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Questões de Linguagens do ENEM

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18.995 questões encontradas. Mostrando a página 404 de 950.

  • FDBB7183-EF

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Quem são e o que querem os que negam a Internet?

    Nicholas Carr


        O Vale do Silício, conjunto monótono de centros comerciais, parques empresariais e complexos de fast-food, não parece um núcleo cultural, e, no entanto, se converteu exatamente nisso. Nos últimos 20 anos, a partir do exato momento em que a empresa de tecnologia norte-americana Netscape comercializou o navegador inventado pelo visionário inglês Tim Berners-Lee, o Silicon Valley tem remodelado os Estados Unidos e grande parte do mundo à sua imagem e semelhança. Provocou uma revolução na forma de trabalhar dos meios de comunicação, mudou a forma de conversar das pessoas e reescreveu as regras de realização, venda e valorização das obras de arte e outros trabalhos relacionados com o intelecto.

        De bom grado, a maioria das pessoas foi outorgando ao setor tecnológico um crescente poder sobre suas mentes e suas vidas. No fim das contas, os computadores e a Internet são úteis e divertidos, e os empresários e engenheiros se dedicaram a fundo para inventar novas maneiras de fazer com que desfrutemos dos prazeres, benefícios e vantagens práticas da revolução tecnológica, geralmente sem ter que pagar por esse privilégio. Um bilhão de habitantes do planeta usam o Facebook diariamente. Cerca de dois bilhões levam consigo um smartphone a todos os lugares e costumam dar uma olhada no dispositivo a cada poucos minutos durante o tempo em que passam acordadas. Os números reforçam o que já sabemos: ansiamos pelas dádivas do Vale do Silício. Compramos no Amazon, viajamos com o Uber, dançamos com o Spotify e falamos por WhatsApp e Twitter.

        Mas as dúvidas sobre a chamada revolução digital têm crescido. A visão imaculada que as pessoas tinham do famoso vale tem ganhado uma sombra inclusive nos Estados Unidos, um país de apaixonados pelos equipamentos eletrônicos. Uma onda de artigos recentes, surgida após as revelações de Edward Snowden sobre a vigilância na Internet por parte dos serviços secretos, tem manchado a imagem positiva que os consumidores tinham do setor de informática. Dão a entender que, por trás da retórica sobre o empoderamento pessoal e a democratização, se esconde uma realidade que pode ser exploradora, manipuladora e até misantrópica.

        As investigações jornalísticas encontraram provas de que nos armazéns e escritórios do Amazon, assim como nas fábricas asiáticas de computadores, os trabalhadores enfrentam condições abusivas. Descobriu-se que o Facebook realiza experiências clandestinas para avaliar o efeito psicológico em seus usuários manipulando o “conteúdo emocional” das publicações e notícias sugeridas. As análises econômicas das chamadas empresas de serviços compartilhados, como Uber e Airbnb, indicam que, apesar de proporcionarem lucros a investidores privados, é possível que estejam empobrecendo as comunidades em que operam. Livros como The People’s Platform [A plataforma do povo], de Astra Taylor, publicado em 2014, mostram que com certeza a Internet está aprofundando as desigualdades econômicas e sociais, em vez de ajudar a reduzi-las.

        As incertezas políticas e econômicas ligadas aos efeitos do poder do Vale do Silício vão além, enquanto o impacto cultural dos meios de comunicação digitais se submete a uma severa reavaliação. Prestigiosos autores e intelectuais, entre eles o prêmio Nobel peruano Mario Vargas Llosa e o romancista norte-americano Jonathan Franzen, apresentam a Internet como causa e sintoma da homogeneização e da trivialização da cultura. No início deste ano, o editor e crítico social Leon Wieseltier publicou no The New York Times uma enérgica condenação do “tecnologicismo”, em que sustentou que os “gangsteres” empresariais e os filisteus tecnológicos confiscaram a cultura. “À medida que aumenta a frequência da expressão, sua força diminui”, disse, e “o debate cultural está sendo absorvido sem parar pelo debate empresarial”.

