios de intolerância e perseguições. Algumas destas situações de intolerância ocorreram:

    I – no massacre de São Bartolomeu, na França do século XVII, vitimando cerca de 100 mil protestantes (Huguenotes);
    II – no holocausto judeu, vinculado ao contexto da segunda Guerra Mundial;
    III – pelas ações de genocídio impetradas no governo de Saddan Hussein sobre a etnia curda.
    Escolha uma alternativa para a questão cdc83514-eb
  • Ciências Humanas

    História

    Leia a poesia a seguir:


    “Esplendor e declínio da Rapadura”

    Os meninos cariocas e paulistas

    de alta prosopopéia

    nunca tinham comido rapadura.

    Provam com repugnância

    o naco oferecido pelo mineiro.

    Pedem mais.

    Mais.

    Ao acabar, há um pequeno tumulto.

    Daí por diante todos encomendam

    rapadura. Fazem-se negócios em torno de rapadura.

    Há furtos de rapadura.

    Conflitos por causa de rapadura.

    Até que o garoto de Botafogo parte um dente

    da cristalina coleção que Deus lhe deu

    e a rapadura é proscrita

    como abominável invenção de mineiros.

    (Carlos Drummond de Andrade)


    Esta poesia de Drummond permite uma leitura sobre o Brasil e uma discussão sobre identidades regionais. Também destaca uma vinculação política do autor, principalmente, no período de redemocratização após a ditadura de Getúlio Vargas. Sobre Drummond é correto afirmar que:


    I – Atuou em algumas ações do partido comunista, legalizado no contexto da constituinte de 1946.

    II – Estava ligado a um grupo de ação política que estruturou a primeira eleição direta para presidente após a Ditadura Militar.

    III – Posicionou-se contra os regimes totalitários postos em xeque com o final da segunda guerra mundial.

    Escolha uma alternativa para a questão cdce146b-eb
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A combinação de vários elementos naturais no Brasil gera uma grande diversidade de paisagens. Entretanto, atualmente, observam-se inúmeros impactos ambientais decorrentes das atividades econômicas e do processo de urbanização. Assinale a alternativa que relaciona corretamente cada fitogeografia brasileira aos seus respectivos impactos ambientais:
    Escolha uma alternativa para a questão cdd85538-eb
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Com relação às migrações, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão cddb486f-eb
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O relativo isolamento geográfico de determinadas comunidades fez com que cada grupo criasse mecanismos próprios para se relacionar com a natureza, estabelecer formas de relacionamento social e superar as dificuldades de sobrevivência. Sobre a diversidade cultural e geográfica do mundo, considere as afirmativas:

    I – O relativo isolamento geográfico favoreceu o aparecimento de culturas diversas que determinaram a formação e caracterização de povos diversos.
    II – Os choques culturais, com o passar do tempo, foram ficando menos intensos, em virtude das diásporas étnicas e das guerras.
    III – Países, geograficamente estratégicos como a Turquia, são considerados uma “ponte” entre a Europa e a Ásia e constitui um exemplo bastante significativo do que se pode chamar mosaico cultural.

    Assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão cde5f2d4-eb
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    Quando o autor afirma a existência de uma permanente “tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas” refere-se à posição subordinada em que o Brasil insere-se nas relações econômicas internacionais em dois momentos da história do país. Essa subordinação:
    Escolha uma alternativa para a questão 12eabb6e-ec
  • Ciências Humanas

    História

    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    As três décadas que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial ficaram conhecidas como a “Era de Ouro” ou os “trinta anos gloriosos”. Na última destas décadas (1965-1975), a expansão capitalista dos países centrais (EUA, Japão e parcela da Europa) foi em parte sustentada pelos investimentos no exterior, ou pela exportação de capitais, o que estimulou o desenvolvimento da infraestrutura e ampliou a produtividade nos países que receberam esses investimentos. No Brasil, o período ficou conhecido como “Milagre Econômico” (1969-1973). A respeito dessa fase de crescimento econômico nacional, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12eefe13-ec
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    Em meio à globalização, especialmente com o aumento da mobilidade internacional dos capitais exportados pelos países centrais, vários países da chamada semiperiferia e ou de origem colonial passam por processos de modernização econômica, como, por exemplo, a ampliação da participação dos produtos industrializados na pauta das exportações. Sobre o processo da globalização, na última década, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12f2aaf1-ec
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Tomando como base a história do capitalismo brasileiro e o processo de globalização comparados com o texto abaixo (publicado originalmente em 1966), responda à questão.


