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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 297 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    De acordo com as ideias trazidas ao 1º§ do texto, pode-se afirmar que para o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e61d4b5-e6
  • Linguagens

    Português

        “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico; diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso. Lembramo-nos, entretanto, com saudade hipócrita, dos felizes tempos; como se a mesma incerteza de hoje, sob outro aspecto, não nos houvesse perseguido outrora, e não viesse de longe a enfiada das decepções que nos ultrajam. 
        Eufemismo, os felizes tempos, eufemismo apenas, igual aos outros que nos alimentam, a saudade dos dias que correram como melhores. Bem considerando, a atualidade é a mesma em todas as datas.

    Raul Pompeia, O Ateneu.  
    Uma nota pessoal do autor de O Ateneu, Raul Pompeia, registra que, na sua concepção, “a prosa tem de ser eloquente, para ser artística, tal como os versos”. Essa concepção 


    I manifesta-se na composição do trecho de O Ateneu, aqui reproduzido;
    II orienta igualmente a prosa machadiana de Quincas Borba;
    III contraria o ideal estilístico do autor de São Bernardo, Graciliano Ramos. 


    Está correto o que se indica em 
    Escolha uma alternativa para a questão 4e62866d-fd
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Na frase “Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia.” (2º§), a concordância estabelecida pela forma verbal grifada anteriormente está corretamente estabelecida, assim como ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6516f9-e6
  • Linguagens

    Português

    Ao caracterizar determinada obra literária brasileira, assim se pronunciou o crítico Roberto Schwarz:

    “Entre a limitação do narrador e a inteligência de sua escrita o desacordo é total, e a conjunção é forçada. Este é o X estético do livro.” Adaptado.

    Costuma-se reconhecer que esse contraste entre a mentalidade estreita do narrador e a qualidade de sua prosa pode ser verificado também, não obstante as diferenças, sobretudo na seguinte obra:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6673c4-fd
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT
       
       HARVARD BUSINESS REVIEW calls data science “the sexiest job in the 21st century,” and by most accounts this hot new field promises to revolutionize industries from business to government, health care to academia. 
       The field has been spawned by the enormous amounts of data that modern technologies create — be it the online behavior of Facebook users, tissue samples of cancer patients, purchasing habits of grocery shoppers or crime statistics of cities. Data scientists are the magicians of the Big Data era. They crunch the data, use mathematical models to analyze it and create narratives or visualizations to explain it, then suggest how to use the information to make decisions. 
         In the last few years, dozens of programs under a variety of names have sprung up in response to the excitement about Big Data, not to mention the six-figure salaries for some recent graduates. In the fall, Columbia will offer new master’s and certificate programs heavy on data. The University of San Francisco will soon graduate its charter class of students with a master’s in analytics.
          Rachel Schutt, a senior research scientist at Johnson Research Labs, taught “Introduction to Data Science” last semester at Columbia (its first course with “data science” in the title). She described the data scientist this way: “a hybrid computer scientist software engineer statistician.” And added: “The best tend to be really curious people, thinkers who ask good questions and are O.K. dealing with unstructured situations and trying to find structure in them.”
          Eurry Kim, a 30-year-old “wannabe data scientist,” is studying at Columbia for a master’s in quantitative methods in the social sciences and plans to use her degree for government service. She discovered the possibilities while working as a corporate tax analyst at the Internal Revenue Service. She might, for example, analyze tax return data to develop algorithms that flag fraudulent filings, or cull national security databases to spot suspicious activity.
         Some of her classmates are hoping to apply their skills to e-commerce, where data about users’ browsing history is gold.
         “This is a generation of kids that grew up with data science around them — Netflix telling them what movies they should watch, Amazon telling them what books they should read — so this is an academic interest with real-world applications,” said Chris Wiggins, a professor of applied mathematics at Columbia who is involved in its new Institute for Data Sciences and Engineering. “And,” he added, “they know it will make them employable.”
      Universities can hardly turn out data scientists fast enough. To meet demand from employers, the United States will need to increase the number of graduates with skills handling large amounts of data by as much as 60 percent, according to a report by McKinsey Global Institute. There will be almost half a million jobs in five years, and a shortage of up to 190,000 qualified data scientists, plus a need for 1.5 million executives and support staff who have an understanding of data.
          Because data science is so new, universities are scrambling to define it and develop curriculums. As an academic field, it cuts across disciplines, with courses in statistics, analytics, computer science and math, coupled with the specialty a student wants to analyze, from patterns in marine life to historical texts.
        With the sheer volume, variety and speed of data today, as well as developing technologies, programs are more than a repackaging of existing courses. “Data science is emerging as an academic discipline, defined not by a mere amalgamation of interdisciplinary fields but as a body of knowledge, a set of professional practices, a professional organization and a set of ethical responsibilities,” said Christopher Starr, chairman of the computer science department at the College of Charleston, one of a few institutions offering data science at the undergraduate level.
         Most master’s degree programs in data science require basic programming skills. They start with what Ms. Schutt describes as the “boring” part — scraping and cleaning raw data and “getting it into a nice table where you can actually analyze it.” Many use data sets provided by businesses or government, and pass back their results. Some host competitions to see which student can come up with the best solution to a company’s problem.
         Studying a Web user’s data has privacy implications. Using data to decide someone’s eligibility for a line of credit or health insurance, or even recommending who they friend on Facebook, can affect their lives. “We’re building these models that have impact on human life,” Ms. Schutt said. “How can we do that carefully?” Ethics classes address these questions.
           Finally, students have to learn to communicate their findings, visually and orally, and they need business know-how, perhaps to develop new products.

    From: www.nytimes.com
    In the following question, some sentences from the text may have been modified to fit certain grammatical structures.

    The sentences “Ethics classes address these questions.” and “The United States will need a great number of graduates with skills handling large amounts of data.” contain, respectively, a/an
    Escolha uma alternativa para a questão 4e675b3a-af
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    A seguir, indique o livre comentário acerca do texto em que as normas de concordância foram aplicadas corretamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e693b88-e6
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT
       
       HARVARD BUSINESS REVIEW calls data science “the sexiest job in the 21st century,” and by most accounts this hot new field promises to revolutionize industries from business to government, health care to academia. 
       The field has been spawned by the enormous amounts of data that modern technologies create — be it the online behavior of Facebook users, tissue samples of cancer patients, purchasing habits of grocery shoppers or crime statistics of cities. Data scientists are the magicians of the Big Data era. They crunch the data, use mathematical models to analyze it and create narratives or visualizations to explain it, then suggest how to use the information to make decisions. 
         In the last few years, dozens of programs under a variety of names have sprung up in response to the excitement about Big Data, not to mention the six-figure salaries for some recent graduates. In the fall, Columbia will offer new master’s and certificate programs heavy on data. The University of San Francisco will soon graduate its charter class of students with a master’s in analytics.
          Rachel Schutt, a senior research scientist at Johnson Research Labs, taught “Introduction to Data Science” last semester at Columbia (its first course with “data science” in the title). She described the data scientist this way: “a hybrid computer scientist software engineer statistician.” And added: “The best tend to be really curious people, thinkers who ask good questions and are O.K. dealing with unstructured situations and trying to find structure in them.”
          Eurry Kim, a 30-year-old “wannabe data scientist,” is studying at Columbia for a master’s in quantitative methods in the social sciences and plans to use her degree for government service. She discovered the possibilities while working as a corporate tax analyst at the Internal Revenue Service. She might, for example, analyze tax return data to develop algorithms that flag fraudulent filings, or cull national security databases to spot suspicious activity.
         Some of her classmates are hoping to apply their skills to e-commerce, where data about users’ browsing history is gold.
         “This is a generation of kids that grew up with data science around them — Netflix telling them what movies they should watch, Amazon telling them what books they should read — so this is an academic interest with real-world applications,” said Chris Wiggins, a professor of applied mathematics at Columbia who is involved in its new Institute for Data Sciences and Engineering. “And,” he added, “they know it will make them employable.”
      Universities can hardly turn out data scientists fast enough. To meet demand from employers, the United States will need to increase the number of graduates with skills handling large amounts of data by as much as 60 percent, according to a report by McKinsey Global Institute. There will be almost half a million jobs in five years, and a shortage of up to 190,000 qualified data scientists, plus a need for 1.5 million executives and support staff who have an understanding of data.
          Because data science is so new, universities are scrambling to define it and develop curriculums. As an academic field, it cuts across disciplines, with courses in statistics, analytics, computer science and math, coupled with the specialty a student wants to analyze, from patterns in marine life to historical texts.
        With the sheer volume, variety and speed of data today, as well as developing technologies, programs are more than a repackaging of existing courses. “Data science is emerging as an academic discipline, defined not by a mere amalgamation of interdisciplinary fields but as a body of knowledge, a set of professional practices, a professional organization and a set of ethical responsibilities,” said Christopher Starr, chairman of the computer science department at the College of Charleston, one of a few institutions offering data science at the undergraduate level.
         Most master’s degree programs in data science require basic programming skills. They start with what Ms. Schutt describes as the “boring” part — scraping and cleaning raw data and “getting it into a nice table where you can actually analyze it.” Many use data sets provided by businesses or government, and pass back their results. Some host competitions to see which student can come up with the best solution to a company’s problem.
         Studying a Web user’s data has privacy implications. Using data to decide someone’s eligibility for a line of credit or health insurance, or even recommending who they friend on Facebook, can affect their lives. “We’re building these models that have impact on human life,” Ms. Schutt said. “How can we do that carefully?” Ethics classes address these questions.
           Finally, students have to learn to communicate their findings, visually and orally, and they need business know-how, perhaps to develop new products.

    From: www.nytimes.com
    In the following question, some sentences from the text may have been modified to fit certain grammatical structures.


    The sentences “…they know it will make them employable.” and “…Amazon tells them what books they should read” contain, respectively, a/an
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6a702c-af
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    With respect to independent bookstores, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6bbe6f-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Segunda Noticia

     El británico Norman Hammond, del instituto McDonald para la investigación arqueológica de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y profesor emérito en la Universidad de Boston, es una de las máximas autoridades mundiales en el mundo maya en general y en los yacimientos de Belice, en particular. No en vano Hammond trabajó desde 1970 hasta 2002 en varios lugares del país centroamericano. Aún atónito por la noticia de la destrucción de una pirámide milenaria por excavadoras de una empresa constructora, que buscaba grava para arreglar una carretera, Hammond cuenta por correo electrónico a EL PAÍS la importancia de Nohmul, el lugar arqueológico donde se produjo la demolición. “Nohmul, que significa El gran montículo, fue llamado así por su pirámide principal, que se elevó más de un centenar de metros por encima del suelo y era visible desde kilómetros de distancia. Ahora, el templo occidental, el segundo más importante de la ciudad, ha sido arrasado por un empresario local para construir caminos en el pueblo cercano de Douglas. Las fotografías satelitales muestran que el edificio casi ha desaparecido. Nohmul tenía aún muchos secretos que contarnos. Es una tragedia para Belice y para la erudición, en general”, cuenta. Periódico EL PAÍS. Madrid, 15/05/2013. 
    De acuerdo con el texto, el Profesor Norman Hammond
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6d2ee7-16
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Tendo em vista o contexto apresentado, é correto afirmar que a expressão “visão estreita” em “A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita [...]” (1º§) indica:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6d7a72-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    In paragraph 2, the article most likely includes the phrase “last year…e-book sales rose just fortyfour per cent” in order to
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6fe026-fd
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT
       
