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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 454 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 3 e responda à questão.

    TEXTO 3 

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2016, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Intolerância religiosa é crime de ódio e fere a dignidade. O direito de criticar dogmas e encaminhamentos é assegurado como liberdade de expressão, mas atitudes agressivas, ofensas e tratamento diferenciado a alguém, em função de crença ou de não ter religião, são crimes inafiançáveis e imprescritíveis. 


    Disponível em: <http://juventudeespirita.tumblr.com/post/96974768531/intoler%C3%A2ncia-religiosa-

    %C3%A9-crime-de-%C3%B3dio-e-fere-a>  . Acesso em: 24 ago. 2016 

    Nas campanhas comunitárias, ou publicitárias, é comum o predomínio da função conativa da linguagem. No TEXTO 3, pode-se observar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d7a24c43-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO 1 e responda à questão. 

    TEXTO 1 

    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2016, Adjetivos

    André Felipe Portugal é advogado e mestrando em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra (Portugal). 

    PORTUGAL, André Felipe. Não ao pensamento único. Disponível em:<http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/nao-ao-pensamento-unico-8n51aku1uc9ghd632l0zsrcqg>Acesso em: 10 jun. 2016 (Adaptado)

    “Uma vez pregada a existência de um pensamento e uma interpretação únicos, no entanto, para que serviriam o diálogo e o confronto sadio de interpretações?”(linhas 94–96).

    Ao observar a regra de concordância entre adjetivo e substantivo, sobre o trecho anterior, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d794b668-b7
  • Linguagens

    Inglês


    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


    No diálogo da tirinha,

    Escolha uma alternativa para a questão b3510063-b6
  • Linguagens

    Inglês


    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension



    O principal objetivo do gráfico é revelar

    Escolha uma alternativa para a questão b34c8a04-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto III
    Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até ao fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que não lhe guardo rancor. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto. Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me põem a pena na mão.


    Texto IV
    O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não agüenta tinta.

    FONTE: ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. Fixação de texto e notas de Manoel M. S. Almeida; prefácio de John Gledson. São Paulo: Globo, 2008.
    No conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa, publicado no livro Primeiras Estórias (1962), a narrativa se constrói por meio de um relato em primeira pessoa que se propõe a contar um evento passado, em que o autor utilizou tanto a língua padrão culta quanto a inclusão de traços da oralidade.

    ASSINALE a alternativa em que há o discurso direto e a marca da oralidade:
    Escolha uma alternativa para a questão b342a9b6-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    O desafio da escolha profissional

    Roseli Filizatti


    Mello, F. A. F. (2002). O desafio da escolha profissional. São Paulo: Papirus, 240 p.



    A opção por uma profissão nem sempre é algo fácil e pode tornar-se uma tortura para o jovem que necessita posicionar-se diante de uma profissão. Isso ocorre porque normalmente a escolha é feita numa época de transformações e mudanças físicas e psíquicas, o que por si só já gera conflitos. Além disso, a sociedade, a família e os amigos cobram urgência num posicionamento para o qual nem sempre o jovem está preparado.

    No presente livro o autor disserta sobre a orientação vocacional, as dificuldades encontradas durante o processo de escolha profissional e sobre as consequências que uma escolha inadequada pode trazer. São explanadas também influências teóricas, tipos de orientação e reflexões sobre as variáveis relacionadas com a escolha profissional. Os títulos e subtítulos que compõem os sete capítulos do livro elucidam claramente o conteúdo tratado.

    No primeiro capítulo, Orientação Vocacional e Psicologia: Visão Inicial, o autor relata um breve histórico sobre a orientação vocacional (OV) e discute o significado do termo vocação. Expõe os fundamentos teóricos que sustentam a OV, com base em diversas áreas de conhecimento psicológico: psicologia diferencial, psicologia do desenvolvimento, psicologia da personalidade e psicodinâmica, psicologia social e sociologia e psicologia industrial. O capítulo termina com a análise da influência externa e interna sobre os comportamentos humanos e o papel da OV nesse contexto, qual seja, ajudar o sujeito a se conhecer e a conhecer o seu meio, para então escolher uma profissão mais adequada a sua realidade e conteúdos internos.

    Concepções sobre o Processo de Orientação Vocacional, o segundo capítulo, relata, a princípio, as principais teorias que conduzem a OV, abordando a psicometria, a carreira, a motivação e a teoria psicodinâmica. O autor descreve as teorias, ressalta seus pontos fortes e dificuldades e alega que o ideal seria uma integração dessas para melhor eficácia da OV. Defende que a OV faz parte de um processo, que não se faz somente durante a orientação, e sim durante toda a história de vida do sujeito, que acumula informações e reações emocionais trazidas da interação com o meio e aspectos internos, desde a infância, e se transformam em crenças e preferências. Essas crenças e preferências são trazidas à tona nesse processo e trabalhadas a fim de verificar se não são simplistas ou irreais. Durante o capítulo são definidos alguns conceitos relacionados ao tema e às teorias descritas, como interesses, valores e crenças, validade, fidedignidade, precisão e padronização.

    O terceiro capítulo, Desenvolvimento, Maturidade e Adequação Vocacional, traz a explanação sobre o desenvolvimento vocacional durante a vida do sujeito, como parte do desenvolvimento da personalidade. O autor relaciona desenvolvimento vocacional com desenvolvimento ocupacional e desenvolvimento pessoal. Ainda, salienta que o desenvolvimento desses processos se relaciona com a identidade pessoal, identidade vocacional e identidade ocupacional. O capítulo estabelece os estágios da vida vocacional-ocupacional: estágio do crescimento, exploratório, estabelecimento, declínio e aposentadoria, descrevendo os fatores que podem afetar esse desenvolvimento.