    “Em conclusão, apesar das grandes transformações por que passou a economia brasileira, e que se vêm acentuando nestes últimos decênios, ela não logrou superar algumas de suas principais debilidades originárias, e libertar-se de sua dependência e subordinação no que respeita ao sistema econômico e financeiro internacional de que participa e em que figura em posição periférica e marginal. /.../ é um progresso que pela maneira como se realiza , ou se realizou até hoje, se anula em boa parte e se autolimita, encerrando-se em estreitas perspectivas. Isso porque se subordina a circunstâncias que, embora aparentemente distintas do antigo sistema colonial, guardam com esse sistema, na sua essência, uma grande semelhança. /.../ Em suma, /.../ o antigo sistema colonial em que se constituiu e evoluiu a economia brasileira, apesar de todo o progresso e as transformações realizadas, fundamentalmente se manteve, embora modificado e adotando formas diferentes. E o processo de integração econômica nacional, embora se apresente maduro para sua completa e definitiva eclosão, se mostra incapaz de chegar a termo e se debate em contradições que não consegue superar. Das contradições que no passado solapavam a economia brasileira, passamos a outras de natureza diferente, mas nem por isso menos graves. Essas contradições se manifestam sobretudo, e agudamente, como vimos, na permanência, e até no agravamento da tendência ao desequilíbrio de nossas contas externas, embora apresentando-se agora sob novas formas, e implicando diretamente a ação imperialista. São as nossas relações financeiras com o sistema internacional do capitalismo – e nisso se distingue a nossa situação atual da do passado – que comandam o mecanismo das contas externas do país. Não são mais unicamente as vicissitudes da exportação brasileira, como ocorria anteriormente, que determinam o estado daquelas contas. E sim sobretudo e decisivamente os fluxos de capitais controlados do exterior e que sob diversas formas (inversões, financiamentos, empréstimos, amortizações, rendimentos etc.) se fazem num e noutro sentido em função dos interesses da finança internacional. Ou por fatores de ordem política que em última instância também se orientam por aqueles interesses”.
    PRADO, Jr. Caio. A revolução brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1966.  
    O Brasil produziu, na safra 2009/2010, 4,9 milhões de toneladas de trigo. Nos últimos três anos, consumiu 10,7 milhões de toneladas, grande parte delas importadas de outros países. O Brasil também é dependente de importações no que diz respeito a outros produtos de primeira necessidade, como o arroz irrigado e a cebola. Entre os motivos que levaram o Brasil a não ser autosuficiente na produção de alguns alimentos que consome, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12f5a161-ec
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Leia o seguinte trecho do texto “A piscina do tio Victor”, que integra o livro Os da minha rua, de Ondjaki:


    “(...) No meu quarto escuro quis ver, no teto, uma água que brilhava escura e tinha bolinhas de gás que faziam cócegas no corpo todo. Nessa noite eu pensei que o tio Victor só podia ser uma pessoa tão alegre e cheia de magias porque ele vivia em Benguela, e lá eles tinham uma piscina de Coca-Cola com bué de chuinga e chocolate também”


    O texto trata de uma piscina imaginária de Coca-Cola que existiria na casa do tio do protagonista. A história se passa em Angola, no começo dos anos 1980. Sobre a presença da Coca-Cola nos diversos países do mundo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12fb7d70-ec
  • Ciências Humanas

    História

    O bandido da luz vermelha, de Rogério Sganzerla, satiriza a atuação da grande mídia no período da ditadura militar no Brasil, indicando seu alinhamento ao regime. A respeito da atividade da imprensa no período em questão, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 12fe5c49-ec
  • Ciências Humanas

    História

    O documentário Arquitetura da destruição, de Peter Cohen, mostra um dos programas criados pelo governo de Adolf Hitler (1933-1945) para os trabalhadores, denominado “beleza no trabalho”. No filme, o médico-chefe do programa declara: “Se a luta de classes morrer, ao menos o trabalho e a criatividade devem perder o estigma de sujeira. Se mostrarmos ao trabalhador como deve se lavar e o elevarmos ao nível da burguesia, ele entenderá que não há por que lutar”.
    A preocupação do governo de Hitler estava relacionada:
    Escolha uma alternativa para a questão 13023a49-ec
  • Ciências Humanas

    História

    Em Auto da barca do inferno (1516), de Gil Vicente, o “Judeu” é o único personagem que solicita entrar no batel infernal, mas mesmo assim sua alma é preterida pelo “Diabo”. Este se recusa a embarcar o bode que o “Judeu” traz consigo e indica-lhe o batel do “Anjo”. O “Judeu”, contudo, não consegue dirigir a palavra ao “Anjo”, e acaba indo a reboque no barco do “Diabo”, que, com estas palavras, aceita-o: “Vós, Judeu, ireis à toa, que sois mui ruim pessoa”. O mau juízo que a obra faz dos judeus tem origem em uma conjuntura histórica particular, vigente no final do século XV e início do século XVI. Assinale a alternativa que explicita essa conjuntura:
    Escolha uma alternativa para a questão 133960b0-ec
  • Ciências Humanas

    História

    Na época em que Manuel Antonio de Almeida publicou Memórias de um sargento de milícias, havia acirrada disputa entre os Partidos Conservador e Liberal. O livro saiu, primeiramente, em folhetim na seção humorística denominada “Pacotilha”, do Correio Mercantil, principal jornal ligado ao Partido Liberal, entre 1852 e 1853. Nesse período, cunhou-se uma célebre frase atribuída ao político pernambucano Antônio Francisco de Paula e Holanda Cavalcanti de Albuquerque: “Nada se assemelha mais a um ‘saquarema’ do que um ‘luzia’ no poder.” Sobre a vida econômica e política do período em questão, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 133dfd3c-ec
  • Ciências Humanas

    História

    A seguinte passagem foi extraída do texto “O último carnaval da vitória”, que integra o livro Os da minha rua, do escritor angolano Ondjaki:


    “Ficamos todos a ver o desfile e era um mês de março. O locutor deu alguma informação errada sobre o carnaval, e um dos primos disse que não era assim, que aquele era o Carnaval da Vitória porque a 27 de março se comemorava o dia em que as forças armadas tinham expulsado o último sul-africano de solo angolano”.


    O trecho aborda a infância do personagem Ndalu, em Luanda, Angola, na década de 1980. No texto, o personagem principal lembra-se da festa que ganhou o nome de Carnaval da Vitória, após a independência do país, em 1975. Sobre a dominação portuguesa na África, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 134187e4-ec