Questões de Português do ENEM
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4C918EAD-2B A alternativa que apresenta redação mais adequada às normas da língua padrão escrita é:4C87F056-2B Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012FácilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa cujo texto contém marcas do português falado em áreas de contato com o espanhol no sul do Brasil.4C8333C0-2B Português
Coesão e coerênciaUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritosNumere os períodos de modo a constituírem um texto coeso e coerente e, depois, indique a sequência numérica correta.
( )A partir de 1971, porém, Simonal foi condenado a um degredo artístico: não era mais convidado para programas de televisão, não conseguia mais gravar discos nem se apresentar ao vivo.( )Nos anos 60, só Roberto Carlos competia com ele em popularidade.
( )Em pleno governo Médici, período de intensa polarização ideológica, o cantor ganhou a fama infausta de colaborador do Dops, a polícia política da ditadura.
( )Outros músicos recusavam-se a dividir o palco com ele.
( )Simonal popularizou bordões como "alegria, alegria" (que Caetano Veloso reaproveitou como título de música) e "vou deixar cair".
( )Wilson Simonal de Castro foi um dos maiores ídolos de massa que o Brasil já teve.( )Seus shows eram celebrações, com a participação entusiasmada dos espectadores – ele chegou a "reger" um público de 30.000 pessoas no Maracanãzinho, no Rio.
Revista Veja. Edição 2113, de 20 de maio de 2009. Seção Cinema.4C7EDCF1-2B Português
CraseUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a frase que está de acordo com as normas da língua escrita padrão.4C6657B5-2B Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
Com base no texto 1, é correto o que se afirma em:

4C604868-2B Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa que reproduz um aspecto positivo da Guerra do Contestado, de acordo com o texto 1.

21BD1B49-FD Português
Morfologia - PronomesUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o pronome oblíquo lhe está no lugar do pronome oblíquo lhe está no lugar do pronome oblíquo o ou a, em desacordo com as normas da língua escrita padrão.21B883C6-FD Português
SintaxeUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a frase está escrita de acordo com as normas da língua portuguesa padrão.21B4CC60-FD Português
Coesão e coerênciaUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritosNumere os períodos de modo a constituírem um texto coeso e coerente e, depois, indique a sequência numérica correta.
( ) Hoje, o desodorante apresenta diversas formas que podem ser escolhidas de acordo com a necessidade de cada um. Encontramos desodorantes aromatizados ou sem perfume, com ou sem álcool e os com ou sem agentes bactericidas.
( ) Desde a época do Império Romano que se tenta controlar o suor e o odor produzidos pelas axilas. Os homens desta época usavam pequenas almofadas aromatizadas debaixo das axilas para diminuir o odor provocado pelo suor.
( ) Em razão do alto preço, o produto somente se espalhou no Ocidente. Após a Segunda Guerra Mundial, os preços caíram e assim o desodorante se tornou acessível.
( ) Podem ainda ser antitranspirante, que fecha cerca de 50% das glândulas sudoríparas, ou antiperspirante que reduz a formação do mau cheiro e a transpiração.
( ) No início do século XX, os Estados Unidos fabricaram um produto à base de sulfato de potássio e sulfato de alumínio, que seria capaz de controlar o suor e diminuir o odor, e deram o nome de desodorante.
Disponível em: http://www.brasilescola.com/curiosidades/a-origem-do-desodorante.htm. Acesso em: 12-05-2012.21A931D7-FD Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
Considerando o que se afirma no texto 2, assinale a alternativa correta.

21A5A125-FD Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

Em relação ao texto 1, é correto afirmar que:
21A06B33-FD Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
Sobre o texto 1, é correto afirmar:

219C0463-FD Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
Com base no texto 1, deduz-se que:

2197D905-FD Português
Interpretação de TextosUniversidade do Contestado - Santa Catarina · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa em que a expressão entre parênteses pode substituir o segmento destacado em negrito sem prejuízo do sentido dado no texto 1.

