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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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1.320 questões encontradas. Mostrando a página 19 de 66.

  • 937EFE91-DB

    Português

    Figuras de Linguagem
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema “Namorados” de Manuel Bandeira (1886-1968).


    O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:

    – Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com

                                                                               [a sua cara.


    A moça olhou de lado e esperou.

    – Você não sabe quando a gente é criança e de repente

                                                         [vê uma lagarta listada?

    A moça se lembrava:

    – A gente fica olhando...


    A meninice brincou de novo nos olhos dela.


    O rapaz prosseguiu com muita doçura:


    – Antônia, você parece uma lagarta listada.


    A moça arregalou os olhos, fez exclamações.


    O rapaz concluiu:

    – Antônia, você é engraçada! Você parece louca.

    (Estrela da vida inteira, 2009.)




    Verifica-se a ocorrência de personificação no seguinte verso:

    Escolha uma alternativa para a questão 937efe91-db
  • 937BE09F-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a fábula “A tartaruga e a águia” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?).


        Uma tartaruga pediu a uma águia que a ensinasse a voar. A ave tentou dissuadi-la:

       – Voar é completamente contrário à sua natureza.

        Mas a tartaruga suplicou e insistiu ainda mais. Então a águia pegou a tartaruga com suas garras, levou-a até bem alto no céu e depois a soltou. A tartaruga caiu nos rochedos e se espatifou.

                                                                                       (Fábulas, 2013.)


    Depreende-se leitura da fábula a seguinte moral:

    Escolha uma alternativa para a questão 937be09f-db
  • 93703EBE-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho de uma entrevista com o cineasta francês Jean Renoir (1894-1979), filho do conhecido pintor Pierre-Auguste Renoir, datada de novembro de 1958.

    Cheguei mesmo a me perguntar se toda obra humana não é provisória – mesmo um quadro, mesmo uma estátua, mesmo uma obra arquitetônica, mesmo o Partenon. Seja qual for a solidez do Partenon, o que resta dele é muito pouco e não temos nenhuma ideia do que era quando acabara de ser construído. Mesmo o que resta vai desaparecer. Talvez se consiga, a custa de tanto colocar cimento nas colunas, mantê-lo por cem anos, duzentos anos, digamos quinhentos anos, digamos mil anos. Mas, enfim, chegará um dia em que o Partenon não existirá mais. Pergunto-me se não seria mais honesto abordar a obra de arte sabendo que ela é provisória e irá desaparecer, e que, na verdade, relativizando, não há diferença entre uma obra arquitetônica feita em mármore maciço e um artigo de jornal, impresso em papel e jogado fora no dia seguinte.


                                                       (Jean Renoir apud Jorge Coli. O que é arte, 2013. Adaptado.)



    Neste trecho da entrevista, Jean Renoir reflete sobre 

    Escolha uma alternativa para a questão 93703ebe-db
  • 936C4490-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Em “Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea.” (6o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido para o texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 936c4490-db
  • 93669DDA-DB

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Em “Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto.” (5o parágrafo), o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 93669dda-db
  • 9362AAB3-DB

    Português

    Análise sintática
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos.” (5o parágrafo)

    Em relação ao trecho que o sucede, o trecho sublinhado tem sentido de

    Escolha uma alternativa para a questão 9362aab3-db
  • 935ED1C4-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    A discussão proposta pelo texto dialoga intimamente com o seguinte enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 935ed1c4-db
  • 9357F128-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de Marília 2018, Interpretação de Textos

    Do questionamento da personagem Mafalda, depreende-se uma crítica

    Escolha uma alternativa para a questão 9357f128-db
  • 5A46D6F0-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    Assinale a alternativa em que a afirmação NÃO condiz com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a46d6f0-db
  • 5A435643-DB

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    Observe as seguintes afirmações.


    I - “Emérita”, “árido”, “últimas”, “sinônimo”, “métodos”, “fônicos”, “analíticos” “sintéticos” são palavras acentuadas graficamente pela mesma regra.

    II - Se a palavra “tema” (l. 05) fosse substituída por “matéria”, o “ao” (l. 04) deveria ser substituído por “à”.

    III -A expressão “acerca de ” (l. 14) pode ser substituída por “sobre ” sem nenhuma perda do sentido original do período.


    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a435643-db
  • 5A3F698A-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    palavra “pendenga” (l. 13) faz alusão à qual outra palavra ou expressão do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a3f698a-db
  • 5A3B4D61-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    Os adjtivos “profícua” (l. 03) “árido” (l. 05) encontram, respectivamente, sinônimos mais adequados em qual das alternativas abaixo?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a3b4d61-db
  • 5A3709AA-DB

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Considere as seguintes afirmações acerca do emprego de tempos verbais no texto.


    I - Os v rbos “s ria” (l. 01) “ ntrou” (l. 05) estão conjugados no modo indicativo.

    II - Todos os verbos do quarto parágrafo estão conjugados no pretérito imperfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.

    III - Os v rbos “Imagin ” (l. 18) “acho” (l. 27) estão conjugados no presente do subjuntivo.


    Quais estão corretas? 
    Escolha uma alternativa para a questão 5a3709aa-db
  • 5A32E95A-DB

    Português

    Sintaxe
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Sintaxe


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Assinale a alternativa que apresenta, no texto, os sentidos, contextualmente adequados, para os n xos “Entr tanto” (l. 05), “Logo” (l. 13) e “para” (l. 19), nesta ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a32e95a-db
  • 5A2D8709-DB

    Português

    Artigos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Artigos


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Considere as seguintes ocorrências de artigo no texto.


    I - O artigo indefinido na linha 03.

    II - O artigo definido na linha 14.

    III - A segunda ocorrência do artigo definido na linha 27.


    Quais poderiam ser omitidos, preservando a correção de seus contextos? 
    Escolha uma alternativa para a questão 5a2d8709-db
  • 5A293806-DB

    Português

    Pontuação
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Pontuação


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Considere as seguintes propostas de alteração de sinais de pontuação no texto.


    I - Substituição dos travessões das linhas 10 e 11 por vírgulas.

    II - Substituição do ponto final da linha 27 por vírgula, iniciando com letra minúscula a conjunção “Mas” da linha 27.

    III - Supressão da vírgula na linha 30.


    Quais propostas estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a293806-db
  • 5A2528D2-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    A partir da leitura do texto, depreende-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 5a2528d2-db
  • 5A20AC41-DB

    Português

    Crase
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Crase


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas nas linhas 03, 07, 12 e 25, nesta ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a20ac41-db
  • 3BF1F1BD-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Na coluna da direita, são apresentadas perguntas feitas ao artista William Kentridge, em entrevista concedida ao jornal El País. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas às respectivas perguntas.


    1. O que faz com que uma obra seja percebida como verdadeira?
    2. Nasceu em Johanesburgo e viveu em uma minoria dentro da minoria branca: a dos que se opunham ao apartheid. Sua família defendia os direitos dos negros. Como foi a sua infância?
    3. Sua mulher [Anne Stanwix] é australiana. Chegou com 16 anos, se conheceram na escola e desde então permanecem juntos. Nada mal para um homem que se descreve como instalado na dúvida perpétua.
    4. Em 25 anos, como o seu país evoluiu?


    ( ) Faz parte das minhas contradições. Pouco antes de conhecê-la, decidi que tinha nascido no país errado e com cinco anos de atraso. Se estivesse com 18 e em Paris, Berlim ou Berkeley teria feito parte da revolta estudantil em vez de estar enredado na África do Sul, onde não acontecia nada.
    ( ) Muita gente esperava uma mudança radical de vida. E o que se passou é que há uma classe média branca e outra negra que, numericamente, já são iguais (quatro milhões cada raça). Mas para a classe trabalhadora a vida não mudou. Sua situação, embora não tão ruim, é de grande pobreza e desespero.
    ( ) Se você dá a mesma fotografia a duas pessoas, cada uma dirá coisas diferentes. Isso significa que só podem estar falando de si mesmas. Não veem a fotografia, veem a si mesmas. Por isso uma das funções do artista é lembrar o espectador que quando olha uma obra não está vendo uma verdade, mas uma projeção.
    ( ) Privilegiada, branca, suburbana. Tínhamos babás e criados. Fui a uma escola em que só podiam entrar crianças brancas. E me parecia que isso era o normal.


    Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3bf1f1bd-da
  • 3BED668E-DA

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Campo Real · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O fragmento abaixo é referência para as questão.


    O temido prognóstico se cumpriu, e a entrada do partido Alternativa para a Alemanha (AfD) no Parlamento alemão fez tremer os alicerces da democracia no país. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, nenhum partido de extrema direita havia participado da vida parlamentar da Alemanha, cujo passado nazista tornava impensável até agora um resultado como o das eleições deste domingo. O AfD ficou em terceiro lugar, com 12,9% dos votos e quase 90 representantes entre os 631 parlamentares do renovado Bundestag. Sua presença no Parlamento implica a irrupção do discurso islamofóbico e antieuropeu no coração da democracia germânica. […] Os cientistas políticos consideram que aproximadamente metade dos seguidores do AfD pertencem ao núcleo duro ideológico da extrema direita, e que a outra metade são um voto de protesto.
    (<https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/24/internacional/1506276160_113753.html>. Acesso em 30, set. 2017.)
    Na sentença “Sua presença no Parlamento implica a irrupção do discurso islamofóbico e antieuropeu no coração da democracia germânica”, o termo sublinhado pode ser substituído por:
    Escolha uma alternativa para a questão 3bed668e-da