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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

1.320 questões encontradas. Mostrando a página 23 de 66.

  • 3352CBFA-D8

    Português

    Figuras de Linguagem
    Ensino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Figuras de Linguagem

    Silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com o sentido, com a ideia que elas expressam. A silepse é, pois, uma concordância mental.

    (Celso Cunha. Gramática essencial, 2013.)

    Verifica-se a ocorrência de silepse

    Escolha uma alternativa para a questão 3352cbfa-d8
  • 334F89D0-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Interpretação de Textos

    Na tira,
    Escolha uma alternativa para a questão 334f89d0-d8
  • 334CD2AA-D8

    Português

    Análise sintática
    Ensino Einstein · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

         – Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.

    – A prodigalidade também existia em nossa casa.

    – Como, meu filho?

    – A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.

    – Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.

    – Mas comemos sempre com apetite.

    – O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.

    – Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.

    – É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.

    – Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.

    – Você diz coisas estranhas, meu filho.


    (Lavoura arcaica, 2001.)

    “– É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los.” (9o parágrafo) Considerado no contexto, o trecho sublinhado expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 334cd2aa-d8
  • 334A10EA-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

         – Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.

    – A prodigalidade também existia em nossa casa.

    – Como, meu filho?

    – A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.

    – Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.

    – Mas comemos sempre com apetite.

    – O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.

    – Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.

    – É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.

    – Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.

    – Você diz coisas estranhas, meu filho.


    (Lavoura arcaica, 2001.)

    Depreende-se das falas do pai um elogio, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 334a10ea-d8
  • 3346FA1D-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

         – Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.

    – A prodigalidade também existia em nossa casa.

    – Como, meu filho?

    – A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.

    – Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.

    – Mas comemos sempre com apetite.

    – O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.

    – Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.

    – É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.

    – Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.

    – Você diz coisas estranhas, meu filho.


    (Lavoura arcaica, 2001.)

    No trecho do romance, o filho
    Escolha uma alternativa para a questão 3346fa1d-d8
  • 3341125B-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

              Aquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.   

            – Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.

          – A lei não exige isso – replicou ele.

          – Mas o chefe exige. Tem havido abusos.

          Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.

          – Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.

          Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.

          – Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.

         Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.

           – Agora a lei está contra você, não?

          – Não. A lei está comigo.

        Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.

          Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:

          – Vou recorrer. 

        Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”


    (O melhor da crônica brasileira, 2013.)

    Ao se transpor para o discurso indireto o trecho “– A lei não exige isso – replicou ele” (3o parágrafo), o verbo sublinhado assume a forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 3341125b-d8
  • 333E0FEA-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

              Aquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.   

            – Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.

          – A lei não exige isso – replicou ele.

          – Mas o chefe exige. Tem havido abusos.

          Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.

          – Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.

          Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.

          – Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.

         Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.

           – Agora a lei está contra você, não?

          – Não. A lei está comigo.

        Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.

          Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:

          – Vou recorrer. 

        Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”


    (O melhor da crônica brasileira, 2013.)

    Verifica-se o emprego de expressão que destoa da variedade linguística predominante no texto em:
    Escolha uma alternativa para a questão 333e0fea-d8
  • 333B269A-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

              Aquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.   

            – Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.

          – A lei não exige isso – replicou ele.

          – Mas o chefe exige. Tem havido abusos.

          Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.

          – Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.

          Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.

          – Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.

         Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.

           – Agora a lei está contra você, não?

          – Não. A lei está comigo.

        Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.

          Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:

          – Vou recorrer. 

        Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”


    (O melhor da crônica brasileira, 2013.)

    Em relação à Justiça, a posição do narrador é de
    Escolha uma alternativa para a questão 333b269a-d8
  • 33373B91-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine a tira do cartunista André Dahmer.

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Interpretação de Textos

    Colabora para o efeito de humor da tira o fato de

    Escolha uma alternativa para a questão 33373b91-d8
  • 8D43CB69-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise a tabela.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos


    É correto afirmar que a mensagem desse texto

    Escolha uma alternativa para a questão 8d43cb69-d8
  • 8D3AAF73-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Em 17 de maio de 2016, o diretor do Instituto do Cérebro do RS (InsCer/RS), Jaderson Costa da Costa, e o professor do curso de Teologia da Escola de Humanidades da PUCRS Erico Hammes debateram as interfaces entre o cérebro e a tecnologia, em mais uma atividade do projeto Fé e Cultura.
        O debate começou com Costa da Costa contextualizando as tecnologias durante as décadas e gerações. “Eu sou de uma geração que escrevia cartas”, afirmou, explicando que tinha mais tempo para pensar no que escreveria e em um possível arrependimento. Na primeira vez que enviou um fax, contou que, quando viu a folha passando pela máquina, se arrependeu imediatamente, mas percebeu que não tinha mais volta. Lembrou, também, que não estava preparado para aquela tecnologia, utilizando o exemplo para mostrar de que maneira as inovações mudam o modo como as pessoas vivem e enxergam o mundo. Segundo ele, a vida é orientada pela tecnologia, que busca, entre outras coisas, longevidade, inteligência e bem-estar.     Perguntado sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, o diretor do InsCer declarou ser um entusiasta do processo, já que não tem medo da tecnologia. Sobre os efeitos na educação, ele lembra que antigamente a memória era muito mais utilizada. Hoje, o celular tem todos os dados e ninguém mais grava números de telefone, por exemplo. Se isso é bom ou ruim, ele diz que depende do ponto de vista. Pensando de maneira antiga e tradicional, é prejudicial.
        “Mas essa geração não foi feita para nós, essa geração foi feita para um futuro que ainda temos dificuldade de entender”, explicou. Por isso, enxerga que, se por um lado a memória foi prejudicada, por outro a nova geração tem a capacidade de juntar fragmentos em uma base de tempo aleatória, que nenhuma outra geração tem. Além disso, o pesquisador defende a ideia de que não existe memória que grave a mesma coisa, cada um grava pedaços e cria diferentes percepções no cérebro.

    (http://www.pucrs.br. Adaptado)
    Ao falar sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, Costa da Costa pondera que a nova geração
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3aaf73-d8
  • 8D36CE30-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Em 17 de maio de 2016, o diretor do Instituto do Cérebro do RS (InsCer/RS), Jaderson Costa da Costa, e o professor do curso de Teologia da Escola de Humanidades da PUCRS Erico Hammes debateram as interfaces entre o cérebro e a tecnologia, em mais uma atividade do projeto Fé e Cultura.
        O debate começou com Costa da Costa contextualizando as tecnologias durante as décadas e gerações. “Eu sou de uma geração que escrevia cartas”, afirmou, explicando que tinha mais tempo para pensar no que escreveria e em um possível arrependimento. Na primeira vez que enviou um fax, contou que, quando viu a folha passando pela máquina, se arrependeu imediatamente, mas percebeu que não tinha mais volta. Lembrou, também, que não estava preparado para aquela tecnologia, utilizando o exemplo para mostrar de que maneira as inovações mudam o modo como as pessoas vivem e enxergam o mundo. Segundo ele, a vida é orientada pela tecnologia, que busca, entre outras coisas, longevidade, inteligência e bem-estar.     Perguntado sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, o diretor do InsCer declarou ser um entusiasta do processo, já que não tem medo da tecnologia. Sobre os efeitos na educação, ele lembra que antigamente a memória era muito mais utilizada. Hoje, o celular tem todos os dados e ninguém mais grava números de telefone, por exemplo. Se isso é bom ou ruim, ele diz que depende do ponto de vista. Pensando de maneira antiga e tradicional, é prejudicial.
        “Mas essa geração não foi feita para nós, essa geração foi feita para um futuro que ainda temos dificuldade de entender”, explicou. Por isso, enxerga que, se por um lado a memória foi prejudicada, por outro a nova geração tem a capacidade de juntar fragmentos em uma base de tempo aleatória, que nenhuma outra geração tem. Além disso, o pesquisador defende a ideia de que não existe memória que grave a mesma coisa, cada um grava pedaços e cria diferentes percepções no cérebro.

    (http://www.pucrs.br. Adaptado)
    Ao analisar o impacto que a tecnologia representou para sua geração, Costa da Costa destaca que
    Escolha uma alternativa para a questão 8d36ce30-d8
  • 8D3375BC-D8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o enunciado, adaptado do texto “Algum sentido”, de Ruan de Sousa Gabriel (https://epoca. globo.com), atende à norma-padrão de concordância.
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3375bc-d8
  • 8D2EDF21-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão


        A palavra vernáculo caracteriza um modo de aprender as línguas: o aprendizado que se dá, por assimilação espontânea e inconsciente, no ambiente em que as pessoas são criadas. A vernáculo opõe-se tudo aquilo que é transmitido através da escola. Para exemplificar com fatos conhecidos, basta que o leitor brasileiro pense em formas verbais como eu farei e eu fizera, ou em construções como fá-lo-ei, dir-lhe-ia, tu o fizeste ou Ninguém lho negaria. A parte da população brasileira que as conhece chegou a elas pela escola, provavelmente através da leitura de textos literários bastante antigos, pois no Brasil de hoje é quase nula a chance de que essas formas ou construções sejam usadas de maneira espontânea.


    (Rodolfo Ilari e Renato Basso. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos)

    Com base no texto, um enunciado que se aproxima do vernáculo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8d2edf21-d8
  • 8D2B3862-D8

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão


        A palavra vernáculo caracteriza um modo de aprender as línguas: o aprendizado que se dá, por assimilação espontânea e inconsciente, no ambiente em que as pessoas são criadas. A vernáculo opõe-se tudo aquilo que é transmitido através da escola. Para exemplificar com fatos conhecidos, basta que o leitor brasileiro pense em formas verbais como eu farei e eu fizera, ou em construções como fá-lo-ei, dir-lhe-ia, tu o fizeste ou Ninguém lho negaria. A parte da população brasileira que as conhece chegou a elas pela escola, provavelmente através da leitura de textos literários bastante antigos, pois no Brasil de hoje é quase nula a chance de que essas formas ou construções sejam usadas de maneira espontânea.


