Filosofia
- A Política
- Prova de 2015
- UNESP
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 4560E944-3C
Área do conhecimento
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Ao afirmarmos que o homem se escolhe a si mesmo, queremos dizer que cada um de nós se escolhe, mas queremos dizer também que, escolhendo-se, ele escolhe todos os homens. De fato, não há um único de nossos atos que, criando o homem que queremos ser, não esteja criando, simultaneamente, uma imagem do homem tal como julgamos que ele deva ser.
SARTRE, J. P. O Existencialismo é um Humanismo. Edition Nagel, Paris, 1970.
Esse trecho se constitui como uma importante reflexão da ética existencialista, porque
Observe atentamente estes mapas topográficos:

Nesses mapas, as regiões A e B representam dois tipos de terrenos, cujas curvas de nível mediante as suas equidistâncias (50 metros) indicam um relevo muito ou pouco acidentado, no qual estão encaixados os cursos d´água.
Com base na observação dessas figuras, pode-se afirmar que:
Esta tabela refere-se à estrutura populacional rural e o êxodo rural da Região Sudeste:

O avanço e desenvolvimento da agricultura, principalmente na Região Sudeste, bem como os processos de modernização da produção (maquinário agrícola), fizeram com que os pequenos produtores deixassem suas terras, ou fossem delas expulsos, ocasionando o êxodo rural, resultando no aumento das grandes propriedades e das monoculturas. Porém, o trabalhador rural que se vê expropriado de suas terras, diversas vezes busca justiça por meio de conflitos ou movimentos, reivindicando uma divisão das terras de forma a mantê-lo no campo, evitando seu deslocamento.
Existe um movimento amplamente conhecido no Brasil que busca, por meio de invasões de terras improdutivas, fixar o agricultor no meio rural, além de lutar por uma política mais justa que reduza a desigualdade no campo.
Dentro desse contexto o movimento e a política necessária são:
Observe este cartaz.

Fonte: < http://textosdetherezapires.blogspot.com.br/2015/08/da-campanha-pela-anistia-1978-28-de.html> Acesso em 29 maio 2017.
Esse cartaz é uma campanha política pela:
A autora Lilia Schwarcz trata da construção do argumento racial após a abolição da escravidão (1888) e o advento da República (1889).
Interessa compreender como o argumento racial foi política e historicamente construído nesse momento, assim como o conceito de raça, que além de sua definição biológica acabou recebendo uma interpretação, sobretudo social.
[...]
É nesse sentido que o tema racial, apesar de suas implicações negativas, se transforma em um novo argumento de sucesso para o estabelecimento das diferenças sociais.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças: Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil (1870-1930). SP: Cia das Letras, 1993. p.23-24
Sobre a interpretação social do conceito de raça expresso no fragmento citado, é possível afirmar que:

