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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 329 de 950

  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones

    Texto adaptado de ABC del bebé, publicado en El Tiempo, el 15/04/2018

    En el siguiente párrafo “Pero, para que esto tenga verdadero efecto, es importante que los padres del menor dejen por escrito, vía documento legal, que en caso de fallecer, los padrinos quedarán asignados como tutores legales” (líneas 73-77) la conjunción pero puede ser reemplazada por
    Escolha uma alternativa para a questão 5723b4d1-fa
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2010, Interpretação de Textos


    A capa da revista Época de 12 de outubro de 2009 traz um anúncio sobre o lançamento do livro digital no Brasil. Já o texto II traz informações referentes à abrangência de acessibilidade das tecnologias de comunicação e informação nas diferentes regiões do país. A partir da leitura dos dois textos, infere-se que o advento do livro digital no Brasil
    Escolha uma alternativa para a questão 5724be3d-bb
  • Linguagens

    Inglês

    Disponı́vel em: <http://www.gocomics.com>. Acesso em: 22 abr. 2018.

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Sobre a tirinha, pode-se concluir que o efeito de humor ocorre devido ao fato
    Escolha uma alternativa para a questão 5725cff1-a5
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaFigura 2 de 2 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2018, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado de ABC del bebé, publicado en El Tiempo, el 15/04/2018

    Una de las ideas centrales del artículo es
    Escolha uma alternativa para a questão 5726a010-fa
  • Linguagens

    Inglês

    Do Gun Owners Want Gun Control?

    By Jess Bidgood and Sabrina Tavernise


    Tom Galinat signed a letter to lawmakers, urging them to expand background checks for gun purchases. Mr. Galinat, 35, a farmer and hunter who owns nine guns, traveled last month from his home in Peacham, Vt., to Montpelier, the state capital, with a firm goal in mind: Convince lawmakers to enact a ban on high-capacity magazines.


    Jonathan Leach, 56, a policy analyst in Augusta, Me., and the owner of about 10 guns, testified before Maine legislators in favor of a bill to let judges order people deemed dangerous to surrender their firearms. Mr. Leach said he wanted to serve as a counterweight to gun rights enthusiasts he knew would speak against the idea.


    Disponı́vel em: <www.nytimes.com>. Acesso em: 24 Abr. 2018.


    Com base no texto, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 57291194-a5
  • Linguagens

    Inglês

    New Studies Link Cell Phone Radiation with Cancer
    Researchers call for greater caution, but skeptics say the evidence from rat studies is not convincing
    By Charles Schmidt

        Does cell phone radiation cause cancer? New studies show a correlation in lab rats, but the evidence may not resolve ongoing debates over causality or whether any effects arise in people.

        The ionizing radiation given off by sources such as x-ray machines and the sun boosts cancer risk by shredding molecules in the body. But the nonionizing radio-frequency (RF) radiation that cell phones and other wireless devices emit has just one known biological effect: an ability to heat tissue by exciting its molecules. Still, evidence advanced by the studies shows prolonged exposure to even very low levels of RF radiation, perhaps by mechanisms other than heating that remain unknown, makes rats uniquely prone to a rare tumor called a schwannoma, which affects a type of neuron (or nerve cell) called a Schwann cell.

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponı́vel em: <https://www.scientificamerican.com>. Acesso em: 29 mar. 2018.

        Com base no texto, afirma-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 572c5d90-a5
  • Linguagens

    Inglês

    A new study, published Monday in the journal Nature Astronomy, established the chemical composition of Uranus’ upper cloud deck for the first time. Using an instrument called the Near-Infrared Integral Field Spectrometer (NIFS) at the Gemini North telescope in Hawaii, researchers determined that Uranus’ cloud cover is composed of hydrogen sulfide (H2S) gas, which is what gives rotten eggs their distinctive, noxious scent.

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponı́vel em: <http://time.com>. Acesso em: 24 abr. 2018.

    De acordo com o texto, infere-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 57300fad-a5
  • Linguagens

    Inglês

    Technology and its discontents

    Nuclear bombs can destroy us. Facebook undermines our privacy. Artificial intelligence (AI) and robots can enslave us (or, worse, take our jobs). Synthetic biology and geneediting have humans playing God. Social media make us depressed: we’ve never been so connected yet never so alone.