    (Rodolfo Ilari e Renato Basso. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos)

    No texto, a função da linguagem predominante é a
    Escolha uma alternativa para a questão 8d2b3862-d8
  • 8D263DCA-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise a imagem e o texto da campanha.

    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos


    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que o objetivo do texto é


    Escolha uma alternativa para a questão 8d263dca-d8
  • 8D219D00-D8

    Português

    Análise sintática
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder às questão de número

    Drogas e mortes

        As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil.
        Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto.
        Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas.
       Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo.
        Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas.
        Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue.
        Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos.
        O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias.

    (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado) 
    Na passagem – Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto. – (2º parágrafo), a oração em destaque estabelece, com a informação anterior, uma
    Escolha uma alternativa para a questão 8d219d00-d8
  • 8D1CA668-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder às questão de número

    Drogas e mortes

        As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil.
        Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto.
        Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas.
       Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo.
        Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas.
        Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue.
        Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos.
        O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias.

    (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado) 
    Em um levantamento que objetivava conhecer a incidência do uso de álcool e anfetaminas entre caminhoneiros de estrada, feito com 91 motoristas abordados em um posto de combustíveis na cidade de Passos, no Estado de Minas Gerais, em novembro de 2005, cujos dados foram obtidos por meio de um questionário contendo 19 questões de múltipla escolha, os resultados indicaram que 66% desses profissionais usavam anfetaminas durante os percursos de viagens, principalmente em postos de combustíveis (54%) à beira das rodovias. O álcool era utilizado por 91% deles, dos quais 43% consumiam a bebida nos postos de combustíveis.

    (Nemésio Dario Almeida, “Os acidentes e mortes no trânsito causados pelo consumo de álcool: um problema de saúde pública”. Revista Diretório Sanitário, São Paulo v.15 n.2, p. 108-125, jul./out. 2014. Em: https://www.revistas.usp.br)

    É correto afirmar que as informações do texto
    Escolha uma alternativa para a questão 8d1ca668-d8
  • 8D1718F3-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder às questão de número

    Drogas e mortes

        As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil.
        Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto.
        Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas.
       Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo.
        Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas.
        Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue.
        Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos.
        O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias.

    (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado) 
    Um dos recursos utilizados no editorial para convencimento do público em relação ao tema tratado é o emprego dos dados estatísticos. Outra estratégia é o uso de linguagem figurada que acentua a problemática, como na passagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 8d1718f3-d8
  • 8D1182A7-D8

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    INSPER · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
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    Drogas e mortes

        As taxas de homicídios dolosos e de mortes de trânsito no Brasil, é notório, situam o país entre os mais violentos do planeta. No ano passado, registraram-se quase 56 mil assassinatos intencionais, ou 27 por 100 mil habitantes. Em 2016, pelo dado mais recente, 38 mil vidas foram ceifadas em ruas e estradas nacionais, cerca de 19 por 100 mil.
        Diante dessa carnificina cotidiana, deve-se exigir das autoridades nada menos que a busca de estratégias mais efetivas para a prevenção desses óbitos. Países desenvolvidos, já há algumas décadas, passaram a adotar com sucesso políticas públicas ancoradas em evidências empíricas. Nem sempre é o que ocorre por aqui, no entanto.
        Tome-se o exemplo da associação entre a ingestão de álcool e o aumento da violência interpessoal (homicídios e agressões) e dos acidentes de trânsito. Embora a relação esteja bem estabelecida na literatura da área, praticamente inexistem no país dados sobre o consumo da substância pelas vítimas.
       Estudo recente conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e noticiado por esta Folha jogou luz sobre tal questão na cidade de São Paulo.
        Os pesquisadores analisaram amostras de sangue de 365 vítimas de crimes violentos. Constatou-se que, em 55% dos casos, havia traços de álcool ou outras drogas.
        Também entre as vítimas de acidentes de trânsito analisadas no trabalho, chama a atenção o alto percentual de casos (43%) que mostraram resquícios de álcool no sangue.
        Embora o país conte há uma década com severa legislação sobre o tema, a taxa indica que o diploma deveria ser mais efetivo em seu propósito. Leis como essa não devem ter a meta de apreender transgressores, mas de criar a percepção de que aqueles que a infringirem serão pegos e punidos.
        O estudo deveria servir de exemplo para que o país invista na geração contínua de dados como esses. Assim será possível identificar as causas dos problemas, avaliar a efetividade das políticas públicas adotadas e orientar a formulação de novas estratégias.

    (Editorial. Folha de S.Paulo, 20.10.2018. Adaptado) 
    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que o objetivo do editorial é
    Escolha uma alternativa para a questão 8d1182a7-d8