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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 270 de 950

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2021, Interpretação de Textos

    LICHTENSTEIN, R. Garota com bola. Óleo sobre tela, 153 cm x 91,9 cm.

    Museu de Arte Moderna de Nova York, 1961.


    Disponível em: www.moma.org. Acesso em: 4 dez. 2018. 


    A obra, da década de 1960, pertencente ao movimento artístico Pop Art, explora a beleza e a sensualidade do corpo feminino em uma situação de divertimento. Historicamente, a sociedade inventou e continua reinventando o corpo como objeto de intervenções sociais, buscando atender aos valores e costumes de cada época. Na reprodução desses preceitos, a erotização do corpo feminino tem sido constituída pela 

    Escolha uma alternativa para a questão 3098c190-57
  • Linguagens

    Português

    O pavão vermelho

    Ora, a alegria, este pavão vermelho,
    está morando em meu quintal agora.
    Vem pousar como um sol em meu joelho
    quando é estridente em meu quintal a aurora.

    Clarim de lacre, este pavão vermelho
    sobrepuja os pavões que estão lá fora.
    É uma festa de púrpura. E o assemelho
    a uma chama do lábaro da aurora.

    É o próprio doge a se mirar no espelho.
    E a cor vermelha chega a ser sonora
    neste pavão pomposo e de chavelho.

    Pavões lilases possuí outrora.
    Depois que amei este pavão vermelho,
    os meus outros pavões foram-se embora.

    Costa, S. Poesia completa: Sosígenes Costa. Salvador: Conselho Estadual de Cultura, 2001.
    Na construção do soneto, as cores representam um recurso poético que configura uma imagem com a qual o eu lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 30960e9d-57
  • Linguagens

    Português

    Se for possível, manda-me dizer:
    — É lua cheia. A casa está vazia —
    Manda-me dizer, e o paraíso
    Há de ficar mais perto, e mais recente
    Me há de parecer teu rosto incerto.
    Manda-me buscar se tens o dia
    Tão longo como a noite. Se é verdade
    Que sem mim só vês monotonia.
    E se te lembras do brilho das marés
    De alguns peixes rosados
    Numas águas
    E dos meus pés molhados, manda-me dizer:
    — É lua nova —
    E revestida de luz te volto a ver.

    HILST, H. Júbilo, memória, noviciado da paixão. São Paulo: Cia. das Letras, 2018. 
    Falando ao outro, o eu lírico revela-se vocalizando um desejo que remete ao
    Escolha uma alternativa para a questão 308d27c0-57
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2021, Interpretação de Textos

    LEMOS, A. Artistas brasileiras. Belo Horizonte: Miguilim, 2018. 

    O que assegura o reconhecimento desse texto em quadrinhos como prefácio é o(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 307e3ff6-57
  • Linguagens

    Português

    Estojo escolar

    Rio de Janeiro — Noite dessas, ciscando num desses canais a cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrônicas, bastava telefonar e eu receberia um notebook capaz de me ajudar a fabricar um navio, uma estação espacial.
         […] Como pretendo viajar esses dias, habilitei-me a comprar aquilo que os caras anunciavam como o top do top em matéria de computador portátil.
        No sábado, recebi um embrulho complicado que necessitava de um manual de instruções para ser aberto.
       […] De repente, como vem acontecendo nos últimos tempos, houve um corte na memória e vi diante de mim o meu primeiro estojo escolar. Tinha 5 anos e ia para o jardim de infância.
        Era uma caixinha comprida, envernizada, com uma tampa que corria nas bordas do corpo principal. Dentro, arrumados em divisões, havia lápis coloridos, um apontador, uma lapiseira cromada, uma régua de 20 cm e uma borracha para apagar meus erros.
        […] Da caixinha vinha um cheiro gostoso, cheiro que nunca esqueci e que me tonteava de prazer.[…]
        O notebook que agora abro é negro e, em matéria de cheiro, é abominável. Cheira vilmente a telefone celular, a cabine de avião, a aparelho de ultrassonografia onde outro dia uma moça veio ver como sou por dentro. Acho que piorei de estojo e de vida.

