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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 722 de 950

  • Linguagens

    Português

    O linguista Luiz Antônio Marcuschi define gêneros textuais como “os textos materializados que encontramos em nossa vida diária”. Algumas afirmações foram feitas sobre alguns dos gêneros textuais utilizados nesta prova. Entre elas, apenas uma está CORRETA. Identifique-a:

    Escolha uma alternativa para a questão 2de40401-cc
  • Linguagens

    Português

    Texto I 

    Feliz por nada 

    Geralmente, quando uma pessoa exclama “Estou tão feliz!”, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.

    Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou. Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.

    Feliz por nada, nada mesmo? Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho? 

    Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo. 

     Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.

    Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto? 

    A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa. 

    Ser feliz por nada talvez seja isso. 

    MEDEIROS, Martha. Felicidade crônica. 15.ed. Porto Alegre: L&PM, 2016. p. 86-87. 


    Texto III

    O conceito felicidade para os filósofos 

    A felicidade é particular para cada ser humano, é uma questão muito individual. Mesmo que a ideia compartilhada entre a maior parte das pessoas seja que esse conceito é construído com saúde, amor, dinheiro, entre outros itens. 

    A filosofia que investiga e se dedica para definir e esclarecer as ideias do ser humano é excelente para refletir sobre a felicidade. E as primeiras reflexões de filosofia sobre ética continham o assunto felicidade, na Grécia antiga. 

    A mais antiga referência de filosofia sobre esse tema é o fragmento do texto de Tales de Mileto, este que viveu entre 7 a.C. e 6 a.C. Para Tales, ser feliz é ter corpo forte e são, boa sorte e alma formada. 

    Para Sócrates, essa ideia teve rumo novo, ele postulou que não havia relação da felicidade com somente satisfação dos desejos e necessidades do corpo, mas que o homem não é apenas corpo, e sim em principal, alma. Felicidade seria o bem da alma, através da conduta justa e virtuosa. 

    E já para Kant, a felicidade está no âmbito do prazer e desejo, e não há relação com Ética, logo não seria tema para investigar de maneira filosófica. 

    Mas ao que cerca a língua inglesa, na época de Kant, a felicidade teve destaque no pensamento político e sua busca passou a ser “direito do homem”, e isso é consignado na Constituição dos Estados Unidos da América, de 1787, redigida de acordo com o Iluminismo. 

    No século 20, surge uma nova reflexão sobre o tema do inglês Bertrand Russel com a obra A Conquista da Felicidade, com método da investigação lógica; para Bertrand, por síntese, ser feliz é eliminar o egocentrismo. 

    [...] 

    • Disponível em: www.afilosofia.com.br/post/o-conceito-felicidade-para-os-filosofos/542.
    • Acesso em: 06 abr. 2018 (adaptado). 

    • Texto IV 

    • Felicidade clandestina 

        • Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós, menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade". 

        • Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia. 

      Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. 

      Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. 

      Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. 

      No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo.

      E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. 

      Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler! 

      E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. 

      Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. 

      Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. 

      Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. 

      Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante. 

      LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina. In: Felicidade Clandestina: contos. 

      Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1998 (adaptado).


      Texto V 

      A busca pela felicidade está nos tornando infelizes e as redes sociais não estão ajudando 


      A opinião é do pianista James Rhodes, "Não somos destinados a ser felizes o tempo inteiro", diz ele no quadro opinativo Viewsnight, do programa da BBC Newsnight, afirmando que a busca pela felicidade a todo custo está nos tornando infelizes. 

      Na visão do pianista, "a busca pela felicidade parece nobre, mas é fundamentalmente falha". 

      Ele considera que "a felicidade não é algo a se perseguir mais do que a tristeza, a raiva, a esperança ou o amor". 

      A felicidade "é, simplesmente, um estado de ser, que é fluido, passageiro e às vezes inatingível". 

      Negar a existência de outros sentimentos, nem sempre considerados positivos, afirma, não é o melhor caminho. [...] 

