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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 424 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto XLVI, de Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), para responder a questão.
    Não vês, Lise, brincar esse menino
    Com aquela avezinha? Estende o braço,
    Deixa-a fugir, mas apertando o laço,
    A condena outra vez ao seu destino.

    Nessa mesma figura, eu imagino,
    Tens minha liberdade, pois ao passo
    Que cuido que estou livre do embaraço,
    Então me prende mais meu desatino.

    Em um contínuo giro o pensamento
    Tanto a precipitar-me se encaminha,
    Que não vejo onde pare o meu tormento.

    Mas fora menos mal esta ânsia minha,
    Se me faltasse a mim o entendimento,
    Como falta a razão a esta avezinha.

    (Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
    O tom predominante no soneto é de
    Escolha uma alternativa para a questão 1a72b33b-30
  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto XLVI, de Cláudio Manuel da Costa (1729-1789), para responder a questão.
    Não vês, Lise, brincar esse menino
    Com aquela avezinha? Estende o braço,
    Deixa-a fugir, mas apertando o laço,
    A condena outra vez ao seu destino.

    Nessa mesma figura, eu imagino,
    Tens minha liberdade, pois ao passo
    Que cuido que estou livre do embaraço,
    Então me prende mais meu desatino.

    Em um contínuo giro o pensamento
    Tanto a precipitar-me se encaminha,
    Que não vejo onde pare o meu tormento.

    Mas fora menos mal esta ânsia minha,
    Se me faltasse a mim o entendimento,
    Como falta a razão a esta avezinha.

    (Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)
    No soneto, o menino e a avezinha, mencionados na primeira estrofe, são comparados, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 1a759949-30
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto do livro Violência urbana, de Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida, para responder a questão.

        De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro [...]. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja – entregue tudo.
       É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a ideia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo.
       A violência urbana subverte e desvirtua a função das cidades, drena recursos públicos já escassos, ceifa vidas – especialmente as dos jovens e dos mais pobres –, dilacera famílias, modificando nossas existências dramaticamente para pior. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidores do medo. O que fazer diante desse quadro de insegurança e pânico, denunciado diariamente pelos jornais e alardeado pela mídia eletrônica? Qual tarefa impõe-se aos cidadãos, na democracia e no Estado de direito?
    (Violência urbana, 2003.)
    O modo de organização do discurso predominante no excerto é
    Escolha uma alternativa para a questão 1a7b5b02-30
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto do livro Violência urbana, de Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida, para responder a questão.

        De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro [...]. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja – entregue tudo.
       É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a ideia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo.
       A violência urbana subverte e desvirtua a função das cidades, drena recursos públicos já escassos, ceifa vidas – especialmente as dos jovens e dos mais pobres –, dilacera famílias, modificando nossas existências dramaticamente para pior. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidores do medo. O que fazer diante desse quadro de insegurança e pânico, denunciado diariamente pelos jornais e alardeado pela mídia eletrônica? Qual tarefa impõe-se aos cidadãos, na democracia e no Estado de direito?
    (Violência urbana, 2003.)
    O trecho “As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe.” (2º parágrafo) foi construído na voz passiva. Ao se adaptar tal trecho para a voz ativa, a locução verbal “foram substituídas” assume a seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 1a7e5085-30
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto do livro Violência urbana, de Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida, para responder a questão.

        De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro [...]. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja – entregue tudo.
       É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a ideia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo.
       A violência urbana subverte e desvirtua a função das cidades, drena recursos públicos já escassos, ceifa vidas – especialmente as dos jovens e dos mais pobres –, dilacera famílias, modificando nossas existências dramaticamente para pior. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidores do medo. O que fazer diante desse quadro de insegurança e pânico, denunciado diariamente pelos jornais e alardeado pela mídia eletrônica? Qual tarefa impõe-se aos cidadãos, na democracia e no Estado de direito?
    (Violência urbana, 2003.)
    As palavras do texto cujos prefixos traduzem ideia de negação são
    Escolha uma alternativa para a questão 1a813fe7-30
  • Linguagens

