Pular para o conteúdo

Área do conhecimento

Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 195 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder às questões de números 40 a 45.

          To Scientists, Laughter Is No Joke - It’s Serious
    March 31, 2010.

         So a scientist walks into a shopping mall to watch people laugh. There’s no punchline. Laughter is a serious scientific subject, one that researchers are still trying to figure out. Laughing is primal, our first way of communicating. Apes laugh. So do dogs and rats. Babies laugh long before they speak. No one teaches you how to laugh. You just do. And often you laugh involuntarily, in a specific rhythm and in certain spots in conversation.
        You may laugh at a prank on April Fools’ Day. But surprisingly,  only 10 to 15 percent of laughter is the result of someone making a joke, said Baltimore neuroscientist Robert Provine, who has studied laughter for decades. Laughter is mostly about social responses rather than reaction to a joke. “Laughter above all else is a social thing,’’ Provine said. “The requirement for laughter is another person.’’  
        Over the years, Provine, a professor with the University of Maryland Baltimore County, has boiled laughter down to its basics. “All language groups laugh ‘ha-ha-ha’ basically the same way,’’ he said. “Whether you speak Mandarin, French or English, everyone will understand laughter. ... There’s a pattern generator in our brain that produces this sound.’’
        Each “ha’’ is about one-15th of a second, repeated every fifth of a second, he said. Laugh faster or slower than that and it sounds more like panting or something else. Deaf people laugh without hearing, and people on cell phones laugh without seeing, illustrating that laughter isn’t dependent on a single sense but on social interactions, said Provine, author of the book “Laughter: A Scientific Investigation.’’   
        “It’s joy, it’s positive engagement with life,’’ said Jaak Panksepp, a Bowling Green University psychology professor. “It’s deeply social.’’ And it’s not just a people thing either. Chimps tickle each other and even laugh when another chimp pretends to tickle them. By studying rats, Panksepp and other scientists can figure out what’s going on in the brain during laughter. And it holds promise for human ills.
        Northwestern biomedical engineering professor Jeffrey Burgdorf has found that laughter in rats produces an insulin-like growth factor chemical that acts as an antidepressant and anxietyreducer. He thinks the same thing probably happens in humans, too. This would give doctors a new chemical target in the brain in their effort to develop drugs that fight depression and anxiety in people. Even so, laughter itself hasn’t been proven to be the best medicine, experts said.

     (www.nytimes.com. Adaptado.)


    Jeffrey Burgdorf discovered that
    Escolha uma alternativa para a questão 34913611-46
  • Linguagens

    Português

    Por que a cultura do sul ficou de fora do retrato do Brasil nas olimpíadas?
    Depois de uma abertura que falou das etnias que formaram o povo brasileiro, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, realizada neste domingo (21), teve mais cara de carnaval. A ideia da diretora criativa da festa, Rosa Magalhães, era mostrar “o sentimento de brasilidade”, conforme ela explicou ao jornal “O Globo” dias antes da cerimônia.
    Carnavalesca da escola de samba carioca São Clemente, Rosa usou elementos alegóricos para mostrar a arte feita pelo povo do país – para ela, “marca da nossa identidade cultural”. Teve menção a choro, samba carioca, Carmem Miranda, mulheres rendeiras da Bahia, bonecos de cerâmica do pernambucano Vitalino, Heitor Villa-Lobos, carnaval.
    Entre as ausências, as expressões culturais do Sul do Brasil – o que alimentou algum debate em redes sociais: se a ideia era representar o país todo, por que ficamos de fora?
    Para a antropóloga Selma Baptista, professora-doutora aposentada da UFPR, a pergunta deveria ser outra: por que as expressões culturais do Sul participariam do recorte da carnavalesca carioca se elas não estão presentes nem em nossas próprias festas? “Essa questão da representação de identidades regionais se dá a partir da construção da identidade dentro de seus próprios redutos. Cabe perguntar até que ponto nossas representações da cultura popular têm expressividade entre nós mesmos para que alcancem uma representatividade nacional”, questiona.
    Patrícia Martins, antropóloga e docente do Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Paranaguá, lembra que o Sul tende inclusive a negar o tipo de “brasilidade” representada na cerimônia de encerramento, mais ligada à cultura indígena e afro-brasileira. “Aqui há uma autorrepresentação que passa por uma cultura europeia”, diz. Para ela, o recorte mostrado na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos tem ligações com uma identidade brasileira que vem sendo construída desde o Estado Novo (1937-1945), que incorporou o samba carioca. “Existe um patrimônio rico no Sul – há os batuques do Rio Grande do Sul, o fandango caiçara. Teria muita coisa a mostrar, mas nem nós sabemos que existe isso em nossa região”.
    Na opinião de Tau Golin, jornalista, historiador e professor do curso de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), esse tipo de questionamento sobre representações regionais é uma “briga simbólica” já bem conhecida – principalmente dos gaúchos. “É uma briga de poder pela representatividade, por quem representa mais a nação”, diz. “Como é um país com regiões que se formaram antes da nação, as regionalidades querem estar presentes em tudo o que acontece no país. Se fosse insignificante, não brigariam. Mas, como é para se mostrar para o exterior, a briga é compreensível historicamente”. Para ele, o desejo do Sul de estar presente nesse tipo de representação, dada a relação difícil da região com a “brasilidade”, é um fator surpreendente. “É uma novidade, que merece estudos daqui para a frente”, diz. (Rafael Rodrigues Costa, Gazeta do Povo, Curitiba, 22/08/2016.) 
    Em relação à organização do texto de Rafael Rodrigues Costa, considere as seguintes afirmativas:

    1. O texto parte de uma tese que é endossada pelos entrevistados.
    2. A opinião do autor prevalece na conclusão do texto.
    3. O autor usa tanto discurso direto como indireto para relatar a opinião dos entrevistados.
    4. O autor redimensiona a abordagem da questão expressa no título a partir da opinião dos entrevistados.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 34921eab-3b
  • Linguagens

    Português

    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    A compreensão de um texto exige correta identificação da relação entre referentes e referências. O trecho “A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas...” (1° parágrafo), refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 3492a2d6-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    Despite the huge drop in e-readers sales last year, people in the industry believe
    Escolha uma alternativa para a questão 3494bd14-8a
  • Linguagens

    Português

    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    Sobre as inferências contidas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3497abbd-b4
  • Linguagens

    Português

    Livro e futebol
    O leitor a quem se dirige esse livro não é evidente: em geral, quem vive o futebol não está interessado em ler sobre ele mais do que a notícia de jornal ou revista, e quem se dedica a ler livros e especulações poucas vezes conhece o futebol por dentro. Pierre Bourdieu observa, por exemplo, que a sociologia esportiva é desdenhada pelos sociólogos e menosprezada pelos envolvidos com o esporte. A observação pode valer também para ensaios como este aqui, embora ele não seja do gênero sociológico. No limite, a onipresença do jogo de bola soa abusiva e irrelevante para quem acompanha a discussão cultural. Assim, mais do que um desconhecimento recíproco entre as partes, pode-se falar, de fato, de uma dupla resistência. Viver o futebol dispensa pensá-lo, e, em grande parte, é essa dispensa que se procura nele. Os pensadores, por sua vez, à esquerda ou à direita, na meia ou no centro, têm muitas vezes uma reserva contra os componentes anti-intelectuais e massivos do futebol, e temem ou se recusam a endossá- los, por um lado, e a se misturar com eles, por outro. Tudo isso, por si só, já daria um belo assunto: o futebol como o nó cego em que a cultura e a sociedade se expõem no seu ponto ao mesmo tempo mais visível e invisível. E esse não deixa de ser o tema deste livro, que talvez possa interessar a quem esteja disposto a lê-lo independentemente de conhecer o futebol ou de ser ou não “intelectual”.
    Não é incomum, também, que intelectuais vivam intensamente o futebol, sem pensá-lo, e que resistam, ao mesmo tempo, a admiti-lo na ordem do pensamento. Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só. [...]
    (José Miguel Wisnik. Veneno Remédio: o Futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.) 
    “Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só”. Com isso, o autor reconhece que:

    1. é desejável pensar o esporte por outro viés que não seja aquele permeado por admiração e paixão.
    2. admitir o futebol na ordem do pensamento significa fazer do torcedor apaixonado uma pessoa capaz de refletir sobre seus pontos positivos e negativos.
    3. há intelectuais que, mesmo não admitindo que possam haver abordagens intelectualizadas do futebol, são torcedores fervorosos.
    4. o torcedor apaixonado é aquele que prefere pensar o futebol na sua expressão cultural e, portanto, é o que congrega as características de leitor preferencial do livro.

    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3497fbf9-3b
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Five years ago, the book world was seized by collective panic over the uncertain future of print.