       HARVARD BUSINESS REVIEW calls data science “the sexiest job in the 21st century,” and by most accounts this hot new field promises to revolutionize industries from business to government, health care to academia. 
       The field has been spawned by the enormous amounts of data that modern technologies create — be it the online behavior of Facebook users, tissue samples of cancer patients, purchasing habits of grocery shoppers or crime statistics of cities. Data scientists are the magicians of the Big Data era. They crunch the data, use mathematical models to analyze it and create narratives or visualizations to explain it, then suggest how to use the information to make decisions. 
         In the last few years, dozens of programs under a variety of names have sprung up in response to the excitement about Big Data, not to mention the six-figure salaries for some recent graduates. In the fall, Columbia will offer new master’s and certificate programs heavy on data. The University of San Francisco will soon graduate its charter class of students with a master’s in analytics.
          Rachel Schutt, a senior research scientist at Johnson Research Labs, taught “Introduction to Data Science” last semester at Columbia (its first course with “data science” in the title). She described the data scientist this way: “a hybrid computer scientist software engineer statistician.” And added: “The best tend to be really curious people, thinkers who ask good questions and are O.K. dealing with unstructured situations and trying to find structure in them.”
          Eurry Kim, a 30-year-old “wannabe data scientist,” is studying at Columbia for a master’s in quantitative methods in the social sciences and plans to use her degree for government service. She discovered the possibilities while working as a corporate tax analyst at the Internal Revenue Service. She might, for example, analyze tax return data to develop algorithms that flag fraudulent filings, or cull national security databases to spot suspicious activity.
         Some of her classmates are hoping to apply their skills to e-commerce, where data about users’ browsing history is gold.
         “This is a generation of kids that grew up with data science around them — Netflix telling them what movies they should watch, Amazon telling them what books they should read — so this is an academic interest with real-world applications,” said Chris Wiggins, a professor of applied mathematics at Columbia who is involved in its new Institute for Data Sciences and Engineering. “And,” he added, “they know it will make them employable.”
      Universities can hardly turn out data scientists fast enough. To meet demand from employers, the United States will need to increase the number of graduates with skills handling large amounts of data by as much as 60 percent, according to a report by McKinsey Global Institute. There will be almost half a million jobs in five years, and a shortage of up to 190,000 qualified data scientists, plus a need for 1.5 million executives and support staff who have an understanding of data.
          Because data science is so new, universities are scrambling to define it and develop curriculums. As an academic field, it cuts across disciplines, with courses in statistics, analytics, computer science and math, coupled with the specialty a student wants to analyze, from patterns in marine life to historical texts.
        With the sheer volume, variety and speed of data today, as well as developing technologies, programs are more than a repackaging of existing courses. “Data science is emerging as an academic discipline, defined not by a mere amalgamation of interdisciplinary fields but as a body of knowledge, a set of professional practices, a professional organization and a set of ethical responsibilities,” said Christopher Starr, chairman of the computer science department at the College of Charleston, one of a few institutions offering data science at the undergraduate level.
         Most master’s degree programs in data science require basic programming skills. They start with what Ms. Schutt describes as the “boring” part — scraping and cleaning raw data and “getting it into a nice table where you can actually analyze it.” Many use data sets provided by businesses or government, and pass back their results. Some host competitions to see which student can come up with the best solution to a company’s problem.
         Studying a Web user’s data has privacy implications. Using data to decide someone’s eligibility for a line of credit or health insurance, or even recommending who they friend on Facebook, can affect their lives. “We’re building these models that have impact on human life,” Ms. Schutt said. “How can we do that carefully?” Ethics classes address these questions.
           Finally, students have to learn to communicate their findings, visually and orally, and they need business know-how, perhaps to develop new products.

    From: www.nytimes.com
    In the following question, some sentences from the text may have been modified to fit certain grammatical structures.


    The correct form that completes the ifclause “If students had to learn to communicate their findings,” is “they __________________.”
    Escolha uma alternativa para a questão 4e70f872-af
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    According to the information in the article, the Codex Group’s research data supports all of the following except
    Escolha uma alternativa para a questão 4e733ece-fd
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Pode-se afirmar que na frase “Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.” (1º§) observa-se corretamente
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7378c5-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    As ideias e o ponto de vista defendidos pelo autor podem ser desenvolvidos por meio de alguns recursos que fundamentam os argumentos apresentados. Indique o correto de acordo com a afirmativa anterior.
    Escolha uma alternativa para a questão 4e76f383-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    In paragraph 3, “This” in the sentence “This may be just a prejudice that will vanish as e-books become more common” most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7753f0-fd
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1
    LIXO: UM GRAVE PROBLEMA DO MUNDO MODERNO
    (1) Até meados do século XIX, o lixo gerado – restos de comida, excrementos de animais e outros materiais orgânicos – reintegrava-se aos ciclos naturais e servia como adubo para a agricultura. Mas, com a industrialização e a concentração da população nas grandes cidades, o lixo foi se tornando um problema.
    (2) A sociedade moderna rompeu os ciclos da natureza: por um lado, extraímos mais e mais matériasprimas, por outro, fazemos crescer montanhas de lixo. E, como todo esse rejeito não retorna ao ciclo natural, transformando-se em novas matérias-primas, pode tornar-se uma perigosa fonte de contaminação para o meio ambiente ou de doenças.
    (3) Recentemente, começamos a perceber que, assim como não podemos deixar o lixo acumular dentro de nossas casas, é preciso conter a geração de resíduos e dar um tratamento adequado ao lixo no nosso planeta. Para isso, será preciso conter o consumo desenfreado, que gera cada vez mais lixo, e investir em tecnologias que permitam diminuir a geração de resíduos, além da reutilização e da reciclagem dos materiais em desuso.
    (4) Precisamos, ainda, reformular nossa concepção a respeito do lixo. Não podemos mais encarar todo lixo como “resto inútil”, mas, sim, como algo que pode ser transformado em nova matéria-prima para retornar ao ciclo produtivo.