    CONY, C. H. Crônicas para ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2009 (adaptado).
    No texto, há marcas da função da linguagem que nele predomina. Essas marcas são responsáveis por colocar em foco o(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 307b1275-57
  • Linguagens

    Português

    Thumbs Up

        Ponto positivo para o Facebook, que vai dar uma ajeitada na casa para, quem sabe, não ser mais conhecido como o espaço da treta. Durante a F8, sua conferência anual, a empresa anunciou a maior mudança de design do serviço em 5 anos. Agora, o polêmico feed de notícias deixa de ser o protagonista, e o queridinho da rede social se torna o segmento de Grupos (é o Orkut fazendo escola?). Segundo Mark Zuckerberg, mais de 1 bilhão de usuários mensais entram nessa aba do aplicativo, e 400 mil deles já estão integrados em grupos de “assuntos significativos”. O objetivo agora é aumentar o tráfego, oferecendo mais sugestões e ferramentas especiais para quem gerencia essas comunidades. Além disso, o Marketplace, que já tem mais de 800 milhões de usuários, vai ganhar mais atenção e integração. Com isso, parece que há um novo padrão se montando na rede social: sai o feed, entra a segmentação, que pode ser uma boa porta para monetização nos próximos anos. No mesmo evento, Zuckerberg também disse que o futuro do Facebook é a privacidade, mas não deu muitos detalhes de como vai proteger seus clientes daqui para frente. Evitar que vazamentos de dados dos usuários aconteçam é um bom começo.

    #FicaaDica

    Disponível em: https://thebrief.us16.list-manage.com. Acesso em: 3 maio 2019 (adaptado)
    O texto relata que uma rede social virtual realizará sua maior mudança de design dos últimos anos. Esse fato revela que as tecnologias de informação e comunicação
    Escolha uma alternativa para a questão 306f30f4-57
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

        Correu à sala dos retratos, abriu o piano, sentou-se e espalmou as mãos no teclado. Começou a tocar alguma coisa própria, uma inspiração real e pronta, uma polca, uma polca buliçosa, como dizem os anúncios. Nenhuma repulsa da parte do compositor; os dedos iam arrancando as notas, ligando-as, meneando-as; dir-se-ia que a musa compunha e bailava a um tempo. […] Compunha só, teclando ou escrevendo, sem os vãos esforços da véspera, sem exasperação, sem nada pedir ao céu, sem interrogar os olhos de Mozart. Nenhum tédio. Vida, graça, novidade, escorriam-lhe da alma como de uma fonte perene.

    ASSIS, M. Um homem célebre. Disponível em: www.biblio.com.br. Acesso em: 2 jun. 2019.


    TEXTO II

        Um homem célebre expõe o suplício do músico popular que busca atingir a sublimidade da obra-prima clássica, e com ela a galeria dos imortais, mas que é traído por uma disposição interior incontrolável que o empurra implacavelmente na direção oposta. Pestana, célebre nos saraus, salões, bailes e ruas do Rio de Janeiro por suas composições irresistivelmente dançantes, esconde-se dos rumores à sua volta num quarto povoado de ícones da grande música europeia, mergulha nas sonatas do classicismo vienense, prepara-se para o supremo salto criativo e, quando dá por si, é o autor de mais uma inelutável e saltitante polca.

    WISNIK, J. M. Machado maxixe: o caso Pestana. Teresa: revista de literatura brasileira, 2004 (adaptado).
    O conto de Machado de Assis faz uma referência velada ao maxixe, gênero musical inicialmente associado à escravidão e à mestiçagem. No Texto II, o conflito do personagem em compor obras do gênero é representativo da 
    Escolha uma alternativa para a questão 304a0d62-57
  • Linguagens

    Português

    A crise dos refugiados imortalizada para sempre no fundo do mar
    Imagem da questão de Português, ENEM 2021, Interpretação de Textos
    TAYLOR, J. C. A balsa de Lampedusa. Instalação. Museu Atlântico, Lanzarote, Canárias, 2016 (detalhe). 

