Português
Interpretação de TextosUERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
9.018 questões de Interpretação de Textos, em Português, da área de Linguagens. Cada questão tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito.
9.018 questões encontradas. Mostrando a página 211 de 451.

NSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Disponível em: <http://www.meusdicionarios.com.br/humildade>.
Acesso em: 09 ago. 2016.
NSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Disponível em: <http://www.meusdicionarios.com.br/humildade>.
Acesso em: 09 ago. 2016.
Texto III
A SUGGAR ESTÁ COMPLETANDO 34 ANOS DE SUCESSO.
Muito obrigado a você pela preferência!
Sucesso comprovado por números:
• Suggar da Suggar é o depurador mais vendido do País. Neste segmento, temos, também, mais de 20
modelos de coifas ilha e parede; vidro e aço inox;
• Mais de 28 milhões de peças produzidas;
• Mais de 1.000 colaboradores;
• 968 postos de assistência técnica no país;
• 11 mil pontos de vendas comercializam a marca Suggar;
• Empresas conglemeradas: Cook Cozinhas, Linha Branca Expresso, Cook Eletroraro, Cook Interação e Grave Multimídia.
Por tudo isso, os brasileiros adoram a marca Suggar!
Fonte: Revista Encontro 137, ano XI, de 1º de outubro de 2012.
Texto II
“vc é o ar q respiro” é a pior declaração de amor q se pode ouvir em São Paulo.
Fonte: SÁ, Xico. Clássicos da Twitteratura Brasileira - @xicosa.
São Paulo: Suzano Papel e Celulose, 2010.
Infere-se como fator responsável pelo efeito de humor no texto II:Texto II
“vc é o ar q respiro” é a pior declaração de amor q se pode ouvir em São Paulo.
Fonte: SÁ, Xico. Clássicos da Twitteratura Brasileira - @xicosa.
São Paulo: Suzano Papel e Celulose, 2010.
Texto I
'Eu tenho resistido o quanto posso', diz Temer a parlamentares
Brasília, 18 - Ao agradecer o apoio que os parlamentares têm dado ao governo e apelar pela aprovação da reforma da Previdência, no café da manhã, no Palácio da Alvorada, o presidente Michel Temer disse que "o governo só resistiu porque nós estamos trabalhando juntos, o Executivo e o Legislativo". E desabafou: "Eu tenho resistido o quanto posso."
Em seguida, sem se referir diretamente às investigações da Operação Lava Jato, que atingiram todos os setores, Temer emendou: "não podemos nos acoelhar". Ele reconhece que existe uma "situação delicada", mas ressalvou: "(Situação) delicada, deixemos para o Judiciário e, no mais, o Executivo e o Legislativo trabalham". (...)
Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2017/04/18/interna_politica,863090/
eu-tenho-resistido-o-quanto-posso-diz-temer-a-parlamentares.shtml.
Acesso em 18 de abril de 2017. Adaptado.


Leia o texto I para resolver a questão.
A tirinha é de autoria de André Dahmer e faz parte de uma série denominada “Quadrinhos dos anos 10”, a qual foi transformada em um livro de mesmo nome publicado em 2016.
Texto I
Fonte: DAHMER, André. http://www.scoopnest.com/pt/user/malvados/593101177157459969
Acessado em: 15/05/2017
Leia o texto ‘Cresce violência nas escolas’ e responda à questão.
Os atos de violência contra os professores têm aumentado, de maneira inquietadora, apesar das medidas tomadas pelas autoridades para coibilos, como mostram dados levantados pela reportagem do Estado nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio do Estado de São Paulo. No primeiro semestre deste ano, foram registrados nada menos do que 548 boletins de ocorrência de agressão física de alunos contra professores, o que dá uma média de três por dia.
No caso da rede pública estadual, que conta com 5,2 mil unidades, dados da Secretaria da Educação indicam que aqueles casos de agressão subiram de 188 em 2015 para 249 em 2016. O problema não é de hoje. Resultados de um levantamento publicado em 2013 mostram que 44% dos professores da rede de ensino básico já haviam sofrido algum tipo de violência, sendo as mais comuns as verbais (39%) e as de assédio moral (10%). As de violência física não passavam de 5%, o que indica que a situação vem piorando.
Esse problema é um grande desafio para as autoridades porque tem vários aspectos importantes a serem atacados ao mesmo tempo, tais como a quebra de disciplina e autoridade – que começa em casa –, sem as quais a escola não funciona, a desestruturação da família, as carências sociais, a falta de perspectiva profissional para os jovens, em contraste com a sedução das drogas e do tráfico, e a difusão da cultura da violência. Sem se esquecer de que esse tipo de violência não é exclusivo das regiões e populações mais carentes.
Em contraposição a esta situação estarrecedora, em 2009, as autoridades educacionais de São Paulo lançaram a ideia inovadora da criação da figura de um professor mediador de conflitos para promover o diálogo e melhorar as relações entre os professores e os alunos. A ideia teve o apoio do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e da Prefeitura da capital e a participação, em sua implantação, do Tribunal de Justiça. A intenção dessa iniciativa é resolver os conflitos dentro da escola, evitando que eles descambem para a violência.
“Buscamos evitar a judicialização de conflitos. Desde criança se aprende que violência se responde com violência. E assim a justiça se tornou uma espécie de vingança”, afirma o juiz Egberto de Almeida Penido, que participa de um dos projetos desse programa, indicando o esforço que os mediadores devem fazer para matar no nascedouro o ciclo de ódio que leva à agressão.
Um exemplo dos resultados que podem ser obtidos com a ação dos mediadores de conflitos, citado pela reportagem, é o da Escola Estadual Sérgio Murilo Raduan, no Jardim Varginha, extremo sul da capital. Ali, só no primeiro bimestre de 2016, foram registrados 46 casos de desrespeito ao professor ou funcionário por aluno e neste ano, no mesmo período, o número baixou para 12 por causa do diálogo promovido entre as partes pelos mediadores, precedido de uma calma conversa com o aluno exaltado.
Apesar desses resultados animadores, os números que mostram o aumento das agressões deixam claro que a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia. Tem limites. Quando o diálogo falha e a agressão ocorre, quebrando o princípio da autoridade – além, é claro, do dano físico ou moral causado ao agredido –, o caso tem de ter desdobramentos administrativos e criminais. O agressor tem de ser responsabilizado por seus atos.
Todos os esforços devem ser feitos, em todos os planos possíveis, para atacar o complexo problema da violência entre os jovens. Mas, ultrapassado o limite da integridade física e moral, assim como o da disciplina em sala de aula, não pode haver tolerância com a violência. O recente episódio da brutal agressão sofrida pela professora Márcia Friggi, da cidade de Indaial, em Santa Catarina – que está longe de ser um caso isolado –, vítima de um aluno de 15 anos, que já havia agredido antes a própria mãe, mostra o alto preço que sempre se paga por tolerar a impunidade, dentro ou fora das escolas.
O Estado de S. Paulo, 25 agosto 2017.
Disponível em http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,cresceviolencia-nas-escolas,70001949611. Acesso em 30.11.2017
No trecho “a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia”, a palavra em destaque pode ser substituída sem alterar o significado, por:

Releia:
As gírias são neologismos empregados por grupos que têm em comum a profissão, a idade, a classe social ou a região, com o objetivo de criar uma identidade linguística, facilitando a comunicação entre os pares e excluindo os que não pertencem àquela comunidade.
No trecho acima, os verbos facilitar e excluir estão:

