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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 521 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    This text is an example of the genre opinion article.

    The purpose of this article can be described as:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c8e0d41-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Seu olhar agora não era mais de ladrão, e sim de professor (l. 29).

    A frase deixa subentendida a ideia de que o menino foi capaz de ensinar, pelo exemplo, algo à autora.

    Esse ensinamento dado pelo menino está ligado à capacidade de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c6d903d-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Gêneros Textuais

    A crônica é um gênero textual que frequentemente usa uma linguagem mais informal e próxima da oralidade, pouco preocupada com a rigidez da chamada norma culta.

    Um exemplo claro dessa linguagem informal, presente no texto, está em:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c5c7a57-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Artigos

    Aquele carro é o carro alegórico de um Brasil, de um certo Brasil que temos que lutar para que não se transforme no carro alegórico do Brasil. (l. 27-28)

    A sequência do emprego dos artigos em “de um Brasil” e “do Brasil” representa uma relação de sentido entre as duas expressões, intimamente ligada a uma preocupação social por parte do autor do texto.

    Essa relação de sentido pode ser definida como:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c527794-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Ele está dizendo: seria uma morte anônima, aplainada pela surdez da praxe, pela invisibilidade, uma morte não questionada, como tantas outras. (l. 14-16)

    Logo após citar a declaração do marido de Cláudia, o autor a explica.

    Em relação a essa declaração, a explicação do autor produz o efeito de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c33fee6-4a
  • Linguagens

    Português

        Pela tarde apareceu o Capitão Vitorino. Vinha numa burra velha, de chapéu de palha muito alvo, com a fita verde- amarela na lapela do paletó. O mestre José Amaro estava sentado na tenda, sem trabalhar. E quando viu o compadre alegrou-se. Agora as visitas de Vitorino faziam-lhe bem. Desde aquele dia em que vira o compadre sair com a filha para o Recife, fazendo tudo com tão boa vontade, que Vitorino não lhe era mais o homem infeliz, o pobre bobo, o sem-vergonha, o vagabundo que tanto lhe desagradava. Vitorino apeou-se para falar do ataque ao Pilar. Não era amigo de Quinca Napoleão, achava que aquele bicho vivia de roubar o povo, mas não aprovava o que o capitão fizera com a D. Inês.

    – Meu compadre, uma mulher como a D. Inês é para ser respeitada.

    – E o capitão desrespeitou a velha, compadre?

    – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. Ela não deu. José Medeiros, que é homem, borrou-se todo quando lhe entrou um cangaceiro no estabelecimento. Me disseram que o safado chorava como bezerro desmamado. Este cachorro anda agora com o fogo da força da polícia fazendo o diabo com o povo.

    (José Lins do Rego, Fogo Morto)

    Capitão Vitorino apareceu na casa do mestre José Amaro para falar-lhe do ataque ____cidade do Pilar. Disse ao compadre que D. Inês ficou cara ____ cara com Quinca Napoleão, que queria saquear-lhe o cofre, mas ela não deu a chave _____  ele. O homem era uma ameaça _____ população.

    As lacunas do trecho devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:

    Escolha uma alternativa para a questão 5b796c27-3c
  • Linguagens

    Português

        Pela tarde apareceu o Capitão Vitorino. Vinha numa burra velha, de chapéu de palha muito alvo, com a fita verde- amarela na lapela do paletó. O mestre José Amaro estava sentado na tenda, sem trabalhar. E quando viu o compadre alegrou-se. Agora as visitas de Vitorino faziam-lhe bem. Desde aquele dia em que vira o compadre sair com a filha para o Recife, fazendo tudo com tão boa vontade, que Vitorino não lhe era mais o homem infeliz, o pobre bobo, o sem-vergonha, o vagabundo que tanto lhe desagradava. Vitorino apeou-se para falar do ataque ao Pilar. Não era amigo de Quinca Napoleão, achava que aquele bicho vivia de roubar o povo, mas não aprovava o que o capitão fizera com a D. Inês.