        A balsa de Lampedusa, nome da obra do artista britânico Jason de Caires Taylor, é uma das instalações criadas por ele para compor o acervo do primeiro museu submarino da Europa, o Museu Atlântico, localizado em Lanzarote, uma das ilhas do arquipélago das Canárias.
        Lampedusa é o nome da ilha italiana onde a grande maioria dos refugiados que saem da África ou de países como Síria, Líbano e Iraque tenta chegar para conseguir asilo no continente europeu.
        As esculturas do Museu Atlântico ficam a 14 metros de profundidade nas águas cristalinas de Lanzarote.
      Na balsa, estão dez pessoas. Todas têm no rosto a expressão do abandono. Entre elas, há algumas crianças. Uma delas, uma menina debruçada sobre a beira do bote, olha sem esperança o horizonte. A imagem é tão forte que dispensa qualquer palavra. Exatamente o papel da arte.

    Disponível em: http://conexaoplaneta.com.br. Acesso em: 22 jun. 2019 (adaptado).

    Além de apresentar ao público a obra A balsa de Lampedusa, essa reportagem cumpre, paralelamente, a função de chamar a atenção para
    Escolha uma alternativa para a questão 30477d6c-57
  • Linguagens

    Português

        Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.

        É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.

        Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 — e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.

        Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato.

        “Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores, ou seja, versos de sete sílabas poéticas. O trecho também é o refrão da música.

        O Pedro mencionado é o imperador Dom Pedro II. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano— o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.

    Disponível em: www.revistaprosaversoearte.com. Acesso em: 4 dez. 2018 (adaptado).

    Considerando-se as operações de retomada de informações na estruturação do texto, há interdependência entre as expressões
    Escolha uma alternativa para a questão ac317605-57
  • Linguagens

    Português

        Seus primeiros anos de detento foram difíceis; aos poucos entendeu como o sistema funciona. Apanhou dezenas de vezes, teve o crânio esmagado, o maxilar deslocado, braços e pernas quebrados; por fim, um dia ficou lesionado da perna quando foi jogado da laje de um pavilhão. Nem todas as vezes ele soube por que apanhou, muito menos da última, quando foi deixado para morrer, mas sobreviveu. Seu corpo, moído no inferno, aguarda o fim dos seus dias. Já não questiona mais. Obedece. Cumpre as ordens. Baixa a cabeça e se retira. Apanha, às vezes com motivo, às vezes sem. Por onde passou, derramaram seu sangue. Seu rastro pode ser seguido. Intriga ter sobrevivido durante tantos anos. Pouquíssimos chegaram à terceira idade encarcerados.

    MAIA, A. P. Assim na terra como embaixo da terra. Rio de Janeiro: Record, 2017.

    A narrativa concentra sua força expressiva no manejo de recursos formais e numa representação ficcional que
    Escolha uma alternativa para a questão ac2c0c3b-57
  • Linguagens

    Português

        A história do futebol brasileiro contém, ao longo de um século, registros de episódios racistas. Eis o paradoxo: se, de um lado, a atividade futebolística era depreciada aos olhos da “boa sociedade” como profissão destinada aos pobres, negros e marginais, de outro, achava-se investida do poder de representar e projetar a nação em escala mundial. A Copa do Mundo no Brasil, em 1950, viria a se constituir, nesse sentido, em uma rara oportunidade. Contudo, na decisão contra o Uruguai sobreveio o inesperado revés. As crônicas esportivas elegiam o goleiro Barbosa e o defensor Bigode como bodes expiatórios, “descarregando nas costas” dos jogadores os “prejuízos” da derrota. Uma chibata moral, eis a sentença proferida no tribunal dos brancos. Nos anos 1970, por não atender às expectativas normativas suscitadas pelo estereótipo do “bom negro”, Paulo César Lima foi classificado como “jogador-problema”. Ele esboçava a revolta da chibata no futebol brasileiro. Enquanto Barbosa e Bigode, sem alternativa, suportaram o linchamento moral na derrota de 1950, Paulo César contra-atacava os que pretendiam condená-lo pelo insucesso de 1974. O jogador assumia as cores e as causas defendidas pela esquadra dos pretos em todas as esferas da vida social. “Sinto na pele esse racismo subjacente”, revelou à imprensa francesa: “Isto é, ninguém ousa pronunciar a palavra ‘racismo’. Mas posso garantir que ele existe, mesmo na Seleção Brasileira”. Sua ousadia consistiu em pronunciar a palavra interdita no espaço simbólico do discurso oficial para reafirmar o mito da democracia racial.