BA68807D-FB Português
SintaxeFGV · 2012FácilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.
Poema
Encontrado por Thiago de Mello
No Itinerário de Pasárgada
Vênus luzia sobre nós tão grande,
Tão intensa, tão bela, que chegava
A parecer escandalosa, e dava
Vontade de morrer.
Manuel Bandeira
No poema, o conectivo "que" introduz uma oração com ideia de
BA65906D-FB Português
Interpretação de TextosFGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão.
Poema
Encontrado por Thiago de Mello
No Itinerário de Pasárgada
Vênus luzia sobre nós tão grande,
Tão intensa, tão bela, que chegava
A parecer escandalosa, e dava
Vontade de morrer.
Manuel Bandeira
Nesse breve poema de Bandeira, manifesta-se um aspecto que alguns de seus principais estudiosos consideram central e decisivo na obra do poeta, a saber,
BA624A3C-FB Português
Interpretação de TextosFGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
CAPÍTULO 73 - O Luncheon*
O despropósito fez-me perder outro capítulo. Que melhor não era dizer as coisas lisamente, sem todos estes solavancos! Já comparei o meu estilo ao andar dos ébrios. Se a ideia vos parece indecorosa, direi que ele é o que eram as minhas refeições com Virgília, na casinha da Gamboa, onde às vezes fazíamos a nossa patuscada, o nosso luncheon. Vinho, frutas, compotas. Comíamos, é verdade, mas era um comer virgulado de palavrinhas doces, de olhares ternos, de criancices, uma infinidade desses apartes do coração, aliás o verdadeiro, o ininterrupto discurso do amor. Às vezes vinha o arrufo temperar o nímio adocicado da situação. Ela deixava-me, refugiava-se num canto do canapé, ou ia para o interior ouvir as denguices de Dona Plácida. Cinco ou dez minutos depois, reatávamos a palestra, como eu reato a narração, para desatá-la outra vez. Note-se que, longe de termos horror ao método, era nosso costume convidá-lo, na pessoa de Dona Plácida, a sentar-se conosco à mesa; mas Dona Plácida não aceitava nunca.
Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
(*) Luncheon (Ing.): lanche, refeição ligeira, merenda.
No trecho, revelam, respectivamente, um parentesco e um afastamento em relação às Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, o termoBA5E2119-FB Português
Interpretação de TextosFGV · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
CAPÍTULO 73 - O Luncheon*
O despropósito fez-me perder outro capítulo. Que melhor não era dizer as coisas lisamente, sem todos estes solavancos! Já comparei o meu estilo ao andar dos ébrios. Se a ideia vos parece indecorosa, direi que ele é o que eram as minhas refeições com Virgília, na casinha da Gamboa, onde às vezes fazíamos a nossa patuscada, o nosso luncheon. Vinho, frutas, compotas. Comíamos, é verdade, mas era um comer virgulado de palavrinhas doces, de olhares ternos, de criancices, uma infinidade desses apartes do coração, aliás o verdadeiro, o ininterrupto discurso do amor. Às vezes vinha o arrufo temperar o nímio adocicado da situação. Ela deixava-me, refugiava-se num canto do canapé, ou ia para o interior ouvir as denguices de Dona Plácida. Cinco ou dez minutos depois, reatávamos a palestra, como eu reato a narração, para desatá-la outra vez. Note-se que, longe de termos horror ao método, era nosso costume convidá-lo, na pessoa de Dona Plácida, a sentar-se conosco à mesa; mas Dona Plácida não aceitava nunca.
Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
(*) Luncheon (Ing.): lanche, refeição ligeira, merenda.
No trecho "se a ideia vos parece indecorosa", revela-seBA5A002F-FB Português
Interpretação de TextosFGV · 2012FácilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
CAPÍTULO 73 - O Luncheon*
O despropósito fez-me perder outro capítulo. Que melhor não era dizer as coisas lisamente, sem todos estes solavancos! Já comparei o meu estilo ao andar dos ébrios. Se a ideia vos parece indecorosa, direi que ele é o que eram as minhas refeições com Virgília, na casinha da Gamboa, onde às vezes fazíamos a nossa patuscada, o nosso luncheon. Vinho, frutas, compotas. Comíamos, é verdade, mas era um comer virgulado de palavrinhas doces, de olhares ternos, de criancices, uma infinidade desses apartes do coração, aliás o verdadeiro, o ininterrupto discurso do amor. Às vezes vinha o arrufo temperar o nímio adocicado da situação. Ela deixava-me, refugiava-se num canto do canapé, ou ia para o interior ouvir as denguices de Dona Plácida. Cinco ou dez minutos depois, reatávamos a palestra, como eu reato a narração, para desatá-la outra vez. Note-se que, longe de termos horror ao método, era nosso costume convidá-lo, na pessoa de Dona Plácida, a sentar-se conosco à mesa; mas Dona Plácida não aceitava nunca.
Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
(*) Luncheon (Ing.): lanche, refeição ligeira, merenda.
Considere as seguintes afirmações sobre o excerto das Memórias póstumas de Brás Cubas, obra fundamental da literatura brasileira:
I Depois de haver comparado seu estilo ao andar dos ébrios, o narrador resolve compará-lo também ao "luncheon", penitenciando-se, assim, dos vícios que praticara em vida - entre eles, o do alcoolismo.
II Nas comparações com o "luncheon", presentes no excerto, o narrador revela ser o capricho (ou arbítrio) o móvel dominante tanto de seu estilo quanto das ações que relata.
III Na autocrítica do narrador, realizada com ingenuidade no excerto, oculta-se a crítica do realista Machado de Assis ao Naturalismo dominante em sua época.
Está correto o que se afirma em
BA564E57-FB Português
Interpretação de TextosFGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
CAPÍTULO 73 - O Luncheon*
O despropósito fez-me perder outro capítulo. Que melhor não era dizer as coisas lisamente, sem todos estes solavancos! Já comparei o meu estilo ao andar dos ébrios. Se a ideia vos parece indecorosa, direi que ele é o que eram as minhas refeições com Virgília, na casinha da Gamboa, onde às vezes fazíamos a nossa patuscada, o nosso luncheon. Vinho, frutas, compotas. Comíamos, é verdade, mas era um comer virgulado de palavrinhas doces, de olhares ternos, de criancices, uma infinidade desses apartes do coração, aliás o verdadeiro, o ininterrupto discurso do amor. Às vezes vinha o arrufo temperar o nímio adocicado da situação. Ela deixava-me, refugiava-se num canto do canapé, ou ia para o interior ouvir as denguices de Dona Plácida. Cinco ou dez minutos depois, reatávamos a palestra, como eu reato a narração, para desatá-la outra vez. Note-se que, longe de termos horror ao método, era nosso costume convidá-lo, na pessoa de Dona Plácida, a sentar-se conosco à mesa; mas Dona Plácida não aceitava nunca.
Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
(*) Luncheon (Ing.): lanche, refeição ligeira, merenda.
Uma palavra, própria da língua escrita, foi empregada figuradamente, no texto, para caracterizar uma ação não verbal. Ela aparece no seguinte trecho: