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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 503 de 950

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2022, Interpretação de Textos

    Para a adequada interpretação do texto, é necessário identificar a que informações, apresentadas previamente, correspondem algumas expressões de sentido vago e empregadas pelo autor. Isso posto, considere as seguintes afirmativas:


    1. Na expressão “para que”, linha 9, “que” é pronome relativo cujo referente é “ele próprio”.

    2. O termo destacado na expressão “trata-se”, linha 6, refere-se a “técnica de atenção”.

    3. O termo grifado na expressão “que se assemelha”, linha 12, é marca de indeterminação.

    4. “Por isso”, linha 10, estabelece relação conclusiva com o período imediatamente anterior.


    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 87ebf7d4-0b
  • Linguagens

    Português

    PORTUGUÊS

    TEXTO I 

    Depois, chegou o Natal, o Ano-Novo que passaram juntos, recusando convites dos colegas de repartição. Raul deu a Saul uma reprodução do Nascimento de Vênus, de Botticelli, que ele colocou na parede exatamente onde estivera o quadro de Van Gogh. Saul deu a Raul um disco chamado Os grandes sucessos de Dalva de Oliveira. A faixa que mais ouviram foi Nossas Vidas, prestando atenção naquele trechinho que dizia “até nossos beijos parecem beijos de quem nunca amou”.

    Foi na noite de trinta e um, aberta a champanhe na quitinete de Raul, que Saul ergueu a taça e brindou à nossa amizade que nunca vai terminar. Beberam até quase cair. Na hora de deitar, trocando a roupa no banheiro, muito bêbado, Saul falou que ia dormir nu. Raul olhou para ele e disse você tem um corpo bonito. Você também, disse Saul, e baixou os olhos. Deitaram ambos nus, um na cama atrás do guarda-roupa, outro no sofá. Quase a noite inteira, um conseguia ver a brasa acesa do cigarro do outro, furando o escuro feito um demônio de olhos incendiados. Pela manhã, Saul foi embora sem se despedir para que Raul não percebesse suas fundas olheiras.

    Quando janeiro começou, quase na época de tirarem férias — e tinham planejado, juntos, quem sabe Parati, Ouro Preto, Porto Seguro — ficaram surpresos naquela manhã em que o chefe de seção os chamou, perto do meio-dia. Fazia muito calor. Suarento, o chefe foi direto ao assunto. Tinha recebido algumas cartas anônimas. Recusou-se a mostrá-las. Pálidos, os dois ouviram expressões como "relação anormal e ostensiva", "desavergonhada aberração", "comportamento doentio", "psicologia deformada", sempre assinadas por Um Atento Guardião da Moral. Saul baixou os olhos desmaiados, mas Raul colocou-se em pé. Parecia muito alto quando, com uma das mãos apoiadas no ombro do amigo e a outra erguendo-se atrevida no ar, conseguiu ainda dizer a palavra nunca, antes que o chefe, entre coisas como a-reputação-de-nossa-firma ou tenho-que-zelar-pela-moral-dos-meus-funcionários, declarasse frio: os senhores estão despedidos.

    Esvaziaram lentamente cada um a sua gaveta, a sala deserta na hora do almoço, sem se olharem nos olhos.O sol de verão escaldava o tampo de metal das mesas. Raul guardou no grande envelope pardo um par de olhos enormes, sem íris nem pupilas, presente de Saul, que guardou no seu grande envelope pardo, com algumas manchas de café, a letra de Tú Me Acostumbraste, escrita à mão por Raul numa tarde qualquer de agosto e com algumas manchas de café. Desceram juntos pelo elevador, em silêncio.

    Mas quando saíram pela porta daquele prédio grande e antigo, parecido com uma clínica ou uma penitenciária, vistos de cima pelos colegas todos postos na janela, a camisa branca de um, a azul do outro, estavam ainda mais altos e mais altivos. Demoraram alguns minutos na frente do edifício. Depois apanharam o mesmo táxi, Raul abrindo a porta para que Saul entrasse. Ai-ai! alguém gritou da janela. Mas eles não ouviram. O táxi já tinha dobrado a esquina.