    Disponível em: https://observatorioracialfutebol.com.br. Acesso em: 22 jun. 2019 (adaptado).

    O texto atribui o enfraquecimento do mito da democracia racial no futebol à
    Escolha uma alternativa para a questão ac1741f8-57
  • Linguagens

    Português

    Devagar, devagarinho


        Desacelerar é preciso. Acelerar não é preciso. Afobados e voltados para o próprio umbigo, operamos, automatizados, falas robóticas e silêncios glaciais. Ilustra bem esse estado de espírito a música Sinal fechado (1969), de Paulinho da Viola. Trata-se da história de dois sujeitos que se encontram inesperadamente em um sinal de trânsito. A conversa entre ambos, porém, se deu rápida e rasteira. Logo, os personagens se despedem, com a promessa de se verem em outra oportunidade. Percebe-se um registro de comunicação vazia e superficial, cuja tônica foi o contato ligeiro e superficial construído pelos interlocutores: “Olá, como  vai? / Eu vou indo, e você, tudo bem? / Tudo bem, eu vou indo correndo, / pegar meu lugar no futuro. E você? / Tudo bem, eu vou indo em busca de um sono / tranquilo, quem sabe? / Quanto tempo... / Pois é, quanto tempo... / Me perdoe a pressa / é a alma dos nossos negócios... / Oh! Não tem de quê. / Eu também só ando a cem”.


        O culto à velocidade, no contexto apresentado, se coloca como fruto de um imediatismo processual que celebra o alcance dos fins sem dimensionar a qualidade dos meios necessários para atingir determinado propósito. Tal conjuntura favorece a lei do menor esforço — a comodidade — e prejudica a lei do maior esforço — a dignidade.


        Como modelo alternativo à cultura fast, temos o movimento slow life, cujo propósito, resumidamente, é conscientizar as pessoas de que a pressa é inimiga da perfeição e do prazer, buscando assim reeducar seus sentidos para desfrutar melhor os sabores da vida.


    SILVA, M. F. L. Boletim UFMG, n. 1 749, set. 2011 (adaptado).


    Nesse artigo de opinião, a apresentação da letra da canção Sinal fechado é uma estratégia argumentativa que visa sensibilizar o leitor porque

    Escolha uma alternativa para a questão ac14a783-57
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2021, Interpretação de Textos
    HENFIL.Disponível em: https:medium.com. Acesso em: 29 out.2018(adaptado).


    Nessa tirinha, produzida na década de 1970, os recursos verbais e não verbais sinalizam a finalidade de
    Escolha uma alternativa para a questão ac0c411b-57
  • Linguagens

    Português

        O documentário O menino que fez um museu, direção de Sérgio Utsch, produção independente de brasileiros e britânicos, gravado no Nordeste em 2016, mais precisamente no distrito Dom Quintino, zona rural do Crato, foi premiado em Londres, pela Foreign Press Association (FPA), a associação de correspondentes estrangeiros mais antiga do mundo, fundada em 1888.

        De acordo com o diretor, O menino que fez um museu foi o único trabalho produzido por equipes fora do eixo Estados Unidos-Europa entre os finalistas. O documentário conta a história de um Brasil profundo, desconhecido até mesmo por muitos brasileiros. É apresentado com o carisma de Pedro Lucas Feitosa, 11 anos.

        Quando tinha 10 anos, Pedro Lucas criou o Museu de Luiz Gonzaga, que fica no distrito de Dom Quintino. A ideia surgiu após uma visita que o garoto fez, em 2013, quando tinha 8 anos, ao Museu do Gonzagão, em Exu, Pernambuco. Pedro decidiu criar o próprio lugar de exposição para homenagear o rei e o local escolhido foi a casa da sua bisavó já falecida, que fica ao lado da casa dele, na rua Alto de Antena.