    No quarto capítulo, O Processo da Escolha Profissional, o autor alega que a escolha se faz sempre num processo constante de diagnóstico-prognóstico (feito pelo sujeito e pelo orientador), envolvendo diagnóstico pessoal, informação ocupacional e prognóstico vocacional. Entre as teorias psicométrica, psicodinâmica ou integrada, defende como melhor solução o uso da teoria integrada. Uma escolha vocacional traz conflitos porque envolve, além das aptidões, capacidades, desejos e aspirações do sujeito, também aspectos emocionais, visto que se trata de um projeto de vida. O autor enfatiza que o conflito é acentuado pelo fato de sempre existir uma variedade de ocupações compatíveis com cada indivíduo e pelas dificuldades emocionais ao lidar com perdas e ao enfrentar o desconhecido. Assim, a escolha também se relaciona com o tipo de estrutura psicológica, emocional e social do sujeito, podendo se dar de forma prematura. Ao final do capítulo, ressalta que a responsabilidade por uma escolha profissional não é somente do sujeito que passa pela orientação, mas também do orientador. E ainda mais, enfatiza que se ocorrer uma escolha inadequada, poderá haver uma desestruturação existencial e emocional do sujeito.

    A Orientação Vocacional com Grupos Típicos, as características de cada população, as peculiaridades que devem ser focadas com cada tipo de grupo são discutidas no quinto capítulo. O autor discute a OV com adolescentes, aposentados ativos ou idosos saudáveis, adultos desempregados, insatisfeitos com a profissão ou instáveis, deficientes físicos, mulheres e os que apresentam uma condição social ou econômica inferiorizada.

    No sexto capítulo o autor aborda A Informação Ocupacional e sua importância, ou seja, é necessário dar informações claras, precisas e detalhadas sobre o mundo profissional em que o orientado pretende ingressar. Elas devem focalizar tendências para o futuro e ser bem trabalhadas para o sujeito compreendê-las e analisá-las, podendo ser transmitidas pelo psicólogo orientador, ou ser buscadas pelo próprio orientando ou escola. O autor ressalva novamente a assimilação dessas informações desde a infância, de uma forma muitas vezes informal. Na OV as mesmas podem ser transmitidas pela técnica de baralho chamada R-O. Enfatiza a polivalência ocupacional e finaliza o capítulo ressaltando os motivos que podem levar a uma falha no processo de OV, como reestruturação do mercado de trabalho, falta de maturidade do jovem, conteúdos transmitidos inadequadamente, visão distorcida do perfil psicológico da profissão.

    A obra é finalizada com o capítulo sobre O Processo e sua Prática sob três perspectivas, o tempo, as estratégias e os procedimentos. Defende que embora a escolha seja feita no presente, destina-se a uma vida profissional futura, referindo-se a um projeto de vida. Também trata dos critérios para a escolha profissional que devem ser baseados na polivalência ocupacional, nos atributos pessoais do sujeito, na amplitude ocupacional, na busca por uma solução adequada, nos interesses, na motivação e nos valores predominantes do sujeito, no seu conceito de carreira e em seus aspectos psicológicos. Analisa os procedimentos a serem utilizados, citando a entrevista e instrumentos como a Bateria CEPA, testes objetivos e projetivos. Mostra a importância do pré-diagnóstico e diagnóstico vocacional, os quais servem para posicionar o orientador e o sujeito e de base para a elaboração de táticas de ação. Aborda o papel da auto-imagem na escolha por uma profissão e mostra a importância do prognóstico vocacional, resultado da interação entre orientador e sujeito, para analisar e sintetizar os dados levantados no processo e assim resolver os conflitos referentes à ocupação profissional. Disserta, ainda, sobre os três objetivos fundamentais da OV: ajudar o cliente a clarificar sua identidade vocacional, a alcançar um autoconhecimento realista para uma escolha profissional adequada e a contribuir para o desenvolvimento de sua personalidade e ajustamento psicológico.

    O conteúdo é um tema atual e importante para o auxílio dos jovens que necessitam de amparo para uma escolha profissional adequada. O assunto foi tratado de forma abrangente, o que possibilita uma visão geral e adequada sobre o mesmo; além disso, a obra apresenta-se estruturada de maneira organizada e com linguajar simples, o que facilita a leitura e o entendimento.

    Cabe ressaltar que embora seja apresentado no final do livro um “Questionário sobre valores e objetivos de vida”, a meu ver, essa obra seria mais completa se fossem discutidos outros instrumentos que podem ser utilizados no processo de OV. O autor se centra mais na entrevista e acaba não descrevendo outros instrumentos.

    Embora cite no final do livro uma vasta referência bibliográfica, no transcorrer da obra ele se referencia muito a Super et al. (1957). Fica a impressão de que outros autores não foram pesquisados. Psico-USF (Impr.) vol.8 no.1 Itatiba Jan./June 2003.


    Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-82712003000100013

    Acesso em 29 de setembro de 2016.

    Resenhas são gêneros textuais que circulam em diferentes esferas comunicativas. No que se refere ao Texto I, trata-se da esfera:
    Escolha uma alternativa para a questão b32a7cad-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    O desafio da escolha profissional

    Roseli Filizatti


    Mello, F. A. F. (2002). O desafio da escolha profissional. São Paulo: Papirus, 240 p.



    A opção por uma profissão nem sempre é algo fácil e pode tornar-se uma tortura para o jovem que necessita posicionar-se diante de uma profissão. Isso ocorre porque normalmente a escolha é feita numa época de transformações e mudanças físicas e psíquicas, o que por si só já gera conflitos. Além disso, a sociedade, a família e os amigos cobram urgência num posicionamento para o qual nem sempre o jovem está preparado.

    No presente livro o autor disserta sobre a orientação vocacional, as dificuldades encontradas durante o processo de escolha profissional e sobre as consequências que uma escolha inadequada pode trazer. São explanadas também influências teóricas, tipos de orientação e reflexões sobre as variáveis relacionadas com a escolha profissional. Os títulos e subtítulos que compõem os sete capítulos do livro elucidam claramente o conteúdo tratado.

