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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 377 de 950

  • Linguagens

    Português

        Custou a ir à cidade: quando foi demorou-se algumas semanas, e quando chegou, entregou a meu pai uma folha de papel escrita, dizendo-lhe:

        – Toma, e guarda, com cuidado, é a carta de liberdade de Joana. Meu pai não sabia ler, de agradecido beijou as mãos daquela fera. Abraçou-me, chorou de alegria, e guardou a suposta carta de liberdade.

        Então furtivamente eu comecei a aprender a ler, com um escravo mulato, e a viver com alguma liberdade.

        Isso durou dois anos. Meu pai morreu de repente, e, no dia imediato, meu senhor disse a minha mãe:

        – Joana que vá para o serviço, tem já sete anos, e eu não admito escrava vadia.

        Minha mãe, surpresa e confundida, cumpriu a ordem sem articular uma palavra.

        Nunca a meu pai passou pela ideia, que aquela suposta carta de liberdade era uma fraude; nunca deu a ler a ninguém; mas, minha mãe, à vista do rigor de semelhante ordem, tomou o papel, e deu-o a ler, àquele que me dava as lições. Ah! Eram umas quatro palavras sem nexo, sem assinatura, sem data! Eu também a li, quando caiu das mãos do mulato. Minha pobre mãe deu um grito, e caiu estrebuchando.


    Reis, Maria Firmina dos, 1825-1917. Úrsula e outras obras [recurso eletrônico] / Maria Firmina dos Reis. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018. – (Série prazer de ler; n. 11 e-book).


    Os discursos sexista e escravocrata, manifestações da sociedade patriarcal, denunciadas por Maria Firmina, em A Escrava, se fazem representados no trecho

    Escolha uma alternativa para a questão 645c014a-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia os Textos 1 e 2 para responder às questões de 01 a 04.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    O Texto 2 apresenta uma especifidade na construção das vozes enunciativas. O jogo interlocutivo é estabelecido com base na
    Escolha uma alternativa para a questão 645c9f32-58
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

     Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e sempre será um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio, e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado. Ele não tem futuro; o seu trabalho não é indenizado; ainda dela nos vem o opróbrio, a vergonha; porque de fronte altiva e desassombrada não podemos encarar as nações
    livres; por isso que o estigma da escravidão, pelo cruzamento das raças, estampa-se na fronte de todos nós. Embalde procurará um dentro nós convencer ao estrangeiro que em suas veias não gira uma só gota de sangue escravo...
     E depois, o caráter que nos imprime, e nos envergonha!
     O escravo é olhado por todos como vítima – e o é.

    REIS, Maria Firmina dos. A escrava. <https://www.letras.ufmg.br/literafro


    TEXTO II

    E Lentz via por toda parte o homem branco apossando-se resolutamente da terra e expulsando definitivamente o homem moreno que ali se gerara. E Lentz sorria com orgulho na perspectiva da vitória e do domínio de sua raça. Um desdém pelo mulato, em que ele exprimia o seu desprezo pela languidez, pela fatuidade e fragilidade deste, turvou-lhe a visão radiosa que a natureza do país lhe imprimira no espírito. Tudo nele era agora um sonho de grandeza e triunfo...

    ARANHA, Graça (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.
    Entre os dois textos, embora os fatos atuem em épocas diferentes, as argumentações de ambos constroem uma literatura de caráter social em que se pode identificar uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 645eb3e0-b0
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    El primer párrafo nos dice que Yuja Wang
    Escolha uma alternativa para a questão 64603ab5-b8
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

     Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e sempre será um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio, e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado. Ele não tem futuro; o seu trabalho não é indenizado; ainda dela nos vem o opróbrio, a vergonha; porque de fronte altiva e desassombrada não podemos encarar as nações
    livres; por isso que o estigma da escravidão, pelo cruzamento das raças, estampa-se na fronte de todos nós. Embalde procurará um dentro nós convencer ao estrangeiro que em suas veias não gira uma só gota de sangue escravo...
     E depois, o caráter que nos imprime, e nos envergonha!
     O escravo é olhado por todos como vítima – e o é.

    REIS, Maria Firmina dos. A escrava. <https://www.letras.ufmg.br/literafro


    TEXTO II

    E Lentz via por toda parte o homem branco apossando-se resolutamente da terra e expulsando definitivamente o homem moreno que ali se gerara. E Lentz sorria com orgulho na perspectiva da vitória e do domínio de sua raça. Um desdém pelo mulato, em que ele exprimia o seu desprezo pela languidez, pela fatuidade e fragilidade deste, turvou-lhe a visão radiosa que a natureza do país lhe imprimira no espírito. Tudo nele era agora um sonho de grandeza e triunfo...