    Disponível em: www.opovo.com.br. Acesso em: 18 abr. 2018.

    No segundo parágrafo, uma citação afirma que o documentário “foi o único trabalho produzido por equipes fora do eixo Estados Unidos-Europa entre os finalistas”.

    No texto, esse recurso expressa uma estratégia argumentativa que reforça a
    Escolha uma alternativa para a questão abfb985d-57
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    Imagem da questão de Português, UECE 2021, Interpretação de Textos

    PRATES, Lubi. Um corpo negro. 2.ed.

    São Paulo: Nosostros Editorial, 2019. p.53. 

    Os versos: “minha pele não é casca/é um mapa:/onde África ocupa/todos os espaços:” (linhas 256-259) fazem referência
    Escolha uma alternativa para a questão 4973e560-0b
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    Imagem da questão de Português, UECE 2021, Interpretação de Textos

    PRATES, Lubi. Um corpo negro. 2.ed.

    São Paulo: Nosostros Editorial, 2019. p.53. 

    Poeta, tradutora, editora e curadora de eventos literários e culturais, Lubi Prates iniciou sua trajetória poética em 2012, com a publicação de coração na boca. Em 2016, surge triz, e em 2018, publica um corpo negro, com o qual foi finalista do 61º Prêmio Jabuti e do 4º Prêmio Rio de Literatura. A autora transforma em poesia as nuances da assunção da identidade feminina e negra. No texto 3, poema de sua autoria, o eu lírico apresenta

    I. a importância de se sentir negro diante de uma história que foi apagada e distorcida.
    II. a reflexão a partir da perspectiva do corpo negro como ponto central e contador de sua própria história.
    III. um sentimento atravessado pelas questões de cor presentes na pele negra.

    Estão corretas as complementações contidas em
    Escolha uma alternativa para a questão 496cf74d-0b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2021, Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...

    Assinale a opção cuja classificação da oração destacada está INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 4969554e-0b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2021, Interpretação de Textos

    Por não haver uma única solução para a pobreza menstrual, o texto sugere


    I. uma investigação mais aprofundada do tamanho do impacto econômico, que pode gerar reflexos ao longo da vida adulta das pessoas que menstruam.

    II. uma abordagem multidisciplinar, visando solucionar os problemas decorrentes da não garantia dos direitos humanos às pessoas que menstruam.

    III. um investimento adequado na saúde menstrual para prevenir problemas de diversas ordens, permitindo o pleno desenvolvimento das pessoas que menstruam.


    Estão corretas as complementações contidas em

    Escolha uma alternativa para a questão 4948de09-0b
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2021, Coesão e coerência

    No trecho: “É evidente que entraves para acessar direitos menstruais representam barreiras ao completo desenvolvimento do potencial das pessoas que menstruam. Por isso, é fundamental que se investigue mais profundamente o tamanho do impacto econômico na vida delas, que pode gerar reflexos ao longo da vida adulta.” (linhas 70- 77), as expressões destacadas podem ser corretamente categorizadas como elementos de
    Escolha uma alternativa para a questão 4945e346-0b
  • Linguagens

    Inglês

    The World Might Be Running Low on Americans


        The world has been stricken by scarcity. Our post-pandemic pantry has run bare of gasoline, lumber, microchips, chicken wings, ketchup packets, cat food, used cars and Chickfil-A sauce. Like the Great Toilet Paper Scare of 2020, though, many of these shortages are the consequence of near-term, Covid-related disruptions. Soon enough there will again be a chicken wing in every pot and more than enough condiments to go with it.


        But there is one recently announced potential shortage that should give Americans great reason for concern. It is a shortfall that the nation has rarely had to face, and nobody quite knows how things will work when we begin to run out.