    No primeiro capítulo, Orientação Vocacional e Psicologia: Visão Inicial, o autor relata um breve histórico sobre a orientação vocacional (OV) e discute o significado do termo vocação. Expõe os fundamentos teóricos que sustentam a OV, com base em diversas áreas de conhecimento psicológico: psicologia diferencial, psicologia do desenvolvimento, psicologia da personalidade e psicodinâmica, psicologia social e sociologia e psicologia industrial. O capítulo termina com a análise da influência externa e interna sobre os comportamentos humanos e o papel da OV nesse contexto, qual seja, ajudar o sujeito a se conhecer e a conhecer o seu meio, para então escolher uma profissão mais adequada a sua realidade e conteúdos internos.

    Concepções sobre o Processo de Orientação Vocacional, o segundo capítulo, relata, a princípio, as principais teorias que conduzem a OV, abordando a psicometria, a carreira, a motivação e a teoria psicodinâmica. O autor descreve as teorias, ressalta seus pontos fortes e dificuldades e alega que o ideal seria uma integração dessas para melhor eficácia da OV. Defende que a OV faz parte de um processo, que não se faz somente durante a orientação, e sim durante toda a história de vida do sujeito, que acumula informações e reações emocionais trazidas da interação com o meio e aspectos internos, desde a infância, e se transformam em crenças e preferências. Essas crenças e preferências são trazidas à tona nesse processo e trabalhadas a fim de verificar se não são simplistas ou irreais. Durante o capítulo são definidos alguns conceitos relacionados ao tema e às teorias descritas, como interesses, valores e crenças, validade, fidedignidade, precisão e padronização.

    O terceiro capítulo, Desenvolvimento, Maturidade e Adequação Vocacional, traz a explanação sobre o desenvolvimento vocacional durante a vida do sujeito, como parte do desenvolvimento da personalidade. O autor relaciona desenvolvimento vocacional com desenvolvimento ocupacional e desenvolvimento pessoal. Ainda, salienta que o desenvolvimento desses processos se relaciona com a identidade pessoal, identidade vocacional e identidade ocupacional. O capítulo estabelece os estágios da vida vocacional-ocupacional: estágio do crescimento, exploratório, estabelecimento, declínio e aposentadoria, descrevendo os fatores que podem afetar esse desenvolvimento.

    No quarto capítulo, O Processo da Escolha Profissional, o autor alega que a escolha se faz sempre num processo constante de diagnóstico-prognóstico (feito pelo sujeito e pelo orientador), envolvendo diagnóstico pessoal, informação ocupacional e prognóstico vocacional. Entre as teorias psicométrica, psicodinâmica ou integrada, defende como melhor solução o uso da teoria integrada. Uma escolha vocacional traz conflitos porque envolve, além das aptidões, capacidades, desejos e aspirações do sujeito, também aspectos emocionais, visto que se trata de um projeto de vida. O autor enfatiza que o conflito é acentuado pelo fato de sempre existir uma variedade de ocupações compatíveis com cada indivíduo e pelas dificuldades emocionais ao lidar com perdas e ao enfrentar o desconhecido. Assim, a escolha também se relaciona com o tipo de estrutura psicológica, emocional e social do sujeito, podendo se dar de forma prematura. Ao final do capítulo, ressalta que a responsabilidade por uma escolha profissional não é somente do sujeito que passa pela orientação, mas também do orientador. E ainda mais, enfatiza que se ocorrer uma escolha inadequada, poderá haver uma desestruturação existencial e emocional do sujeito.

    A Orientação Vocacional com Grupos Típicos, as características de cada população, as peculiaridades que devem ser focadas com cada tipo de grupo são discutidas no quinto capítulo. O autor discute a OV com adolescentes, aposentados ativos ou idosos saudáveis, adultos desempregados, insatisfeitos com a profissão ou instáveis, deficientes físicos, mulheres e os que apresentam uma condição social ou econômica inferiorizada.

    No sexto capítulo o autor aborda A Informação Ocupacional e sua importância, ou seja, é necessário dar informações claras, precisas e detalhadas sobre o mundo profissional em que o orientado pretende ingressar. Elas devem focalizar tendências para o futuro e ser bem trabalhadas para o sujeito compreendê-las e analisá-las, podendo ser transmitidas pelo psicólogo orientador, ou ser buscadas pelo próprio orientando ou escola. O autor ressalva novamente a assimilação dessas informações desde a infância, de uma forma muitas vezes informal. Na OV as mesmas podem ser transmitidas pela técnica de baralho chamada R-O. Enfatiza a polivalência ocupacional e finaliza o capítulo ressaltando os motivos que podem levar a uma falha no processo de OV, como reestruturação do mercado de trabalho, falta de maturidade do jovem, conteúdos transmitidos inadequadamente, visão distorcida do perfil psicológico da profissão.

    A obra é finalizada com o capítulo sobre O Processo e sua Prática sob três perspectivas, o tempo, as estratégias e os procedimentos. Defende que embora a escolha seja feita no presente, destina-se a uma vida profissional futura, referindo-se a um projeto de vida. Também trata dos critérios para a escolha profissional que devem ser baseados na polivalência ocupacional, nos atributos pessoais do sujeito, na amplitude ocupacional, na busca por uma solução adequada, nos interesses, na motivação e nos valores predominantes do sujeito, no seu conceito de carreira e em seus aspectos psicológicos. Analisa os procedimentos a serem utilizados, citando a entrevista e instrumentos como a Bateria CEPA, testes objetivos e projetivos. Mostra a importância do pré-diagnóstico e diagnóstico vocacional, os quais servem para posicionar o orientador e o sujeito e de base para a elaboração de táticas de ação. Aborda o papel da auto-imagem na escolha por uma profissão e mostra a importância do prognóstico vocacional, resultado da interação entre orientador e sujeito, para analisar e sintetizar os dados levantados no processo e assim resolver os conflitos referentes à ocupação profissional. Disserta, ainda, sobre os três objetivos fundamentais da OV: ajudar o cliente a clarificar sua identidade vocacional, a alcançar um autoconhecimento realista para uma escolha profissional adequada e a contribuir para o desenvolvimento de sua personalidade e ajustamento psicológico.

