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Questões de Ciências Humanas do ENEM

Todas as questões de Ciências Humanas do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

Resultados

12.213 questões encontradas. Mostrando a página 74 de 611.

  • A6496C86-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia com atenção essas duas estrofes do poeta cearense e, em seguida, marque a alternativa que apresenta uma ideia jusnaturalista moderna presente no poema.

    Camponeses, meus irmãos,
    E operários da cidade,
    É preciso dar as mãos
    E gritar por liberdade.
    Em favor de cada um,
    Formar um corpo comum,
    Operário e camponês!
    Pois, só com essa aliança,
    A estrela da bonança
    Brilhará para vocês!

    Uns com os outros se entendendo,
    Esclarecendo as razões.
    E todos, juntos, fazendo
    Suas reivindicações!
    Por uma Democracia
    De direito e garantia
    Lutando, de mais a mais!
    São estes os belos planos,
    Pois, nos Direitos Humanos,
    Nós todos somos iguais!

    PATATIVA DO ASSARÉ. O agregado e o operário. In: Antologia poética. Org. Gilmar de Carvalho. – 8ª ed. Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 2015.
    Escolha uma alternativa para a questão a6496c86-a2
  • A6475D9C-A2

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Parece ter havido para a poesia em geral duas causas naturais. Uma é que imitar é natural nos homens desde a infância e nisto diferem dos outros animais, pois o homem é o que tem mais capacidade de imitar e é pela imitação que adquire os seus primeiros conhecimentos; a outra é que todos sentem prazer nas imitações. [...] A razão disto é também que aprender não é só agradável para os filósofos, mas é-o igualmente para os outros homens, embora estes participem dessa aprendizagem em menor escala. E que eles, quando veem as imagens, gostam dessa imitação, pois acontece que, vendo, aprendem e deduzem o que representa cada uma, por exemplo, ‘este é aquele assim e assim’.”

     ARISTÓTELES. Poética, 1448b5-20. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2008.

    Com base na passagem anterior, marque a alternativa correta sobre a teoria aristotélica da mímesis (imitação). 
    Escolha uma alternativa para a questão a6475d9c-a2
  • A645402A-A2

    Filosofia

    O Sujeito Moderno
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “A pandemia em si é a expressão da guerra contra a natureza. Doenças migrando de animais selvagens para a esfera humana porque estamos invadindo a natureza, mais e mais. Estamos vendo isso de todas as formas... Nós já sabemos que essa doença prejudica quem está com o sistema imunológico fraco, já sabemos disso, sabemos o que o vírus faz. No entanto, se olharmos de fora, o que vemos é o sistema econômico. Ele é tão inconsequente que é construído sobre essa disposição de sacrificar vidas em nome do lucro – sempre foi assim, desde o tráfico de escravos no Atlântico até a crise climática contra a natureza”.

    KLEIN, Naomi. Entrevista. In: DAVIS Angela; KLEIN Naomi. Construindo movimentos [recurso eletrônico]: uma conversa em tempos de pandemia. – 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2020, p. 9.

    Na passagem anterior, a pensadora canadense Naomi Klein relaciona a pandemia da Covid-19 à emergência climática, ligando esses fenômenos à economia nos seguintes termos:
    Escolha uma alternativa para a questão a645402a-a2
  • A6430AAA-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “As diferenças biológicas que existem entre os membros de diversos grupos étnicos não afetam de maneira nenhuma a organização política ou social, a vida moral ou as relações sociais. As pesquisas biológicas ancoram a ética da fraternidade universal; elas estão dizendo que o homem é, por tendência inata, levado à cooperação e, se este instinto não encontra em que se satisfazer, indivíduos e nações padecem igualmente por isso. O homem é por natureza um ser social, que só chega ao pleno desenvolvimento de sua personalidade se relacionando com os seus semelhantes”.

     MOURA, Clóvis. O racismo como arma ideológica de dominação. Princípios: Revista Teórica, Política e de Informação, 34, ago/set/out, 1994, p. 28-3.