        As readers migrated to new digital devices, ebook sales soared, up 1,260 percent between 2008 and 2010, alarming booksellers that watched consumers use their stores to find titles they would later buy online. Print sales dwindled, bookstores struggled to stay open, and publishers and authors feared that cheaper e-books would cannibalize their business.

        Then in 2011, the industry’s fears were realized when Borders declared bankruptcy.

        “E-books were this rocket ship going straight up,” said Len Vlahos, a former executive director of the Book Industry Study Group, a nonprofit research group that tracks the publishing industry. “Just about everybody you talked to thought we were going the way of digital music.”

        But the digital apocalypse never arrived, or at least not on schedule. While analysts once predicted that e-books would overtake print by 2015, digital sales have instead slowed sharply.

        Now, there are signs that some e-book adopters are returning to print, or becoming hybrid readers, who juggle devices and paper. E-book sales fell by 10 percent in the first five months of this year, according to the Association of American Publishers, which collects data from nearly 1,200 publishers. Digital books accounted last year for around 20 percent of the market, roughly the same as they did a few years ago.

        E-books’ declining popularity may signal that publishing, while not immune to technological upheaval, will weather the tidal wave of digital technology better than other forms of media, like music and television.

        E-book subscription services, modeled on companies like Netflix and Pandora, have struggled to convert book lovers into digital binge readers, and some have shut down. Sales of dedicated e-reading devices have plunged as consumers migrated to tablets and smartphones. And according to some surveys, young readers who are digital natives still prefer reading on paper.

        The surprising resilience of print has provided a lift to many booksellers. Independent bookstores, which were battered by the recession and competition from Amazon, are showing strong signs of resurgence. The American Booksellers Association counted 1,712 member stores in 2,227 locations in 2015, up from 1,410 in 1,660 locations five years ago.

        Publishers, seeking to capitalize on the shift, are pouring money into their print infrastructures and distribution. Penguin Random House has invested nearly $100 million in expanding and updating its warehouses and speeding up distribution of its books. It added 365,000 square feet last year to its warehouse in Crawfordsville, Ind., more than doubling the size of the warehouse.

        “People talked about the demise of physical books as if it was only a matter of time, but even 50 to 100 years from now, print will be a big chunk of our business,” said Markus Dohle, the chief executive of Penguin Random House, which has nearly 250 imprints globally. Print books account for more than 70 percent of the company’s sales in the United States.

        Some 12 million e-readers were sold last year, a steep drop from the nearly 20 million sold in 2011, according to Forrester Research. The portion of people who read books primarily on e-readers fell to 32 percent in the first quarter of 2015, from 50 percent in 2012, a Nielsen survey showed.

        The tug of war between pixels and print almost certainly isn’t over. Industry analysts and publishing executives say it is too soon to declare the death of the digital publishing revolution. An appealing new device might come along. Already, a growing number of people are reading e-books on their cellphones. Amazon recently unveiled a new tablet for $50, which could draw a new wave of customers to e-books (the first-generation Kindle cost $400)

        At Amazon, digital book sales have maintained their upward trajectory, according to Russell Grandinetti, senior vice president of Kindle. Last year, Amazon, which controls some 65 percent of the e-book market, introduced an e-book subscription service that allows readers to pay a flat monthly fee of $10 for unlimited digital reading. It offers more than a million titles, many of them from selfpublished authors.

        Some publishing executives say the world is changing too quickly to declare that the digital tide is waning.

        “Maybe it’s just a pause here,” said Carolyn Reidy, the president and chief executive of Simon & Schuster. “Will the next generation want to read books on their smartphones, and will we see another burst come?”

    www.nytimes.com/2015/09/23

    As to the waning of the digital tide, Carolyn Reidy, from Simon & Schuster, thinks that
    Escolha uma alternativa para a questão 3499beaf-8a
  • Linguagens

    Português

    Construção civil: número de acidentes de trabalho diminui mesmo com aumento de obras

    Roberta Lopes


          A coordenadora de Relações Institucionais do Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio), Ana Cláudia Gomes, disse hoje que o número de acidentes de trabalho na construção civil permanece estável nos últimos anos, embora o número de construções tenha aumentado. Isso significa que, proporcionalmente, o número de acidentes na construção civil tem caído.

          “Se olharmos as estatísticas de acidentes, elas não consideram que, se antes tínhamos 10 mil obras, hoje temos 100 mil. Se o número de acidentes se manteve, tivemos uma queda proporcional ao número de trabalhadores expostos aos riscos. Não comemoramos essa queda, porque nós continuamos a perseguir o ideal do acidente zero”, afirmou. (...)