      Rhodes observa que estamos em uma era de ritmo sem precedentes no dia a dia e que "nossa mentalidade 'sempre ligada' criou um ambiente impraticável e insustentável". 

      "Estamos em apuros", diz ele. "E as selfies cuidadosamente escolhidas e postadas no Instagram; a perfeição física espalhada por todas as mídias – inalcançável e extremamente 'photoshopada' – e o anonimato das redes sociais, onde descarregamos nossa ira, não estão ajudando". 

      "Sentimentos desafiadores" 

      Rhodes chama a atenção para os diferentes tipos de sentimento que permeiam a vida e nem todos têm a ver com satisfação ou alegrias. Há também o outro lado. 

      "Todos nos sentimos alternadamente ansiosos, para baixo, tranquilos, aflitos, contentes. Ocasionalmente, alguns de nós podemos nos perder no continuum em direção a depressão, ao transtorno de estresse pós-traumático e a pensamentos suicidas", diz. 

      Mas pondera: "Só porque não estamos felizes não significa que estamos infelizes". Para o pianista, assim é a complexidade da vida: "repleta de sentimentos e situações tumultuados, desafiadores e difíceis". 

      "Negá-los, resistir a eles, se desculpar por eles ou fingir que não existem é contraintuitivo e contraproducente". 

      Foi justamente o caminho contrário, o do reconhecimento de que "coisas ruins também acontecem" e de que é preciso falar sobre elas que ele decidiu trilhar há alguns anos – quando resolveu contar em livro problemas que enfrentou ao longo da vida. 

      Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/salasocial-42680542. Acesso em: 06 abr. 2018 (adaptado). 


      Texto VI

      Ode ao dia feliz

      Desta vez deixa-me

      ser feliz,

      nada passou a ninguém,

      não estou em parte alguma,

      acontece somente

      que sou feliz

      pelos quatro lados

      do coração, andando 

      dormindo ou escrevendo.

      O que vou fazer-te, sou

      feliz

      [...] 


      Pablo Neruda

      Disponível em: http://www.portaldaliteratura.com/poemas.php?id=1400. Acesso em: 16 abr. 2018.  

      No processo de comunicação, é preciso expressar uma finalidade, um objetivo, que se materializa por meio de uma função da linguagem específica. Leia as assertivas a seguir e marque a INCORRETA em relação aos textos I, III, IV, V e VI:

      Escolha uma alternativa para a questão 2de0556c-cc
    • Linguagens

      Português

      Figura 1 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos


      Figura 2 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos


      TEXTO 03

      CHEGA DE MÁGOA


      Milton Nascimento e outros (criação coletiva)


      Nós não vamos nos dispersar

      Juntos, é tão bom saber

      Que passado o tormento

      Será nosso esse chão…

      Água, dona da vida

      Ouve essa prece tão comovida

      Chega, brinca na fonte

      Desce do monte, vem como amiga

      Te quero água de beber

      Um copo d’água

      Marola mansa da maré

      Mulher amada

      Te quero orvalho toda manhã

      Terra, olha essa terra

      Raça valente, gente sofrida

      Chama, tem que ter feira

      Tem que ter festa, vamos pra vida

      Te quero terra pra plantar, ah

      Te quero verde

      Te quero casa pra morar, ah

      Te quero rede

      Depois da chuva o Sol da manhã

      Chega de mágoa

      Chega de tanto penar

      Canto e o nosso canto

      Joga no tempo uma semente

      Gente, olha essa gente

      Olha essa gente, olha essa gente

      Te quero água de beber

      Um copo d’água

      Marola mansa da maré

      Mulher amada

      Te quero terra pra plantar

      Te quero verde, hum

      Te quero casa pra morar

      Te quero rede

      Depois da chuva o Sol da manhã

      Canto (eu canto) e o nosso canto (canto)

      Joga no tempo (joga no tempo) uma semente

      Gente (quero te ver crescer bonita)

      Olha essa gente (quero te ver crescer feliz)

      Olha essa gente (olha essa terra, olha essa gente)

      Olha essa gente (Gente pra ser feliz, feliz)

      Te quero água de beber (me dê um copo)

      Um copo d’água

      Marola mansa da maré

      Mulher amada

      Te quero terra pra plantar

      Te quero verde

      Te quero casa pra morar

      Te quero rede

      Depois da chuva o Sol da manhã

      Chega de mágoa

      Chega de tanto penar

      Chega de mágoa

      Chega de tanto penar

      Ah!

