Geografia
- Geografia Econômica
- Prova de 2020
- FGV
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: D11A599D-04
Área do conhecimento
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0 tráfico de escravos da África para o Brasil, por menos que se queira, faz parte da nossa história. Mesmo que se tente esquecer ou esconder - como fez Rui Barbosa quando mandou queimar a documentação existente sobre escravidão no Brasil - não se pode ignorar sua existência.
(Extraído: https://bndigital.bn.gov.br/dossies/trafico-deescravos-no-brasil/trafico-e-comercio-de-escravos/)
O traficante de escravos ganhava muito dinheiro, pois, trazendo para os nossos dias, os escravos valiam na África cerca de U$ 40 e podiam ser vendidos no Brasil por U$ 400, mas podendo chegar até U$ 1.200 que, na lógica cruel mercantilista, a perda de alguns homens durante a viagem não fazia diferença.
(Fonte: O Globo, 22 de janeiro de 2011.)
O comércio negreiro, demonstrado pelos relatos acima, marcou profundam ente a história da sociedade brasileira e era bastante lucrativo.
Entre as opções que se seguem, uma explicação da
predominância do trabalho do africano escravizado
na América portuguesa, já a partir do século XVII, era:
Considere a imagem a seguir.

(Disponível em: https://conhecimentocientifico.r7.com. Acesso em 19/05/2020.)
No Brasil Meridional, a perda da tropicalidade é uma
condicionante climática que tornou possível a
existência de uma vegetação de pinhais altos,
exóticos, homogêneos, esguios e imponentes, que já
sofreu intenso desmatamento pela expansão de
atividades agropecuárias, e é conhecida por:
A expansão das cidades e a formação das aglomerações urbanas no Brasil foram marcadas pela produção industrial, e pela consolidação das metrópoles como locais de seu desenvolvimento. Na segunda metade do século XX, as metrópoles brasileiras estenderam-se por áreas de ocupação contínua, configurando densas regiões urbanizadas.
MOURA.R. Arranjos urbano-regionais no Brasil: especificidades e reprodução de padrões. Disponível em: www.http://www.ub.edu. Acesso em: 11 fev. 2015
TEXTO I

Rio Tietê. São Paulo (SP). Foto: Delfim Martins/Pulsar.
TEXTO II
O Rio Tietê está morto. Ao menos uma parte dele: 137 quilômetros, para ser mais preciso. Uma pesquisa da Fundação SOS Mata Atlântica mostra que, em 2016, o trecho do rio com qualidade de água classificada como ruim ou péssima começa em Itaquaquecetuba, passa por toda a Região Metropolitana de São Paulo e chega até Cabreúva, já no interior de São Paulo. Nesse trecho, a água não tem oxigênio suficiente para abrigar vida.
Disponível em http//época.globo.com. Acesso em: 7 dez 2017 (adaptado).
Considerando a análise dos textos, a condição atual
desse rio tem como origem a