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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 307 de 950

  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o verbo tem a mesma predicação do grifado na frase Eu me prometia que um dia esta seria a minha tarefa.
    Escolha uma alternativa para a questão 502901fc-f6
  • Linguagens

    Português

    Examine o cartum.

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2018, Interpretação de Textos

    ITURRUSGARAI, Adão. A vida como ela yeah. Folha de S. Paulo, ago.2018.


    O efeito de humor que se obtém no cartum decorre, principalmente,

    Escolha uma alternativa para a questão 502e1583-fc
  • Linguagens

    Português

    Dizer: O rio Jacarecica atraía-os com tamanho ímpeto, que não puderam evitá-lo é o mesmo que dizer: Não puderam evitar o rio Jacarecica:
    Escolha uma alternativa para a questão 50377d9e-f6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2018, Interpretação de Textos

    FREIRE, Ricardo. Complicabilizando. Época, ago. 2003.

    Com base no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 503847d5-fc
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa que analisa corretamente o período: Importa o que eu gostaria de ser.
    Escolha uma alternativa para a questão 503a5aa1-f6
  • Linguagens

    Português

    Nas frases: I – Nô brincou e ficou insatisfeito.
    II – Nô brincou e ficou satisfeito.

    a conjunção “e” tem, respectivamente, valor:

    Escolha uma alternativa para a questão 503d8dd8-f6
  • Linguagens

    Português

    Examine o anúncio.

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2018, Interpretação de Textos

    Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul.


    No contexto do anúncio, a frase “A diferença tem que ser só uma letra” pressupõe a

    Escolha uma alternativa para a questão 503fd2c1-fc
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o pronome relativo exerce a função de complemento nominal.
    Escolha uma alternativa para a questão 50444d9a-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a palavra destacada tem a mesma função sintática que o termo sublinhado em: Aquela era a sua terra.
    Escolha uma alternativa para a questão 5047a908-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo em destaque na frase: A doença queimava os pobres.
    Escolha uma alternativa para a questão 504ab429-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o sujeito está posposto ao objeto direto.
    Escolha uma alternativa para a questão 504e8478-f6
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa que analisa corretamente as orações em destaque: (I) Os amigos pediam-lhe que tocasse / (II) Era a sua vida que voltava às origens.
    Escolha uma alternativa para a questão 50516242-f6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2018, Interpretação de Textos

    Carlos Drummond de Andrade.

    Claro Enigma.


    Ulisses


    O mito é o nada que é tudo.

    O mesmo sol que abre os céus

    É um mito brilhante e mudo ‐ 

    O corpo morto de Deus,

    Vivo e desnudo.


    Este, que aqui aportou,

    Foi por não ser existindo.

    Sem existir nos bastou.

    Por não ter vindo foi vindo

    E nos criou.


    Assim a lenda se escorre

    A entrar na realidade,

    E a fecundá‐la decorre.

    Em baixo, a vida, metade

    De nada, morre.


    Fernando Pessoa. Mensagem. 


    *conversa íntima entre casais.

    Considerando os poemas, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 50561c9b-fc
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2018, Figuras de Linguagem

    Carlos Drummond de Andrade.

    Claro Enigma.


    Ulisses


    O mito é o nada que é tudo.

    O mesmo sol que abre os céus

    É um mito brilhante e mudo ‐ 

    O corpo morto de Deus,

    Vivo e desnudo.


    Este, que aqui aportou,

    Foi por não ser existindo.

    Sem existir nos bastou.

    Por não ter vindo foi vindo

    E nos criou.


    Assim a lenda se escorre

    A entrar na realidade,

    E a fecundá‐la decorre.

    Em baixo, a vida, metade

    De nada, morre.


    Fernando Pessoa. Mensagem. 


    *conversa íntima entre casais.

    O oxímoro é uma “figura em que se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir‐se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão” (HOUAISS, 2001). No poema “Sonetilho do falso Fernando Pessoa”, o emprego dessa figura de linguagem ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão 505946f4-fc
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto que segue e responda às questões de 83 a 86.

    Imagem da questão de Espanhol, UFG 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    El autor del artículo llama a los docentes “pobres profes” porque ellos tienen que
    Escolha uma alternativa para a questão 505da8e0-58
  • Linguagens

    Português

    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Mia Couto, escritor moçambicano, é um mestre das palavras. Nesse texto, ele aproxima a linguagem matemática das relações humanas e do cotidiano do personagem e, com isso:
    Escolha uma alternativa para a questão 50651606-cb
  • Linguagens

    Português

    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Analisando o contexto em que é empregada a expressão: “A paixão é o mundo a dividir por zero”, assinale a alternativa que melhor a explica.
    Escolha uma alternativa para a questão 50684fe6-cb
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FUVEST 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a pergunta “What time is it?” (L. 1), inserida no debate da ciência moderna sobre a noção de tempo,
    Escolha uma alternativa para a questão 506965a6-fc
  • Linguagens

    Português

    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Compare as expressões I e II abaixo (também negritadas no texto) e, a seguir, assinale a alternativa correta.

    I) “...reduzida a paixão ao seu equivalente numérico.”
    II) “A paixão é o mundo a dividir por zero.”
    Escolha uma alternativa para a questão 506b4c43-cb
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FUVEST 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Scientific American, October 24, 2014. Adaptado.

    No texto, a expressão que melhor representa o caráter supostamente exato do tempo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 506c78a3-fc