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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 277 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    “O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo”. O controle exercido pela prefeitura neste trecho encontra correspondência no papel exercido no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a374b57-dc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões de números 04 a 08 baseiam-se no
    texto de Moacyr Scliar.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIFESP 2007, Concordância verbal, Concordância nominal
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIFESP 2007, Concordância verbal, Concordância nominal Eu faço tudo que você quiser, eu dou um jeito de arranjar trabalho, eu sustento o nenê, mas, por favor, me deixe ser mãe.

    Mantida a mesma forma de tratamento e supondo que a frase fosse proferida pelo homem, ela assumiria a seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a3a70aa-4d
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    No conjunto da obra de Mário de Andrade, destaca-se uma quase militância pelo uso, na literatura, de uma língua próxima àquela que se fala nas ruas. Um exemplo de aproximação com a oralidade do cotidiano pode ser encontrado na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a3c50e5-dc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Na última frase da crônica, a autora correlaciona dois episódios. Em ambos, aparece o atributo “pelado(a)”. No entanto, esse atributo tem significado diferente em cada um dos episódios.

    No texto, o significado de cada termo se caracteriza por ser, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a40ed19-ba
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    No conto, o personagem não recebe um nome próprio, é designado pelo número “35”. Levando em consideração a crítica social que o trecho parece revelar, assinale a alternativa que apresente relação verdadeira entre o tema do conto e a data que o nome do personagem parece fazer referência:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a45cd17-dc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    O título Canção do ver reúne duas esferas diferentes dos sentidos humanos: audição e visão.

    No entanto, no decorrer do poema, a visão predomina sobre a audição.

    Os dois elementos que confirmam isso são:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a487a4d-ba
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UEG 2010, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Considerando os aspectos estruturais do texto, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4a48e0c7-6d
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Tecendo a Manhã

    Um galo sozinho não tece uma manhã:
    ele precisará sempre de outros galos.
    De um que apanhe esse grito que ele
    e o lance a outro; de um outro galo
    que apanhe o grito de um galo antes
    e o lance a outro; e de outros galos
    que com muitos outros galos se cruzem
    os fios de sol de seus gritos de galo,
    para que a manhã, desde uma teia tênue,
    se vá tecendo, entre todos os galos.
    (João Cabral de Melo Neto, A educação pela pedra)
    Uma das características da poesia é o uso de imagens metafóricas. No excerto do poema de João Cabral transcrito acima, as imagens elaboradas representam:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a4ad406-dc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Agora ele estava tão verdinho! (v. 4)

    De modo diferente do que ocorre em passarinhos, o emprego do diminutivo, no verso acima, contribui para expressar um sentido de:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a4cd720-ba
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Tecendo a Manhã

    Um galo sozinho não tece uma manhã:
    ele precisará sempre de outros galos.
    De um que apanhe esse grito que ele
    e o lance a outro; de um outro galo
    que apanhe o grito de um galo antes
    e o lance a outro; e de outros galos
    que com muitos outros galos se cruzem
    os fios de sol de seus gritos de galo,
    para que a manhã, desde uma teia tênue,
    se vá tecendo, entre todos os galos.
    (João Cabral de Melo Neto, A educação pela pedra)
    Na boa poesia, temas universais costumam atingir a máxima realização formal. Muitas vezes esses temas também são encontrados em ditados populares. O poema transcrito apresenta o mesmo tema de:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a4f014c-dc
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Con la pregunta ¿era necesaria la re-reforma? (l. 27), se hace una crítica a las nuevas obras en el estadio Maracanã.

    La idea de que se hace una re-reforma se verifica en el siguiente fragmento:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a543c4e-ba
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2014, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones

    “Miles salen a las calles contra todo”. (l. 32)

    El titular de la noticia resume la insatisfacción de los brasileños respecto a la situación actual del país.

    La palabra que se acerca al sentido de ese sentimiento de insatisfacción es:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a5927dc-ba
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    En la cohesión textual, se llama anáfora al procedimiento de utilizarse un término para referirse a algo ya enunciado.

