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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 330 de 950

  • Linguagens

    Português

    Um ponto interessante do marco civil da internet, segundo Marília Maciel, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (CTS/FGV), é o que trata da garantia do princípio da neutralidade de rede. “Isso quer dizer que, se eu compro um pacote de um mega ou de cinco megas de internet, o uso que eu vou fazer desses meus megas de velocidade depende das minhas escolhas. Não é o operador que vai dizer o que eu posso acessar. Eu comprei tantos megas e posso acessar texto, vídeo ou fazer um curso de ensino a distância on-line”. O novo texto assegura que o usuário vai poder continuar a contratar pacotes de velocidades diferentes, mas, dentro daquela velocidade escolhida, ele poderá acessar qualquer tipo de aplicativo na internet.
    GANDRA, A. Disponível em: www.ebc.com.br. Acesso em: 20 nov. 2013 (adaptado).

    Com o aprimoramento dos recursos tecnológicos, a circulação de informações e seus usos têm reconfigurado os mais diversos setores da sociedade. O texto trata da legislação que regulamenta o uso da internet, criando a seguinte expectativa para o usuário brasileiro:
    Escolha uma alternativa para a questão a2c2e39b-b6
  • Linguagens

    Português

    Biografia de Pasárgada

    Quando eu tinha meus 15 anos e traduzia na classe de grego do D. Pedro II a Ciropédia fiquei encantado com o nome dessa cidadezinha fundada por Ciro, o Antigo, nas montanhas do sul da Pérsia, para lá passar os verões. A minha imaginação de adolescente começou a trabalhar, e vi Pasárgada e vivi durante alguns anos em Pasárgada.
    Mais de vinte anos depois, num momento de profundo desânimo, saltou-me do subconsciente este grito de evasão: “Vou-me embora pra Pasárgada!” Imediatamente senti que era a célula de um poema. Peguei do lápis e do papel, mas o poema não veio. Não pensei mais nisso. Uns cinco anos mais tarde, o mesmo grito de evasão nas mesmas circunstâncias. Desta vez, o poema saiu quase ao correr da pena. Se há belezas em “Vou-me embora pra Pasárgada!”, elas não passam de acidentes. Não construí o poema, ele construiu-se em mim, nos recessos do subconsciente, utilizando as reminiscências da infância — as histórias que Rosa, minha ama-seca mulata, me contava, o sonho jamais realizado de uma bicicleta etc.
    BANDEIRA, M. Itinerário de Pasárgada. São Paulo: Global, 2012.

    O texto é um depoimento de Manuel Bandeira a respeito da criação de um de seus poemas mais conhecidos. De acordo com esse depoimento, o fazer poético em “Vou-me embora pra Pasárgada!”
    Escolha uma alternativa para a questão a2bf9daf-b6
  • Linguagens

    Português

    A máquina extraviada
    Você sempre pergunta pelas novidades daqui deste sertão, e finalmente posso lhe contar uma importante. Fique o compadre sabendo que agora temos aqui uma máquina imponente, que está entusiasmando todo o mundo. Desde que ela chegou — não me lembro quando, não sou muito bom em lembrar datas — quase não temos falado em outra coisa; e da maneira que o povo aqui se apaixona até pelos assuntos mais infantis, é de admirar que ninguém tenha brigado ainda por causa dela, a não ser os políticos. [...]
    Já existe aqui um movimento para declarar a máquina monumento municipal. [...] Dizem que a máquina já tem feito até milagre, mas isso — aqui para nós — eu acho que é exagero de gente supersticiosa, e prefiro não ficar falando no assunto. Eu — e creio que também a grande maioria dos munícipes — não espero dela nada em particular; para mim basta que ela fique onde está, nos alegrando, nos inspirando, nos consolando.
    VEIGA, J. J. A máquina extraviada: contos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974.