    O conteúdo é um tema atual e importante para o auxílio dos jovens que necessitam de amparo para uma escolha profissional adequada. O assunto foi tratado de forma abrangente, o que possibilita uma visão geral e adequada sobre o mesmo; além disso, a obra apresenta-se estruturada de maneira organizada e com linguajar simples, o que facilita a leitura e o entendimento.

    Cabe ressaltar que embora seja apresentado no final do livro um “Questionário sobre valores e objetivos de vida”, a meu ver, essa obra seria mais completa se fossem discutidos outros instrumentos que podem ser utilizados no processo de OV. O autor se centra mais na entrevista e acaba não descrevendo outros instrumentos.

    Embora cite no final do livro uma vasta referência bibliográfica, no transcorrer da obra ele se referencia muito a Super et al. (1957). Fica a impressão de que outros autores não foram pesquisados. Psico-USF (Impr.) vol.8 no.1 Itatiba Jan./June 2003.


    Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-82712003000100013

    Acesso em 29 de setembro de 2016.

    É recurso linguístico utilizado pelo resenhista para marcar seus comentários:
    Escolha uma alternativa para a questão b325d164-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    O desafio da escolha profissional

    Roseli Filizatti


    Mello, F. A. F. (2002). O desafio da escolha profissional. São Paulo: Papirus, 240 p.



    A opção por uma profissão nem sempre é algo fácil e pode tornar-se uma tortura para o jovem que necessita posicionar-se diante de uma profissão. Isso ocorre porque normalmente a escolha é feita numa época de transformações e mudanças físicas e psíquicas, o que por si só já gera conflitos. Além disso, a sociedade, a família e os amigos cobram urgência num posicionamento para o qual nem sempre o jovem está preparado.

    No presente livro o autor disserta sobre a orientação vocacional, as dificuldades encontradas durante o processo de escolha profissional e sobre as consequências que uma escolha inadequada pode trazer. São explanadas também influências teóricas, tipos de orientação e reflexões sobre as variáveis relacionadas com a escolha profissional. Os títulos e subtítulos que compõem os sete capítulos do livro elucidam claramente o conteúdo tratado.

    No primeiro capítulo, Orientação Vocacional e Psicologia: Visão Inicial, o autor relata um breve histórico sobre a orientação vocacional (OV) e discute o significado do termo vocação. Expõe os fundamentos teóricos que sustentam a OV, com base em diversas áreas de conhecimento psicológico: psicologia diferencial, psicologia do desenvolvimento, psicologia da personalidade e psicodinâmica, psicologia social e sociologia e psicologia industrial. O capítulo termina com a análise da influência externa e interna sobre os comportamentos humanos e o papel da OV nesse contexto, qual seja, ajudar o sujeito a se conhecer e a conhecer o seu meio, para então escolher uma profissão mais adequada a sua realidade e conteúdos internos.

    Concepções sobre o Processo de Orientação Vocacional, o segundo capítulo, relata, a princípio, as principais teorias que conduzem a OV, abordando a psicometria, a carreira, a motivação e a teoria psicodinâmica. O autor descreve as teorias, ressalta seus pontos fortes e dificuldades e alega que o ideal seria uma integração dessas para melhor eficácia da OV. Defende que a OV faz parte de um processo, que não se faz somente durante a orientação, e sim durante toda a história de vida do sujeito, que acumula informações e reações emocionais trazidas da interação com o meio e aspectos internos, desde a infância, e se transformam em crenças e preferências. Essas crenças e preferências são trazidas à tona nesse processo e trabalhadas a fim de verificar se não são simplistas ou irreais. Durante o capítulo são definidos alguns conceitos relacionados ao tema e às teorias descritas, como interesses, valores e crenças, validade, fidedignidade, precisão e padronização.

    O terceiro capítulo, Desenvolvimento, Maturidade e Adequação Vocacional, traz a explanação sobre o desenvolvimento vocacional durante a vida do sujeito, como parte do desenvolvimento da personalidade. O autor relaciona desenvolvimento vocacional com desenvolvimento ocupacional e desenvolvimento pessoal. Ainda, salienta que o desenvolvimento desses processos se relaciona com a identidade pessoal, identidade vocacional e identidade ocupacional. O capítulo estabelece os estágios da vida vocacional-ocupacional: estágio do crescimento, exploratório, estabelecimento, declínio e aposentadoria, descrevendo os fatores que podem afetar esse desenvolvimento.

    No quarto capítulo, O Processo da Escolha Profissional, o autor alega que a escolha se faz sempre num processo constante de diagnóstico-prognóstico (feito pelo sujeito e pelo orientador), envolvendo diagnóstico pessoal, informação ocupacional e prognóstico vocacional. Entre as teorias psicométrica, psicodinâmica ou integrada, defende como melhor solução o uso da teoria integrada. Uma escolha vocacional traz conflitos porque envolve, além das aptidões, capacidades, desejos e aspirações do sujeito, também aspectos emocionais, visto que se trata de um projeto de vida. O autor enfatiza que o conflito é acentuado pelo fato de sempre existir uma variedade de ocupações compatíveis com cada indivíduo e pelas dificuldades emocionais ao lidar com perdas e ao enfrentar o desconhecido. Assim, a escolha também se relaciona com o tipo de estrutura psicológica, emocional e social do sujeito, podendo se dar de forma prematura. Ao final do capítulo, ressalta que a responsabilidade por uma escolha profissional não é somente do sujeito que passa pela orientação, mas também do orientador. E ainda mais, enfatiza que se ocorrer uma escolha inadequada, poderá haver uma desestruturação existencial e emocional do sujeito.