    Pelas tardes poeirentas daquele resto de janeiro, quando o sol parecia a gema de um enorme ovo frito no azul sem nuvens no céu, ninguém mais conseguiu trabalhar em paz na repartição. Quase todos ali dentro tinham a nítida sensação de que seriam infelizes para sempre. E foram.


    ABREU, Caio Fernando. Morangos mofados. Rio de Janeiro: Agir, 2005. 


    A estrutura sintática é uma importante ferramenta na organização e na progressão do texto. Considerando a organização sintática do segundo parágrafo do Texto I, é INCORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 87ed7815-cd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2022, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa que recupera a tese central do texto de Byung-Chul Han.
    Escolha uma alternativa para a questão 87eed074-0b
  • Linguagens

    Português

    PORTUGUÊS

    TEXTO I 

    Depois, chegou o Natal, o Ano-Novo que passaram juntos, recusando convites dos colegas de repartição. Raul deu a Saul uma reprodução do Nascimento de Vênus, de Botticelli, que ele colocou na parede exatamente onde estivera o quadro de Van Gogh. Saul deu a Raul um disco chamado Os grandes sucessos de Dalva de Oliveira. A faixa que mais ouviram foi Nossas Vidas, prestando atenção naquele trechinho que dizia “até nossos beijos parecem beijos de quem nunca amou”.

    Foi na noite de trinta e um, aberta a champanhe na quitinete de Raul, que Saul ergueu a taça e brindou à nossa amizade que nunca vai terminar. Beberam até quase cair. Na hora de deitar, trocando a roupa no banheiro, muito bêbado, Saul falou que ia dormir nu. Raul olhou para ele e disse você tem um corpo bonito. Você também, disse Saul, e baixou os olhos. Deitaram ambos nus, um na cama atrás do guarda-roupa, outro no sofá. Quase a noite inteira, um conseguia ver a brasa acesa do cigarro do outro, furando o escuro feito um demônio de olhos incendiados. Pela manhã, Saul foi embora sem se despedir para que Raul não percebesse suas fundas olheiras.

    Quando janeiro começou, quase na época de tirarem férias — e tinham planejado, juntos, quem sabe Parati, Ouro Preto, Porto Seguro — ficaram surpresos naquela manhã em que o chefe de seção os chamou, perto do meio-dia. Fazia muito calor. Suarento, o chefe foi direto ao assunto. Tinha recebido algumas cartas anônimas. Recusou-se a mostrá-las. Pálidos, os dois ouviram expressões como "relação anormal e ostensiva", "desavergonhada aberração", "comportamento doentio", "psicologia deformada", sempre assinadas por Um Atento Guardião da Moral. Saul baixou os olhos desmaiados, mas Raul colocou-se em pé. Parecia muito alto quando, com uma das mãos apoiadas no ombro do amigo e a outra erguendo-se atrevida no ar, conseguiu ainda dizer a palavra nunca, antes que o chefe, entre coisas como a-reputação-de-nossa-firma ou tenho-que-zelar-pela-moral-dos-meus-funcionários, declarasse frio: os senhores estão despedidos.

    Esvaziaram lentamente cada um a sua gaveta, a sala deserta na hora do almoço, sem se olharem nos olhos.O sol de verão escaldava o tampo de metal das mesas. Raul guardou no grande envelope pardo um par de olhos enormes, sem íris nem pupilas, presente de Saul, que guardou no seu grande envelope pardo, com algumas manchas de café, a letra de Tú Me Acostumbraste, escrita à mão por Raul numa tarde qualquer de agosto e com algumas manchas de café. Desceram juntos pelo elevador, em silêncio.