      Disponível em: https://www.letras.mus.br/milton-nascimento/1493585/. Acesso em 22 abr. 2018.


      “Chega de mágoa”, compõe o disco “Nordeste Já”, gravado no Brasil, em 1985, com o objetivo de angariar fundos para a população carente do nordeste do país. Sobre a letra da música “Chega de Mágoa”, podemos observar que:

      Escolha uma alternativa para a questão d6145fc1-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

      A opção que explica melhor o trecho “O sistema econômico global é extremamente predatório, produzindo uma sinergia e uma cumulatividade de impactos ao meio ambiente, o que provoca alterações climáticas, poluição e destruição dos ecossistemas essenciais para a renovação da água”. (Linhas 5-7) é:
      Escolha uma alternativa para a questão d5e62303-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

      De acordo com o TEXTO 01, o ritmo civilizatório é desumano porque:
      Escolha uma alternativa para a questão d5e25fd3-cc
    • Linguagens

      Inglês

      Read the text below.

      Imagem da questão de Inglês, UFMS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Read the text below.


      Taking the news into account, consider the following statements.

      I - Jennifer Rocca, a high school librarian in Brookfield, Connecticut, was among several supporters who urged lawmakers to pass the legislation.

      II - Jennifer Rocca’s digital literacy course, a requirement for freshmen, challenges students to evaluate the credibility of online sources so they can spot falsehoods and biased information. She requires students to cite their sources when conducting research and explain why each would have the authority to be credible.

      III - The Lawmakers have pushed schools to incorporate media literacy — including the ability to evaluate and analyze sources of information.

      IV - Studies show many children spend hours every day online but struggle to comprehend the content that comes at them.

      It is correct what is stated on:

      Escolha uma alternativa para a questão 41976eac-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, UFRGS 2018, Coesão e coerência

      Considere as seguintes afirmações sobre o texto.


      I - Os usos pronominais e verbais ora na primeira pessoa do singular, ora na primeira pessoa do plural, ora na terceira pessoa devem-se ao caráter científico do texto.

      II - Expressões como Bom (l. 33) e daí (l. 48) revelam um uso coloquial da língua relacionado ao fato de o texto ter sido publicado em revista, e não em livro.

      III- A predominância de verbos no presente do indicativo, no texto, é reveladora de seu caráter expositivo-argumentativo.


      Quais estão corretas?

      Escolha uma alternativa para a questão 5b54d817-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, UFRGS 2018, Coesão e coerência

      O deslocamento de segmentos de um texto pode ou não afetar as relações de sentido estabelecidas.


      Assinale a alternativa em que o deslocamento de segmentos – considerando os ajustes com maiúscula, minúscula e pontuação – mantém as relações de sentido do parágrafo do texto.

      Escolha uma alternativa para a questão 5b4ce79d-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, UFRGS 2018, Regência

      Se a forma verbal almejava fosse substituída por aspirava em Aquela, sim, era a morte que eu almejava (l. 40-41), qual das alternativas abaixo estaria gramaticalmente correta?
      Escolha uma alternativa para a questão 5b401fb6-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, UFRGS 2018, Coesão e coerência

      Considere as seguintes propostas de substituição de nexos do texto e assinale com 1 aquelas que mantêm o sentido do texto e com 2 aquelas que alteram.


      ( ) Mas (l. 03) por sobretudo.