    A Orientação Vocacional com Grupos Típicos, as características de cada população, as peculiaridades que devem ser focadas com cada tipo de grupo são discutidas no quinto capítulo. O autor discute a OV com adolescentes, aposentados ativos ou idosos saudáveis, adultos desempregados, insatisfeitos com a profissão ou instáveis, deficientes físicos, mulheres e os que apresentam uma condição social ou econômica inferiorizada.

    No sexto capítulo o autor aborda A Informação Ocupacional e sua importância, ou seja, é necessário dar informações claras, precisas e detalhadas sobre o mundo profissional em que o orientado pretende ingressar. Elas devem focalizar tendências para o futuro e ser bem trabalhadas para o sujeito compreendê-las e analisá-las, podendo ser transmitidas pelo psicólogo orientador, ou ser buscadas pelo próprio orientando ou escola. O autor ressalva novamente a assimilação dessas informações desde a infância, de uma forma muitas vezes informal. Na OV as mesmas podem ser transmitidas pela técnica de baralho chamada R-O. Enfatiza a polivalência ocupacional e finaliza o capítulo ressaltando os motivos que podem levar a uma falha no processo de OV, como reestruturação do mercado de trabalho, falta de maturidade do jovem, conteúdos transmitidos inadequadamente, visão distorcida do perfil psicológico da profissão.

    A obra é finalizada com o capítulo sobre O Processo e sua Prática sob três perspectivas, o tempo, as estratégias e os procedimentos. Defende que embora a escolha seja feita no presente, destina-se a uma vida profissional futura, referindo-se a um projeto de vida. Também trata dos critérios para a escolha profissional que devem ser baseados na polivalência ocupacional, nos atributos pessoais do sujeito, na amplitude ocupacional, na busca por uma solução adequada, nos interesses, na motivação e nos valores predominantes do sujeito, no seu conceito de carreira e em seus aspectos psicológicos. Analisa os procedimentos a serem utilizados, citando a entrevista e instrumentos como a Bateria CEPA, testes objetivos e projetivos. Mostra a importância do pré-diagnóstico e diagnóstico vocacional, os quais servem para posicionar o orientador e o sujeito e de base para a elaboração de táticas de ação. Aborda o papel da auto-imagem na escolha por uma profissão e mostra a importância do prognóstico vocacional, resultado da interação entre orientador e sujeito, para analisar e sintetizar os dados levantados no processo e assim resolver os conflitos referentes à ocupação profissional. Disserta, ainda, sobre os três objetivos fundamentais da OV: ajudar o cliente a clarificar sua identidade vocacional, a alcançar um autoconhecimento realista para uma escolha profissional adequada e a contribuir para o desenvolvimento de sua personalidade e ajustamento psicológico.

    O conteúdo é um tema atual e importante para o auxílio dos jovens que necessitam de amparo para uma escolha profissional adequada. O assunto foi tratado de forma abrangente, o que possibilita uma visão geral e adequada sobre o mesmo; além disso, a obra apresenta-se estruturada de maneira organizada e com linguajar simples, o que facilita a leitura e o entendimento.

    Cabe ressaltar que embora seja apresentado no final do livro um “Questionário sobre valores e objetivos de vida”, a meu ver, essa obra seria mais completa se fossem discutidos outros instrumentos que podem ser utilizados no processo de OV. O autor se centra mais na entrevista e acaba não descrevendo outros instrumentos.

    Embora cite no final do livro uma vasta referência bibliográfica, no transcorrer da obra ele se referencia muito a Super et al. (1957). Fica a impressão de que outros autores não foram pesquisados. Psico-USF (Impr.) vol.8 no.1 Itatiba Jan./June 2003.


    Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-82712003000100013

    Acesso em 29 de setembro de 2016.

    Considerando que o texto I é uma resenha, ASSINALE a opção que apresenta uma função social desse gênero:
    Escolha uma alternativa para a questão b320430c-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Refugee team to compete at Olympics in Rio

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fonte: http://www.bbc.co.uk/newsround/35724130 Acesso: 07/03/2016

    De acordo com o texto, a participação dos refugiados nas Olimpíadas Rio 2016
    Escolha uma alternativa para a questão 5ea5a48b-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Refugee team to compete at Olympics in Rio

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2016, Pronomes | Pronouns

    Fonte: http://www.bbc.co.uk/newsround/35724130 Acesso: 07/03/2016

    No trecho “instead of their own country´s flag or national anthem” (linhas 4 e 5), o pronome possessivo “their” refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 5e9f56b6-b6
  • Linguagens

    Português

    Maioria é contra aborto até em caso de microcefalia

    51% rejeitam e 39% aprovam direito se houver má-formação, revela Datafolha.

          A maioria dos brasileiros acha que mulheres infectadas pelo vírus da zika não têm o direito de abortar, mesmo se for confirmada a microcefalia no bebê.

          Datafolha mostra que, para 58%, gestantes que tiveram zika não devem interromper a gravidez, contra 32% a favor. Não opinaram 10% dos pesquisados.

          A rejeição majoritária ao aborto cai um pouco no cenário da má-formação já detectada: 51% são contrários, nesse caso, e 39%, a favor.

          Esses índices de reprovação são inferiores aos de novembro de 2015, quando pesquisa sem relação com as doenças mostrou que 67% da população condenava a prática, contra 11%.

          O levantamento, feito em 171 municípios, com 2.768 entrevistas, aponta ainda que os brasileiros responsabilizam os governos pelo surto do vírus da zika, mas culpam a própria população.

    Fonte: Folha de São Paulo. Disponível em < http://www1.folha.uol.com.br/fsp/>. Acesso em 29 de fevereiro de 2016.