    – Meu compadre, uma mulher como a D. Inês é para ser respeitada.

    – E o capitão desrespeitou a velha, compadre?

    – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. Ela não deu. José Medeiros, que é homem, borrou-se todo quando lhe entrou um cangaceiro no estabelecimento. Me disseram que o safado chorava como bezerro desmamado. Este cachorro anda agora com o fogo da força da polícia fazendo o diabo com o povo.

    (José Lins do Rego, Fogo Morto)

    Sem que haja alteração de sentido do texto, assinale a alternativa correta quanto à regência verbal.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b743485-3c
  • Linguagens

    Português

        Pela tarde apareceu o Capitão Vitorino. Vinha numa burra velha, de chapéu de palha muito alvo, com a fita verde- amarela na lapela do paletó. O mestre José Amaro estava sentado na tenda, sem trabalhar. E quando viu o compadre alegrou-se. Agora as visitas de Vitorino faziam-lhe bem. Desde aquele dia em que vira o compadre sair com a filha para o Recife, fazendo tudo com tão boa vontade, que Vitorino não lhe era mais o homem infeliz, o pobre bobo, o sem-vergonha, o vagabundo que tanto lhe desagradava. Vitorino apeou-se para falar do ataque ao Pilar. Não era amigo de Quinca Napoleão, achava que aquele bicho vivia de roubar o povo, mas não aprovava o que o capitão fizera com a D. Inês.

    – Meu compadre, uma mulher como a D. Inês é para ser respeitada.

    – E o capitão desrespeitou a velha, compadre?

    – Eu não estava lá. Mas me disseram que botou o rifle em cima dela, para fazer medo, para ver se D. Inês lhe dava a chave do cofre. Ela não deu. José Medeiros, que é homem, borrou-se todo quando lhe entrou um cangaceiro no estabelecimento. Me disseram que o safado chorava como bezerro desmamado. Este cachorro anda agora com o fogo da força da polícia fazendo o diabo com o povo.

    (José Lins do Rego, Fogo Morto)

    A colocação do pronome está adequada à situação comunicativa da narrativa literária, mas está em desacordo com a norma-padrão, na seguinte passagem do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b6f305a-3c
  • Linguagens

    Português

    O trabalho humano se apresentou sob diferentes formas no decorrer da história da humanidade. Ao longo dos anos, os trabalhadores foram submetidos a condições subumanas, sem proteção alguma, fato este que exigiu atitude por parte do Estado______ de tutelar a classe proletária. O ápice para________ melhoras foi com o advento da Revolução Industrial. A partir de então, diversos países_______ inúmeros direitos à classe trabalhadora, e elevou-se o Princípio da Dignidade da Pessoa Humana como fundamento do ordenamento jurídico pátrio.

    (www.ambito-juridico.com.br. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

    Escolha uma alternativa para a questão 5b647052-3c
  • Linguagens

    Português

    Redundâncias

    Ter medo da morte
    é coisa dos vivos
    o morto está livre
    de tudo o que é vida

    Ter apego ao mundo
    é coisa dos vivos
    para o morto não há
    (não houve)
    raios rios risos

    E ninguém vive a morte
    quer morto quer vivo
    mera noção que existe
    só enquanto existo
    (Ferreira Gullar, Muitas vozes)
    Dentre outros fatores, o ritmo do poema é garantido com o emprego recorrente de palavras
    Escolha uma alternativa para a questão 5b54f313-3c
  • Linguagens

    Português

    1,7% dos municípios brasileiros, e apenas isso, _____monitorado a qualidade do ar. ______ no país 252 estações que efetuam esse acompanhamento ambiental – nos EUA são cinco mil estações. Os dados_____ estudo exclusivo do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

    (IstoÉ, 16.07.2014. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:


    Escolha uma alternativa para a questão 5b4ef10c-3c
  • Linguagens

    Português

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Assinale a alternativa em que o período, reescrito com base nas informações do texto, está correto quanto ao emprego da vírgula.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b4a2fa5-3c
  • Linguagens