        Também no plano pessoal estão se multiplicando as preocupações sobre a nossa obsessão com os dispositivos fornecedores de dados. Em vários estudos recentes, os cientistas começaram a relacionar algumas perdas de memória e empatia com o uso de computadores e da Internet, e estão encontrando novas provas que corroboram descobertas anteriores de que as distrações do mundo digital podem dificultar nossas percepções e julgamentos. Quando o trivial nos invade, parece que perdemos o controle do que é essencial. Em Reclaiming Conversation [Recuperando a conversa], seu controverso novo livro, Sherry Turkle, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT), mostra como uma excessiva dependência das redes sociais e dos sistemas de mensagens eletrônicas pode empobrecer as nossas conversas e até mesmo nossos relacionamentos. Substituímos a verdadeira intimidade por uma simulada.

        Quando examinamos mais de perto a crença do Vale do Silício, descobrimos sua incoerência básica. É uma filosofia quimérica que abrange um amálgama estranho de credos, incluindo a fé neoliberal no livre mercado, a confiança maoísta no coletivismo, a desconfiança libertária na sociedade e a crença evangélica em um paraíso a caminho. Mas o que realmente motiva o Vale do Silício tem muito pouco a ver com ideologia e quase tudo com a forma de pensar de um adolescente. A veneração do setor de tecnologia pela ruptura se assemelha ao desejo de um adolescente por destruir coisas, sem conserto, mesmo que as consequências sejam as piores possíveis.

        Portanto, não surpreende que cada vez mais pessoas contemplem com olhar crítico e cético o legado do setor. Apesar de proliferarem, os críticos continuam, no entanto, constituindo a minoria. A fé da sociedade na tecnologia como uma panaceia para os males sociais e individuais permanece firme, e continua a haver uma forte resistência a qualquer questionamento ao Vale do Silício e seus produtos. Ainda hoje se costuma descartar os opositores da revolução digital chamando-os de nostálgicos retrógrados ou os tachando de “antitecnologia”.

        Tais acusações mostram como está distorcida a visão predominante da tecnologia. Ao confundir seu avanço com o progresso social, sacrificamos nossa capacidade de ver claramente a tecnologia e de diferenciar os seus efeitos. No melhor dos casos, a inovação tecnológica nos possibilita novas ferramentas para ampliar nossas aptidões, concentrar nosso pensamento e exercitar a nossa criatividade; amplia as possibilidades humanas e o poder de ação individual. Mas, com frequência demais, as tecnologias promulgadas pelo Vale do Silício têm o efeito oposto. As ferramentas da era digital geram uma cultura de distração e dependência, uma subordinação irreflexiva que acaba por restringir os horizontes das pessoas, em vez de ampliá-los.

        Colocar em dúvida o Vale do Silício não é se opor à tecnologia. É pedir mais aos nossos tecnólogos, a nossas ferramentas, a nós mesmos. É situar a tecnologia no plano humano que corresponde a ela. Olhando retrospectivamente, nos equivocamos ao ceder tanto poder sobre nossa cultura e nossa vida cotidiana a um punhado de grandes empresas da Costa Oeste dos Estados Unidos. Chegou o momento de corrigir o erro.

    Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/23/tecnologia/1445612531_992107.html Publicado em 25/10/2015. Acesso em 06/11/2017 [Adaptado]

    Segundo o texto, ao examinar mais de perto a crença do Vale do Silício, descobre-se sua incoerência básica. Assinale a opção que identifica corretamente essa incoerência:
    Escolha uma alternativa para a questão fdbb7183-ef
  • FDAC9EEB-EF

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Quem são e o que querem os que negam a Internet?

    Nicholas Carr


        O Vale do Silício, conjunto monótono de centros comerciais, parques empresariais e complexos de fast-food, não parece um núcleo cultural, e, no entanto, se converteu exatamente nisso. Nos últimos 20 anos, a partir do exato momento em que a empresa de tecnologia norte-americana Netscape comercializou o navegador inventado pelo visionário inglês Tim Berners-Lee, o Silicon Valley tem remodelado os Estados Unidos e grande parte do mundo à sua imagem e semelhança. Provocou uma revolução na forma de trabalhar dos meios de comunicação, mudou a forma de conversar das pessoas e reescreveu as regras de realização, venda e valorização das obras de arte e outros trabalhos relacionados com o intelecto.