    De acordo com esse texto, a maioria dos brasileiros
    Escolha uma alternativa para a questão 5e7eef19-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    ME EXPLICA

    Entenda o zika vírus e seus sintomas

    Doença é transmitida pelo mosquito 'Aedes aegypti', o mesmo vetor da dengue e da febre chikungunya

    O que é o zika?

    É uma infecção causada pelo zika vírus, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya.

    Posso ser contaminado se entrar em contato com alguém contaminado pelo vírus?

    Não. A transmissão acontece pelo picada do mosquito, que após picar alguém contaminado, pode transportar o vírus durante toda a sua vida.

    Como é o processo de transmissão?

    A fêmea do mosquito deposita seus ovos em locais com água parada. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas.

    Quais são os sintomas?

    Os maiores incômodos são febre baixa e comichão na pele, além de manchas avermelhadas. O mosquito adulto do Aedes aegypti vive em média 45 dias, e depois que a pessoa é picada leva de 3 a 12 dias para os sintomas aparecerem.

    Mas zika é dengue? Qual a diferença entre um e outro?

    Os sintomas do zika vírus são bastante parecidos (febre, mal-estar, dores nas articulações) com os da dengue, mas menos intensos. E, claro, o vírus da dengue não causa microcefalia.

    Zika pode causar microcefalia?

    Sim. Foram encontrados vírus no líquido que envolve o bebê durante a gravidez e também no líquido do sistema nervoso central dos bebês diagnosticados com microcefalia.

    Como isso acontece?

    O vírus invade a placenta, entra na corrente sanguínea do bebê e vai direto para o cérebro. Ali, o vírus pode provocar uma inflamação que retarda a multiplicação dos neurônios e prejudica a formação do cérebro da criança.

    Existe algum tratamento para o zika? Como posso me prevenir?

    Ainda não há tratamento específico para a doença, apenas para o alívio dos sintomas. Para limitar a transmissão do vírus, a pessoa deve ser mantida sob mosquiteiros durante o estado febril, para evitar que algum Aedes aegypti a pique.

    Mas alguém já está pesquisando a cura para o vírus?

    Claro. Alguns cientistas da Universidade do Texas estão em busca de uma vacina contra o zika.

    É verdade que o vírus se espalhou pela América Latina?

    Sim. Ao menos 21 países já estão contaminados. A OMS, por sua vez, estima que pelo menos 4 milhões de pessoas serão infectadas pelo zika vírus na América em 2016.

    E ele pode se espalhar pelo mundo?

    Sim. No dia 1º de fevereiro a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência mundial por conta dos casos de microcefalia causados pelo zika.

    Fonte: ME EXPLICA, de 29 de fevereiro de 2016. Disponível em <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/me-explica/entenda-o-zika-virus-e-seus-sintomas/>. Acessado em 07/03/2016.

    A estratégia utilizada pelo autor do texto foi
    Escolha uma alternativa para a questão 5e7a863a-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    ME EXPLICA

    Entenda o zika vírus e seus sintomas

    Doença é transmitida pelo mosquito 'Aedes aegypti', o mesmo vetor da dengue e da febre chikungunya

    O que é o zika?

    É uma infecção causada pelo zika vírus, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya.

    Posso ser contaminado se entrar em contato com alguém contaminado pelo vírus?

    Não. A transmissão acontece pelo picada do mosquito, que após picar alguém contaminado, pode transportar o vírus durante toda a sua vida.

    Como é o processo de transmissão?

    A fêmea do mosquito deposita seus ovos em locais com água parada. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas.

    Quais são os sintomas?

    Os maiores incômodos são febre baixa e comichão na pele, além de manchas avermelhadas. O mosquito adulto do Aedes aegypti vive em média 45 dias, e depois que a pessoa é picada leva de 3 a 12 dias para os sintomas aparecerem.

    Mas zika é dengue? Qual a diferença entre um e outro?

    Os sintomas do zika vírus são bastante parecidos (febre, mal-estar, dores nas articulações) com os da dengue, mas menos intensos. E, claro, o vírus da dengue não causa microcefalia.

    Zika pode causar microcefalia?

    Sim. Foram encontrados vírus no líquido que envolve o bebê durante a gravidez e também no líquido do sistema nervoso central dos bebês diagnosticados com microcefalia.

    Como isso acontece?

    O vírus invade a placenta, entra na corrente sanguínea do bebê e vai direto para o cérebro. Ali, o vírus pode provocar uma inflamação que retarda a multiplicação dos neurônios e prejudica a formação do cérebro da criança.

    Existe algum tratamento para o zika? Como posso me prevenir?

    Ainda não há tratamento específico para a doença, apenas para o alívio dos sintomas. Para limitar a transmissão do vírus, a pessoa deve ser mantida sob mosquiteiros durante o estado febril, para evitar que algum Aedes aegypti a pique.

    Mas alguém já está pesquisando a cura para o vírus?

    Claro. Alguns cientistas da Universidade do Texas estão em busca de uma vacina contra o zika.

    É verdade que o vírus se espalhou pela América Latina?

    Sim. Ao menos 21 países já estão contaminados. A OMS, por sua vez, estima que pelo menos 4 milhões de pessoas serão infectadas pelo zika vírus na América em 2016.

    E ele pode se espalhar pelo mundo?

    Sim. No dia 1º de fevereiro a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência mundial por conta dos casos de microcefalia causados pelo zika.

    Fonte: ME EXPLICA, de 29 de fevereiro de 2016. Disponível em <http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/me-explica/entenda-o-zika-virus-e-seus-sintomas/>. Acessado em 07/03/2016.