    Português

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Observe os enunciados:

    – ... planando sobre os campos ressecados... (2.º parágrafo)

    – ... tentando controlar a chuva. (2.º parágrafo)

    – ... em mais um ano de secas severas. (3.º parágrafo)

    No contexto em que estão empregados, os termos em destaque significam, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão 5b4510fd-3c
  • Linguagens

    Português

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa e sem alterar os sentidos do texto, a frase final pode ser reescrita da seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b39e5d1-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Argentina defaults – Eighth time unlucky

    Cristina Fernández argues that her country's latest default is different. She is missing the point.

    Aug 2nd 2014

         ARGENTINA'S first bond, issued in 1824, was supposed to have had a lifespan of 46 years. Less than four years later, the government defaulted. Resolving the ensuing stand-off with creditors took 29 years. Since then seven more defaults have followed, the most recent this week, when Argentina failed to make a payment on bonds issued as partial compensation to victims of the previous default, in 2001.

         Most investors think they can see a pattern in all this, but Argentina’s president, Cristina Fernández de Kirchner, insists the latest default is not like the others. Her government, she points out, had transferred the full $539m it owed to the banks that administer the bonds. It is America’s courts (the bonds were issued under American law) that blocked the payment, at the behest of the tiny minority of owners of bonds from 2001 who did not accept the restructuring Argentina offered them in 2005 and again in 2010. These “hold-outs”, balking at the 65% haircut the restructuring entailed, not only persuaded a judge that they should be paid in full but also got him to freeze payments on the restructured bonds until Argentina coughs up.

        Argentina claims that paying the hold-outs was impossible. It is not just that they are “vultures" as Argentine officials often put it, who bought the bonds for cents on the dollar after the previous default and are now holding those who accepted the restructuring (accounting for 93% of the debt) to ransom. The main problem is that a clause in the restructured bonds prohibits Argentina from offering the hold-outs better terms without paying everyone else the same. Since it cannot afford to do that, it says it had no choice but to default.

         Yet it is not certain that the clause requiring equal treatment of all bondholders would have applied, given that Argentina would not have been paying the hold-outs voluntarily, but on the courts' orders. Moreover, some owners of the restructured bonds had agreed to waive their rights; had Argentina made a concerted effort to persuade the remainder to do the same, it might have succeeded. Lawyers and bankers have suggested various ways around the clause in question, which expires at the end of the year. But Argentina's government was slow to consider these options or negotiate with the hold-outs, hiding instead behind indignant nationalism.

         Ms Fernández is right that the consequences of America's court rulings have been perverse, unleashing a big financial dispute in an attempt to solve a relatively small one. But hers is not the first government to be hit with an awkward verdict. Instead of railing against it, she should have tried to minimise the harm it did. Defaulting has helped no one: none of the bondholders will now be paid, Argentina looks like a pariah again, and its economy will remain starved of loans and investment.

         Happily, much of the damage can still be undone. It is not too late to strike a deal with the hold-outs or back an ostensibly private effort to buy out their claims. A quick fix would make it easier for Argentina to borrow again internationally. That, in turn, would speed development of big oil and gas deposits, the income from which could help ease its money troubles.

       More important, it would help to change perceptions of Argentina as a financial rogue state. Over the past year or so Ms Fernández seems to have been trying to rehabilitate Argentina's image and resuscitate its faltering economy. She settled financial disputes with government creditors and with Repsol, a Spanish oil firm whose Argentine assets she had expropriated in 2012. This week's events have overshadowed all that. For its own sake, and everyone else's, Argentina should hold its nose and do a deal with the hold-outs.

    (http://www.economist.com/news/leaders/21610263. Adapted)


    In the excerpt from the last paragraph – ... perceptions of Argentina as a financial rogue state – the expression financial rogue state implies a country which is
    Escolha uma alternativa para a questão 5a7d3394-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Argentina defaults – Eighth time unlucky

    Cristina Fernández argues that her country's latest default is different. She is missing the point.

