Questões de Português do ENEM
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4FCCE2A8-B1 Recentemente, a agência de notícias BBC publicou uma reportagem sobre o controle imigratório no Canadá, com o seguinte título:Atraindo cada vez mais brasileiros, Canadá se firma como destino global de imigrantes<https://tinyurl.com/m83b8bg> Acesso em: 17.02.2017.A relação entre as duas orações que compõem o título da notícia é de
478F2203-B1 Português
Concordância verbal, Concordância nominalUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a concordância está INCORRETA:478AF0EB-B1 Português
Figuras de LinguagemUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)Assinale a alternativa que contém passagem do texto onde existe metáfora:4787C599-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)A palavra “arrabalde” (constante do segundo parágrafo), tem o significado de:47819223-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)Sobre ideias e aspectos linguísticos do texto, fazem-se as seguintes afirmativas:I. O menino Lima Barreto nasceu predestinado para ser escritor.II. A palavra “como”, em “Maio era também conhecido como o mês das flores” (no início do segundo parágrafo) é uma preposição.III. A expressão “troféus difíceis de guardar” significa que Lima não se orgulhava da abolição, por tudo de ruim que a escravidão representou.IV. Lima Barreto foi muito infeliz, mas, por ironia, nasceu no mês das flores – maio.V. Por ter nascido numa sexta-feira 13, Lima teve sorte infeliz, apesar de ele não acreditar na influência dos números.Assinale a alternativa correta:477DF9E4-B1 Português
Figuras de LinguagemUniversidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir:
Há cerca de 13,5 bilhões de anos, a matéria, a energia, o tempo e o espaço surgiram naquilo que é considerado como o Big Bang. A história dessas características fundamentais do nosso universo é denominada física.
Por volta de 300 mil anos após seu surgimento, a matéria e a energia começaram a se aglutinar em estruturas complexas, chamadas átomos, que então se combinaram em moléculas. A história dos átomos, das moléculas e de suas interações é denominada química.
Há cerca de 3,8 bilhões de anos, em um planeta chamado Terra, uma pequena safira azul, certas moléculas se combinaram para formar estruturas particularmente grandes e complexas chamadas organismos. A história dos organismos é denominada biologia.
Há cerca de 70 mil anos, os organismos pertencentes à espécie Homo sapiens começaram a formar estruturas ainda mais elaboradas chamadas culturas. O desenvolvimento subsequente dessas culturas humanas é denominado história. (Do livro “Sapiens: uma breve história da humanidade”, de Yuval Noah Harari, p. 11. Texto adaptado.)
Sobre ideias e aspectos diversos do texto, fazem-se as seguintes afirmativas:
I. Por ter como objetivo influenciar o receptor, com a intenção de convencê-lo a respeito de uma ideia, a função do texto é a apelativa ou conativa.
II. Por ter a preocupação de relatar e expor determinado assunto, o gênero textual é a descrição.
III. No texto, algumas ciências estão dispostas numa gradação temporal que vai da mais antiga para a mais nova.
IV. O “que”, no trecho “que então se combinaram em moléculas”, está empregado em relação ao vocábulo “átomos”, que o antecede.
V. No trecho “em um planeta chamado Terra, uma pequena safira azul”, observa-se a existência de uma sinestesia.
Assinale a alternativa correta:
47794FA3-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, extraído da “História da Província de Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil”, de Pero de Magalhães Gandavo, livro escrito no século XVI:A língua de que usam, em toda a costa, é uma: ainda que em certos vocábulos difere nalgumas partes; mas não de maneira que se deixem uns aos outros de entender... Esta de que trato, que é geral pela costa, é mui branda, e a qualquer nação fácil de tomar. Alguns vocábulos há nela de que não usam senão as fêmeas, e outros que não servem senão para os machos: carece de ter três letras, convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não se tem Fé, nem Lei, nem Rei, e desta maneira vivem desordenadamente sem terem além disto conta, nem peso, nem medida. Não adoram a coisa alguma, nem têm para si que há depois da morte glória para os bons e pena para os maus...Mas a vida que buscam é a granjearia de que todos vivem, é à custa de pouco trabalho, e muito mais descansada que a nossa, porque não possuem nenhuma fazenda, nem procuram adquiri-la como os outros homens, e assim vivem livres de toda a cobiça e desejo desordenado de riquezas, de que as outras nações não carecem; e tanto que ouro nem prata nem pedras preciosas têm entre eles nenhuma valia, nem para seu uso têm necessidade de nenhuma coisa destas, nem doutras semelhantes.Assinale a alternativa que apresenta um momento lúdico do texto, ou seja, passagem em que se observa uma situação divertida, uma brincadeira capaz de provocar o riso:B104D0E8-B1 Português
Colocação PronominalUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa incorreta tendo como base o Texto 5.
