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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 360 de 950

  • Linguagens

    Inglês

        Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
        Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
        “We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

    WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    The expression in bold in the sentence “But you can’t dodge bullets forever.” means that you can’t
    Escolha uma alternativa para a questão f1fe066b-d7
  • Linguagens

    Inglês

        Can our technological connectedness trump the risks of our biological and geographic connectedness? That’s one reason Nathan Wolfe has pushed GVF (Globe Viral Forecasting) to pioneer what he calls digital epidemiology, which uses the resources of the Internet to make predictive sense of the viral chatter picked up in the field. He and his team are setting up a bioinformatics strategy that could mine data from Internet searches and social media to pinpoint new outbreaks as they dawn – and potentially predict which newly discovered viruses might pose real threats to humanity. That work is culminating in a project called Epidemic IQ that will, Wolfe hopes, provide the ability to predict new pandemics the way the CIA might predict a terrorist attack.
        Current global disease control efforts focus largely on attempting to stop pandemics after they have already emerged. This fire brigade approach, which generally involves drugs, vaccines, and behavioral change, has severe limitations. Just as we discovered in the 1960s that it is better to prevent heart attacks than try to treat them, we realize that it’s better to stop pandemics before they spread and that effort should increasingly be focused on viral forecasting and pandemic prevention.
        “We’re finally beginning to understand why pandemics happen instead of just reacting to them”, Wolfe says. What’s needed is a global effort to scale up that kind of proactive work to ensure that every hot spot has surveillance running for new pathogens in animals and in human beings and that it has its own GVF-type group to do the work. Viruses don’t respect borders – whether between nations or between species – and in a world where airlines act like bloodlines, global health is only as strong as its weakest link. We got lucky with the relatively weak swine-flu pandemic in 2009, but history tells us our luck won’t last. “We sit here dodging bullets left and right, assuming we have an invisible shield”, says Wolfe. “But you can’t dodge bullets forever.”

    WALSH, Bryan.Virus hunter. Disponível em: <content.time.com/time/subscriber/l>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    Fill in the parentheses with T (True) or F (False). Considering the strategy set up by Nathan Wolfe and his team to handle the problem of pandemics, it’s correct to say that they aim to

    ( ) ignore the next pandemics before it happens.
    ( ) make the most of the Internet resources so as to better deal with them.
    ( ) detect potential lethal viruses at their source.
    ( ) disregard any information gotten through social media.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão f1f380e9-d7
  • Linguagens

    Português

        Com certeza você já deve ter se deparado com alguma mensagem polêmica nas redes sociais relacionada à área de saúde. Às vezes, por inocência ou falta de conhecimento, muitos contribuem para o compartilhamento desse tipo de conteúdo, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área. Desde que um novo surto de febre amarela atingiu o Brasil, no primeiro semestre de 2017, pessoas de diversas localidades se dirigiram às unidades de saúde para se vacinar contra a doença. No entanto, diversas notícias de origem duvidosa, divulgadas principalmente no WhatsApp, geraram desconfiança e confundiram milhares de brasileiros.
         Segundo Igor Sacramento, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, os boatos na área da saúde, principalmente relacionados às vacinações, são antigos no país. “Os boatos com relação à vacina, fazem parte da história da imunização no Brasil”. Ele cita os casos de vacinação contra a gripe para idosos, em 2000, e, mais recentemente, contra HPV, em 2014, e contra H1N1, em 2016, como exemplos de campanhas que também sofreram com as notícias falsas.
         A propagação de conteúdos enganosos avançou de forma significativa com a popularização de dispositivos eletrônicos e da internet, já que facilitou o acesso e aumentou o alcance dos conteúdos. “Essa é a grande transformação contemporânea da circulação de boatos. Antes, os boatos ocorriam, existiam, mas eram mais em comentários com a família, com amigos. Agora, eles têm uma outra dimensão por causa da internet”, afirma o pesquisador. Ele lembra que “A tendência é aumentar. Isso não cabe a nós o controle, não tem como. O que temos que fazer é entender a lógica. Vivemos num interativo comunicacional em que todo mundo está buscando estar conectado nas redes sociais, no Whatsapp”.
        Para Igor Sacramento, outros fatores contribuem para a presença e propagação dos boatos, como a própria cultura do povo brasileiro, além da falta de credibilidade das instituições. Para resolver esse problema, afirma que as instituições devem criar estratégias eficazes de comunicação com o público, principalmente por meio das redes sociais. “É necessário que se criem novas estratégias, que possam concorrer com esses boatos e utilizar cada vez mais as mídias sociais”.
         Sacramento defende que a principal forma de concorrer com os boatos é produzir conteúdos informativos que atraiam a atenção das pessoas. “Essa informação tem que ser qualificada. Então, nós, do ponto de vista de instituições de saúde, também temos que produzir informações para que as pessoas possam, ao pesquisar, nos encontrar também”. 