    Com o objetivo de provocar no leitor uma leitura confortável, leve e dinâmica, o autor constrói um texto
    Escolha uma alternativa para a questão 5e738f22-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Facebook and Google Are Going To War Against Hate Speech
    Offending posts will be deleted within 24 hours

       Facebook, Twitter, Google, and Microsoft have agreed to work with European officials to crack down on hateful speech published on their respective platforms. Each company has agreed to review potentially problematic posts and remove offending content within 24 hours. 
       “The recent terror attacks have reminded us of the urgent need to address illegal online hate speech,” Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality, said in a joint statement from the European Commission and the participating companies. “Social media is unfortunately one of the tools that terrorist groups use to radicalize young people and racist use to spread violence and hatred.”
         The new partnership comes after Facebook, Twitter, and Google agreed to erase hate speech from their platforms within 24 hours in Germany, an attempt to address racism following the refugee crisis. That agreement, which Reuters reported last year, also made it easier for individual users to report hateful speech.
         Under the new code of conduct, technology companies will have clear rules in place for reviewing content that may be deemed malicious or hateful. The document also says the companies should be responsible for educating their users on the types of content that are disallowed.
          Tech companies assure that the recently announced code of conduct won’t interfere with freedom of speech. “We remain committed to letting the Tweets flow,” Karen White, Twitter’s head of public policy for Europe, said in the statement. “However, there is a clear distinction between freedom of expression and conduct that incites violence and hate.”
    (Time Magazine, May 31, 2016)

    Glossary: hate speech – discurso de ódio; to agree: concordar; to erase: apagar; partnership – parceria. 
    As palavras “potentially” e “offending”, ambas na quinta e sexta linhas do texto, são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 493ea2d9-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Facebook and Google Are Going To War Against Hate Speech
    Offending posts will be deleted within 24 hours

       Facebook, Twitter, Google, and Microsoft have agreed to work with European officials to crack down on hateful speech published on their respective platforms. Each company has agreed to review potentially problematic posts and remove offending content within 24 hours. 
       “The recent terror attacks have reminded us of the urgent need to address illegal online hate speech,” Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality, said in a joint statement from the European Commission and the participating companies. “Social media is unfortunately one of the tools that terrorist groups use to radicalize young people and racist use to spread violence and hatred.”
         The new partnership comes after Facebook, Twitter, and Google agreed to erase hate speech from their platforms within 24 hours in Germany, an attempt to address racism following the refugee crisis. That agreement, which Reuters reported last year, also made it easier for individual users to report hateful speech.
         Under the new code of conduct, technology companies will have clear rules in place for reviewing content that may be deemed malicious or hateful. The document also says the companies should be responsible for educating their users on the types of content that are disallowed.
          Tech companies assure that the recently announced code of conduct won’t interfere with freedom of speech. “We remain committed to letting the Tweets flow,” Karen White, Twitter’s head of public policy for Europe, said in the statement. “However, there is a clear distinction between freedom of expression and conduct that incites violence and hate.”
    (Time Magazine, May 31, 2016)

    Glossary: hate speech – discurso de ódio; to agree: concordar; to erase: apagar; partnership – parceria. 
    O pronome THEIR destacado no terceiro parágrafo refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão 4935bf81-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Facebook and Google Are Going To War Against Hate Speech
    Offending posts will be deleted within 24 hours

       Facebook, Twitter, Google, and Microsoft have agreed to work with European officials to crack down on hateful speech published on their respective platforms. Each company has agreed to review potentially problematic posts and remove offending content within 24 hours. 
       “The recent terror attacks have reminded us of the urgent need to address illegal online hate speech,” Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality, said in a joint statement from the European Commission and the participating companies. “Social media is unfortunately one of the tools that terrorist groups use to radicalize young people and racist use to spread violence and hatred.”
         The new partnership comes after Facebook, Twitter, and Google agreed to erase hate speech from their platforms within 24 hours in Germany, an attempt to address racism following the refugee crisis. That agreement, which Reuters reported last year, also made it easier for individual users to report hateful speech.
         Under the new code of conduct, technology companies will have clear rules in place for reviewing content that may be deemed malicious or hateful. The document also says the companies should be responsible for educating their users on the types of content that are disallowed.
          Tech companies assure that the recently announced code of conduct won’t interfere with freedom of speech. “We remain committed to letting the Tweets flow,” Karen White, Twitter’s head of public policy for Europe, said in the statement. “However, there is a clear distinction between freedom of expression and conduct that incites violence and hate.”
    (Time Magazine, May 31, 2016)

    Glossary: hate speech – discurso de ódio; to agree: concordar; to erase: apagar; partnership – parceria. 
    Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 49321bf3-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Facebook and Google Are Going To War Against Hate Speech
    Offending posts will be deleted within 24 hours

       Facebook, Twitter, Google, and Microsoft have agreed to work with European officials to crack down on hateful speech published on their respective platforms. Each company has agreed to review potentially problematic posts and remove offending content within 24 hours. 
       “The recent terror attacks have reminded us of the urgent need to address illegal online hate speech,” Vĕra Jourová, EU Commissioner for Justice, Consumers and Gender Equality, said in a joint statement from the European Commission and the participating companies. “Social media is unfortunately one of the tools that terrorist groups use to radicalize young people and racist use to spread violence and hatred.”
         The new partnership comes after Facebook, Twitter, and Google agreed to erase hate speech from their platforms within 24 hours in Germany, an attempt to address racism following the refugee crisis. That agreement, which Reuters reported last year, also made it easier for individual users to report hateful speech.
         Under the new code of conduct, technology companies will have clear rules in place for reviewing content that may be deemed malicious or hateful. The document also says the companies should be responsible for educating their users on the types of content that are disallowed.
          Tech companies assure that the recently announced code of conduct won’t interfere with freedom of speech. “We remain committed to letting the Tweets flow,” Karen White, Twitter’s head of public policy for Europe, said in the statement. “However, there is a clear distinction between freedom of expression and conduct that incites violence and hate.”
    (Time Magazine, May 31, 2016)