    Qual procedimento composicional caracteriza a construção do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão a2bb3804-b6
  • Linguagens

    Português

    A partir de 2018, a Resolução n. 518 do Contran obriga todo novo projeto de automóvel, SUV e picape dupla a ter pontos de ancoragem para cadeirinhas infantis. Em 2020, a regra passa a valer para todos os modelos à venda no Brasil.
    Esse tipo de fixação possui travas na cadeirinha no formato de garras que são encaixadas em um ponto fixo na estrutura do veículo. O Isofix reduz o deslocamento do pescoço, ombros e coluna cervical.
    Desde 2008, a Lei da Cadeirinha estabelece que bebês e crianças só podem ser transportados em assentos infantis indicados segundo a faixa etária e o peso. Como reflexo, as mortes de menores de 10 anos caíram 23% no Brasil.

    Imagem da questão de Português, ENEM 2019, Interpretação de Textos

    A cadeirinha do tipo Isofix não é presa no cinto, mas em dois pontos de apoio soldados à estrutura do carro. Há ainda um terceiro ponto, que pode ser de fixação superior (top tether), atrás do encosto. Cada garra de engate se encaixa num ponto de fixação. Depois, é só apertar o botão para soltá-lo.

    CARVALHO, C. Disponível em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017 (adaptado).

    Segundo o texto, a cadeira infantil do tipo Isofix tem por característica
    Escolha uma alternativa para a questão a2af0d14-b6
  • Linguagens

    Português

    A nossa emotividade literária só se interessa pelos populares do sertão, unicamente porque são pitorescos e talvez não se possa verificar a verdade de suas criações. No mais é uma continuação do exame de português, uma retórica mais difícil, a se desenvolver por este tema sempre o mesmo: Dona Dulce, moça de Botafogo em Petrópolis, que se casa com o Dr. Frederico. O comendador seu pai não quer porque o tal Dr. Frederico, apesar de doutor, não tem emprego. Dulce vai à superiora do colégio de irmãs. Esta escreve à mulher do ministro, antiga aluna do colégio, que arranja um emprego para o rapaz. Está acabada a história. É preciso não esquecer que Frederico é moço pobre, isto é, o pai tem dinheiro, fazenda ou engenho, mas não pode dar uma mesada grande.
    Está aí o grande drama de amor em nossas letras, e o tema de seu ciclo literário.

    BARRETO, L. Vida e morte de MJ Gonzaga de Sá.Disponível em: www.brasiliana.usp.br. Acesso em: 10 ago. 2017.

    Situado num momento de transição, Lima Barreto produziu uma literatura renovadora em diversos aspectos. No fragmento, esse viés se fundamenta na
    Escolha uma alternativa para a questão a2a79dc2-b6
  • Linguagens

    Português

    10 anos de “hashtag”: a ferramenta que mobiliza a internet

    A “hashtag”, ícone das redes sociais, celebrou em 2017 seus primeiros 10 anos de uso no acompanhamento dos grandes eventos mundiais com um efeito de mobilização e expressão de emoção e humor.
    A palavra-chave precedida pelo símbolo do jogo da velha foi popularizada pelo Twitter antes de ser incorporada por outras redes sociais. A invenção foi de Chris Messina, designer americano especialista em redes sociais. Em 23 de agosto de 2007, o usuário intensivo do Twitter propôs em um tuíte usar o jogo da velha para reagrupar mensagens sobre um mesmo assunto. Ele lançou, então, a primeira “hashtag” #barcamp sobre oficinas participativas dedicadas à inovação na web.
    O compartilhamento das palavras-chaves — que já são citadas 125 milhões de vezes por dia no mundo — já serviu de trampolim para mobilizações em massa.
    Alguns slogans que tiveram grande efeito mobilizador foram o #BlackLivesMatter (Vidas negras importam), após a morte de vários cidadãos americanos negros pela polícia, e #OccupyWallStreet (Ocupem Wall Street), referente ao movimento que acampou no coração de Manhattan para denunciar os abusos do capitalismo.
    AFP. Disponível em: http://exame.abril.com.br. Acesso em: 24 ago. 2017 (adaptado).