    Disponível em: <https://www.revistaencontro.com.br>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de Textos

    O texto e a charge abordam a questão da vacinação no Brasil.

    Ao relacionar os dois textos, observa-se que a charge é
    Escolha uma alternativa para a questão f1ee0a3f-d7
  • Linguagens

    Português

        Com certeza você já deve ter se deparado com alguma mensagem polêmica nas redes sociais relacionada à área de saúde. Às vezes, por inocência ou falta de conhecimento, muitos contribuem para o compartilhamento desse tipo de conteúdo, o que dificulta o trabalho dos profissionais da área. Desde que um novo surto de febre amarela atingiu o Brasil, no primeiro semestre de 2017, pessoas de diversas localidades se dirigiram às unidades de saúde para se vacinar contra a doença. No entanto, diversas notícias de origem duvidosa, divulgadas principalmente no WhatsApp, geraram desconfiança e confundiram milhares de brasileiros.
         Segundo Igor Sacramento, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz, os boatos na área da saúde, principalmente relacionados às vacinações, são antigos no país. “Os boatos com relação à vacina, fazem parte da história da imunização no Brasil”. Ele cita os casos de vacinação contra a gripe para idosos, em 2000, e, mais recentemente, contra HPV, em 2014, e contra H1N1, em 2016, como exemplos de campanhas que também sofreram com as notícias falsas.
         A propagação de conteúdos enganosos avançou de forma significativa com a popularização de dispositivos eletrônicos e da internet, já que facilitou o acesso e aumentou o alcance dos conteúdos. “Essa é a grande transformação contemporânea da circulação de boatos. Antes, os boatos ocorriam, existiam, mas eram mais em comentários com a família, com amigos. Agora, eles têm uma outra dimensão por causa da internet”, afirma o pesquisador. Ele lembra que “A tendência é aumentar. Isso não cabe a nós o controle, não tem como. O que temos que fazer é entender a lógica. Vivemos num interativo comunicacional em que todo mundo está buscando estar conectado nas redes sociais, no Whatsapp”.
        Para Igor Sacramento, outros fatores contribuem para a presença e propagação dos boatos, como a própria cultura do povo brasileiro, além da falta de credibilidade das instituições. Para resolver esse problema, afirma que as instituições devem criar estratégias eficazes de comunicação com o público, principalmente por meio das redes sociais. “É necessário que se criem novas estratégias, que possam concorrer com esses boatos e utilizar cada vez mais as mídias sociais”.
         Sacramento defende que a principal forma de concorrer com os boatos é produzir conteúdos informativos que atraiam a atenção das pessoas. “Essa informação tem que ser qualificada. Então, nós, do ponto de vista de instituições de saúde, também temos que produzir informações para que as pessoas possam, ao pesquisar, nos encontrar também”. 

    Disponível em: <https://www.revistaencontro.com.br>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.
    Considerando-se os aspectos coesivos que preservam a progressão das ideias do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão f1e93051-d7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Figuras de Linguagem


    KAYSER. Charge. Disponível em: <http://praiadexangrila.com.br>. Acesso em: mai. 2018.


    As figuras de linguagem são recursos utilizados normalmente para tornar mais expressiva a mensagem transmitida, ampliando o significado de palavras, criando outros, enfim, sugerindo simbolismos.