    Glossary: hate speech – discurso de ódio; to agree: concordar; to erase: apagar; partnership – parceria. 
    De acordo com o texto, com o novo código de conduta assinado, as redes sociais terão:
    Escolha uma alternativa para a questão 492e463e-b6
  • Linguagens

    Português

    Para responder a questão, considere o poema Ave Roraima da poetisa Eli Macuxi:

    Ave Roraima

    Ave Roraima que canta
    Feito pássaro mítico.
    No peito de quem se encanta
    Por seus líricos fascínios
    Correm rios, cores quentes
    Queimam lavrados ardentes
    Choram guaribas no cio.
    Mesmo quem vem do asfalto
    Do barulho e da poeira
    Quando vê é roraimeira
    Pretoneubereliakin...
    Ave Roraima que canta
    Amor que chega e suplanta
    Todos males em mim!
    Partindo do pressuposto de que todo texto literário é resultado de um trabalho de linguagem feito com o objetivo de produzir determinados efeitos, considere as alternativas abaixo e assinale a correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 483c9158-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    Foi exatamente durante o almoço que se deu o fato.
    Almira continuava a querer saber por que Alice viera atrasada e de olhos vermelhos. Abatida, Alice mal respondia. Almira comia com avidez e insistia com os olhos cheios de lágrimas.
    – Sua gorda! disse Alice de repente, branca de raiva. Você não pode me deixar em paz?!
    Almira engasgou-se com a comida, quis falar, começou a gaguejar. Dos lábios macios de Alice haviam saído palavras que não conseguiam descer com a comida pela garganta de Almira G. de Almeida.
    – Você é uma chata e uma intrometida, rebentou de novo Alice. Quer saber o que houve, não é? Pois vou lhe contar, sua chata: é que Zequinha foi embora para Porto Alegre e não vai mais voltar! Agora está contente, sua gorda?
    Na verdade Almira parecia ter engordado mais nos últimos momentos, e com comida ainda parada na boca.
    Foi então que Almira começou a despertar. E, como se fosse uma magra, pegou o garfo e enfiou-o no pescoço de Alice. O restaurante, ao que se disse no jornal, levantou-se como uma só pessoa. Mas a gorda, mesmo depois de ter feito o gesto, continuou sentada olhando para o chão, sem ao menos olhar o sangue da outra.
    Alice foi ao pronto-socorro, de onde saiu com curativos e os olhos ainda regalados de espanto. Almira foi presa em flagrante.
    Na prisão, Almira comportou-se com delicadeza e alegria, talvez melancólica, mas alegria mesmo. Fazia graças para as companheiras. Finalmente tinha companheiras. Ficou encarregada da roupa suja, e dava-se muito bem com as guardiãs, que vez por outra lhe arranjavam uma barra de chocolate.

    (Clarice Lispector. A Legião Estrangeira, 1964. Adaptado)
    Observe o trecho do segundo parágrafo do texto:

    Almira continuava a querer saber por que Alice viera atrasada e de olhos vermelhos. Abatida, Alice mal respondia.”

    Assinale a alternativa em que as expressões em destaque estão grafadas de acordo com a norma-padrão, respectivamente conforme aquelas observadas no trecho transcrito.
    Escolha uma alternativa para a questão 712746ce-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder a questão. 

    Patience is needed for Brazil to come good again

    Michael Hasenstab

    Dr. Michael Hasenstab is executive

    vice-president, portfolio manager

    and chief investment officer of

    Templeton Global Macro


        The Olympic Games in Rio drew global interest to Brazil, but the country and the rest of South America has been in sharp focus for investors all year. They have flocked to the region as part of a broader migration into emerging market debt, following record low valuations and the hunt for yield in a low interest rate environment. While investors have been presented with a rarely seen buying opportunity in emerging markets like South America, it is a mistake to regard these countries as a homogenous group.

        That leaves the challenge of working out which are the most attractive opportunities – some of our best known investments were not obvious choices.

        We have devised a formula to help us evaluate the fundamental strength of different emerging market countries. It scores a country’s current and projected strength on five factors: how well it has learnt the lessons from past crises; the quality of its policy mix; the structural reform being undertaken to boost productivity; the level of domestic demand; and its ability to resist external shocks. The aim is to pick nations that are fundamentally strong but, for one reason or another, are out of favour with investors. It can take time for the market to catch up to reality. But if you are a long-term investor – and we are certainly in that camp – you have the luxury of being able to wait.

        Brazil, for example, is known as a vulnerable market due to the commodities downturn, the ongoing corruption crisis and ensuing political turmoil, but our work suggests to us that it is poised for a potentially significant rebound in the long term. Its current score is low, but its projected future score tells a different story.

        We believe the country has learnt the lessons from the most recent crisis, which brought home the importance of having a sustainable fiscal policy. It has already adopted a flexible exchange rate, has strong foreign exchange reserves and has limited short-term debt. This is also reflected in the country’s improving resilience to external shocks, with a reliance on commodities, at 60 per cent of exports, being the largest remaining negative.

        It is perhaps no surprise, given Brazil’s deep recession and political instability, that there is much work required in terms of improving policy mix, making structural reforms and boosting domestic demand. However, there are signs things are being turned around, with monetary policy already being tightened aggressively to bring inflation expectations back under control, and the previously excessive levels of governmentsubsidised lending being cut. Once political stability returns, the government will be empowered to do even more.

        Work on structural reform should accelerate too, as Brazil’s middle class has made it clear it wants greater transparency and an economic policy framework that can both boost living standards and improve the environment for businesses.

    (www.ft.com. 01.09.2016. Adaptado) 

    In the excerpt of the seventh paragraph “Work on structural reform should accelerate too”, the word in bold can be replaced, without meaning change, by
    Escolha uma alternativa para a questão 7053d6b9-b6