    Mas quando saíram pela porta daquele prédio grande e antigo, parecido com uma clínica ou uma penitenciária, vistos de cima pelos colegas todos postos na janela, a camisa branca de um, a azul do outro, estavam ainda mais altos e mais altivos. Demoraram alguns minutos na frente do edifício. Depois apanharam o mesmo táxi, Raul abrindo a porta para que Saul entrasse. Ai-ai! alguém gritou da janela. Mas eles não ouviram. O táxi já tinha dobrado a esquina.

    Pelas tardes poeirentas daquele resto de janeiro, quando o sol parecia a gema de um enorme ovo frito no azul sem nuvens no céu, ninguém mais conseguiu trabalhar em paz na repartição. Quase todos ali dentro tinham a nítida sensação de que seriam infelizes para sempre. E foram.


    ABREU, Caio Fernando. Morangos mofados. Rio de Janeiro: Agir, 2005. 


    Denotação e conotação são duas estratégias por meio das quais se ativam o jogo de sentidos proporcionados pelo uso das palavras no texto. O fragmento do Texto I em que se faz uso da linguagem conotativa é:
    Escolha uma alternativa para a questão 87f1235c-cd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFPR 2022, Interpretação de Textos

    Considere as seguintes sequências extraídas do texto:


    O excesso de positividade se manifesta também como excesso de estímulos [...];
    A multitarefa está amplamente disseminada entre os animais em estado selvagem.


    Assinale a alternativa cujos termos podem substituir, respectivamente, os vocábulos grifados, na acepção que lhes confere o texto. 
    Escolha uma alternativa para a questão 87f1a3c9-0b
  • Linguagens

    Português

    PORTUGUÊS

    TEXTO I 

    Depois, chegou o Natal, o Ano-Novo que passaram juntos, recusando convites dos colegas de repartição. Raul deu a Saul uma reprodução do Nascimento de Vênus, de Botticelli, que ele colocou na parede exatamente onde estivera o quadro de Van Gogh. Saul deu a Raul um disco chamado Os grandes sucessos de Dalva de Oliveira. A faixa que mais ouviram foi Nossas Vidas, prestando atenção naquele trechinho que dizia “até nossos beijos parecem beijos de quem nunca amou”.

    Foi na noite de trinta e um, aberta a champanhe na quitinete de Raul, que Saul ergueu a taça e brindou à nossa amizade que nunca vai terminar. Beberam até quase cair. Na hora de deitar, trocando a roupa no banheiro, muito bêbado, Saul falou que ia dormir nu. Raul olhou para ele e disse você tem um corpo bonito. Você também, disse Saul, e baixou os olhos. Deitaram ambos nus, um na cama atrás do guarda-roupa, outro no sofá. Quase a noite inteira, um conseguia ver a brasa acesa do cigarro do outro, furando o escuro feito um demônio de olhos incendiados. Pela manhã, Saul foi embora sem se despedir para que Raul não percebesse suas fundas olheiras.

    Quando janeiro começou, quase na época de tirarem férias — e tinham planejado, juntos, quem sabe Parati, Ouro Preto, Porto Seguro — ficaram surpresos naquela manhã em que o chefe de seção os chamou, perto do meio-dia. Fazia muito calor. Suarento, o chefe foi direto ao assunto. Tinha recebido algumas cartas anônimas. Recusou-se a mostrá-las. Pálidos, os dois ouviram expressões como "relação anormal e ostensiva", "desavergonhada aberração", "comportamento doentio", "psicologia deformada", sempre assinadas por Um Atento Guardião da Moral. Saul baixou os olhos desmaiados, mas Raul colocou-se em pé. Parecia muito alto quando, com uma das mãos apoiadas no ombro do amigo e a outra erguendo-se atrevida no ar, conseguiu ainda dizer a palavra nunca, antes que o chefe, entre coisas como a-reputação-de-nossa-firma ou tenho-que-zelar-pela-moral-dos-meus-funcionários, declarasse frio: os senhores estão despedidos.