    Ao descrever a história e os exemplos de utilização da hashtag, o texto evidencia que
    Escolha uma alternativa para a questão a29bd6fa-b6
  • Linguagens

    Português

    O mato do Mutúm é um enorme mundo preto, que nasce dos buracões e sobe a serra. O guará-lobo trota a vago no campo. As pessôas mais velhas são inimigas dos meninos. Soltam e estumam cachorros, para ir matar os bichinhos assustados — o tatú que se agarra no chão dando guinchos suplicantes, os macacos que fazem artes, o coelho que mesmo até quando dorme todo-tempo sonha que está sendo perseguido. O tatú levanta as mãozinhas cruzadas, ele não sabe — e os cachorros estão rasgando o sangue dele, e ele pega a sororocar. O tamanduá. Tamanduá passeia no cerrado, na beira do capoeirão. Ele conhece as árvores, abraça as árvores. Nenhum nem pode rezar, triste é o gemido deles campeando socôrro. Todo choro suplicando por socôrro é feito para Nossa Senhora, como quem diz a salve-rainha. Tem uma Nossa Senhora velhinha. Os homens, pé-ante-pé, indo a peitavento, cercaram o casal de tamanduás, encantoados contra o barranco, o casal de tamanduás estavam dormindo. Os homens empurraram com a vara de ferrão, com pancada bruta, o tamanduá que se acordava. Deu som surdo, no corpo do bicho, quando bateram, o tamanduá caiu pra lá, como um colchão velho.

    ROSA, G. Noites do sertão (Corpo de baile). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

    Na obra de Guimarães Rosa, destaca-se o aspecto afetivo no contorno da paisagem dos sertões mineiros. Nesse fragmento, o narrador empresta à cena uma expressividade apoiada na
    Escolha uma alternativa para a questão a2942436-b6
  • Linguagens

    Português

    Em suas produções, nem o olho nem o ouvido são capazes de encontrar um ponto fixo no qual se concentrarem. O espectador das peças de Foreman é bombardeado por uma multiplicidade de eventos visuais e auditivos. No nível visual, há contínuas mudanças da forma geométrica do palco, mesmo dentro de um ato. A iluminação também muda continuamente; suas transformações podem ocorrer com lentidão ou rapidez e podem afetar o palco e a plateia: os espectadores podem de súbito se ver banhados de luz quando os canhões são voltados para eles sem aviso. Quanto ao som, tudo é gravado: buzinas de carros, sirenes, apitos, trechos de jazz, bem como o próprio diálogo. O roteiro é fragmentado, composto de frases curtas, aforísticas, desconectadas.
    DURAND, R. In: CONNOR, S. Cultura pós-moderna: introdução às teorias do contemporâneo. São Paulo: Loyola, 1992 (adaptado).

    A descrição, que referencia o Teatro Ontológico-Histérico do dramaturgo estadunidense Richard Foreman, representa uma forma de fazer teatro marcada pela
    Escolha uma alternativa para a questão a28c758e-b6
  • Linguagens

    Português

    É através da linguagem que uma sociedade se comunica e retrata o conhecimento e entendimento de si própria e do mundo que a cerca. É na linguagem que se refletem a identificação e a diferenciação de cada comunidade e também a inserção do indivíduo em diferentes agrupamentos, estratos sociais, faixas etárias, gêneros, graus de escolaridade. A fala tem, assim, um caráter emblemático, que indica se o falante é brasileiro ou português, francês ou italiano, alemão ou holandês, americano ou inglês, e, mais ainda, sendo brasileiro, se é nordestino, sulista ou carioca. A linguagem também oferece pistas que permitem dizer se o locutor é homem ou mulher, se é jovem ou idoso, se tem curso primário, universitário ou se é iletrado. E, por ser um parâmetro que permite classificar o indivíduo de acordo com sua nacionalidade e naturalidade, sua condição econômica ou social e seu grau de instrução, é frequentemente usado para discriminar e estigmatizar o falante.

    LEITE, Y.; CALLOU, D. Como falam os brasileiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

    Nesse texto acadêmico, as autoras fazem uso da linguagem formal para
    Escolha uma alternativa para a questão a285808f-b6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2019, Interpretação de Textos

    VERISSIMO, L. F. As cobras em: se Deus existe que eu seja atingido por um raio. Porto Alegre: L&PM, 2000.