    O humor da charge é revelado por meio da figura de linguagem indicada na alternativa 

    Escolha uma alternativa para a questão f1e26002-d7
  • Linguagens

    Português


    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://manka.com.br/hsvp-promove-acao-de-conscientizacao-alusivaao-dia-nacional-da-doacao-de-orgaos/>. Acesso em: mai. 2018. Adaptado.



    A peça publicitária, em destaque, tem como objetivo

    Escolha uma alternativa para a questão f1dc19b7-d7
  • Linguagens

    Português

        De acordo com dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo no número de transplantes de órgãos em quase todos os estados brasileiros, situando o Brasil entre os países que mais realizam transplante no mundo, com um índice de captação anual de órgãos de, aproximadamente, seis doadores por milhão de habitantes.
         O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável, de uma pessoa viva ou morta (doador). Além disso, requer uma avaliação completa do paciente e cuidados intensivos durante e depois da cirurgia, correspondendo, muitas vezes, à derradeira esperança de cura para pessoas com incapacidades orgânicas terminais e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos.
         No entanto, o índice de captação anual de órgãos, no Brasil, ainda é insuficiente quando comparado ao de países mais desenvolvidos, que alcançam números superiores a 22 doadores por milhão. Esse entrave se encontra fortemente vinculado à desinformação do meio médico, e da população em geral, visto que muitos profissionais da área da saúde desconhecem a legislação vigente sobre doação e transplante de órgãos.
        O nascimento, a vida e a morte dos seres humanos são processos cada vez mais passíveis de intervenção pelo próprio homem. Todavia, ao mesmo tempo que a ciência traz essa possibilidade de intervenção, a ética vem para servir como elemento definidor no que diz respeito à necessidade de se interferir.
        Aliada a isto, encontra-se a polêmica que gira em torno desse tema na sociedade civil e científica. A ideia de prolongar a vida humana ou de minimizar o sofrimento das pessoas, oferecendo-lhes uma possível melhoria em sua qualidade de vida, é uma premissa que guia o comportamento dos profissionais da área da saúde que lidam com esses casos e aqueles que têm à sua volta pessoas com problemas que as impedem de usufruir normalmente da vida ou que determinam sua morte prematura. Assim, a questão da doação e do transplante de órgãos torna-se complexa na medida em que envolve aspectos éticos, religiosos e sociais com os quais aqueles que o defendem têm de se deparar, além das questões legais que envolvem o assunto. 

    MELO, Vanessa Costa de. et al. Doação e transplante de órgãos: aspectos éticos e legais. Disponível em: . Acesso em: mai. 2018. Adaptado. 


    A temática desenvolvida no texto estrutura-se em torno de elementos que promovem o encadeamento de ideias e a progressão do tema abordado.

    A esse respeito, identifica-se no texto que
    Escolha uma alternativa para a questão f1d8c611-d7
  • Linguagens

    Português

        De acordo com dados do Ministério da Saúde, nos últimos anos ocorreu um aumento significativo no número de transplantes de órgãos em quase todos os estados brasileiros, situando o Brasil entre os países que mais realizam transplante no mundo, com um índice de captação anual de órgãos de, aproximadamente, seis doadores por milhão de habitantes.
         O transplante é um procedimento cirúrgico que consiste na substituição de um órgão ou tecido de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido saudável, de uma pessoa viva ou morta (doador). Além disso, requer uma avaliação completa do paciente e cuidados intensivos durante e depois da cirurgia, correspondendo, muitas vezes, à derradeira esperança de cura para pessoas com incapacidades orgânicas terminais e que não obtiveram sucesso com outros tratamentos.
         No entanto, o índice de captação anual de órgãos, no Brasil, ainda é insuficiente quando comparado ao de países mais desenvolvidos, que alcançam números superiores a 22 doadores por milhão. Esse entrave se encontra fortemente vinculado à desinformação do meio médico, e da população em geral, visto que muitos profissionais da área da saúde desconhecem a legislação vigente sobre doação e transplante de órgãos.
        O nascimento, a vida e a morte dos seres humanos são processos cada vez mais passíveis de intervenção pelo próprio homem. Todavia, ao mesmo tempo que a ciência traz essa possibilidade de intervenção, a ética vem para servir como elemento definidor no que diz respeito à necessidade de se interferir.
        Aliada a isto, encontra-se a polêmica que gira em torno desse tema na sociedade civil e científica. A ideia de prolongar a vida humana ou de minimizar o sofrimento das pessoas, oferecendo-lhes uma possível melhoria em sua qualidade de vida, é uma premissa que guia o comportamento dos profissionais da área da saúde que lidam com esses casos e aqueles que têm à sua volta pessoas com problemas que as impedem de usufruir normalmente da vida ou que determinam sua morte prematura. Assim, a questão da doação e do transplante de órgãos torna-se complexa na medida em que envolve aspectos éticos, religiosos e sociais com os quais aqueles que o defendem têm de se deparar, além das questões legais que envolvem o assunto. 

