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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 72 de 950

  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    As funções da linguagem relacionam-se conceitualmente à ideia de que, nas diversas situações de comunicação, um dos seis elementos que compõem esse processo – a saber, emissor, receptor, mensagem, código, referente e canal – prevalece sobre os demais. Em relação ao texto acima, no tocante a esse fenômeno, indique a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 163c339d-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    Em vista da intenção do autor – refletir sobre o uso da expressão “dito-cujo” –, o texto se organiza linguisticamente observando certas propriedades de estilo. Quanto a essas propriedades, apenas está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 164001fb-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Com relação ao estilo da linguagem presente no conto de Dalton Trevisan, NÃO é lícito dizer que
    Escolha uma alternativa para a questão 1641c9ee-cb
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    Minha vida


    Minha vida

    não é tempo que corre

    do meu natal

    à minha morte


    Minha vida é o meu dia de natal

    - Dia da minha morte


    In: COOPER, Jorge. Poesia Completa.

    Maceió: Cepal, 2010, p. 41.

    Qual das afirmações a seguir dialoga, em seu sentido, com a visão do eu-lírico do poema “Minha vida”?
    Escolha uma alternativa para a questão 16435e2d-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Pela leitura atenta do texto, depreende-se que o propósito principal do autor é o de mostrar que
    Escolha uma alternativa para a questão 16462d11-cb
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    Minha vida


    Minha vida

    não é tempo que corre

    do meu natal

    à minha morte


    Minha vida é o meu dia de natal

    - Dia da minha morte


    In: COOPER, Jorge. Poesia Completa.

    Maceió: Cepal, 2010, p. 41.

    No poema, aparecem os vocábulos “vida” e “morte”, que, sendo antônimos, contribuem para o desfecho paradoxal expresso nos dois últimos versos. Quanto às relações semânticas dos pares de palavras abaixo, qual das alternativas apresenta um erro?
    Escolha uma alternativa para a questão 1646d5e1-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Coesão e coerência

    No conto, o pronome lhe recupera, muitas vezes, o referente “Dario” para evitar repetições do nome da personagem principal. Atente às seguintes afirmações sobre o uso deste pronome no texto:


    I. A ocorrência do lhe no enunciado “Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta” (linhas 15-16), tem a mesma função sintática e textual do uso do lhe em “Quando lhe retiraram os sapatos”. (linha 17)

    II. Em “Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca” (linhas 17-19), pode-se acrescentar o lhe ao segundo período (“surgiram-lhe no canto da boca”) que terá função sintática e textual semelhante à do emprego deste pronome utilizado em “Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta”. (linhas 15-16)

    III. No enunciado “Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las” (linhas 42-44), o pronome lhe não está relacionado sintaticamente ao verbo “cobrir”, mas ao substantivo “rosto”, indicando a ideia de posse.

    IV. O pronome lhe utilizado nos enunciados “Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis” (linhas 50-51) e “Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça” (linhas 73-74) só pôde ser usado, nestes casos, porque se retoma um referente do gênero masculino no singular.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 164988ab-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Marque abaixo a única alternativa que não está de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 164c83f5-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Há várias passagens do conto em que o narrador procura mostrar o descaso das pessoas diante do ataque e da morte de Dario. Assinale a opção que corresponde ao trecho do conto que NÃO revela este descaso.
    Escolha uma alternativa para a questão 164d0467-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UDESC 2010, Interpretação de Textos

    No Texto 4, o autor faz um retrato da cachorra Baleia: apreendendo os elementos em uma ordem coerente, caracteriza-os objetivamente, para transmitir sentimento.

    Em relação a isso, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 164dead5-73
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Ainda que o Menino Maluquinho tenha dado à professora a desculpa de que seu modo de falar fora “só gíria”, suas palavras, no segundo quadro da tira “A palavra é gíria”, só não sugerem
    Escolha uma alternativa para a questão 16502338-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Sobre o uso do verbo dicendi na introdução da fala das personagens no conto de Dalton Trevisan, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 16504c4a-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Na estruturação semântica do conto Uma vela para Dario, há várias oposições de sentido, como as estabelecidas pelos pares de termos apresentados a seguir. Assinale a opção cuja oposição de sentido NÃO faz parte da estruturação semântica desse conto.
    Escolha uma alternativa para a questão 16539487-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Análise sintática

