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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 266 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The text ‘Brazil as a bridge between old and new powers?’ has been extracted from a text published in the periodical International Affairs, issue nº 89. The issue, as stated by the editors in an introductory article, ‘… has been divided into two parts. Part one comprises case-studies of three rising powers — Brazil, India and China — while the articles in part two cover the various actors and entities that have reason and/or ability to attempt to manage the rise of new powers. (…) These multiple actors may be grouped into four categories…’


    The following definitions were given in the introductory article for each of the categories:


    1. This group comprises states and groupings of states that have acquired, over the past decades, the role of agendasetters as Great Powers. They have exerted defining influence in shaping the rules and norms of global governance. Despite their relative decline (especially with reference to the rising powers), they still have enough power to act as gatekeepers to the inner sanctums of international regimes.


    2. In this category are the countries that represent the proverbial grass that gets trampled when elephants fight. They often form the unfortunate terrain on which scrambles for power can occur, but are also occasionally able to exercise powerful leverage by providing the follower base that aspiring leaders seek, and legitimize claims to greater power by securing for those leaders the backing of large numbers.


    3. As the shift in the balance of power that we see under way today is not occurring simply between states, this category includes businesses and non-governmental organizations (NGOs) that have emerged as repositories and brokers of power, effectively harnessed by states at different levels of the hierarchy and harnessing them to serve their own causes in turn.


    4. This category recognizes that most international organizations, regimes and networks are seldom ‘actors’ in their own right. But different organizations, networks and regimes, even when made up of similar memberships, show different degrees of adaptability and reform in response to the needs and demands posed by rising powers.



    In the definition transcribed in number 1 , the fragment “Despite their relative decline (…) they still have enough power to act as gatekeepers to the inner sanctums of international regimes.” means that

    Escolha uma alternativa para a questão 304b6f24-3b
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The text ‘Brazil as a bridge between old and new powers?’ has been extracted from a text published in the periodical International Affairs, issue nº 89. The issue, as stated by the editors in an introductory article, ‘… has been divided into two parts. Part one comprises case-studies of three rising powers — Brazil, India and China — while the articles in part two cover the various actors and entities that have reason and/or ability to attempt to manage the rise of new powers. (…) These multiple actors may be grouped into four categories…’


    The following definitions were given in the introductory article for each of the categories:


    1. This group comprises states and groupings of states that have acquired, over the past decades, the role of agendasetters as Great Powers. They have exerted defining influence in shaping the rules and norms of global governance. Despite their relative decline (especially with reference to the rising powers), they still have enough power to act as gatekeepers to the inner sanctums of international regimes.


    2. In this category are the countries that represent the proverbial grass that gets trampled when elephants fight. They often form the unfortunate terrain on which scrambles for power can occur, but are also occasionally able to exercise powerful leverage by providing the follower base that aspiring leaders seek, and legitimize claims to greater power by securing for those leaders the backing of large numbers.


    3. As the shift in the balance of power that we see under way today is not occurring simply between states, this category includes businesses and non-governmental organizations (NGOs) that have emerged as repositories and brokers of power, effectively harnessed by states at different levels of the hierarchy and harnessing them to serve their own causes in turn.


    4. This category recognizes that most international organizations, regimes and networks are seldom ‘actors’ in their own right. But different organizations, networks and regimes, even when made up of similar memberships, show different degrees of adaptability and reform in response to the needs and demands posed by rising powers.



    In the definition transcribed in number 2, the characterization “...countries that represent the proverbial grass that gets trampled when elephants fight.” contains
    Escolha uma alternativa para a questão 305011f1-3b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    No diálogo das personagens da tira, há mais de uma ocorrência de paradoxo, ou seja, uma combinação de termos ou expressões que se contradizem.

    O melhor exemplo de paradoxo presente na fala de Joana é:

    Escolha uma alternativa para a questão cf786020-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    Ao descrever sua criação, Joana expressa uma opinião crítica acerca das redes sociais existentes. Essa crítica é reforçada, nas falas da personagem, principalmente pelo uso de:
    Escolha uma alternativa para a questão cf7e3458-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    Não era um pássaro nem um avião. (l. 1)

    A primeira frase do texto remete às perguntas feitas por personagens que observavam intrigados o voo do Super-homem em suas muitas histórias: É um pássaro? É um avião? Não! É o Super-homem!


    Essa primeira frase configura um recurso da linguagem conhecido como:

    Escolha uma alternativa para a questão cf839695-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Ao longo da reportagem, observa-se o uso de uma linguagem informal, registro que estaria mais próximo do usado pelo leitor.

    Um claro exemplo desse registro informal da linguagem está em:

    Escolha uma alternativa para a questão cf892efd-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    Apesar de enunciado em primeira pessoa, o texto inclui, implícita ou explicitamente, outras vozes.

    Um exemplo da presença explícita da fala de outro personagem no texto é:

    Escolha uma alternativa para a questão cfa27793-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Figuras de Linguagem

    Ele está fazendo noventa anos. É uma idade respeitável, e não são muitos que chegam lá, mas − quanto tempo ele pode ainda viver? (l. 14-15)

    No contexto, a pergunta feita pelo narrador está diretamente ligada à informação acerca da idade do pai de Matilda.

    No entanto, entre a informação e a pergunta, o narrador enuncia duas ponderações que possuem a função de:

    Escolha uma alternativa para a questão cfaceb26-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Figuras de Linguagem

    O texto é centrado na expressão onomatopaica blablablá, que normalmente se escreve no lugar de uma longa fala irrelevante. A autora, no entanto, lhe empresta outro sentido e outra função.

    No texto, a expressão os blablablás se refere àqueles que:

    Escolha uma alternativa para a questão cfb26467-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Figuras de Linguagem

    No cinema, só quem fala são os atores do filme. Nós calamos para que eles possam falar. Nossa vida cala para que outra fale. (l. 19-20)

    O trecho acima usa uma figura de linguagem chamada de:

    Escolha uma alternativa para a questão cfb80a39-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    Isso era cinema. (l. 21)

    O verbo assume, nesta frase, o sentido específico de indicar um estado de coisas que durava. No entanto, ele assume o sentido específico de indicar uma mudança sem retorno na seguinte reescritura:

    Escolha uma alternativa para a questão cfbebe60-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Os três benefícios fundamentais da leitura apresentados no texto são listados numa determinada ordem.

    Essa ordem mostra uma organização na seguinte direção:

    Escolha uma alternativa para a questão cfcf2e35-94
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2013, Interpretação de Textos

    O texto do escritor Rodrigo Lacerda sugere que, por meio da literatura, o leitor pode acompanhar perspectivas diferentes da própria.

    O trecho que explicita o contato do leitor com perspectivas distintas é:

    Escolha uma alternativa para a questão cfd9437a-94
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2013, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    “Peace without a voice is no peace but fear" (title) is a line from the song A paz que eu não quero, by the Brazilian band O Rappa. This line is an example of intertextuality. The resource used by the author that signals this process of intertextuality is:
    Escolha uma alternativa para a questão cfe18f55-94
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Besides describing the effect of the Brazilian political situation on the media, the first paragraph also mentions that the author had no idea of this situation at the time.

    The author's complete lack of knowledge is best established by means of the following sentence:

    Escolha uma alternativa para a questão cfe7406f-94
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the author, Chico Buarque de Holanda was an expert in the art of writing songs with double meanings.

    He did that with the following aim:

    Escolha uma alternativa para a questão cfebf2ab-94
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2013, Palavras conectivas | Connective words

    At first sight, it appears to be a samba about a lover's quarrel. Actually, it was a sharp critique of the authoritarian regime (l. 27-28)

    If the two sentences above are rewritten as one, the result is:

    Escolha uma alternativa para a questão cff169bc-94
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2013, Tradução | Translation

    The context often helps if one needs to guess the meaning of an unknown word. For example, the word lyrics appears in three sentences from the text:

    although the lyrics didn't make much sense to me: (l. 10)

    His clever lyrics were often approved by the censors, (l. 24-25)

    Nowadays, the lyrics are explicit (l. 34)

    Based on these examples, lyrics is translated as:

    Escolha uma alternativa para a questão cff7036c-94
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    A sequência de palavras e expressões em que se concretiza com mais propriedade a transformação da relação do menino com a leitura é:
    Escolha uma alternativa para a questão d44451f2-96
  • Linguagens

    Português

                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    A afirmativa em que se associa adequadamente o estilo do escritor Graciliano Ramos à temática desenvolvida no trecho lido é:
    Escolha uma alternativa para a questão d44ab3ff-96