    MELO, Vanessa Costa de. et al. Doação e transplante de órgãos: aspectos éticos e legais. Disponível em: . Acesso em: mai. 2018. Adaptado. 


    De acordo com o texto, sobre a doção de órgãos é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão f1d54343-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Questão

        Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
         But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
        Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
         “This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
         “Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”

    RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <http://www.foxnews.com>. Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    About the role of e-cigarettes as a smoking cessation tool, the study has found out that e-cigarette users
    Escolha uma alternativa para a questão d8e29692-d6
  • Linguagens

    Inglês

    Questão

        Big U.S. tobacco companies are all developing e-cigarettes. The battery-powered gadgets feature a glowing tip and a heating element that turns liquid nicotine and flavorings into a cloud of vapor that users inhale. Some past research has suggested that using e-cigarettes may help smokers cut down on use of traditional tobacco products, or even transition entirely away from tobacco – an idea aggressively marketed by e-cigarette and tobacco companies.
         But a recent European study says that smokers who also use e-cigarettes may be half as likely to give up tobacco as smokers who never vape at all.
        Researchers analyzed data from a 2014 survey of more than 13,000 current or former smokers in the European Union. About 2,500 had tried vaping at least once; 46% of the participants were former smokers and 19% currently or previously used e-cigarettes. The study revealed that people smoked an average of about 14 cigarettes a day when they didn’t vape, and around 16 cigarettes a day when they did.
         “This is important because e-cigarettes are widely promoted as a smoking cessation tool”, said senior author Stanton Glantz of California, San Francisco. “And, while there is no question that some smokers do successfully quit with e-cigarettes, they keep many more people smoking”, he added.
         “Most adult smokers express a desire to quit, and many try and fail”, said Samir Soneji, a health policy researcher in New Hampshire. “E-cigarettes might seem like an appealing cessation tool because the devices in some ways mimic the smoking, but nicotine gum or patches may be more effective.”

    RAPAPORT, Lisa. Disponível em: <http://www.foxnews.com>. Acesso em: abr. 2018. Adaptado.
    Considering the recent European study about e-cigarettes, fill in the parentheses with T (True) or F (False).

    ( ) Over thirteen thousand people took part in the survey.
    ( ) All the participants had been cigarette smokers at some point.
    ( ) The smokers in the study used more cigarettes a day when they vaped.
    ( ) None of the participants had tried e-cigarettes before the survey.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão d8df6a52-d6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Figuras de Linguagem

    LAVADO, Joaquín Salvador (QUINO). Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2000. p. 75. 


    Na tira apresentada, o autor explora alguns recursos da língua portuguesa, a fim de conseguir efeitos estéticos ou de sentido.


    No primeiro balão, o autor utiliza uma figura de sintaxe, a fim de atribuir maior expressividade ao significado da fala de Filipe, personagem que dialoga com Mafalda, que é denominada de

    Escolha uma alternativa para a questão d8d7df2a-d6
  • Linguagens

    Português

    Quando você for se embora,
    moça branca como a neve,
    me leve.

    Se acaso você não possa
    me carregar pela mão,
    menina branca de neve,
    me leve no coração.

    Se no coração não possa
    por acaso me levar,
    moça de sonho e de neve,
    me leve no seu lembrar.