    Those are just a few of the complaints leveled against technology. For most of human history, however, technology was mostly seen as a force for good. More people would live because of technical progress, from refrigeration to vaccination, than perish because of it, despite lethal inventions such as gunpowder.

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponı́vel em: <https://www.economist.com >. Acesso em: 25 mar. 2018.

    After reading this text, one could state that
    Escolha uma alternativa para a questão 57337e4d-a5
  • Linguagens

    Inglês

    The assistant we didn’t ask for, but can’t live without

    “Weird.” “Curious.” “Baffling.” “Quite Stupid.” These words all once described Alexa, the voice-activated digital assistant on Amazon’s Echo device. But Amazon says the Echo Dot, a smaller, less expensive version of the Echo, was its “top-selling device” during the holiday season.

    In 2014, it was odd to even consider owning an Echo — and impossible to buy without an invitation from Amazon. Today, you can pick from five Echo models. Or, you can try Google’s version: the Google Home, Google Home Mini or Google Home Max. Apple has also released a digital assistant device, the HomePod, which is fully capable with Siri. You can have your pick of digital assistants — each with varying capabilities of improving your life.

    Alexa now has more than 15,000 skills, meaning any Echo device can go beyond describing the weather or playing music. The Google Assistant, first released in 2016, is catching up.

    So why buy one now? First, they’re relatively inexpensive and far easier to use and understand than they were when first released. Think back to MP3 players or early smartphones: people learned a lot about using the products and became so adjusted to them that they didn’t know how to go back. Second, the future is paved with smart home devices, and voice-activated assistants to control them are becoming ubiquitous. The Echo and Google Home are no longer “test products” — the companies behind them want them to last.

    Disponı́vel em: <www.nytimes.com>. Acesso em: 10 mar. 2018

    Com base no texto, afirma-se que

    I. existem vários modelos de assistentes digitais ativados por voz no mercado.
    II. Alexa ainda é bastante limitada, mas descreve o tempo e toca músicas.,
    III. Google, Apple e Amazon desenvolveram assistentes digitais em parceria.
    IV. há justificativas para a compra de um Echo Dot ou de um Google Home.
    V. alguns dos assistentes digitais mencionados ainda se encontram em fase de testes.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão 57372bcc-a5
  • Linguagens

    Inglês

    “The woman hangs upside down behind her husband”

    Novelist and travel journalist Jo Piazza on the benefits of competing in the wife-carrying race

    You don’t hear that enough in life. But it was the first thing my husband and I were told after flying across the country to Sunday River, Maine, to enter the North American Wife Carrying Championship. Never heard of wife carrying? You’re forgiven. Popular in Finland as Eukonkanto and legally dubbed a “sport” there in 1991, wife carrying is a race wherein a man hurls a woman over his shoulders as if she were a sack of potatoes and stumbles through and over obstacles to cross a finish line and collect his prize— his wife’s weight in beer. Yes, that’s the prize.

    We also learned that there are well-thought-out wife-carrying techniques, the most popular being the “Estonian carry,” whereby the woman hangs upside down behind her husband facing his butt, with her legs thrown over his shoulders. It’s as uncomfortable as it sounds.

    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponı́vel em: <https://americanwaymagazine.com>. Acesso em: 25 mar. 2018.

    De acordo com o texto,

    I. a mulher é carregada como se fosse um saco de batatas.
    II. EukonKanto é considerado um esporte praticado nos EUA.
    III. o esposo deve carregar sua esposa acima de sua cabeça.
    IV. cerveja equivalente ao peso da esposa é o prêmio ofertado.
    V. segurança e conforto da mulher são critérios fundamentais.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão 573abf9a-a5
  • Linguagens

    Português

    Machado de Assis é um dos mais importantes escritores brasileiros, especialmente no que concerne à produção de contos e romances. Entre os seus romances mais significativos, destacam-se Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba e Dom Casmurro. No início de Memórias póstumas de Brás Cubas, lê-se:

    “Que Stendhal confessasse haver escrito um de seus livros para cem leitores, coisa é que admira e consterna. O que não admira, nem provavelmente consternará é se este outro livro não tiver os cem leitores de Stendhal, nem cinquenta, nem vinte, quando muito, dez. Dez? talvez cinco.”
    ASSIS, Joaquim Maria Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: W.M. Jackson Editores, 1970, p. 9

    A partir desse trecho, pode-se concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 573cd72d-64
  • Linguagens