    Se puede identificar la anáfora en el siguiente ejemplo:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a5dbbad-ba
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Según el texto, el mundo se ha sorprendido con las manifestaciones en Brasil.

    Una explicación que se presenta para esa sorpresa se basa en el siguiente hecho relacionado al país:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a621771-ba
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UERJ 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    La presidenta Dilma Rousseff ha sostenido que está “orgullosa” de los manifestantes (l. 34-35)

    El autor trae al texto la voz de Dilma Rousseff, destacándola por un recurso gráfico, las comillas.
    En ese contexto, el uso de las comillas objetiva identificar el procedimiento de:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a66d8a3-ba
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFT 2011, Interpretação de Textos



    Considere as afirmações abaixo:


    I. O poema é uma quadra e apresenta uma rima perfeita.


    II. O título do poema remete, no texto, à relatividade do sentido do silêncio.


    III. Há cavalgamento ou enjambement do segundo para o terceiro versos.


    IV. No título do poema e no título do livro, os parênteses reforçam apenas a ideia de oposição de sentidos.


    Com base nas assertivas, marque a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a96622e-0f
  • Linguagens

    Português

    O TRAPICHE


    SOB A LUA, NUM VELHO TRAPICHE ABANDONADO, as crianças dormem. Antigamente aqui era o mar. Nas grandes e negras pedras dos alicerces do trapiche as ondas ora se rebentavam fragorosas, ora vinham se bater mansamente. A água passava por baixo da ponte sob a qual muitas crianças repousam agora, iluminadas por uma réstia amarela de lua. Desta ponte saíram inúmeros veleiros carregados, alguns eram enormes e pintados de estranhas cores, para a aventura das travessias marítimas. Aqui vinham encher os porões e atracavam nesta ponte de tábuas, hoje comidas. Antigamente diante do trapiche se estendia o mistério do mar oceano, as noites diante dele eram de um verde escuro, quase negras, daquela cor misteriosa que é a cor do mar à noite. Hoje a noite é alva em frente ao trapiche. É que na sua frente se estende agora o areal do cais do porto. Por baixo da ponte não há mais rumor de ondas. A areia invadiu tudo, fez o mar recuar de muitos metros. Aos poucos, lentamente, a areia foi conquistando a frente do trapiche. Não mais atracaram na sua ponte os veleiros que iam partir carregados. Não mais trabalharam ali os negros musculosos que vieram da escravatura. Não mais cantou na velha ponte uma canção um marinheiro nostálgico. A areia se estendeu muito alva em frente ao trapiche. E nunca mais encheram de fardos, de sacos, de caixões, o imenso casarão. Ficou abandonado em meio ao areal, mancha negra na brancura do cais.


    AMADO, Jorge. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 25

    Em relação aos tempos verbais presentes no fragmento, o narrador emprega
    Escolha uma alternativa para a questão 4a9cbb10-df
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos

    Considere as duas interrogações do segundo parágrafo (linhas 13-19). Sobre elas são feitas as seguintes afirmações:

    I. indicam o desconhecimento de Cecília Meireles sobre o assunto tratado.

    II. fantasiam a ignorância do enunciador para efeito expressivo do texto.

    III. podem ser consideradas uma tentativa do enunciador de interagir com o enunciatário.

    É correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 4a9d6bd4-a6
  • Linguagens

    Português

    Leia os fragmentos extraídos, respectivamente, de Capitães da areia e de O santo e a porca.


    Texto 1


    Tá com outra, não é? Mas meu Senhor do Bonfim há de fazer com que os dois fique entrevado. Senhor do Bonfim é meu santo.

    AMADO, Jorge. Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 43.


    Texto 2


    Ah, isso é o que eu não digo. Queria saber, hein? Está bem, saia. Afinal de contas, já o revistei todo. Fora daqui! E que Santo Antônio lhe cegue os olhos e lhe dê par alisia nos dois braços e nas duas pernas duma vez.

    SUASSUNA, Ariano. O santo e a porca. 22. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2010. p. 106.


    Os fragmentos trazem cenas que apresentam

    Escolha uma alternativa para a questão 4aadc49c-df