B0FFA9B5-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições a seguir tendo como base o conto Maria, Conceição Evaristo, o Texto 5 e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.( ) Maria, personagem principal do conto, segue o destino de tantas outras “marias” existentes na sociedade brasileira: mulheres negras abandonadas que trabalham para sustentar, sozinhas, os próprios filhos.( ) Da leitura do conto, infere-se intolerância com os que pertencem à condição social e econômica mais frágil e percebe-se, também, preconceito racial.( ) Em: “pagando a passagem dele e de Maria” (linha 4), o emprego da palavra destacada substitui o pronome possessivo sua, evitando que a oração se torne ambígua.( ) Da leitura do segmento “A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão” (linha 13), infere-se o arrependimento de Maria por ter deixado os filhos sozinhos em casa.( ) A leitura do período “Por que não podia ser de uma outra forma” (linha 10) leva o leitor a inferir que Maria não gostava da vida que atualmente levava e que sentia saudades do passado, quando acreditava que era feliz.Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.B0F84D38-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 4
A PARTE BOA ERA LU.
TENTOU ESCOLA.
DOIS DIAS.
NO TERCEIRO,
SE JOGOU NO CHÃO.
NEM ARRASTADO.
JÁ NÃO FALAVA,
DESCONFIARAM:
ELE ESTAVA COM
ALGUM PROBLEMA.
SÓ PODIA SER A MÃE.
FUGIU DALI.
ISSO DÁ PROBLEMA,
MÃE FUGIR.
TODO MUNDO ACHA.
PROBLEMA CERTO.
CLARO QUE É.
MAS TINHA MAIS.
LU PODIA NÃO FALAR,
MAS COMPUTAVA.
E A MÃE LEVOU O NOTE.
ESTÁ CERTO.
RUIM, MÃE IR.
MAS LU POUCO A VIA.
ERA CHEGADA
A UMA BALADA.
ALI, NO MEIO DO NADA.
QUEM CUIDAVA DELE
ERA O PAI.
SEMPRE FOI.
SEM A MÃE, FOI RUIM.
SEM O NOTE, FOI PIOR.
DAÍ QUEREREM
UMA BABÁ.
PRESENÇA FEMININA.
PODIA AJUDAR.
E CHAMARAM CARLA.
VIGNA, Elvira. Vitória Valentina.1ª. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016.
Analise as proposições em relação à obra Vitoria Valentina, Elvira Vigna.I. A obra de Elvira, além de apresentar uma linguagem gráfica, que se enquadra como contemporânea, também pontua a denúncia social o que caracteriza o romance social, bastante desenvolvido na segunda fase da estética Moderna.II. A leitura da obra leva o leitor a inferir um afastamento da escrita clássica, convencional, aproximando-se mais da oralidade, primando pela língua popular e até mesmo pelo uso de gírias.III. Da leitura do romance gráfico de Elvira infere-se, entre outras, três marcantes características do Modernismo: rejeição das normas estéticas consagradas, proposta de inovações linguísticas, incorporação do cotidiano.IV. A leitura da obra leva o leitor a inferir que a liberdade da autora, quanto à pontuação das frases no decorrer do romance, bem como a sobreposição de frases caracterizam a polifonia.V. A obra é pontuada por expressões coloquiais que constituem infrações à gramática normativa, em relação à ortografia, o que fere um dos objetivos da nova proposta da corrente modernista, este coloquialismo reflete o rompimento da linguagem literária tradicional.Assinale a alternativa correta.B0F3BB1F-B1 Português
Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e HiatosUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 4
A PARTE BOA ERA LU.
TENTOU ESCOLA.
DOIS DIAS.
NO TERCEIRO,
SE JOGOU NO CHÃO.
NEM ARRASTADO.
JÁ NÃO FALAVA,
DESCONFIARAM:
ELE ESTAVA COM
ALGUM PROBLEMA.
SÓ PODIA SER A MÃE.
FUGIU DALI.
ISSO DÁ PROBLEMA,
MÃE FUGIR.
TODO MUNDO ACHA.
PROBLEMA CERTO.
CLARO QUE É.
MAS TINHA MAIS.
LU PODIA NÃO FALAR,
MAS COMPUTAVA.
E A MÃE LEVOU O NOTE.
ESTÁ CERTO.
RUIM, MÃE IR.
MAS LU POUCO A VIA.
ERA CHEGADA
A UMA BALADA.
ALI, NO MEIO DO NADA.
QUEM CUIDAVA DELE
ERA O PAI.
SEMPRE FOI.
SEM A MÃE, FOI RUIM.
SEM O NOTE, FOI PIOR.
DAÍ QUEREREM
UMA BABÁ.
PRESENÇA FEMININA.
PODIA AJUDAR.
E CHAMARAM CARLA.
VIGNA, Elvira. Vitória Valentina.1ª. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016.
Assinale a alternativa correta em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 4.B0EF8768-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 4
A PARTE BOA ERA LU.
TENTOU ESCOLA.
DOIS DIAS.
NO TERCEIRO,
SE JOGOU NO CHÃO.
NEM ARRASTADO.
JÁ NÃO FALAVA,
DESCONFIARAM:
ELE ESTAVA COM
ALGUM PROBLEMA.
SÓ PODIA SER A MÃE.
FUGIU DALI.
ISSO DÁ PROBLEMA,
MÃE FUGIR.
TODO MUNDO ACHA.
PROBLEMA CERTO.
CLARO QUE É.
MAS TINHA MAIS.
LU PODIA NÃO FALAR,
MAS COMPUTAVA.
E A MÃE LEVOU O NOTE.
ESTÁ CERTO.
RUIM, MÃE IR.
MAS LU POUCO A VIA.
ERA CHEGADA
A UMA BALADA.
ALI, NO MEIO DO NADA.
QUEM CUIDAVA DELE
ERA O PAI.
SEMPRE FOI.
SEM A MÃE, FOI RUIM.
SEM O NOTE, FOI PIOR.
DAÍ QUEREREM
UMA BABÁ.
PRESENÇA FEMININA.
PODIA AJUDAR.
E CHAMARAM CARLA.
VIGNA, Elvira. Vitória Valentina.1ª. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016.
Analise as proposições em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 4.I. Pela leitura do excerto infere-se que é unânime pensar que a presença da mãe é fundamental para o desenvolvimento e o equilíbrio da criança, assim Carla foi chamada para minimizar a ausência da figura materna.II. Da leitura do texto, infere-se que Lu não era apenas mimado, mas também tímido e reservado, pois usava o note para fazer seus registros.III. Em: “MAS LU POUCO A VIA” se o pronome destacado for substituído por LHE, ocorre transgressão quanto à regência do verbo VER.IV. Infere-se da leitura da obra que a personagem Carla simboliza a liberdade porque, ao invés de casar com Stan (um homem rico), prefere ficar sozinha, livre e cuidar da própria vida.V. Em: “TODO MUNDO ACHA” ao se acrescentar o vocábulo O antes da palavra MUNDO, ocorre mudança de significado na expressão.Assinale a alternativa correta.B0EB3D34-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, e ao Texto 3.
B0E4B50A-B1 Português
Análise sintáticaUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, ao Texto 3 e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.( ) Da leitura da obra, infere-se que Alice abandona o grande sonho de ser avó, uma vez que a filha dela e o genro separam-se e vão estudar no exterior.( ) Em “mas já era, sim, tanto que lá” (linha 12) a expressão destacada é, na morfologia, conjunção subordinada consecutiva e pode ser substituída por de sorte que, e, ainda assim, mantém-se o sentido do texto.( ) O vocábulo “brasileirinha” apresenta sufixo que indica grau diminutivo, no entanto, a leitura da obra leva o leitor a inferir que o termo sugere sentido pejorativo.( ) A palavra “lá” (linhas 9 e 12) tem a função sintática de adjunto adverbial de lugar e, em ambos os casos, tem como referente a pracinha do bispo.( ) Em “o azul, azul, o branco, perfeitamente branco” (linhas 19 e 20) as palavras destacadas são, na morfologia, sequencialmente, substantivo, adjetivo, substantivo, adjetivo.Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.B0E0E22F-B1 Português
Coesão e coerênciaUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, e ao Texto 3.I. No excerto, Alice, a personagem-narradora, deixa transparecer que já adquiriu hábitos próprios de moradores de rua tais como: lavar a própria roupa em lugares públicos, secar as roupas em praças, dormir em rodoviárias.II. No segmento “A mulher era bem mais velha que eu” (linha 16) o termo destacado refere-se à personagem Lola que, no final da narrativa, incentiva Alice a sair das ruas e a voltar para a casa.III. Na estrutura “Tu é nova por aqui, veio de onde” (linha 14) ao mesmo tempo em que se tem o registro do “falar gaúcho”, evidencia-se desvio gramatical em relação à concordância verbal.IV. Em “fui tomar café na bodeguinha da minha conterrânea” (linha 2) e “feito um estandarte” (linha 8) os vocábulos destacados podem ser substituídos por compatrícia e insulto, respectivamente, e, ainda assim, mantêm-se o sentido e a coerência do texto.V. Infere-se da leitura do período “Saí da rodoviária com Cícero redivivo” (linha 6) que Cícero, de tempos em tempos, era restituído à vida, e usado como desculpa para que Alice continuasse sua peregrinação pelas ruas de Porto Alegre.Assinale a alternativa correta.B0DBADAF-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Com base na leitura da obra Esaú e Jacó, Machado de Assis, e de outra obra literária relacionada como leitura obrigatória para o Vestibular - As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder, analise as proposições e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.( ) Em Esaú e Jacó a linguagem usada sustenta-se em uma linguagem teatral, enquanto em As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder, o autor busca legitimar sua obra por meio de uma linguagem fotográfica, fazendo se valer dos textos de Copi – A solidão das coisas.( ) A narrativa de Machado, reforçada pelo discurso direto, está fundamentada na posição ideológica do Conselheiro que, de forma irônica, desvela-se possuidor e refletidor da verdade. Enquanto a narrativa de Copi, embora predomine o discurso direto, está fundamentada na posição preconceituosa e machista de Renê.( ) Em ambas as obras a escrita/literatura é uma forma evasiva para aplacar a solidão das personagens e ao mesmo tempo completá-las, características comuns a Aires, Machado de Assis, e à Copi, Carlos Henrique Schroeder.( ) Na leitura da obra Esaú e Jacó, Machado de Assis, percebem-se inúmeras referências, alusões, citações, nas quais se cruzam várias linguagens, diversas vozes, diferentes discursos – ou seja intertextualidade, que é também perceptível em As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder.( ) Nas obras de Machado de Assis e de Carlos Henrique Schroeder, ambas as personagens, Flora e Copi, têm fim trágico – suicidam-se; a primeira por ter dois amores e não saber a quem escolher, e a segunda por ter um amor não correspondido.Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.B0D691A7-B1 Português
Análise sintáticaUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Com base na leitura da obra Esaú e Jacó, Machado de Assis, e no Texto 2 analise as proposições.I. É o Conselheiro Aires o personagem esclarecedor, pois à medida que o romance se desenvolve é ele quem vai decifrando, explicando e operando “os comos”, “os porquês” e “os quês” dos acontecimentos.II. A leitura da obra leva o leitor a inferir que o momento histórico tão divergente, no Brasil, pode ser representado pelos gêmeos, Pedro o monarquista-conservador e Paulo o liberal-republicano.III. A obra pontua várias características do Romantismo, como detalhismo descritivo, valorização da cor local, nacionalismo pós-independência, dever patriótico, introspecção psicológica.IV. Na estrutura “Aires trocou-lhe uma palavra e o sentido” (linhas 11 e 12), quanto à morfossintaxe, as palavras destacadas são substantivo próprio/sujeito, pronome oblíquo/objeto indireto e substantivo/objeto direto, sequencialmente.V. A leitura da obra leva o leitor a inferir que a semelhança entre os gêmeos está relacionada a não percepção da diferença entre Monarquia e República pelo brasileiro à época, e aí reside a crítica machadiana, característica tão peculiar deste autor.Assinale a alternativa correta.B0D28137-B1 Português
Coesão e coerênciaUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Assinale a alternativa correta em relação à obra Esaú e Jacó, Machado de Assis, e ao Texto 2.