        De bom grado, a maioria das pessoas foi outorgando ao setor tecnológico um crescente poder sobre suas mentes e suas vidas. No fim das contas, os computadores e a Internet são úteis e divertidos, e os empresários e engenheiros se dedicaram a fundo para inventar novas maneiras de fazer com que desfrutemos dos prazeres, benefícios e vantagens práticas da revolução tecnológica, geralmente sem ter que pagar por esse privilégio. Um bilhão de habitantes do planeta usam o Facebook diariamente. Cerca de dois bilhões levam consigo um smartphone a todos os lugares e costumam dar uma olhada no dispositivo a cada poucos minutos durante o tempo em que passam acordadas. Os números reforçam o que já sabemos: ansiamos pelas dádivas do Vale do Silício. Compramos no Amazon, viajamos com o Uber, dançamos com o Spotify e falamos por WhatsApp e Twitter.

        Mas as dúvidas sobre a chamada revolução digital têm crescido. A visão imaculada que as pessoas tinham do famoso vale tem ganhado uma sombra inclusive nos Estados Unidos, um país de apaixonados pelos equipamentos eletrônicos. Uma onda de artigos recentes, surgida após as revelações de Edward Snowden sobre a vigilância na Internet por parte dos serviços secretos, tem manchado a imagem positiva que os consumidores tinham do setor de informática. Dão a entender que, por trás da retórica sobre o empoderamento pessoal e a democratização, se esconde uma realidade que pode ser exploradora, manipuladora e até misantrópica.

        As investigações jornalísticas encontraram provas de que nos armazéns e escritórios do Amazon, assim como nas fábricas asiáticas de computadores, os trabalhadores enfrentam condições abusivas. Descobriu-se que o Facebook realiza experiências clandestinas para avaliar o efeito psicológico em seus usuários manipulando o “conteúdo emocional” das publicações e notícias sugeridas. As análises econômicas das chamadas empresas de serviços compartilhados, como Uber e Airbnb, indicam que, apesar de proporcionarem lucros a investidores privados, é possível que estejam empobrecendo as comunidades em que operam. Livros como The People’s Platform [A plataforma do povo], de Astra Taylor, publicado em 2014, mostram que com certeza a Internet está aprofundando as desigualdades econômicas e sociais, em vez de ajudar a reduzi-las.

        As incertezas políticas e econômicas ligadas aos efeitos do poder do Vale do Silício vão além, enquanto o impacto cultural dos meios de comunicação digitais se submete a uma severa reavaliação. Prestigiosos autores e intelectuais, entre eles o prêmio Nobel peruano Mario Vargas Llosa e o romancista norte-americano Jonathan Franzen, apresentam a Internet como causa e sintoma da homogeneização e da trivialização da cultura. No início deste ano, o editor e crítico social Leon Wieseltier publicou no The New York Times uma enérgica condenação do “tecnologicismo”, em que sustentou que os “gangsteres” empresariais e os filisteus tecnológicos confiscaram a cultura. “À medida que aumenta a frequência da expressão, sua força diminui”, disse, e “o debate cultural está sendo absorvido sem parar pelo debate empresarial”.

        Também no plano pessoal estão se multiplicando as preocupações sobre a nossa obsessão com os dispositivos fornecedores de dados. Em vários estudos recentes, os cientistas começaram a relacionar algumas perdas de memória e empatia com o uso de computadores e da Internet, e estão encontrando novas provas que corroboram descobertas anteriores de que as distrações do mundo digital podem dificultar nossas percepções e julgamentos. Quando o trivial nos invade, parece que perdemos o controle do que é essencial. Em Reclaiming Conversation [Recuperando a conversa], seu controverso novo livro, Sherry Turkle, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT), mostra como uma excessiva dependência das redes sociais e dos sistemas de mensagens eletrônicas pode empobrecer as nossas conversas e até mesmo nossos relacionamentos. Substituímos a verdadeira intimidade por uma simulada.