    Inglês

    A Shoe Engineered to Boost Performance

    By Julia Zorthian


    Imagine a shoe that lets you run faster, pivot better and jump higher. That’s the idea behind the Futurecraft 4D, a new sneaker whose midsole can be expertly tailored to the needs of its wearers—not only in size and shape, but also in flexibility, impact type, cushioning and more. The key is the 3-D printing process, which enables the company to “look at every single square millimeter of a midsole and tune it from a performance standpoint,” says Al VanNoy, who headed the project. It would take weeks to make those modifications using traditional shoemaking methods. But the Futurecraft 4D midsoles can be printed in as little as two hours, meaning they could even be produced in stores. At least that’s a possibility for the future.


    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponı́vel em: <http://time.com>. Acesso em: 25 mar. 2018.


    Based on the text, Futurecraft 4D

    Escolha uma alternativa para a questão 573e8c0a-a5
  • Linguagens

    Inglês

    Über-Adaptable Airless Tires

    By Lisa Eadicicco


    In the future, our cars will be smart, and our tires will be smarter. For starters, it’s airless, eliminating the need to worry about pounds per square inch. It’s also made from recycled materials in an effort to reduce waste. But the most impressive feature may be its 3-D--printed treads, which can be swapped in and out to accommodate various road conditions—without changing the tire itself. The challenge will be figuring out a way to do it quickly, says Terry Gettys, who helped lead the project, “because consumers are going to want their tires [ready to go] in just a few minutes.”


    Imagem da questão de Inglês, UFU-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponı́vel em: <http://time.com>. Acesso em: 25 mar. 2018.

    One of the most innovative features of this new concept tire is that it
    Escolha uma alternativa para a questão 5741cb65-a5
  • Linguagens

    Português

    O termo oikonomía, ou economia, surgiu na Grécia Antiga para designar a arte de administrar o lar. E, durante séculos, o estado dos fenômenos relativos à produção, distribuição, acumulação e ao consumo de bens materiais simplesmente não existiu ou permaneceu limitado à esfera individual e familiar.
    [...] Com a abertura dos caminhos das Índias e das Américas, diferentes civilizações, até então isoladas, se integraram à economia europeia. Iniciava-se aí a expansão do mercado em escala mundial. Diante de tal expansão, intelectuais de várias nações europeias desenvolveram reflexões no intuito de transformar o comércio numa fonte ainda maior de riqueza. Surgiram então diferentes políticas econômicas, destinadas a orientar os governos quanto às intervenções que eventualmente deveriam efetuar, a fim de aumentar a prosperidade nacional.


    No texto apresentado, as autoras se referem à origem da palavra “economia” para
    Escolha uma alternativa para a questão 57453791-fb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, PUC - SP 2011, Coesão e coerência No primeiro parágrafo, os pronomes destacados referem-se, respectivamente, a:

    Escolha uma alternativa para a questão 57455e11-26
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I
    ‘Educação: reprovada’, um artigo de Lya Luft
    Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.
    Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?
    De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.
    Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.
    Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.
    Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?
    Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir à escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.
    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/educacao-reprovada-um-artigo-de-lya-luft/
    Segundo o texto de Lya Luft, a porcentagem de analfabetos é extremamente alta porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 57488f59-b5
  • Linguagens

    Inglês

    The questions from 26 to 29 refer to Text I.

    Imagem da questão de Inglês, UFAC 2009, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the text, the scientists and engineers are:
    Escolha uma alternativa para a questão 574ea62e-59
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I
    ‘Educação: reprovada’, um artigo de Lya Luft
    Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.
    Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?
    De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.
    Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.
    Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.
    Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?
    Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir à escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.
    http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/educacao-reprovada-um-artigo-de-lya-luft/
    Observe o período abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto de Lya Luft.

    “Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito.”


    Assinale a alternativa em que a reescritura do período não comprometa a ideia pretendida pela autora: 
    Escolha uma alternativa para a questão 574fb905-b5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF Sul - MG 2016, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Assinale a alternativa em que todas as palavras sejam acentuadas pela mesma razão que o vocábulo DOMÉSTICA.
    Escolha uma alternativa para a questão 575c5936-b5
  • Linguagens

    Português

    Levando-se em consideração o texto “Teoria do medalhão”, de Machado de Assis, quanto à estrutura e sua funcionalidade, NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 575ff122-b5