    ARANHA, Graça (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.
    Em relação à coesão textual dos textos I e II, é correto afirmar que, no texto
    Escolha uma alternativa para a questão 64612c85-b0
  • Linguagens

    Português

    Analise a charge a seguir.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2022, Interpretação de Textos


    Estado de Minas 03-12-2021 https://www.em.com.br/app/charge/2021/12/03/interna_charge,1328062/racismo.shtml


    A charge apresenta uma crítica severa à falta de liberdade do ser humano. Há relação temática, sobretudo, evidenciada na sequência do segundo ao quarto quadrinhos com o seguinte trecho do conto A Escrava: 

    Escolha uma alternativa para a questão 6463d2e7-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto I.
    Escolha uma alternativa para a questão 6464d6a3-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension

    MALLOTE, Stan. The Painless Path to Proper English Usage: the basics of law, New York: St. Martin’s Press. 1986. 

    The option which reflects CORRECTLY the humor approach of the text “The Basics of Law” is

    Escolha uma alternativa para a questão 6466769c-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa INCORRETA sobre o entendimento de ―insegurança alimentar‖, presente no 1º e 2º parágrafos, do texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 6467beee-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Outside Magazine - Live Bravely. BEST TOWNS 2021.
    The amount of miles there was in the Atlanta BeltLine by the time the author wrote the text Atlanta, Georgia: an example of urban-outdoor balance in the face of rapid growth is
    Escolha uma alternativa para a questão 646915bc-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 646a74e9-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Outside Magazine - Live Bravely. BEST TOWNS 2021.
    The option which points out the mayor’s campaign commitment is
    Escolha uma alternativa para a questão 646bc143-b0
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    De acuerdo con las primeras líneas del texto 2,
    Escolha uma alternativa para a questão 646cf062-b8
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 646e6397-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Low-Context Versus High-Context Cultures


        If you have traveled much, perhaps you have noticed that people in various parts of the world differ in how direct and explicit their language is. You may have spent time in both low- and high-context cultures in your travels, with context here referring to the broad range of factors surrounding every act of communication.

        In a low-context culture, people are expected to be direct and to say what they mean. Individuals in lowcontext cultures prefer precise, concrete language for sending and receiving messages, and are unlikely to rely on the context of a message to determine its meaning. The United States is an example of a low-context society, as are Canada, Israel, and most northern European countries.

        In contrast, people in a high-context culture — such as Korea and the cultures of Native Americans and the Maori of New Zealand — are taught to speak in a much less direct way. In such cultures, maintaining harmony and avoiding offense are more important than expressing true feelings. Speech is more ambiguous and people convey much more of their meaning through subtle behaviors and contextual cues, such as their facial expressions and tone of voice.

        The difference between low-context and high-context cultures is evident in the ways in which people handle criticism and disagreement. In a low-context culture, a supervisor might reprimand an irresponsible employee openly, to make an example of the individual. The supervisor would probably be direct and explicit about the employee’s shortcomings, the company’s expectations for improvement, and the consequences of the employee’s failing to meet those expectations.

        In a high-context culture, however, the supervisor probably wouldn’t reprimand the employee publicly for fear that it would put the employee to shame and cause the worker to “lose face.” Criticism in high-context cultures is more likely to take place in private. The supervisor would also likely use more ambiguous language to convey what the employee was doing wrong, “talking around” the issue instead of confronting it directly. To reprimand an employee for repeated absences, for example, a supervisor might point out that responsibility to coworkers is important and that letting down the team would be cause for shame. The supervisor may never actually say that the employee needs to improve his or her attendance record. Instead, the employee would be expected to understand that message by listening to what the supervisor says and paying attention to the supervisor’s body language, tone of voice, and facial expressions.

        When people from low- and high-context cultures communicate with one another, the potential for misunderstanding is great. To appreciate that point, imagine that you’ve asked two of your friends to meet you tomorrow evening for a coffee tasting at a popular bookstore cafe. Tina, an American, says, “No, I’ve got a lot of studying to do, but thanks anyway.” Lee, who grew up in South Korea, nods his head and says, “That sounds like fun.” Thus, you’re surprised later when Lee doesn’t show up.

        How can you account for those different behaviors? The answer is that people raised in a high-context culture (such as that of South Korea) are often reluctant to say no—even when they mean no—for fear of causing offense. Another person raised in the South Korean culture might have understood from Lee’s facial expression or tone of voice that he didn’t intend to go to the coffee tasting. If you, like Tina, grew up in a low-context society, however, then you probably interpreted his answer and his nods to mean he was accepting your invitation.


    Referência Bibliográfica FLOYD, KORY. Communication Matters. New York: McGraw-Hill Education. 2018.


    The traits of a person who’s grown up in a low-context culture country is

    Escolha uma alternativa para a questão 646e7c0a-b0
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Para contener los ataques de los tiburones, las autoridades australianas
    Escolha uma alternativa para a questão 64708ada-b8
  • Linguagens

    Inglês

    The sentence in which contrasting ideas can be reflected by one of the linking words in it is
    Escolha uma alternativa para a questão 64712d26-b0