    No enunciado “Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver” (linhas 20-21), a oração destacada mantém com as orações anteriores uma relação sintático-semântica de
    Escolha uma alternativa para a questão 16571cc7-cb
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Todos os alunos demonstram alegria com o anúncio da professora, entretanto, pelo terceiro quadrinho, esta só parece se aborrecer com o comportamento do Menino Maluquinho porque
    Escolha uma alternativa para a questão 1658272d-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    No conto, há duas classes de pessoas que interagem com Dario: os indiferentes e os solidários. Atente ao que se diz a seguir sobre estes dois grupos de personagens, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.


    ( ) Para marcar linguisticamente a classe dos indiferentes, o contista faz uso, geralmente, de expressões com plural ou com pronome indefinido.

    ( ) Para descrever a classe dos solidários, o narrador emprega, algumas vezes, substantivos seguidos de artigo definido ou de adjetivos/expressões adjetivas.

    ( ) O contista narra inúmeras tentativas para auxiliar Dario, destacando, em relação aos indiferentes, um maior predomínio, no texto, de pessoas solidárias com a dor e o sofrimento do pobre homem.

    ( ) Há um tom marcadamente trágico presente no desfecho do conto, ao se mostrar, entre as pessoas solidárias, um senhor piedoso e um menino negro sem chinelos que pareciam, em pleno espaço público da rua em uma noite chuvosa, preparar os rituais da cerimônia do velório e do sepultamento do corpo de Dario.


    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 165b28ef-cb
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        Clifford the Big Red Dog looks fabulous on an iPad. He sounds good, too — tap the screen and hear him pant as a blue truck roars into the frame. “Go, truck, go!” cheers the narrator. But does this count as story time? Or is it just screen time for babies? It is a question that parents, pediatricians and researchers are struggling to answer as children’s books, just like all the other ones, migrate to digital media.

       

         For years, child development experts have advised parents to read to their children early and often, citing studies showing its linguistic, verbal and social benefits. In June, the American Academy of Pediatrics advised doctors to remind parents at every visit that they should read to their children from birth, prescribing books as enthusiastically as vaccines and vegetables.

       

         On the other hand, the academy strongly recommends no screen time for children under 2, and less than two hours a day for older children. 

       

         At a time when reading increasingly means swiping pages on a device, and app stores are bursting with reading programs and learning games aimed at infants and preschoolers, which bit of guidance should parents heed? 

       

         The answer, researchers say, is not yet entirely clear. “We know how children learn to read,” said Kyle Snow, the applied research director at the National Association for the Education of Young Children. “But we don’t know how that process will be affected by digital technology.” 

       

         Part of the problem is the newness of the devices. Tablets and e-readers have not been in widespread use long enough for the sorts of extended studies that will reveal their effects on learning.

       

         Dr. Pamela High, the pediatrician who wrote the June policy for the pediatrics group, said electronic books were intentionally not addressed. “We tried to do a strongly evidence-based policy statement on the issue of reading starting at a very young age,” she said. “And there isn’t any data, really, on e-books.”

       

        But a handful of new studies suggest that reading to a child from an electronic device undercuts the dynamic that drives language development. “There’s a lot of interaction when you’re reading a book with your child,” Dr. High said. “You’re turning pages, pointing at pictures, talking about the story. Those things are lost somewhat when you’re using an e-book.”

       

         In a 2013 study, researchers found that children ages 3 to 5 whose parents read to them from an electronic book had lower reading comprehension than children whose parents used traditional books. Part of the reason, they said, was that parents and children using an electronic device spent more time focusing on the device itself than on the story (a conclusion shared by at least two other studies).

     

         “Parents were literally putting their hands over the kids’ hands and saying, ‘Wait, don’t press the button yet. Finish this up first,’ ” said Dr. Julia Parish-Morris, a developmental psychologist at Children’s Hospital of Philadelphia and the lead author of the 2013 study that was conducted at Temple University. Parents who used conventional books were more likely to engage in what education researchers call “dialogic reading,” the sort of back-and-forth discussion of the story and its relation to the child’s life that research has shown are key to a child’s linguistic development.

