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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

684 questões encontradas. Mostrando a página 14 de 35.

  • FCA3E0F6-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Auto da Barca do Inferno é uma das três peças que compõem a Trilogia das Barcas do teatro vicentino. Gil Vicente é autor do período literário português, conhecido como Humanismo.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    Os diálogos entre o anjo e o fidalgo põem em discussão não só os valores de um mundo medieval, mas também do mundo contemporâneo. A atualidade dessa discussão decorre de que o homem de hoje, ainda, assume falsos posicionamentos semelhantes ao de uma das personagens da cena. Essa atualidade é apresentada, por meio de
    Escolha uma alternativa para a questão fca3e0f6-dc
  • F5F5A4B6-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO IV

    Quando me apaixono
     esse ar de abandono me toma a cara 
    cão sem dono, fala amara, 
    não tenho mais sono 
    não quero comida.

    O desejo 
    me escancara pra vida.

    (ELIMACUXI. Amor para quem odeia. Boa Vista: Série Máfia do Verso 3, 2013.)
    Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO IV.
    Escolha uma alternativa para a questão f5f5a4b6-d8
  • F5F13F1F-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO IV

    Quando me apaixono
     esse ar de abandono me toma a cara 
    cão sem dono, fala amara, 
    não tenho mais sono 
    não quero comida.

    O desejo 
    me escancara pra vida.

    (ELIMACUXI. Amor para quem odeia. Boa Vista: Série Máfia do Verso 3, 2013.)
    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO IV.
    Escolha uma alternativa para a questão f5f13f1f-d8
  • F5ECFE1D-D8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO III.
    Escolha uma alternativa para a questão f5ecfe1d-d8
  • F5E8A183-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa FALSA, a partir dos TEXTOS I, II e III.
    Escolha uma alternativa para a questão f5e8a183-d8
  • F5E48527-D8

    Português

    Morfologia
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir de "Ela o estrangulou ao amanhecer".
    Escolha uma alternativa para a questão f5e48527-d8
  • F5E0B493-D8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO III.
    Escolha uma alternativa para a questão f5e0b493-d8
  • F5D911E8-D8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II

    Senhoras e senhores
     vão emboras
     por favores.
     A fera
     não tolera
     sofredores.
     (ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)

    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO II.
    Escolha uma alternativa para a questão f5d911e8-d8
  • F5D4E5CB-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II

    Senhoras e senhores
     vão emboras
     por favores.
     A fera
     não tolera
     sofredores.
     (ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO II.
    Escolha uma alternativa para a questão f5d4e5cb-d8
  • F5D074EB-D8

    Português

    Morfologia
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II

    Senhoras e senhores
     vão emboras
     por favores.
     A fera
     não tolera
     sofredores.
     (ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)

    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO II.
    Escolha uma alternativa para a questão f5d074eb-d8
  • F5C8A3DE-D8

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    ERRO POÉTICO

    Rosa-se quintal


    (PEREZ, Marcelo. Ainda se estivesse faltando pedaços. Série Máfia do Verso V 4. Boa Vista, 2014.) 

    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO I.
    Escolha uma alternativa para a questão f5c8a3de-d8
  • F5BDE5F5-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    ERRO POÉTICO

    Rosa-se quintal


    (PEREZ, Marcelo. Ainda se estivesse faltando pedaços. Série Máfia do Verso V 4. Boa Vista, 2014.) 

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do texto I
    Escolha uma alternativa para a questão f5bde5f5-d8
  • D90001B7-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.

    Se eu morresse amanhã!

    Se eu morresse amanhã, viria ao menos
    Fechar meus olhos minha triste irmã;
    Minha mãe de saudades morreria
    Se eu morresse amanhã!

    Quanta glória pressinto em meu futuro!
    Que aurora de porvir e que manhã!
    Eu perdera chorando essas coroas
    Se eu morresse amanhã!

    Que sol! que céu azul! que doce n’alva
    Acorda a natureza mais louçã!
    Não me batera tanto amor no peito,
    Se eu morresse amanhã!

    Mas essa dor da vida que devora
    A ânsia de glória, o dolorido afã…
    A dor no peito emudecera ao menos
    Se eu morresse amanhã!

    (Lira dos vinte anos, 2000.)
    Uma característica do eu lírico do poema é
    Escolha uma alternativa para a questão d90001b7-d8
  • D8F8EDE1-D8

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)

    “Percebi vagamente um pedido.” (1° parágrafo)



    Na voz passiva, sem alteração de sentido, essa oração transforma-se em:

    Escolha uma alternativa para a questão d8f8ede1-d8
  • D8F56BCC-D8

    Português

    Morfologia
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)
    “Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete” (4° parágrafo)


    A preposição destacada assume valor semântico semelhante ao que se verifica na frase:
    Escolha uma alternativa para a questão d8f56bcc-d8
  • D8F17008-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)
    “assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.” (3° parágrafo)