B0CD4BDA-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições em relação à obra As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.( ) A obra apresenta quatro partes, a primeira, S de sangue, contém os contos de A a S; a segunda, A solidão das coisas, retrata os contos a partir das fotografias de Copi; a terceira, Poesia completa de Copi, traz os poemas e a quarta, a que leva o mesmo título do romance, dá continuidade à sequência dos contos T a Z. Esta quebra caracteriza também a fragmentação na narrativa.( ) A segunda parte da obra, A solidão das coisas, é pontuada pela intertextualidade, pois o autor intercala fotos e textos como se fossem de sua personagem Copi, uma vez que ela buscava a solidão das coisas, dos objetos, com a intenção de justificar o abandono que as pessoas sentiam, e personificava até mesmo um banal objeto para descrevê-lo solitário.( ) Da leitura da obra, infere-se que a história de Copi, vista e desvelada por Renê, mostra que a solidão nem sempre é ruim, triste; há momentos em que ela representa o tempo de lucidez que o homem precisa para o seu próprio resgate e crescimento.( ) Em relação à segunda parte da obra, Schroeder, ao inserir os textos como se fossem redigidos por Copi, atribui a ela a atividade criadora, depreendendo-se, então, uma terceira personagem – a solidão.( ) As produções literárias do final do século XX e da primeira metade do século XXI, que caracterizam a Literatura Contemporânea, são marcadas por uma multiplicidade de tendências. Na obra de Schroeder destacam-se duas marcantes características desta estética: Técnicas inovadoras (recursos gráficos, montagens de foto, etc.) e formas reduzidas (minicontos).Assinale a alternativa correta.B0C85B8D-B1 Português
Flexão verbal de número (singular, plural)UDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições em relação à obra As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder, e ao Texto 1.I. A obra é narrada em terceira pessoa; tem-se um narrador onisciente, um tempo sem sequência linear, ou seja, predominando o psicológico, e um ambiente com flashes serrano e bucólico que remete ao Arcadismo.II. Quanto à parte gráfica, a obra apresenta contos que não completam a página, reforçando o projeto gráfico em estilo Polaroide, reiterando as fotos de Copi.III. A narrativa apresenta um desfecho caricato, Renê, que se mostrava preconceituoso em relação à sexualidade de Copi, acaba se apaixonando por ela, e juntos voltam para a Argentina.IV. Na oração “Foi o mastigar do tempo” (linha 7), quanto à formação de palavras, na expressão destacada ocorre derivação imprópria, o mesmo ocorre com a palavra Seca em “e o Seca, saco, saca, secô continuou por alguns instantes” (linhas 1 e 2).V. Na oração “Naquela época, havia vinte anos ou mais” (linha 5) o verbo haver é impessoal, logo, seguindo o padrão culto da língua escrita, o verbo deve permanecer na terceira pessoa do singular.Assinale a alternativa correta.