    Com base no texto anterior, podemos concluir que, para o filósofo brasileiro Clóvis Moura,
    Escolha uma alternativa para a questão a6430aaa-a2
  • A640EA83-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “É estranha a abstração que se faz do papel do Estado na própria criação do mercado. [...] Este ‘mercado livre’, abstrato, em que o Estado não interfere, tomado de empréstimo da ideologia do liberalismo econômico, certamente não é um mercado capitalista, pois precisamente o papel do Estado no capitalismo é ‘institucionalizar’ as regras do jogo”.

    OLIVEIRA, Francisco de. Crítica da razão dualista. São Paulo: Boitempo, 2003, p. 37.

    O pensador brasileiro Francisco de Oliveira, no texto anterior, expressa uma concepção, segundo a qual o Estado
    Escolha uma alternativa para a questão a640ea83-a2
  • A63EAD10-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia com atenção a seguinte passagem da obra de Thomas Hobbes (1588-1679), sobre o estado de natureza.

    “E dado que a condição do homem [...] é uma condição de guerra de todos contra todos, sendo neste caso cada um governado pela sua própria razão, e nada havendo de que possa lançar mão que não lhe ajude na preservação da sua vida contra os seus inimigos, segue-se que numa tal condição todo homem tem direito a todas as coisas, até mesmo aos corpos uns dos outros. Portanto, enquanto durar este direito natural de cada homem a todas as coisas, não poderá haver para nenhum homem (por mais forte e sábio que seja) a segurança de viver todo o tempo que geralmente a natureza permite aos homens viver.”

    HOBBES, Thomas. Leviatã ou matéria, forma e poder de uma república eclesiástica e civil. São Paulo: Martins Fontes, 2014. (Texto adaptado).

    De acordo com o fragmento anterior, é correto afirmar que, para Hobbes,
    Escolha uma alternativa para a questão a63ead10-a2
  • A63C9D72-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o seguinte trecho da obra de Maquiavel (1469-1527) acerca da liberdade republicana.

    “Direi que quem condena os conflitos entre os nobres e a plebe [povo] parece criticar as coisas que foram a primeira causa da liberdade de Roma e leva mais em consideração as confusões entre as pessoas e o falatório sobre tais conflitos do que os bons efeitos que eles geravam; e não consideram que em toda república há dois humores (estados de espírito, temperamentos) diferentes, o do povo, e o dos grandes, dos nobres, e que todas as leis que se fazem em favor da liberdade nascem do conflito deles, como facilmente se pode ver que ocorreu em Roma.” 

    MAQUIAVEL, Nicolau. Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio. São Paulo: Martins Fontes, 2007. (Texto adaptado).

    Com base no trecho anterior, é correto afirmar que, para Maquiavel, 
    Escolha uma alternativa para a questão a63c9d72-a2
  • A63A48AA-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Podemos dividir todas as percepções do espírito em duas classes ou espécies, que se distinguem por seus diferentes graus de força e vivacidade. [...] Pelo termo impressão entendo todas as percepções mais vivas, quando ouvimos, vemos, sentimos, amamos, odiamos, desejamos ou queremos. E as impressões diferenciam-se das ideias, que são as percepções menos vivas, das quais temos consciência, quando refletimos sobre quaisquer das sensações ou dos movimentos acima mencionados”.

     HUME, David. Investigação acerca do entendimento humano. Trad. de João Paulo Gomes Monteiro. São Paulo: Nova Cultural, 1996, p. 69-70. Coleção Os Pensadores.

    Com base na passagem anterior, é correto afirmar que, para Hume,
    Escolha uma alternativa para a questão a63a48aa-a2
  • A6372173-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    Da mesma forma que a Filosofia, a História surgiu na época clássica da Grécia. Seu mais antigo escrito que chegou aos nossos dias é a História, de Heródoto. No começo de sua narrativa, esse autor diz:

    “São apresentados aqui os resultados das investigações de Heródoto de Halicarnassos, para que a memória dos acontecimentos não se apague entre os homens com o passar do tempo; e para que os feitos maravilhosos e admiráveis dos gregos e dos bárbaros não deixem de ser lembrados, inclusive as razões pelas quais eles guerrearam uns contra os outros”.

    HERÓDOTO. História, I, 1. – 3ª ed. Brasília, DF: Editora Universidade de Brasília, 1988, p. 20 (Texto adaptado).

    Assim como a Filosofia, a narrativa de Heródoto testemunha a transição do mito ao logos porque
    Escolha uma alternativa para a questão a6372173-a2
  • A634F505-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O legislador, estratego e poeta Sólon (século VI a.C.) foi o primeiro grande reformador democrático de Atenas. No fragmento a seguir, pode-se observar a cisão que Sólon estabelece entre a pólis e a monarquia. Leia-o com atenção.
    [...]
    por homens potentes a cidade perece, e do monarca
     o povo, por ignorância, na escravidão cai.
    Mui alçado, não é fácil depois trazê-lo
     ao chão [...]

    (SÓLON, fr. 9, in: RAGUSA, Giuliana; BRUNHARA, Rafael. Elegia grega
    arcaica. Araçoiaba da Serra: Editora Mnema, 2021).

    Com base no texto, analise as assertivas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas. 

    ( ) A pólis se sustenta na ignorância do povo.
    ( ) O poder de um só produz a ignorância.
    ( ) A ignorância causa a escravidão do povo.
    ( ) A pólis não pode apoiar-se na ignorância.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão a634f505-a2
  • A632CB86-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “A lógica bélica da ‘guerra às drogas’ se impôs globalmente às sociedades. Se os sistemas políticos dos Estados nacionais fizeram um grande esforço, na segunda metade do século XX, para controlar suas Forças Armadas, para pô-las sob o domínio da política civil (e democrática), o aumento exponencial das forças policiais tornou-se hoje talvez a grande fonte de instabilidade e de risco para a ordem democrática.”

     NOBRE, Marcos. Limites da democracia: de junho de 2013 ao governo Bolsonaro. São Paulo: Todavia, 2022., p. 226-227 (Texto adaptado).

    Com base no texto anterior, do filósofo Marcos Nobre, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão a632cb86-a2
  • A63081CE-A2

    Filosofia

    A Política
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    “As ideias da classe dominante são, em cada época, as ideias dominantes; isto é, a classe que é a força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua força espiritual dominante. A classe que tem à sua disposição os meios de produção material dispõe, ao mesmo tempo, dos meios de produção espiritual; por isso, são submetidas à classe dominante as ideias daqueles que não possuem os meios de produção espiritual.”

    MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. – 4ª ed. São Paulo:
    Hucitec, 1984, p. 73 (Texto Adaptado).

    Segundo essa passagem, na qual Marx e Engels apresentam uma tese da concepção materialista da história, as ideias de uma dada sociedade são
    Escolha uma alternativa para a questão a63081ce-a2
  • A62DB5DB-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No diálogo platônico Sofista, os personagens Teeteto e Estrangeiro conversam sobre o que é o sofista, chegando à tese de que seu discurso é um simulacro, uma cópia falsa do real. No entanto, essa tese conduziria os interlocutores a uma dificuldade, segundo o Estrangeiro, que a explica nos seguintes termos.

    “É que, realmente, jovem feliz, nos vemos frente a uma questão extremamente difícil. Afinal, mostrar e parecer sem ser, dizer algo, entretanto, sem dizer com verdade, são maneiras que trazem grande dificuldades... Que modo encontrar, na realidade, para dizer ou pensar que o falso é real sem que, já ao dizer isso, nos encontramos enredados numa contradição? [...] A audácia dessa afirmação é supor o não ser como ser; e, na realidade, nada pode ser dito falso sem esta condição”.

    PLATÃO. Sofista, 236e-237-a. São Paulo: Abril Cultural, 1972. Coleção Os Pensadores (Texto adaptado).

    Segundo o Estrangeiro, a dificuldade dessa afirmação, sua contradição inicial, a ser elucidada na continuidade do diálogo, estaria em que
    Escolha uma alternativa para a questão a62db5db-a2
  • A62B7BE6-A2

    Filosofia

    Aspectos da Filosofia Contemporânea
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    Durante os séculos XVII e XVIII, na Europa, se constituiu um tipo de poder e controle social que o filósofo francês Michel Foucault (1926-1984) chama de “poder disciplinar”. Ele assim o descreve.

    “Esses métodos que permitem o controle minucioso das operações do corpo, que realizam a sujeição constante de suas forças e lhes impõem uma relação de docilidade-utilidade, são o que podemos chamar as ‘disciplinas’. Muitos processos disciplinares existiam há muito tempo [...]. Mas as disciplinas se tornaram no decorrer dos séculos XVII e XVIII fórmulas gerais de dominação. [...] A disciplina fabrica assim corpos submissos e exercitados, corpos ‘dóceis’. A disciplina aumenta as forças do corpo (em termos econômicos de utilidade) e diminui essas mesmas forças (em termos políticos de obediência).”

    FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: história da violência nas prisões.
    Petrópolis: Vozes, 1987, p. 126-127.

    Segundo essa passagem, é correto afirmar que as disciplinas
    Escolha uma alternativa para a questão a62b7be6-a2
  • A6295076-A2

    Filosofia

    A Metafísica de Aristóteles
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    “[...] desde Aristóteles, o ideal da lógica tem sido encontrar as condições necessárias para que, de proposições verdadeiras, se obtenham conclusões verdadeiras. E é apenas o método dedutivo que oferece essa possibilidade e garantia. [...] a dedução é um modo de raciocinar, argumentar e demonstrar em que a conclusão é uma consequência lógica das premissas [...]”.

    COTRIM, Gilberto; FERNANDES, Mirna. Fundamentos de filosofia. – 4ª ed.
    São Paulo: Saraiva, 2016, p. 109.

    Sobre a dedução, é correto afirmar que parte de 
    Escolha uma alternativa para a questão a6295076-a2
  • A6271E05-A2

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    O filósofo, teólogo e padre cearense Manfredo Ramos, um grande estudioso do pensamento de Agostinho de Hipona (354-450), afirma o seguinte sobre a relação entre liberdade humana e graça divina.

    “Deus não salva ninguém obrigado. Ele nos criou sem pedir licença, mas não nos salva sem a nossa vontade. [...] Ele nos fez à sua imagem e semelhança, dotados de inteligência, por isso nos dá a liberdade. Toda a natureza criada é determinada para Deus. [...] Deus criador põe, em tudo o que faz, a sua marca, que é uma marca de bondade. Tudo é dirigido para o bem, porque Deus é bom. Mas o homem é chamado por Deus de uma maneira diferente, com liberdade. [...] o pobre do homem, ferido pelo pecado, ele quer o bem, quer fazer aquilo que está na marca dele, e não consegue. Por isso que essa perspectiva de salvação deve ser abraçada, deve ser querida, mas não sem a graça de Deus. Aqui é que está o mistério.”

    RAMOS, Manfredo. A ressurreição de Cristo e a perspectiva da Salvação.
    Entrevista ao site da Paróquia Nossa Senhora da Glória em 04-04-2018.
    Disponível em https://www.paroquiagloria.org.br/confira-entrevista-com-monsenhor-manfredo-ramos-a-ressurreicao-de-cristo-e-a-perspectiva-da-salvacao/. Acessado em 05-11-2022.

    Com base na passagem anterior, é correto afirmar, sobre a teoria agostiniana da liberdade e da graça, que
    Escolha uma alternativa para a questão a6271e05-a2
  • A624D5FA-A2

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    No diálogo Eutífron, Platão apresenta uma conversa entre Sócrates e o jovem Eutífron acerca da piedade. Sócrates pergunta-lhe sobre o que é a piedade, e Eutífron que é piedoso denunciar e procurar castigo para quem comete homicídios. Sócrates, então, argumenta:

    “[...] não te pedi para demonstrar-me uma ou duas dessas coisas que são piedosas, mas que me explicasses a natureza de todas as coisas piedosas. Porque disseste que existe algo característico que faz com que todas as coisas ímpias sejam ímpias, e todas as coisas piedosas, piedosas. Pois bem, esse caráter distintivo é o que desejo que me esclareças, a fim de que, analisando-o com atenção e servindo-me dele como parâmetro, possa afirmar que tudo o que fazes, ou um outro, de igual maneira é piedoso, enquanto aquilo que se distingue disso não o é”.

    (PLATÃO. Eutífron, 6 d-e. Lisboa: Casa da Moeda, 2007 (Texto adaptado).

    O que Sócrates solicita a Eutífron é que este 
    Escolha uma alternativa para a questão a624d5fa-a2
  • A61EA420-A2

    Filosofia

    Conceitos Filosóficos
    UECE · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    No Discurso do método (1637), o filósofo racionalista René Descartes (1596-1650) estabelece para si o seguinte critério.

    “[...] jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente como tal; isto é, de evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção, e de nada incluir em meus juízos que não se apresentasse tão clara e tão distintamente a meu espírito, que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida”.

    DESCARTES, René. Discurso do método, II, 7. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

    Em se tratando de um filósofo racionalista, podemos entender que os critérios de evidência, clareza e distinção
    Escolha uma alternativa para a questão a61ea420-a2
  • 38112DF1-9C

    História

    História do Brasil
    UEMG · 2022MédioEntre para guardar nos favoritos
    O processo de independência do Brasil (1822) em relação a Portugal deve ser compreendido como uma expressão dos interesses dos grandes proprietários interessados em livrar-se de um parceiro incômodo para os seus negócios. A partir do exposto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

    I. O movimento da independência foi uma ação da elite latifundiária, com o apoio da Inglaterra, preservando seus interesses e privilégios.

    II. Os setores médios urbanos aliados aos grupos de homens livres pobres constituíram-se na liderança radical que comandou a luta pela independência e pela democratização das relações sociais no Brasil.

    III. Os grandes proprietários de terras temiam a participação das camadas populares e dos escravos nas lutas contra Portugal.

    IV. A luta pela independência foi liderada fundamentalmente pelos negros escravizados que lutaram também pelo fim da escravidão.
    Escolha uma alternativa para a questão 38112df1-9c
  • 380EF5F4-9C

    História

    História Geral
    UEMG · 2022Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    “Basta uma rápida olhada nas origens do movimento nazista para descartar completamente a ideia de que o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) fosse de esquerda, afirma o historiador Jürgen Zarusky, do Instituto para História Contemporânea MuniqueBerlim. ‘[O nazismo] era profundamente enraizado em tendências extremistas de direita que já existiam ao fim da Primeira Guerra Mundial’, explica.
    E essa é uma posição há muito consolidada entre especialistas. ‘Nenhum historiador profissional classificaria a ditadura nazista como de esquerda. O Nacional-Socialismo e o conceito de volksgemeinschaft (comunidade nacional) eram antiliberais, racistas e nacionalistas,’ diz o historiador André Postert, do Instituto Hannah Arendt, de Dresden.”

    (Entenda as origens do Nazismo. Carta Capital. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/politica/entenda-as-origensideologicas-do-nazismo/) Acesso em 18 jan 2022.

    O debate sobre a orientação ideológica do nazismo se espalhou pelas redes sociais nos últimos anos em que muitos argumentam sobre o regime nazista alemão, sem o devido conhecimento científico. A respeito do tema, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

    I. O regime nazista promoveu a formação de guetos, a criação de campos de concentração e trabalhos forçados, o confisco de bens e a perseguição a judeus, comunistas, homossexuais etc.

    II. O regime nazista representou a defesa da união europeia contra os avanços dos interesses norte-americanos.

    III. O governo nazista promoveu a eugenia que desembocou em genocídio sistemático, fuzilamentos sumários, migração forçada de judeus e outros grupos considerados como inferiores pelo discurso oficial.

    IV. O regime nazista representou a defesa de todas as nações europeias contra os avanços dos interesses do capitalismo norte-americano e dos banqueiros judeus. 
    Escolha uma alternativa para a questão 380ef5f4-9c