    Esvaziaram lentamente cada um a sua gaveta, a sala deserta na hora do almoço, sem se olharem nos olhos.O sol de verão escaldava o tampo de metal das mesas. Raul guardou no grande envelope pardo um par de olhos enormes, sem íris nem pupilas, presente de Saul, que guardou no seu grande envelope pardo, com algumas manchas de café, a letra de Tú Me Acostumbraste, escrita à mão por Raul numa tarde qualquer de agosto e com algumas manchas de café. Desceram juntos pelo elevador, em silêncio.

    Mas quando saíram pela porta daquele prédio grande e antigo, parecido com uma clínica ou uma penitenciária, vistos de cima pelos colegas todos postos na janela, a camisa branca de um, a azul do outro, estavam ainda mais altos e mais altivos. Demoraram alguns minutos na frente do edifício. Depois apanharam o mesmo táxi, Raul abrindo a porta para que Saul entrasse. Ai-ai! alguém gritou da janela. Mas eles não ouviram. O táxi já tinha dobrado a esquina.

    Pelas tardes poeirentas daquele resto de janeiro, quando o sol parecia a gema de um enorme ovo frito no azul sem nuvens no céu, ninguém mais conseguiu trabalhar em paz na repartição. Quase todos ali dentro tinham a nítida sensação de que seriam infelizes para sempre. E foram.


    ABREU, Caio Fernando. Morangos mofados. Rio de Janeiro: Agir, 2005. 


    Partindo do Texto I e considerando, em seu conjunto, a obra Morangos Mofados de Caio Fernando Abreu, está INCORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 87f50cc2-cd
  • Linguagens

    Português

    Revelação do subúrbio

    Quando vou para Minas, gosto de ficar de pé, contra a[vidraça do carro*,vendo o subúrbio passar.O subúrbio todo se condensa para ser visto depressa, com medo de não repararmos suficientemente em suas luzes que mal têm tempo de brilhar.A noite come o subúrbio e logo o devolve, ele reage, luta, se esforça,até que vem o campo onde pela manhã repontam laranjais e à noite só existe a tristeza do Brasil. Em consonância com uma das linhas temáticas principais de Sentimento do mundo, o vivo interesse que, no poema, o eu lírico manifesta pela paisagem contemplada prende-se, sobretudo, ao fato de o subúrbio ser.
    Escolha uma alternativa para a questão 87f76330-ab
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    – Puxa vida! Este Cabo Viloso é homem até debaixo d’água!
    – Arre, égua! Este sim, tem coragem de mamar em onça!
    A bem da verdade, eu nunca soube se, naquele momento eles aplaudiam o cabo por sua postura empombada, ou se pilheriavam às suas costas. Será que botavam fogo no coitado, fingindo enaltecer-lhe a bravura? Em Contendas do Papudo, o que não falta é cabra safado e gaiato. DANTAS, Francisco J. C. Cabo Josino Viloso. São Paulo: Planeta, 2005.


    No Texto II, o emprego das expressões “arre, égua”, “coragem de mamar em onça” e “cabra safado” contribui para: 

    Escolha uma alternativa para a questão 87f87c92-cd
  • Linguagens

    Português

    A fronteira tênue entre heróis e vilões


           O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

          Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

          Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.


    (MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. Adaptado.)
    Os termos sublinhados no texto – “antagonista”, “revogar” e “alcunha” – podem ser respectivamente substituídos, sem prejuízo de sentido, por: 
    Escolha uma alternativa para a questão 87ff78ff-0b
  • Linguagens

    Português

    A fronteira tênue entre heróis e vilões


           O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

          Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

          Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio.


    (MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. Adaptado.)
    Considere o primeiro parágrafo do texto:


    O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.


    Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que caracteriza a relação semântica que a conjunção sublinhada estabelece entre as orações conectadas. 
    Escolha uma alternativa para a questão 88050395-0b
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema a seguir.