      ( ) De fato (l. 15) por No entanto.

      ( ) portanto (l. 43) por todavia.

      ( ) pois (l. 56) por porque.


      A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

      Escolha uma alternativa para a questão 5b12f08d-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, UFRGS 2018, Interpretação de Textos

      Considere as seguintes afirmações sobre a síntese de cada parágrafo do texto.


      I - O primeiro parágrafo situa a problemática relacionada à relação da obra com o seu condicionamento social, com a apresentação de duas posições.

      II - O segundo parágrafo apresenta os modos de abordagem da relação entre a obra e a realidade, constituídos no tempo.

      III- O terceiro parágrafo procura separar as diferentes posições acerca da análise literária para inserir a relação entre obra e realidade como um fator de arte.


      Quais estão de acordo com o texto?

      Escolha uma alternativa para a questão 5b0f3fb0-cc
    • Linguagens

      Português

      Imagem da questão de Português, UFRGS 2018, Interpretação de Textos

      Assinale a afirmação que está de acordo com a argumentação defendida pelo autor no texto.
      Escolha uma alternativa para a questão 5b0b6b44-cc
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Which of the alternatives below could replace the phrase closing in on (l. 34) as used in the text?
      Escolha uma alternativa para a questão 275bf141-cb
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Consider the following propositions for rephrasing the clause It could be argued that the answer is one (l. 19).


      I - One might argue that the answer is one.

      II - You could say that the answer is one.

      III- They should argue that the answer is one.


      If applied to the text, which ones would be correct and keep the literal meaning?

      Escolha uma alternativa para a questão 275817e4-cb
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Consider the following propositions for rephrasing the sentence The attacks were masterminded by Osama bin Laden in an attempt to intimidate the United States and unite Muslims for a restoration of the caliphate (l. 09-12).


      I - Attempting to intimidate the United States and unite Muslims for a restoration of the caliphate, Osama bin Laden has masterminded the attacks.

      II - Osama bin Laden masterminded the attacks in an attempt to intimidate the United States and unite Muslims for a restoration of the caliphate.

      III- In an attempt to intimidate the United States and unite Muslims for a restoration of the caliphate, the attacks have been masterminded by Osama bin Laden.


      If applied to the text, which ones would be correct and keep the literal meaning?

      Escolha uma alternativa para a questão 2753f620-cb
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Mark the statements below T (true) or F (false) according to the text.


      ( ) The semantic conflict between our inner and outer worlds frames the thesis of the text.

      ( ) Semantics provides undisputed evidence to the claim that 9/11 comprised two events.

      ( ) The author suggests that the amounts insured determine the importance of 9/11 as an event.

      ( ) The legal dispute ensuing 9/11 aimed to determine either the oneness or the twoness of the event.


      The correct sequence of filling in the parentheses, from top to bottom, is

      Escolha uma alternativa para a questão 274c78f0-cb
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Consider the following statements about the text.


      I - To take 9/11 as a single event ensues not only a smaller reimbursement from the insurance company, but also the acknowledgement of Osama bin Laden as the mastermind of the terrorist attacks.

      II - Larry Silverstein’s attorneys’ attempt to pin 9/11 as two events so as to collect twice as much the insurance reimbursement verges on impudence, since it gives way to frivolous discussions concerning a catastrophe.

      III- The text states that there is nothing simple about semantics because the meaning of the words we use to encompass reality are neither fixed nor unchanging, which allows several valid interpretations.


      Which ones are correct according to the text?

      Escolha uma alternativa para a questão 2748dbfa-cb
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      Select the alternative that adequately fills in the gaps in lines 01, 18, 22 and 46 in this same order.
      Escolha uma alternativa para a questão 27418dd5-cb
    • Linguagens

      Inglês

      Imagem da questão de Inglês, UFRGS 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

      A oração subordinada Armed with a knowledge of common linguistic sound changes (l. 33-34) refere-se
      Escolha uma alternativa para a questão 2736f00f-cb