    No que diz respeito ao uso de recursos expressivos em diferentes linguagens, o cartum produz humor brincando com a
    Escolha uma alternativa para a questão a27ce2d3-b6
  • Linguagens

    Português

    19-11-1959
    Eu a conheci da primeira vez em que estive aqui. Parece-me que é esquizofrênica, caso crônico, doente há mais de vinte anos — não estou bem certa. Foi transferida para a Colônia Juliano Moreira e nunca mais a vi. [...] À tarde, quando ia lá, pedia-lhe para cantar a ária da Bohème, “Valsa da Musetta”. Dona Georgiana, recortada no meio do pátio, cantava — e era de doer o coração. As dementes, descalças e rasgadas, paravam em surpresa, rindo bonito em silêncio, os rostos transformados. Outras, sentadas no chão úmido, avançavam as faces inundadas de presença — elas que eram tão distantes. Os rostos fulgiam por instantes, irisados e indestrutíveis. Me deixava imóvel, as lágrimas cegando-me. Dona Georgiana cantava: cheia de graça, os olhos azuis sorrindo, aquele passado tão presente, ela que fora, ela que era, se elevando na limpidez das notas, minhas lágrimas descendo caladas, o pátio de mulheres existindo em dor e beleza. A beleza terrífica que Puccini não alcançou: uma mulher descalça, suja, gasta, louca, e as notas saindo-lhe em tragicidade difícil e bela demais — para existir fora de um hospício.
    CANÇADO, M. L. Hospício é Deus. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.

    O diário da autora, como interna de hospital psiquiátrico, configura um registro singular, fundamentado por uma percepção que
    Escolha uma alternativa para a questão a276cbc4-b6
  • Linguagens

    Inglês

    April 22, 2012

    The Power of Pictures
    by Vickie An

    In February, the group took a photography field trip to Haiti’s La Visite national park. A student holds up a lizard as her classmates snap away.
    It’s said that a picture is worth a thousand words. Conservation photographer Robin Moore believes this. He especially believes that the stories photographs can tell about the environment can inspire people to care for the earth. “It doesn’t matter what language you speak or what culture you come from, because a photo can speak to everyone,” Moore says.
    That’s the idea behind Frame of Mind. Moore cofounded the organization last year with environmental educator Deanna Del Vecchio and fellow nature photographer Neil Ever Osborne. The group is on a mission to help young people around the world connect with nature through photography workshops.
    In August 2011, Frame of Mind hosted its very first workshop with 20 youth journalists in Jacmel, Haiti. The workshop was held in partnership with Conservation International and Panos Caribbean. Each student was given a digital camera to use for the week and was taught how to use it. During the session, the kids learned about the local environment and how it relates to their lives.
    AN, V. Disponível em: www.timeforkids.com.
    Acesso em: 1 maio 2012 (adaptado).

    Reconhecendo o potencial da fotografia como uma linguagem universal, a organização mencionada intenciona levar
    Escolha uma alternativa para a questão a26e51dd-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Englishman in New York

    I don't drink coffee I take tea my dear
    I like my toast done on one side
    And you can hear it in my accent when I talk
    I'm an Englishman in New York
    See me walking down Fifth Avenue
    A walking cane here at my side
    I take it everywhere I walk
    I'm an Englishman in New York
    […]
    I'm an alien, I'm a legal alien
    I'm an Englishman in New York
    I'm an alien, I'm a legal alien
    I'm an Englishman in New York
    Modesty, propriety can lead to notoriety
    You could end up as the only one
    Gentleness, sobriety are rare in this society
    At night a candle's brighter than the sun

    STING. Nothing Like the Sun. Studio Album. United States: A&M Records, 1987 (fragmento).

    Na letra da canção Englishman in New York, a fala do eu lírico evidencia uma atitude de
    Escolha uma alternativa para a questão a26a7f68-b6
  • Linguagens

    Inglês

    NYPD 911 OPERATORS
    Opportunities as a Police Communications Technician
    Police Communications Technicians (911 Operators/ Radio Dispatchers)
    Starting Salary: $33,162 and can increase to $44,899

    Requirements:

    1. Four year high school diploma.
    2. New York City residency is required within 90 days
    of appointment.
    3. Must be able to understand and be understood in
    English.
    4. Must pass a drug screening.

    APPLICATION FEE: $47.00 - Payable on the day of the test.
    Disponível em: www.nypdcivilianjobs.com. Acesso em: 17 out. 2013.