    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Lixo um grave problema no mundo moderno. Disponível em: . Acesso em: 27 out. 2019 (adaptado). 
    Ao abordar o problema do manejo de resíduos, o TEXTO 1 defende que
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7a1a40-33
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Depreende-se corretamente do texto, a partir dasinformações e ideias apresentadas, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7b3f75-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7c0557-fd
  • Linguagens

    Português

    Texto para responder às questão

    A saúde em pedaços: os determinantes sociais da saúde (DSS)

        A redução da saúde à sua dimensão biológica se constitui em um dos maiores dilemas da área. Isso porque essa visão estreita fundamenta práticas de pouco alcance quando se trata de saúde coletiva, porquanto prioriza a assistência individual e curativa, constituindo-se em uma espiral em torno das doenças e que, exatamente por isso, ajuda a reproduzi-las. Porém, essa concepção, embora hegemônica, não existe sem ser tensionada.

        A Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda na primeira metade do século XX, tentou destacar que saúde não é só a ausência de doença. Todavia, pouco explica o porquê disso, uma vez que, como diria Ana Lúcia Magela de Rezende, na sua “Dialética da Saúde”, cai na tautologia de definir a saúde como sendo o completo bem-estar físico, psíquico e social. Ora, dizer que saúde é bem-estar é o mesmo que dizer que seis é meia dúzia. O que é o bem-estar?

        Na formulação da OMS essa questão permanece vaga. O uso do termo completo junto a bem-estar torna o conceito ainda mais problemático, tendo em vista seu caráter absolutista e, logo, inalcançável nestes termos.

        Foi o campo da Saúde do Trabalhador e, posteriormente, com maior precisão, a Saúde Coletiva (com origens na Medicina Social Latino-Americana) que superaram as dicotomias entre saúde e doença, social e biológico, e individual e coletivo ao formularem a concepção de saúde enquanto processo. Considerando tal processualidade, nem estamos absolutamente doentes nem absolutamente sãos, mas em contínuo movimento entre essas condições. Saúde e doença são dois momentos de um mesmo processo, coexistem, uma explicando a existência da outra.

        O predomínio de uma ou de outra depende do recorte e/ou ângulo de análise em cada momento e contexto. Essa forma de entender a saúde rompe com o pragmatismo biologicista, mas sem negar que a dimensão biológica é parte relevante do processo saúde-doença.

        Possui o mérito (com autores como Berlinguer, Donnangelo, Laurell, Arouca, Tambellini, Breilh, Nogueira, entre outros) de demonstrar que, embora a saúde se manifeste individual e biologicamente, ela é fruto de um processo de determinação social. Processo esse que é histórico e dinâmico, uno mas heterogêneo. Na verdade, só pode ser processo por causa dessas características. Ele nem pode ser considerado estaticamente ou como algo imutável ou imune às transformações sociais, nem pode ser considerado como um conjunto de fragmentos ou fatores quase que autônomos uns dos outros ou, muito menos, como uma massa homogênea e amorfa.

    (Diego de Oliveira Souza. Doutor em Serviço Social/UERJ. Professor do PPGSSUFAL/Maceió e da graduação em Enfermagem/UFAL/Arapiraca. Disponível em:https://docs.wixstatic.com/ugd/15557d_eae93514d26e4 aecb5e50ab81243343f.pdf. Acesso em agosto de 2019. Adaptado.)
    Tendo em vista a frase que segue ao questionamento “O que é o bem-estar?” feito no 2º§ do texto, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e7eb7d4-e6