    Português

    Carpe diem: Esse conhecido lema, extraído das Odes do poeta latino Horácio (65 a.C.- 8 a.C.), sintetiza expressivamente o seguinte motivo: saber aproveitar tudo o que se apresente de positivo (mesmo que pouco) e transitório.
    (Renzo Tosi. Dicionário de sentenças latinas e gregas, 2010. Adaptado.)
    Das estrofes extraídas da produção poética de Fernando Pessoa (1888-1935), aquela em que tal motivo se manifesta mais explicitamente é:
    Escolha uma alternativa para a questão 1a87395e-30
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the cartoon, Lola
    Escolha uma alternativa para a questão 1a8d5d08-30
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Lola thinks that
    Escolha uma alternativa para a questão 1a9046fd-30
  • Linguagens

    Inglês

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    No primeiro parágrafo, a resposta da Dra. Sigrid Veasey à questão “Is there anything I can do to train my body to need less sleep?” indica que
    Escolha uma alternativa para a questão 1a960e0e-30
  • Linguagens

    Inglês

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Sinônimos | Synonyms

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “We might feel that we’re getting by fine on less sleep”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 1a98d884-30
  • Linguagens

    Inglês

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    According to the information presented in the second paragraph, one can say that
    Escolha uma alternativa para a questão 1a9ee5db-30
  • Linguagens

    Inglês

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Tradução | Translation

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours”, o termo em destaque tem sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa1efaf-30
  • Linguagens

    Inglês

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    De acordo com o terceiro parágrafo, o relógio cerebral que regula o ciclo de sono e de vigília pode ficar alterado devido
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa4fa75-30
  • Linguagens

    Inglês

    Observe o cartum.

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A alternativa que completa corretamente a lacuna do número 4 do cartum, sem prejuízo de sentido, é

    Escolha uma alternativa para a questão 1aa7f8fe-30
  • Linguagens

    Português

                 História da pintura, história do mundo 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2016, Interpretação de Textos

                                                                                                                    (BATISTA, Domenico, inédito)                                                                                   

    O autor,
    Escolha uma alternativa para a questão 2256149a-30
  • Linguagens

    Português

                 História da pintura, história do mundo 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2016, Interpretação de Textos

                                                                                                                    (BATISTA, Domenico, inédito)                                                                                   

    A frase que mantém fidelidade ao que se tem no parágrafo 2 é:
    Escolha uma alternativa para a questão 225919ac-30
  • Linguagens

    Português

                 História da pintura, história do mundo 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2016, Interpretação de Textos

                                                                                                                    (BATISTA, Domenico, inédito)                                                                                   

    Sobre o parágrafo 3, em seu contexto, entende-se com correção:
    Escolha uma alternativa para a questão 225c0f7b-30
  • Linguagens

    Português

                 História da pintura, história do mundo 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2016, Advérbios

                                                                                                                    (BATISTA, Domenico, inédito)                                                                                   

    Em passos assim instrutivos, o livro da irmã Wendy vai nos conduzindo por um roteiro histórico da arte da pintura e dos sucessivos feitos humanos. Desde um jogo de boliche numa estalagem até figuras femininas em atividades domésticas, de um ateliê de ourives até um campo de batalha, tudo vai se oferecendo a novas técnicas, como a da “câmara escura”, explorada pelo holandês Vermeer, pela qual se obtinha melhor controle da luminosidade adequada e do ângulo de visão. Entram em cena as novas criações da tecnologia humana: os navios a vapor, os trens, as máquinas e as indústrias podem estar no centro das telas, falando do progresso.
    Considerado o acima transcrito, em seu contexto, é apropriado afirmar: 
    Escolha uma alternativa para a questão 225edd94-30
  • Linguagens

    Português

                 História da pintura, história do mundo 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2016, Redação - Reescritura de texto

                                                                                                                    (BATISTA, Domenico, inédito)                                                                                   

    ... tudo vai se oferecendo a novas técnicas, como a da “câmara escura”, explorada pelo holandês Vermeer, pela qual se obtinha melhor controle da luminosidade adequada e do ângulo de visão. (linhas 54 a 57)
    Outra formulação para o segmento acima destacado, que seja clara, correta e que não prejudique o sentido original, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 2261b136-30