Questões de Linguagens do ENEM
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A38E05D1-BB “Tudo aquilo que foi meu lastro, terra onde tinha fincado os pés, tudo se transformou num jogo fácil de adivinhas. O que era milagrosa descida dos santos reduziu-se a um estado de transe que qualquer calouro da Faculdade analisa e expõe. Para mim, professor, só existe a matéria. Nem por isso deixo de ir ao terreiro e de exercer as funções de meu posto de Ojuobá, cumprir meu compromisso. Não me limito como o senhor que tem medo do que os outros possam pensar, tem medo de diminuir o tamanho de seu materialismo.— Sou coerente, você não é!, explodiu Fraga Neto, Se não acredita mais, não acha desonesto praticar uma farsa, como se acreditasse?— Não. Primeiro, como já lhe disse, gosto de dançar e de cantar, gosto de festa, antes de tudo de festa de candomblé. Ademais, há o seguinte: estamos numa luta, cruel e dura. Veja com que violência querem destruir tudo que nós, negros e mulatos, possuímos, nossos bens, nossa fisionomia.Ainda há pouco tempo, com o delegado Pedrito, ir a candomblé era um perigo, o cidadão arriscava a liberdade e até a vida (…) O senhor pensa que, seu eu fosse discutir com o delegado Pedrito, como estou discutindo com o senhor, teria obtido algum resultado? Se eu houvesse proclamado meu materialismo, largo de mão o candomblé, dito que tudo aquilo não passava de um brinquedo de criança, resultado do medo primitivo, da ignorância e da miséria, a quem eu ajudaria? Eu ajudaria, professor, ao delegado Pedrito e sua malta de facínoras, ajudaria a acabar com uma festa do povo. Prefiro continuar a ir ao candomblé, ademais gosto de ir, adoro puxar cantiga e dançar em frente aos atabaques.— Assim, mestre Pedro, você não ajuda a modificar a sociedade, não transforma o mundo.— Será que não? Eu penso que os orixás são um bem do povo. A luta da capoeira, o samba-de-roda, os afoxés, os atabaques, os berimbaus são bens do povo. Todas essas coisas e muitas outras que o senhor, com seu pensamento estreito, quer acabar, professor, igualzinho ao delegado Pedrito, me desculpe lhe dizer. Meu materialismo não me limita…”AMADO, Jorge. Tenda dos Milagres. Disponível em: < https://armonte.wordpress.com/2012/11/20/jorge-amado-em-estado-de-graca-tendados-milagres/> . Acesso em: 13 nov. 2018.O trecho destacado expõe uma oposição de ideias entre suas personagens.A alternativa que melhor explica esse conflito éA3864E67-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos“Foi assim que o temporal, o vento uivando, as águas encrespadas, os alcançou em viagem. (...) Ninguém sabe como Quincas se pôs de pé, encostado à vela menor. (...) Mulheres e homens se seguravam às cordas, agarravam às bordas do saveiro... e a figura de Quincas, de pé, cercado pela tempestade, impassível e majestoso, o velho marinheiro.(...) Foi quando cinco raios sucederam-se no céu, a trovoada reboou num barulho de fim de mundo, uma onda sem tamanho levantou o saveiro. (...) ...à luz dos raios, viram Quincas atirar-se e ouviram sua frase derradeira.” (p.101- 102)AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro d’Água. Rio de Janeiro: Record, 42 ed., 1980.A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água, de Jorge Amado, enquadra-se num estilo bastante desenvolvido na América Latina chamado Realismo Mágico.O trecho destacado ilustra bem esse estilo porque apresentaA3814855-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosTrecho 1“Até hoje permanece certa confusão em torno da morte de Quincas Berro d’Água. Dúvidas por explicar, detalhes absurdos, contradições nos depoimentos das testemunhas, lacunas diversas.” (p.15).Trecho 2“Quando finalmente, naquela manhã, um santeiro estabelecido na ladeira do Taboão chegou aflito à pequena porém bem arrumada casa da família Barreto e comunicou à filha Vanda e ao genro Leonardo estar Quincas definitivamente espichado, morto em sua pocilga miserável...” (p. 21).Trecho 3“Quando já estavam fartos de tanto cantar, Curió perguntou:- Não era hoje de noite a moqueca de Mestre Manuel?- Hoje mesmo. Moqueca de Arraia – acentou Pé de Vento.- Ninguém faz moqueca igual a Maria Clara – afirmou Cabo.Quincas estalou a língua. Negro Pastinha riu:-Tá doidinho pela moqueca.” (p. 91).AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro d’Água. Rio de Janeiro: Record, 42 ed., 1980.Os trechos destacados permitem afirmar que a narrativa utilizada pelo autor se dáA37CC51F-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1Lutou contra a existência num humilde barracãoJoana de tal, por causa de um tal joão.Depois de medicada, retirou-se pro seu larAí a notícia carece de exatidão.O lar não existe,Ninguém volta ao que acabou.Joana é mais uma mulata triste que errou,Errou na dose, errou no amor,Joana errou de João.Ninguém notou,Ninguém morouNa dor que era o seu mal,A dor da gente não sai no jornal.HOLANDA. Chico Buarque de. Notícia de Jornal. Disponível em:<https://www.vagalume.com.br/chico-buarque/noticia-dejornal.html>. Acesso em: 14 nov. 2018.Texto 2“Sabe que Odilon – e se não mudou inteiramente – examinar-lhe-á o rosto com atenção a observar todos os detalhes.”“Depois, o prédio magro de três andares na ruazinha de ladeira, no Rio Vermelho, onde permaneceria os últimos quinze anos ao lado do mar e de Geraldo.”FILHO, Adonias. O Largo Branco. Largo da Palma. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. p. 32-35.O texto de Chico Buarque, Notícia de Jornal, mantém uma relação de intertextualidade com o conto “O Largo de Branco”, da obra de Adonias Filho, O Largo da Palma.Baseando-se na narrativa do conto e na canção, é correto afirmar:
A3783E03-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos“Três pastos, uma casa, uma roça de mandioca, arado, carro de bois, cavalo, gado e cachorro. Uma mulher, doze filhos. O baque da cancela era um adeus a tudo isso. Já tinha sido um homem, agora não era mais nada, não tinha mais nada.”TORRES, Antônio. Essa Terra. Rio de Janeiro: Record, 2005, 20 ed. edição, p. 67.Considerando-se a totalidade do romance e a temática do trecho acima, é correto afirmar:A3749069-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosMágoasQuando nasci, num mês de tantas flores,Todas murcharam, tristes, langorosas,Tristes fanaram redolentes rosas,Morreram todas, todas sem olores.Mais tarde da existência nos verdoresDa infância nunca tive as venturosasAlegrias que passam bonançosas,Oh! Minha infância nunca tive flores!Volvendo à quadra azul da mocidade,Minh’alma levo aflita à Eternidade,Quando a morte matar meus dissabores.Cansado de chorar pelas estradas,Exausto de pisar mágoas pisadas,Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.A intertextualidade dá-se, entre os excertos, a partir daA3708433-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosMágoasQuando nasci, num mês de tantas flores,Todas murcharam, tristes, langorosas,Tristes fanaram redolentes rosas,Morreram todas, todas sem olores.Mais tarde da existência nos verdoresDa infância nunca tive as venturosasAlegrias que passam bonançosas,Oh! Minha infância nunca tive flores!Volvendo à quadra azul da mocidade,Minh’alma levo aflita à Eternidade,Quando a morte matar meus dissabores.Cansado de chorar pelas estradas,Exausto de pisar mágoas pisadas,Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.Excerto 1Quando nasci, um anjo tortodesses que vivem na sombradisse: Vai Carlos! Ser gauche na vida.ANDRADE, Carlos Drummond de.Poema das Sete Faces. Alguma Poesia. Rio de Janeiro. Ed. José Olímpio, 1983. p.3-4).Excerto 2
Quando eu nascium anjo louco muito loucoveio ler a minha mãonão era um anjo barrocoera um anjo muito louco, tortocom asas de avião.Let’s play that Todo Dia É Dia D, CD Torquato Neto Vários Artistas, Dubas Música, 2002.Excerto 3Quando nasci um anjo esbelto,desses que tocam trombeta, anunciou:vai carregar bandeira.Cargo muito pesado pra mulher,esta espécie ainda envergonhada.PRADO, Adélia. Com licença poética. Poesia Reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.Excerto 4Quando nasci veio um anjo safadoO chato dum querubimE decretou que eu tava predestinadoA ser errado assimJá de saída a minha estrada entortouMas vou até o fim.BUARQUE, Chico. Letra e Música. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.Assim como Augusto dos Anjos em “Mágoas”, os excertos 1, 2, 3 e 4 constituem uma reflexão acerca do nascimento, distintas entre si, pela época, pela visão de mundo e pelo tratamento que cada um deles dá a esse tema, mantendo um perceptível distanciamento.Considerando-se esses excertos, é improcedente afirmar:
A36D8B26-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosMágoasQuando nasci, num mês de tantas flores,Todas murcharam, tristes, langorosas,Tristes fanaram redolentes rosas,Morreram todas, todas sem olores.Mais tarde da existência nos verdoresDa infância nunca tive as venturosasAlegrias que passam bonançosas,Oh! Minha infância nunca tive flores!Volvendo à quadra azul da mocidade,Minh’alma levo aflita à Eternidade,Quando a morte matar meus dissabores.Cansado de chorar pelas estradas,Exausto de pisar mágoas pisadas,Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.Considerando-se os recursos de estilo do poema “Mágoas” e a escola literária em que o poeta está inserido, é procedente o que se afirma emA369C7C1-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosMágoasQuando nasci, num mês de tantas flores,Todas murcharam, tristes, langorosas,Tristes fanaram redolentes rosas,Morreram todas, todas sem olores.Mais tarde da existência nos verdoresDa infância nunca tive as venturosasAlegrias que passam bonançosas,Oh! Minha infância nunca tive flores!Volvendo à quadra azul da mocidade,Minh’alma levo aflita à Eternidade,Quando a morte matar meus dissabores.Cansado de chorar pelas estradas,Exausto de pisar mágoas pisadas,Hoje eu carrego a cruz de minhas dores!ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível em: . Acesso em: 14 nov. 2018.Analisando-se o poema, em destaque, é correto afirmar:A366CFED-BB Português
Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Considerando-se os recursos linguísticos na tessitura do poema, é correto afirmar:A363BD03-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
A alternativa que está improcedente em relação à análise do poema é
A35F8978-BB Português
Análise sintáticaUniversidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
“há que se destacar que não se podem esquecer os aspectos particulares da cultura” (l. 6-8)Em relação à passagem destacada do texto, é correto afirmar:A35BA88B-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
A construção de uma identidade nacional, segundo o texto, é de responsabilidade, sobremaneira, de umaA3582B4C-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
Percebe-se, pela leitura do texto, que a difícil sedimentação de uma cultura nacional está intrinsecamente vinculado àA3543E15-BB Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
Segundo as ideias do texto, a questão da identidade nacional brasileira é bastante discutida e de difícil consenso.A alternativa que melhor justifica essa opinião éF2C8D93B-B9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
A articulação do primeiro com o segundo parágrafo revela o seguinte eixo principal da argumentação do crítico:
F2B0C797-B9 Português
Interpretação de TextosUERJ · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritosTrês teses sobre o avanço da febre amarela

NATHALIA PASSARINHO
Adaptado de bbc.com, 06/02/2018.
Adaptado de Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (RJ) – 1844 a 1885
Os relatos sobre as ondas epidêmicas de febre amarela na cidade do Rio de Janeiro apareceram com frequência nos periódicos, especialmente a partir da década de 1850.
De acordo com o documento acima, no início da década de 1870, o alastramento da doença era associado ao seguinte fator:
241C2781-B9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
De acordo com o terceiro parágrafo, o assassino da freira e defensora da floresta amazônica, Dorothy Stang,2418F0F8-B9 Inglês
Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctionsUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in southeastern Guatemala – a expressão em destaque introduz2415A625-B9 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder à questão.
Dying to defend the planet: why Latin America
is the deadliest place for environmentalists

February 11, 2017
Defending nature is a dangerous occupation, especially in Latin America. According to a recent report by Global Witness, an NGO, 185 environmental activists were murdered worldwide in 2015, an increase of 59% from the year before. More than half the killings were in Latin America. In Brazil 50 green campaigners died in 2015. Honduras is especially dangerous: 123 activists have died there since 2010, the highest number of any country relative to its population. Berta Cáceres, an indigenous leader who was a prominent campaigner against dams and plantations, was murdered there.
Why is Latin America so deadly? One reason is its abundant natural resources, which attract enterprises of all sorts, from multinationals to mafias. When prices are low, as they are now, the most rapacious do not go away; to maintain their profits they become more aggressive, says David Kaimowitz of the Ford Foundation, which gives money to good causes. New technologies open up new battlefronts. Soya beans bred to grow in tropical conditions have encouraged farmers to displace cattle ranchers, who in turn have advanced into the rainforest. Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around. That opens up new areas for exploitation, such as San Rafael de Flores in south-eastern Guatemala, where activists have been murdered.
The odds of finding the criminals are greater if the victim is foreign. Dorothy Stang, an American nun who fought to protect the Amazon rainforest, was killed in Brazil 12 years ago. Both the gunman and a rancher who had hired him eventually went to jail. But that is an exception.
(https://www.economist.com/the-americas/2017/02/11/ why-latin-america-is-the-deadliest-place-for-environmentalists. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo – Small prospectors can now extract gold from soil rather than just hunting around – a expressão em destaque equivale, em português, a