    Imagem da questão de Português, UFPR 2022, Interpretação de Textos


    Considerando esse poema e a integralidade da obra de que foi retirado, assinale a alternativa correta. 

    Escolha uma alternativa para a questão 88155788-0b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2011, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Ataliba T. de Castilho, em sua Nova gramática do português brasileiro, ao discorrer sobre os tempos verbais, associa o presente à dissertação, e os tempos do passado (pretérito perfeito, pretérito imperfeito e pretérito mais-que-perfeito) à narrativa, que pode ser de situação e de ação. Observe o que se diz sobre os verbos do texto.

    I. Por meio do uso do pretérito imperfeito do indicativo, o enunciador reporta-se, no texto, a acontecimentos que estariam em curso no passado.

    II. No texto, informações passadas pelo pretérito imperfeito do indicativo configuram uma narrativa de situação, a qual funciona como “moldura ao evento central”.

    III. O pretérito perfeito do indicativo, que aparece entre as linhas 43 e 46, configura o que se chama narrativa de ação e apresenta fatos do passado em relação ao momento da enunciação.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 88226345-a5
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2011, Sinônimos | Synonyms

    Mark the CORRECT statement concerning the meanings of the words extracted from the text.

    Escolha uma alternativa para a questão 88417cdd-25
  • Linguagens

    Inglês

    Considere a charge.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A charge, referente ao ambiente de trabalho, mostra um chefe sugerindo que seu funcionário

    Escolha uma alternativa para a questão 884dd2cb-b2
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2017, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2017, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2017, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 14-15.
    Considere as afirmações abaixo, a respeito dos tempos verbais utilizados no texto.

    I - Os verbos “apresenta” (l. 02) e “seja” (l. 23) estão conjugados no mesmo tempo e modo.
    II - Todos os verbos do primeiro parágrafo estão conjugados no presente do indicativo.
    III - Os verbos “foram” (l. 06) e “espalhou” (l. 12) estão conjugados no mesmo tempo e modo.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 88524a01-b6
  • Linguagens

    Português

    NSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://www.meusdicionarios.com.br/humildade>. Acesso em: 09 ago. 2016.

    Assinale a única alternativa correta, conforme o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 885d0d24-b6
  • Linguagens

    Português

    NSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://www.meusdicionarios.com.br/humildade>. Acesso em: 09 ago. 2016.

    Em qual das alternativas o vocábulo substitui convenientemente “eufemismo” (l. 15)?
    Escolha uma alternativa para a questão 8860dbe9-b6
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Figura 2 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Figura 3 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Figura 4 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

           Figura 5 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Texto adaptado, de Ana Torres Menárguez, publicado en El País, el 18/07/2016.

    El tema del artículo es
    Escolha uma alternativa para a questão 8865891c-f8
  • Linguagens

    Português

    NSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2017, Crase

    Disponível em: <http://www.meusdicionarios.com.br/humildade>. Acesso em: 09 ago. 2016.

    Observe atentamente as afirmações.

    I - O verbo “passou” (l. 04) tem como sujeito “o significado de humildade” (l. 02-03).

    II - A expressão “que possui” (l. 07) poderia ser substituída por “de”, sem que houvesse mudança de sentido no texto.

    III - A passagem “ao português” (l. 05) poderia ser substituída por “à Língua Portuguesa”, desde que indicada a crase.


    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão 88685112-b6
  • Linguagens

    Espanhol

    Figura 1 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Conjunções | Conjunciones

    Figura 2 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Conjunções | Conjunciones

    Figura 3 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Conjunções | Conjunciones

    Figura 4 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Conjunções | Conjunciones

           Figura 5 de 5 da questão de Espanhol, PUC - RJ 2019, Conjunções | Conjunciones

    Texto adaptado, de Ana Torres Menárguez, publicado en El País, el 18/07/2016.

    La conjunción sino en “No es una metodología, sino un conjunto…” (líneas 19-20) se puede reemplazar por
    Escolha uma alternativa para a questão 88692c4f-f8