    A imagem literária presente nessa passagem exprime uma comparação baseada
    Escolha uma alternativa para a questão d8f17008-d8
  • D8ED52FD-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)

    “Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele.” (1° parágrafo)


    A passagem narra o momento inicial do encontro da narradora com seu interlocutor. Tal momento é caracterizado

    Escolha uma alternativa para a questão d8ed52fd-d8
  • 12E36B2D-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    ANVISA MATA‐MOSQUITO
    A solicitação da Oxitec está em análise pela diretoria colegiada do órgão e só após sua conclusão será possível fixar um prazo para finalização. "Não é possível estimar o tempo para o registro comercial do produto, tendo em vista que, após a publicação da norma sobre o assunto, a empresa deverá protocolar o pedido de regularização perante a Anvisa."  
    Poderia ter dito simplesmente: vamos estar providenciando.
    No último parágrafo, ao afirmar que a melhor resposta seria “vamos estar providenciando”, o autor emprega uma estrutura gramatical conhecida como “gerundismo”. A razão pela qual essa construção foi empregada deve‐se ao fato de que ela sugere
    Escolha uma alternativa para a questão 12e36b2d-d8
  • 12D7E390-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    DESVENDADO MISTÉRIO DAS ÁRVORES QUE RESISTEM A INCÊNDIOS FLORESTAIS

    Os cientistas espanhóis Bernabé e José Moya não podiam acreditar no que estavam vendo quando se depararam com ciprestes de pé e intactos após um incêndio que devastou 20 mil hectares de floresta. Quando o fogo destruiu uma plantação experimental em Andilla, na província de Valência, em 2012, os pesquisadores se propuseram a desvendar o "mistério" dos ciprestes.
    "Quando nós vimos aquela cena dantesca do verão trágico de 2012, uma grande tristeza tomou conta de nós. Estávamos comovidos com as dimensões da devastação", disse à BBC o botânico Bernabé Moya, que chegou ao local do incidente com seu irmão José, licenciado em ciências ambientais – ambos são do Departamento de Árvores Monumentais do Conselho Provincial de Valência.
    "As observações acumuladas ao longo dos anos nos faziam alimentar a esperança de que alguns ciprestes teriam sobrevivido", conta ele.
    "Assim que chegamos, percebemos que toda a vegetação ao redor, formada por carvalhos e vários tipos de pinheiros, estava completamente queimada. Mas apenas 1,27% dos ciprestes mediterrâneos havia queimado", disse. E agora, após três anos de pesquisa na Espanha e na Itália, Bernabé e José Moya estão entre os autores de um novo estudo que finalmente desvenda o mistério dos ciprestes que sobrevivem aos incêndios. Ele acaba de ser publicado na edição deste mês da revista científica "Journal of Environmental Management".(…)
            Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2015/09/1676689‐desvendado‐misterio‐das‐arvores‐que‐resistem‐a‐incendios‐florestais.shtml.   Acesso em: 31/08/2015
    Uma das expressões que, no contexto, NÃO se refere simultaneamente a Bernabé e José Moya é
    Escolha uma alternativa para a questão 12d7e390-d8
  • 12D46622-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    DESVENDADO MISTÉRIO DAS ÁRVORES QUE RESISTEM A INCÊNDIOS FLORESTAIS

    Os cientistas espanhóis Bernabé e José Moya não podiam acreditar no que estavam vendo quando se depararam com ciprestes de pé e intactos após um incêndio que devastou 20 mil hectares de floresta. Quando o fogo destruiu uma plantação experimental em Andilla, na província de Valência, em 2012, os pesquisadores se propuseram a desvendar o "mistério" dos ciprestes.
    "Quando nós vimos aquela cena dantesca do verão trágico de 2012, uma grande tristeza tomou conta de nós. Estávamos comovidos com as dimensões da devastação", disse à BBC o botânico Bernabé Moya, que chegou ao local do incidente com seu irmão José, licenciado em ciências ambientais – ambos são do Departamento de Árvores Monumentais do Conselho Provincial de Valência.
    "As observações acumuladas ao longo dos anos nos faziam alimentar a esperança de que alguns ciprestes teriam sobrevivido", conta ele.
    "Assim que chegamos, percebemos que toda a vegetação ao redor, formada por carvalhos e vários tipos de pinheiros, estava completamente queimada. Mas apenas 1,27% dos ciprestes mediterrâneos havia queimado", disse. E agora, após três anos de pesquisa na Espanha e na Itália, Bernabé e José Moya estão entre os autores de um novo estudo que finalmente desvenda o mistério dos ciprestes que sobrevivem aos incêndios. Ele acaba de ser publicado na edição deste mês da revista científica "Journal of Environmental Management".(…)
            Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2015/09/1676689‐desvendado‐misterio‐das‐arvores‐que‐resistem‐a‐incendios‐florestais.shtml.   Acesso em: 31/08/2015
    O “mistério” ao qual o texto se refere é o fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 12d46622-d8