        Quando examinamos mais de perto a crença do Vale do Silício, descobrimos sua incoerência básica. É uma filosofia quimérica que abrange um amálgama estranho de credos, incluindo a fé neoliberal no livre mercado, a confiança maoísta no coletivismo, a desconfiança libertária na sociedade e a crença evangélica em um paraíso a caminho. Mas o que realmente motiva o Vale do Silício tem muito pouco a ver com ideologia e quase tudo com a forma de pensar de um adolescente. A veneração do setor de tecnologia pela ruptura se assemelha ao desejo de um adolescente por destruir coisas, sem conserto, mesmo que as consequências sejam as piores possíveis.

        Portanto, não surpreende que cada vez mais pessoas contemplem com olhar crítico e cético o legado do setor. Apesar de proliferarem, os críticos continuam, no entanto, constituindo a minoria. A fé da sociedade na tecnologia como uma panaceia para os males sociais e individuais permanece firme, e continua a haver uma forte resistência a qualquer questionamento ao Vale do Silício e seus produtos. Ainda hoje se costuma descartar os opositores da revolução digital chamando-os de nostálgicos retrógrados ou os tachando de “antitecnologia”.

        Tais acusações mostram como está distorcida a visão predominante da tecnologia. Ao confundir seu avanço com o progresso social, sacrificamos nossa capacidade de ver claramente a tecnologia e de diferenciar os seus efeitos. No melhor dos casos, a inovação tecnológica nos possibilita novas ferramentas para ampliar nossas aptidões, concentrar nosso pensamento e exercitar a nossa criatividade; amplia as possibilidades humanas e o poder de ação individual. Mas, com frequência demais, as tecnologias promulgadas pelo Vale do Silício têm o efeito oposto. As ferramentas da era digital geram uma cultura de distração e dependência, uma subordinação irreflexiva que acaba por restringir os horizontes das pessoas, em vez de ampliá-los.

        Colocar em dúvida o Vale do Silício não é se opor à tecnologia. É pedir mais aos nossos tecnólogos, a nossas ferramentas, a nós mesmos. É situar a tecnologia no plano humano que corresponde a ela. Olhando retrospectivamente, nos equivocamos ao ceder tanto poder sobre nossa cultura e nossa vida cotidiana a um punhado de grandes empresas da Costa Oeste dos Estados Unidos. Chegou o momento de corrigir o erro.

    Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/23/tecnologia/1445612531_992107.html Publicado em 25/10/2015. Acesso em 06/11/2017 [Adaptado]

    Pode-se afirmar que no texto o autor defende a ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão fdac9eeb-ef
  • E87AA7A9-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questão referem-se ao quadrinho abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Universidade do Vale do Paraíba 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Com a aparição de um navio pirata, Snoopy tem intenção de
    Escolha uma alternativa para a questão e87aa7a9-eb
  • E86F2D97-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A questao refere-se ao texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Universidade do Vale do Paraíba 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Segundo a citação acima
    Escolha uma alternativa para a questão e86f2d97-eb
  • E869F735-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questao refere-se ao texto abaixo.


    The Century Trilogy: An epic of Follett proportions

    By Kevin Nance September 7, 2012



    Well before blockbuster movies, there were blockbuster novels: big, juicy, page-turning epics, with dozens of characters, exotic settings and multiple plots playing out over several years, often against the backdrop of some extended historical conflict. Tolstoy largely invented the form in 1869 with “War and Peace,” and by the middle of the 20th century, its latter-day stalwarts — including James Jones, Herman Wouk and the tireless fiction factory known as James Michener — bestrode the bestseller lists like the titans they were. In recent years, however, the form has fallen somewhat out of favor with writers, if not with readers. Who wants to spend so much time, day in and day out, with the same set of protagonists? Who wants to do all that research? Who has the nerve, not to mention the patience, to keep all those narrative balls in the air over hundreds of pages?

    Ken Follett, actually. At 63, the Welsh author is one of the last Mohicans of the form, having traded his highly successful thrillers (“Eye of the Needle,” “The Key to Rebecca”) for the multigenerational historical saga in 1989’s “The Pillars of the Earth” (adapted as a Starz miniseries in 2010) and its sequel, 2007’s “World Without End,” which premieres as a miniseries on Reelz next month. 

    Adaptado - Disponível em: https://www.washingtonpost. com/entertainment/books/the-century-trilogy-an-epic-of- -follett-proportions/2012/09/07.Acesso 22/9/16.

    Segundo o texto, Ken Follet
    Escolha uma alternativa para a questão e869f735-eb
  • E865CFDE-EB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questao refere-se ao texto abaixo.


    The Century Trilogy: An epic of Follett proportions

    By Kevin Nance September 7, 2012



    Well before blockbuster movies, there were blockbuster novels: big, juicy, page-turning epics, with dozens of characters, exotic settings and multiple plots playing out over several years, often against the backdrop of some extended historical conflict. Tolstoy largely invented the form in 1869 with “War and Peace,” and by the middle of the 20th century, its latter-day stalwarts — including James Jones, Herman Wouk and the tireless fiction factory known as James Michener — bestrode the bestseller lists like the titans they were. In recent years, however, the form has fallen somewhat out of favor with writers, if not with readers. Who wants to spend so much time, day in and day out, with the same set of protagonists? Who wants to do all that research? Who has the nerve, not to mention the patience, to keep all those narrative balls in the air over hundreds of pages?

    Ken Follett, actually. At 63, the Welsh author is one of the last Mohicans of the form, having traded his highly successful thrillers (“Eye of the Needle,” “The Key to Rebecca”) for the multigenerational historical saga in 1989’s “The Pillars of the Earth” (adapted as a Starz miniseries in 2010) and its sequel, 2007’s “World Without End,” which premieres as a miniseries on Reelz next month. 

    Adaptado - Disponível em: https://www.washingtonpost. com/entertainment/books/the-century-trilogy-an-epic-of- -follett-proportions/2012/09/07.Acesso 22/9/16.

    De acordo com o texto acima, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão e865cfde-eb
  • E860CDE5-EB

    Português

    Adjetivos
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento de texto: Organização textual.


    O ser humano se comunica por meio de textos. Desde uma simples e passageira interjeição como Olá até uma mensagem muitíssimo extensa. Em princípio, esses textos eram apenas orais. Hoje, são também escritos. Nesse processo, os textos ganharam formas de organização distintas, com propósitos nitidamente distintos também. (...)

    Disponível em: http://educacao.globo.com/portugues/
    assunto/texto-argumentativo/argumentacao.html. Acesso em 20 de set de 2016.


    “Desde uma simples e passageira interjeição como Olá até uma mensagem "muitíssimo" extensa.” No trecho acima, o vocábulo "muitíssimo"
    Escolha uma alternativa para a questão e860cde5-eb
  • E85B8C70-EB

    Português

    Orações coordenadas assindéticas
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema o Poema de sete faces, de Carlos Drummond de Andrade.


    Quando nasci, um anjo torto
    desses que vivem na sombra
    disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
    (...)
    Meu Deus, por que me abandonaste
    se sabias que eu não era Deus
    se sabias que eu era fraco.
    Mundo mundo vasto mundo,
    se eu me chamasse Raimundo
    seria uma rima, não seria uma solução.
    Mundo mundo vasto mundo,
    mais vasto é meu coração.
    Eu não devia te dizer
    mas essa lua
    mas esse conhaque botam a gente comovido como o diabo.
    Carlos Drummond de Andrade in Alguma Poesia (1930)


    Analise os versos a seguir:


    Mundo mundo vasto mundo,
    mais vasto é meu coração.


    De acordo com a colocação desses versos em períodos, eles classificam-se como orações coordenadas
    Escolha uma alternativa para a questão e85b8c70-eb
  • E856D823-EB

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    No axioma filosófico “Penso, logo existo.”, há dois verbos, portanto duas orações com sentido completo: pensamos e existimos.
    Dessa forma, a relação estabelecida pela conjunção “logo” entre esses dois pensamentos é
    Escolha uma alternativa para a questão e856d823-eb
  • E84F547E-EB

    Português

    Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Todos os vocábulos encontram-se com a grafia correta na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão e84f547e-eb
  • E847F629-EB

    Português

    Regência
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em relação à regência verbal da Língua Portuguesa padrão, encontra-se correta a frase contida na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão e847f629-eb
  • E8447702-EB

    Português

    Advérbios
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Os advérbios são classificados de acordo com as circunstâncias que exprimem. Eles podem ser de afirmação, de negação, de modo, de lugar, de dúvida, de intensidade, de tempo e interrogativos. Já, quando duas ou mais palavras (geralmente preposição + substantivo ou advérbio) formam uma expressão que equivale a um advérbio chamamos de locução adverbial. Na frase, “O jogador errou o gol de propósito, no jogo de domingo, à noite”, há
    Escolha uma alternativa para a questão e8447702-eb
  • E83F9CAA-EB

    Português

    Ortografia
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Referindo-se à significação entre palavras da Língua Portuguesa, pode-se afirmar que há vocábulos homônimos homófonos inseridos na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão e83f9caa-eb
  • E83C9BA5-EB

    Português

    Adjetivos
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a frase.
    Aquele que é bom assume por obrigação combater o mau. O momento atual, exige, mais do que nunca, buscar o bem para efetivamente afastar o mal de nossa sociedade.
    As palavras em destaque correspondem, sucessivamente, a
    Escolha uma alternativa para a questão e83c9ba5-eb
  • E838A6D9-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sinonímia é um fenômeno da Língua Portuguesa em que as palavras apresentam significados iguais ou semelhantes. Há esse fenômeno na frase inserida na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão e838a6d9-eb
  • E83456E9-EB

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema Gato que brincas na rua, de Fernando Pessoa.


    Gato que brincas na rua

    Como se fosse na cama,

    Invejo a sorte que é tua

    Porque nem sorte se chama.


    Bom servo das leis fatais

    Que regem pedras e gentes,

    Que tens instintos gerais

    E sentes só o que sentes.


    És feliz porque és assim,

    Todo o nada que és é teu.

    Eu vejo-me e estou sem mim,

    Conheço-me e não sou eu.

    Fernando Pessoa, Obra Poética.



    No poema de Fernando Pessoa, o eu lírico lamenta-se sobre a sua condição de humano que o obriga a um angustiante questionamento sobre si mesmo contrariamente à condição do gato, que, por não ter consciência da sua natureza, vive apenas em função de sensações e instintos e não fica sujeito a crises de identidade.


    Analise o verso “Gato que brincas na rua”

    A palavra “que” constante no verso, pode ser classificada como

    Escolha uma alternativa para a questão e83456e9-eb
  • E82FA1BD-EB

    Português

    Orações subordinadas substantivas: Subjetivas, Objetivas diretas, Objetivas indiretas...
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto Felicidade Clandestina de Clarice Lispector. (Adaptado-fragmento)


    Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
    Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recifemesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”. Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
    Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o.
    E completamente acima de minhas posses. Disse- -me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)
    E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando-me mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. (...)


    De acordo com o texto acima, analise o trecho: Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso.
    A oração subordinada substantiva “que era tempo indefinido” pode ser classificada como
    Escolha uma alternativa para a questão e82fa1bd-eb
  • E82B1243-EB

    Português

    Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
    Universidade do Vale do Paraíba · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto I


    Quadrilha


    João amava Teresa que amava Raimundo que amava

    Maria que amava Joaquim que amava Lili

    que não amava ninguém.

    João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.

    Carlos Drummond de Andrade.



    De acordo com a opção sintática considerada pelo poeta ao criar o poema, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão e82b1243-eb