        I speak, of course, of all of us: The world may be running low on Americans — most crucially, tomorrow’s working-age, childbearing, idea-generating, community-building young Americans. Late last month, the Census Bureau released the first results from its 2020 count, and the numbers confirmed what demographers have been warning of for years: The United States is undergoing “demographic stagnation,” transitioning from a relatively fast-growing country of young people to a slow-growing, older nation.


        Many Americans might consider slow growth a blessing. Your city could already be packed to the gills, the roads clogged with traffic and housing prices shooting through the roof. Why do we need more folks? And, anyway, aren’t we supposed to be conserving resources on a planet whose climate is changing? Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.


        And there is no real reason we have to endure such a transition, not even an environmental one. Even if your own city is packed like tinned fish, the U.S. overall can accommodate millions more people. Most of the counties in the U.S. are losing working-age adults; if these declines persist, local economies will falter, tax bases will dry up, and local governments will struggle to maintain services. Growth is not just an option but a necessity — it’s not just that we can afford to have more people, it may be that we can’t afford not to.


        But how does a country get more people? There are two ways: Make them, and invite them in. Increasing the first is relatively difficult — birthrates are declining across the world, and while family-friendly policies may be beneficial for many reasons, they seem to do little to get people to have more babies. On the second method, though, the United States enjoys a significant advantage — people around the globe have long been clamoring to live here, notwithstanding our government’s recent hostility to foreigners. This fact presents a relatively simple policy solution to a vexing long-term issue: America needs more people, and the world has people to send us. All we have to do is let more of them in.


        For decades, the United States has enjoyed a significant economic advantage over other industrialized nations — our population was growing faster, which suggested a more youthful and more prosperous future. But in the last decade, American fertility has gone down. At the same time, there has been a slowdown in immigration.


        The Census Bureau’s latest numbers show that these trends are catching up with us. As of April 1, it reports that there were 331,449,281 residents in the United States, an increase of just 7.4 percent since 2010 — the second-smallest decade-long growth rate ever recorded, only slightly ahead of the 7.3 percent growth during the Depression-struck 1930s.


        The bureau projects that sometime next decade — that is, in the 2030s — Americans over 65 will outnumber Americans younger than 18 for the first time in our history. The nation will cross the 400-million population mark sometime in the late 2050s, but by then we’ll be quite long in the tooth — about half of Americans will be over 45, and one fifth will be older than 85.


        The idea that more people will lead to greater prosperity may sound counterintuitive — wouldn’t more people just consume more of our scarce resources? Human history generally refutes this simple intuition. Because more people usually make for more workers, more companies, and most fundamentally, more new ideas for pushing humanity forward, economic studies suggest that population growth is often an important catalyst of economic growth.


        A declining global population might be beneficial in some ways; fewer people would most likely mean less carbon emission, for example — though less than you might think, since leading climate models already assume slowing population growth over the coming century. And a declining population could be catastrophic in other ways. In a recent paper, Chad Jones, an economist at Stanford, argues that a global population decline could reduce the fundamental innovativeness of humankind. The theory is simple: Without enough people, the font of new ideas dries up, Jones argues; without new ideas, progress could be imperiled.


        There are more direct ways that slow growth can hurt us. As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks. Programs for seniors like Social Security and Medicare may suffer as they become dependent on ever-fewer working taxpayers for funding. Another problem is the lack of people to do all the work. For instance, experts predict a major shortage of health care workers, especially home care workers, who will be needed to help the aging nation.


        In a recent report, Ali Noorani, the chief executive of the National Immigration Forum, an immigration-advocacy group, and a co-author, Danilo Zak, say that increasing legal immigration by slightly more than a third each year would keep America’s ratio of working young people to retired old people stable over the next four decades. 


        As an immigrant myself, I have to confess I find much of the demographic argument in favor of greater immigration quite a bit too anodyne. Immigrants bring a lot more to the United States than simply working-age bodies for toiling in pursuit of greater economic growth. I also believe that the United States’ founding idea of universal equality will never be fully realized until we recognize that people outside our borders are as worthy of our ideals as those here through an accident of birth.

    “Many Americans might consider slow growth a blessing” is an example of
    Escolha uma alternativa para a questão 77811a48-0b