    E se aí também não possa
    por tanta coisa que leve
    já viva em seu pensamento,
    menina branca de neve,
    me leve no esquecimento.
    GULLAR, Ferreira. Cantiga para não morrer. Disponível em: <http://www.revistabula.com/12068-os-10-melhores-poemas-de-ferreira-gullar/>. . Acesso em: abr. 2018.


    A metáfora é a figura de linguagem identificada pela comparação subjetiva, pela semelhança ou analogia entre elementos.

    Esse recurso estilístico utilizado pelo eu lírico está presente no verso transcrito em

    Escolha uma alternativa para a questão d8d4e666-d6
  • Linguagens

    Português

    Questão

        Os avanços científico-tecnológicos na Medicina são responsáveis pelo florescimento de três grandes utopias humanas, que são a utopia da eternidade (pelo aumento da longevidade), a utopia da beleza (pelas mudanças de padrões cosméticos) e a utopia do prazer (pelo aparecimento de novas drogas que suprimem a dor e promovem o prazer físico e psíquico). A nova obsessão humana é a utopia da saúde e do corpo perfeitos.
         A perplexidade ética provocada pela "tecnociência" contemporânea é consequente ao fato de que o mundo, não obstante o tamanho do progresso experimentado, se encontra na fronteira de graves responsabilidades morais, determinadas pelo processo de intervenção cada vez mais agressivo do homem na biosfera, acelerando sua deterioração, e a intervenção na própria essência do ser humano, principalmente através da manipulação de sua identidade genética.
        Destarte, as inovações tecnológicas podem não só beneficiar a humanidade, mas também serem utilizadas contra ela, já se tornando uma certeza que a última batalha em defesa da dignidade humana está sendo travada nos laboratórios de genética molecular, onde é manipulado o DNA humano.

    DRUMOND, José Geraldo de Freitas. Ética e inovação tecnológica na medicina. Disponível em:<https://www.saocamilo-sp.br> . Acesso em: abr. 2018.
    A perplexidade ética mencionada no texto sobre a "teconociência" se refere
    Escolha uma alternativa para a questão d8cd44da-d6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Gêneros Textuais


    JUNIÃO. Charge. Disponível em: <http://blogdamartabellini.blogspot.com.br> . Acesso em: abr. 2018.


    A charge é um gênero textual que tem por finalidade emitir uma opinião crítica ou satírica sobre algum aspecto da sociedade.

    Assumindo um posicionamento crítico-irônico diante da possibilidade de reincidência de epidemias, o chargista chama a atenção para

    Escolha uma alternativa para a questão d8c8189f-d6
  • Linguagens

    Português

    O tempo da história e o da vida. Distintos, completamente, deveria ter cada qual um nome. Não se confundiriam. Seriam independentes e livres. Cada um na sua. O da vida dependeria do humano. Teria seus limites impostos por ele. O da história existiria sem um fim necessário. Nomes diferentes dariam a eles independência para ter relação com os valores, a moral, as virtudes, a ética, o equilíbrio das diferenças em cada momento.
    O tempo da vida do humano. O tempo da história. Debates não seriam sufocados, circunstâncias não silenciariam projetos, aspectos morais teriam seus espaços e preservar-se-ia a verdadeira ética que não guarda relação alguma com picuinhas ou cerimonialismos.

    A ética que tem como valor o humano. Não o individual, o uno, mas o coletivo. O humano que não pode ser desgraçado por interesses comerciais, mesquinhez de costumes ou sentimentos preconceituosos. O humano que se defronta com problemas de cada tempo e aceita superá-los. Sem vícios.

    O FIM do tempo único. Disponível em: <https://www.revistaforum.com.br/>. Acesso em: abr. 2018. Editorial.