    Aug 2nd 2014

         ARGENTINA'S first bond, issued in 1824, was supposed to have had a lifespan of 46 years. Less than four years later, the government defaulted. Resolving the ensuing stand-off with creditors took 29 years. Since then seven more defaults have followed, the most recent this week, when Argentina failed to make a payment on bonds issued as partial compensation to victims of the previous default, in 2001.

         Most investors think they can see a pattern in all this, but Argentina’s president, Cristina Fernández de Kirchner, insists the latest default is not like the others. Her government, she points out, had transferred the full $539m it owed to the banks that administer the bonds. It is America’s courts (the bonds were issued under American law) that blocked the payment, at the behest of the tiny minority of owners of bonds from 2001 who did not accept the restructuring Argentina offered them in 2005 and again in 2010. These “hold-outs”, balking at the 65% haircut the restructuring entailed, not only persuaded a judge that they should be paid in full but also got him to freeze payments on the restructured bonds until Argentina coughs up.

        Argentina claims that paying the hold-outs was impossible. It is not just that they are “vultures" as Argentine officials often put it, who bought the bonds for cents on the dollar after the previous default and are now holding those who accepted the restructuring (accounting for 93% of the debt) to ransom. The main problem is that a clause in the restructured bonds prohibits Argentina from offering the hold-outs better terms without paying everyone else the same. Since it cannot afford to do that, it says it had no choice but to default.

         Yet it is not certain that the clause requiring equal treatment of all bondholders would have applied, given that Argentina would not have been paying the hold-outs voluntarily, but on the courts' orders. Moreover, some owners of the restructured bonds had agreed to waive their rights; had Argentina made a concerted effort to persuade the remainder to do the same, it might have succeeded. Lawyers and bankers have suggested various ways around the clause in question, which expires at the end of the year. But Argentina's government was slow to consider these options or negotiate with the hold-outs, hiding instead behind indignant nationalism.

         Ms Fernández is right that the consequences of America's court rulings have been perverse, unleashing a big financial dispute in an attempt to solve a relatively small one. But hers is not the first government to be hit with an awkward verdict. Instead of railing against it, she should have tried to minimise the harm it did. Defaulting has helped no one: none of the bondholders will now be paid, Argentina looks like a pariah again, and its economy will remain starved of loans and investment.

         Happily, much of the damage can still be undone. It is not too late to strike a deal with the hold-outs or back an ostensibly private effort to buy out their claims. A quick fix would make it easier for Argentina to borrow again internationally. That, in turn, would speed development of big oil and gas deposits, the income from which could help ease its money troubles.

       More important, it would help to change perceptions of Argentina as a financial rogue state. Over the past year or so Ms Fernández seems to have been trying to rehabilitate Argentina's image and resuscitate its faltering economy. She settled financial disputes with government creditors and with Repsol, a Spanish oil firm whose Argentine assets she had expropriated in 2012. This week's events have overshadowed all that. For its own sake, and everyone else's, Argentina should hold its nose and do a deal with the hold-outs.

    (http://www.economist.com/news/leaders/21610263. Adapted)


    The excerpt from the fourth paragraph – had Argentina made a concerted effort to persuade the remainder to do the same, it might have succeeded. – denotes an idea of
    Escolha uma alternativa para a questão 5a64e47e-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The option in which the phrase in boldface is correctly explained is.
    Escolha uma alternativa para a questão 7de9a441-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Thomas Piketty is mentioned in Paragraph 9 (lines 100-117) because he is.
    Escolha uma alternativa para a questão 7de0a1e5-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Automation, according to what is expressed in Paragraph 8 (lines 85-98), cannot be held fully accountable for.
    Escolha uma alternativa para a questão 7ddbab77-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In “… part of that drop may reflect revisions in the methods of gathering data.)” (lines 79-81) the writer expresses a(n).
    Escolha uma alternativa para a questão 7dd67c01-3c