    <http://tinyurl.com/n6o7zo8>Acesso em: 17.04.2015. Adaptado.

    As orações subordinadas destacadas nesse fragmento classificam-se, respectivamente, em
    Escolha uma alternativa para a questão 349ca96a-b2
  • Linguagens

    Português

    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    A frase: “É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global” pode ser reescrita, sem perda do seu sentido original, conforme se apresenta em apenas uma das alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a049a2-b4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014. 


    Com base no texto 1, responda à questão.
    Com a frase "sentir-se mal pode ser um sinal claro de excelente saúde mental" (linhas 17-18), a autora:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a088b2-fc
  • Linguagens

    Português

    Karoshi é uma palavra japonesa que significa morte por excesso de trabalho. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão supervisionou 4 561 empresas em novembro de 2014 e descobriu que, em 2 300 delas, havia registros de horas extras ilegais. Desse total, 715 empresas tinham funcionários realizando individualmente mais de 100 horas extras por mês. Em 153 empresas, o número de horas extras realizado por alguns funcionários havia subido para 150 horas e, em 35, superou as 200 horas extras mensais por funcionário, trazendo, dessa forma, riscos à saúde e consequentemente à vida dos trabalhadores. Segundo dados oficiais, cerca de 200 japoneses morrem por ano por causa do excesso de horas de trabalho.  

    O aumento do número de casos de karoshi verificados no Japão se deve, principalmente, 

    Escolha uma alternativa para a questão 34a09b30-b2
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014. 


    Com base no texto 1, responda à questão.
    Segundo o texto, é correto afirmar que, para a autora, as pessoas felizes e saltitantes são:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a3724a-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014. 


    Com base no texto 1, responda à questão.
    Para a autora, o mal-estar é algo que:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a658f4-fc
  • Linguagens

    Português

    A partir das inferências texto-imagéticas da figura a seguir, aponte os itens conforme sejam VERDADEIROS ou FALSOS e assinale a alternativa CORRETA.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Interpretação de Textos


    I – A forma de usar o megafone, pelo manifestante, denota que o mesmo não deve ser habituado em leitura de livros.

    II – A utilização de uma expressão própria das condutas policiais (“mãos para cima”), denota que, para os não-leitores, pessoas instruídas pelo estudo podem ser perigosas.

    III – A situação expressa na figura demonstra que há uma clara divergência político-partidária entre os manifestantes e o leitor de livros.

    IV – Caso fosse intenção do “ignorante” utilizar-se de uma linguagem figurada, a expressão “saia desse livro com as mãos para cima!!” poderia ser uma referência a um ato de imersão, de viagem introspectiva, que a leitura proporciona.

    Escolha uma alternativa para a questão 34a77173-b4
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o cartum.


    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    <http://tinyurl.com/kl3oyrm>Acesso em: 16.03.2015.


    O texto do cartum faz referência direta ao fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 34a90057-b2
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014. 


    Com base no texto 1, responda à questão.
    Conforme o contexto, depreende-se que "danação" (linha 36) significa:
    Escolha uma alternativa para a questão 34a9b2af-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD. 

    Com base no texto 2, responda à questão.


     O texto relata figurativamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 34adb231-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Interpretação de Textos

    BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD. 

    Com base no texto 2, responda à questão.


    Assinale a alternativa que aponta características do tempo destacadas na canção.
    Escolha uma alternativa para a questão 34b1633f-fc
  • Linguagens

    Português

    A respeito do romance O Tronco, de Bernardo Élis, aponte as afirmações conforme sejam VERDADEIRAS ou FALSAS e assinale a alternativa CORRETA.


    I- Romance regionalista introspectivo que explora as angústias do sertanejo a partir da sondagem psicológica dos personagens, fazendo parte da primeira geração modernista, por seu caráter nacionalista.

    II – Romance regional com enfoque nos confrontos de forças das oligarquias políticas do interior do país, representada por coronéis, forças policiais públicas e jagunços. Situado, cronologicamente, na terceira fase modernista.

    III – Romance realista de transição entre o nacionalismo verde-amarelo e a consciência política das narrativas urbanas, que ajudou a forjar a Semana de Arte Moderna.

    IV – Romance pré-modernista, ainda sob forte influência do naturalismo oitocentista.
    Escolha uma alternativa para a questão 34b1b64d-b4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2015, Coesão e coerência

    BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD. 

    Com base no texto 2, responda à questão.


    Na terceira estrofe, folhas (verso 13) faz alusão a:
    Escolha uma alternativa para a questão 34b45147-fc