    Segundo o editorial da Revista Fórum, o tempo
    Escolha uma alternativa para a questão d8c4c332-d6
  • Linguagens

    Inglês

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    The word or expression from the text has not been correctly defined in
    Escolha uma alternativa para a questão 11562c74-d6
  • Linguagens

    Inglês

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    The scientists found out that
    Escolha uma alternativa para a questão 1152fa6f-d6
  • Linguagens

    Inglês

    Questão

    Imagem da questão de Inglês, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

        A new study published in Current Biology is investigating why you get poor sleep in unfamiliar places. It suggests that when people sleep in an unfamiliar place, one hemisphere of the brain stays more awake as a way to keep watch for potential danger possibly a remnant of the days when Homo sapiens had to guard their territory every night.
        This phenomenon is known as unihemispheric slow-wave sleep, and it’s seen in marine animals and some birds. This is the first study to suggest that the human brain may also be hard-wired to function in a similar way, although on a smaller scale. Humans, unlike sparrows, don’t usually sleep with one eye open. However, when in new surroundings, one hemisphere of the brain may stay at least a little bit awake – great for waking quickly if an intruder shows up, but with a resulting groggy feeling the next morning.
        The group of researchers recruited sleep study participants, and conducted neuroimaging along with polysomnography, a standard test used in sleep labs to monitor brain waves, oxygen level in blood, heart rate, breathing, and eye and leg movements. They discovered that only the brain’s right hemisphere was consistently engaged in slow-wave, or deep, sleep. The left hemisphere – the side responsible for logical thinking and reasoning – had what the researchers called “enhanced vigilance”, which also made the entire brain more responsive to sound.
        The researchers tried a test where they targeted sounds to the left and right ear. They found that on the first night, 80 percent of the arousals from deep sleep occurred when sound was made to target the right ear (the brain’s left hemisphere). On day two, that number dropped to about 50 percent.
    FIRGER, Jessica. Disponível em: <http://www.newsweek.com/authors/ jessica-figer>. Acesso em: set. 2018. Adaptado.
    According to the text, fill in the parentheses with T (True) or F (False).

    The study mentioned in the text says that, when we sleep in a new location,

    ( ) half of our brain may remain alert.
    ( ) we behave exactly like sparrows.
    ( ) the left hemisphere of our brain is less asleep than the right.
    ( ) our brain’s vigilance is a way to protect us from unknown dangers.

    The correct sequence, from top to bottom, is
    Escolha uma alternativa para a questão 114ade55-d6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Disponível em: <https://www.goodreads.com/quotes/26963-if-you-can-t-flythen-run-if-you-can-t-run>. Acesso em: set. 2018.

    According to this quote by Martin Luther King Jr.

    Escolha uma alternativa para a questão 1146eebb-d6
  • Linguagens

    Português

    Questão

        Malala luta pelo acesso à escola de meninas no Paquistão e sobreviveu a uma tentativa de homicídio por parte de talibãs, em 2012. A jovem foi baleada por militantes em 9 outubro de 2012, no vale de Swat, na província rebelde paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. O Talibã assumiu a autoria do ataque, alegando em comunicado que Malala foi visada por promover o “secularismo” no país. Depois de receber tratamento médico inicial no Paquistão, Malala foi enviada para o Reino Unido, onde reside atualmente com sua família.
        Antes do atentado, Malala vinha fazendo campanha pelo direito das meninas à educação em Swat, além de ser uma crítica veemente dos extremistas islâmicos. Ela foi elogiada mundo afora por escrever sobre as atrocidades do Talibã num blog da BBC no idioma urdu.
        Malala percorreu um longo caminho desde então, sendo um ícone internacional da resistência, do fortalecimento das mulheres e do direito à educação. Entre as numerosas distinções que recebeu está o prestigioso prêmio de direitos humanos Sakharov, da União Europeia. Ela também foi a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2014. Em seu próprio país, no entanto, é desprezada por muitos, que a acusam de ser agente dos EUA, decidida a difamar o Paquistão e o islã.
        Em 2017, Malala foi nomeada Mensageira da Paz pela ONU. Numa cerimônia na sede das Nações Unidas em Nova York, o secretário-geral da ONU, António Guterres, entregou-lhe o grande prêmio, dizendo ter-se sentido inspirado pelo “compromisso inabalável” da jovem com a paz, assim como por sua “determinação em promover um mundo melhor”.
    MALALA YOUSAFZAI vem a São Paulo falar sobre direito à educação Disponível em: <http://www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: set. 2018.
    Com relação aos aspectos linguísticos que compõem o texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 1143a943-d6