       

         Complicating matters is that fewer and fewer children’s e-books can strictly be described as books, say researchers. As technology evolves, publishers are adding bells and whistles that encourage detours. “What we’re really after in reading to our children is behavior that sparks a conversation,” said Kathy Hirsh-Pasek, a professor of psychology at Temple and co-author of the 2013 study. “But if that book has things that disrupt the conversation, like a game plopped right in the middle of the story, then it’s not offering you the same advantages as an old-fashioned book.”

       

         Of course, e-book publishers and app developers point to interactivity as an educational advantage, not a distraction. Many of those bells and whistles — Clifford’s bark, the sleepy narration of “Goodnight Moon,” the appearance of the word “ham” when a child taps the ham in the Green Eggs and Ham app — help the child pick up language, they say.

       

         There is some evidence to bear out those claims, at least in relation to other technologies. A study by the University of Wisconsin in 2013 found that 2-year-olds learned words faster with an interactive app as opposed to one that required no action.

       

         But when it comes to learning language, researchers say, no piece of technology can substitute for a live instructor — even if the child appears to be paying close attention.

     

         Patricia K. Kuhl, a director of the Institute for Learning and Brain Sciences at the University of Washington, led a study in 2003 that compared a group of 9-month-old babies who were addressed in Mandarin by a live instructor with a group addressed in Mandarin by an instructor on a DVD. Children in a third group were exposed only to English.

     

        “The way the kids were staring at the screen, it seemed obvious they would learn better from the DVDs,” she said. But brain scans and language testing revealed that the DVD group “learned absolutely nothing,” Dr. Kuhl said. “Their brain measures looked just like the control group that had just been exposed to English. 

       

         The only group that learned was the live social interaction group.” In other words, “it’s being talked with, not being talked at,” that teaches children language, Dr. Hirsh-Pasek said. 

       

         Similarly, perhaps the biggest threat posed by e-books that read themselves to children, or engage them with games, is that they could lull parents into abdicating their educational responsibilities, said Mr. Snow of the National Association for the Education of Young Children. 

     

        “There’s the possibility for e-books to become the TV babysitters of this generation,” he said. “We don’t want parents to say, ‘There’s no reason for me to sit here and turn pages and tell my child how to read the word, because my iPad can do it.’ ” 

       

         But parents may find it difficult to avoid resorting to tablets. Even literacy advocates say the guidelines can be hard to follow, and that allowing limited screen time is not high on the list of parental missteps. “You might have an infant and think you’re down with the A.A.P. guidelines, and you don’t want your baby in front of a screen, but then you have a grandparent on Skype,” Mr. Snow said. “Should you really be tearing yourself apart? Maybe it’s not the world’s worst thing.” 

       

         “The issue is when you’re in the other room and Skyping with the baby cause he likes it,” he said. Even if screen time is here to stay as a part of American childhood, good old-fashioned books seem unlikely to disappear anytime soon. Parents note that there is an emotional component to paper-andink storybooks that, so far, does not seem to extend to their electronic counterparts, however engaging. 

    From: www.nytimes.com, OCT. 11, 2014 

    One of the difficulties to determine how digital technologies will affect the reading process is the fact that
    Escolha uma alternativa para a questão 165bb955-b8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Considerando os elementos que compõem a narrativa literária do conto Uma vela para Dario, atente para as seguintes assertivas:


    I. O enredo do conto está construído com uma sequência temporal marcada pela organização lógica em que um fato desencadeia outros fatos, numa relação de causa e efeito.

    II. O espaço pode ser considerado o elemento do conto mais explorado na narrativa, pois é nele em que se desenvolve todo o enredo sobre o sofrimento e a morte trágica de Dario.

    III. O autor do conto é um narrador onisciente que conta a estória em terceira pessoa, observando de longe os fatos e demonstrando conhecer os pensamentos e sentimentos das personagens ao longo de toda a narrativa.

    IV. O enredo do conto dá mais importância às ações narradas do que propriamente a nomes ou a características das personagens.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 165e7c83-cb
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2005, Interpretação de texto | Reading comprehension O estudo descobriu que, em crianças com menos de cinco anos de idade,
    Escolha uma alternativa para a questão 165fce81-29
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Sobre o uso de elementos gramaticais no conto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 1662039c-cb