    Neste anúncio de emprego no Departamento de Polícia da cidade de Nova Iorque, um dos requisitos para se preencher a vaga é
    Escolha uma alternativa para a questão a2666197-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Classifying
    Philip and Annie wear glasses
    and so do Jim and Sue,
    but Jim and Sue have freckles,
    and Tracey and Sammy too.
    Philip and Jim are in boy’s group
    but Philip is tall like Sam
    whilst Jim is small like Tracey and Sue
    and Clare and Bill and Fran.
    Sue is in Guides and football
    whilst Helen fits in most things —
    except she’s a girl and quite tall.
    Jenny is curly and blonde and short
    whilst Sally is curly but dark;
    Jenny likes netball, writing and maths
    but Sally likes no kind of work.
    Philip and Sam are both jolly,
    Fran’s best for a quiet chat:
    now I
    have freckles, like joking, am tall, curly, dark, in Guides, football
    and play penny whistles and the piano…
    how do I fit into all that?

    NICHOLS, J. In: COLLIE, J.; LADOUSSE, G. Paths into Poetry. England: Oxford University Press, 1993.

    No poema Classifying, a escritora inglesa Judith Nichols compara várias pessoas com o objetivo de
    Escolha uma alternativa para a questão a2635046-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge.


    Imagem da questão de Português, FATEC 2019, Interpretação de Textos

    <https://tinyurl.com/y4xtwcwo> Acesso em: 19.10.2019.


    De acordo com as informações verbais e não verbais apresentadas na charge, pode-se depreender, corretamente, que
    Escolha uma alternativa para a questão c8cfad1b-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    A diretora do grupo Runnymede acredita que o panorama descrito
    Escolha uma alternativa para a questão c871155b-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    Segundo a fala da Dra. Zubaida Haque, o mais preocupante é
    Escolha uma alternativa para a questão c869a5e6-b2
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    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    De acordo com o Professor Anthony Heath, o que causa surpresa em relação à pesquisa apresentada é que
    Escolha uma alternativa para a questão c8636b74-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão.


    Minority ethnic Britons face ‘shocking’ job discrimination

    Haroon Siddique

    Thu 17 Jan 2019 17.00 GMT Last modified on Fri 18 Jan 2019 00.50 GMT


    A study by experts based at the Centre for Social Investigation at Nuffield College, University of Oxford, found applicants from minority ethnic backgrounds had to send 80% more applications to get a positive response from an employer than a white person of British origin.

    A linked study by the same researchers, comparing their results with similar field experiments dating back to 1969, found discrimination against black Britons and those of south Asian origin – particularly Pakistanis – unchanged over almost 50 years.

    The research, part of a larger cross-national project funded by the European Union and shared exclusively with the Guardian before its official launch, prompted concerns that race relations legislation had failed.

    It echoes findings published as part of the Guardian’s Bias in Britain series that people from minority ethnic backgrounds face discrimination when seeking a room to rent. In a snapshot survey of online flatshare ads the Guardian found that an applicant called Muhammad was significantly less likely to receive a positive response than an applicant called David.

    Prof Anthony Heath, co-author and emeritus fellow of Nuffield College, said: “The absence of any real decline in discrimination against black British and people of Pakistani background is a disturbing finding, which calls into question the effectiveness of previous policies. Ethnic inequality remains a burning injustice and there needs to be a radical rethink about how to tackle it.”

    Dr Zubaida Haque, the deputy director of the race equality thinktank Runnymede, described the  findings as shocking. They demonstrated that “it’s not just covert racism or unconscious bias that we need to worry about; it’s overt and conscious racism, where applicants are getting shortlisted on the basis of their ethnicity and/or name”, she said.

    “It’s clear that race relations legislation is not sufficient to hold employers to account. There are no real consequences for employers of racially discriminating in subtle ways, but for BME* applicants or employees it means higher unemployment, lower wages, poorer conditions and less security in work and life.” 


    <https://tinyurl.com/y9nohdte>  Acesso em: 07.10.2019. Adaptado.


    *BME – Black and Minority Ethnicity

    Segundo o texto, estudos indicam que a discriminação está presente tanto na busca por emprego, quanto
    Escolha uma alternativa para a questão c85fd46d-b2