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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

1.320 questões encontradas. Mostrando a página 63 de 66.

  • 6A3DC504-A5

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Se quer medir forças, sei que eu me garanto,

    Sem conversa frouxa, sem me olhar de canto,

    Fecha a boca, ouça, eu não tô brincando,

    Sua estratégia é fraca, já vou chegar te derrubando.


    CONKA, Karol. Karol Conka. Download digital, 2001.


    Karol Conka é uma rapper brasileira reconhecida por canções que exaltam a mulher. No refrão de Me garanto, de sua autoria, a forma tô 

    Escolha uma alternativa para a questão 6a3dc504-a5
  • 6A3A117F-A5

    Português

    Coesão e coerência
    UFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Há uma pequena árvore na porta de um bar, todos passam e dão uma beliscada na desprotegida árvore. Alguns arrancam folhas, alguns só puxam e outros, às vezes, até arrancam um galho. O homem que vive na periferia é igual a essa pequena árvore, todos passam por ele e arrancam-lhe algo de valor. A pequena árvore é protegida pelo dono do bar, que põe em sua volta uma armação de madeira; assim, ela fica segura, mas sua beleza é escondida. O homem que vive na periferia, quando resolve buscar o que lhe roubaram, é posto atrás das grades pelo sistema. Tentam proteger a sociedade dele, mas também escondem sua beleza.

    FERRÉZ. Capão Pecado. São Paulo: Labortexto, 2000.


    Tomada, isoladamente, a proposição “Tentam proteger a sociedade dele” poderia ser considerada ambígua. Para explicitar o sentido que essa oração assume no contexto em que foi empregada, a expressão “a sociedade dele” deve ser substituída por

    Escolha uma alternativa para a questão 6a3a117f-a5
  • 6A366AF1-A5

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFU-MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Fernanda é tudo que sobrou do que sempre me ensinaram. A sombra dos quarenta graus à sombra. Procurem os gestos no vocabulário, olhem Fernanda: estão todos lá. Sua vida é um palco iluminado. À direita as gambiarras do perfeccionismo. À esquerda os praticáveis do impossível. Em cima o urdimento geral de uma tentativa de enredo a ser refeita todas as noites, toda a vida. Atrás os bastidores, o mistério essencial. Embaixo, o porão, que torna viáveis os mágicos e onde, faz tanto tempo!, se ocultava o ponto. Em frente o diálogo, que é uma fé, e comove montanhas.

    Disponível em:<https://goo.gl/ww4RDN> . Acesso em: 01 abr. 2018.


    Na seção Retratos 3x4 de seu site, Millôr Fernandes escreve sobre alguns de seus amigos, dentre eles, a atriz Fernanda Montenegro.


    Assinale o recurso em torno do qual o texto sobre a atriz foi construído.

    Escolha uma alternativa para a questão 6a366af1-a5
  • 6A326440-A5

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Parado, com a colher suspensa sobre a bancada de aço inox, o sujeito atravancava minha passagem. Ia enfiá-la no pote de ervilhas, arremeteu, pousou-a na bandeja de beterrabas, levantou uma rodela, soltou-a, duas gotas vermelhas respingaram no talo de uma couve-flor. Fosse mais para trás, lá pela travessa do agrião, eu poderia ultrapassá-lo e chegar aos molhos a tempo de colocar azeite e vinagre antes que ele se aproximasse, mas da beterraba aos temperos é um passo e então seria eu a atrapalhar sua cadência. (Segundo a etiqueta não escrita dos restaurantes por quilo, a ultrapassagem só é permitida se não for reduzir a velocidade do ultrapassado – o que seria equivalente a furar a fila).


    Tudo é movimento, dizia Heráclito; o mundo gira, a lusitana roda, anunciava a televisão: só eu não me mexia, preso diante da cumbuca de grãos de bico com atum. Fiquei irritado. Aquele homem hesitante estava travando o fluxo de minha vida, dali para frente todos os eventos estariam quinze segundos atrasados: da entrega desta crônica ao meu último suspiro.

    PRATA, A. A zona do agrião. Estadão, 23 dez. 2008. Disponível em: <https://goo.gl/oE4E42>. Acesso em: 30 mar. 2018.


    Narrada na primeira pessoa do singular, a crônica parte de um evento corriqueiro na fila de um restaurante por quilo para elaborar uma reflexão sobre a passagem do tempo. No texto, a função metalinguística da linguagem é evidenciada no fragmento

    Escolha uma alternativa para a questão 6a326440-a5
  • 6A2ECC5C-A5

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Por que Raduan Nassar parou de escrever? Essa pergunta com ares novelescos continua um enigma inexplicado. Depois de se preparar por 20 anos, a consagração veio junto com a estréia no lançamento do romance "Lavoura Arcaica" (1975), seguido de outro êxito atordoante, a novela "Um Copo de Cólera" (1978). No auge de uma carreira recém-começada, as traduções de vento em popa, quando seus leitores antecipam proezas ainda maiores que estavam por vir, de repente o escritor paulista anunciou que passava a arar outras terras, trocava a literatura pela agricultura [...].

    FRIAS FILHO, O. O silêncio de Raduan. Folha de S. Paulo, 10 out. 1996. Disponível em:<https://goo.gl/8Q8oyN> . Acesso em: 30 mar. 2018.


    Na coluna publicada no jornal Folha de São Paulo em outubro de 1996, a informação sobre o abandono da literatura pelo escritor Raduan Nassar

    Escolha uma alternativa para a questão 6a2ecc5c-a5
  • 6A2AC7C8-A5

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Muitos paquistaneses acreditam que a mídia local e internacional promove a jovem ativista de forma exagerada e desnecessária. Partidos de direita afirmam que a "campanha" para promovê-la é a prova de que há um "lobby internacional" por trás de tudo isso. [...]


    Os defensores da ganhadora do Nobel da Paz acusam os "odiadores de Malala" de campanha de difamação contra ela. Até que a mentalidade das pessoas mude, argumentam, a jovem não poderá viver em sua terra natal de forma permanente.

    Disponível em:<https://goo.gl/abhkYN>. Acesso em: 30 mar. 2018.


    No texto sobre o retorno de Malala Yousafzai ao Paquistão pela primeira vez desde que foi baleada pelo Talibã, o emprego das aspas em "odiadores de Malala" tem o efeito de

    Escolha uma alternativa para a questão 6a2ac7c8-a5
  • DBA66E68-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 6 para responder à questão.


    TEXTO 6


    FOI-SE A COPA?


    Foi-se a Copa? Não faz mal.

    Adeus chutes e sistemas.

    A gente pode, afinal,

    Cuidar de nossos problemas.


    Faltou inflação de pontos?

    Perdura a inflação de fato.

    Deixaremos de ser tontos

    se chutarmos no alvo exato.


    O povo, noutro torneio,

    havendo tenacidade,

    ganhará, rijo, e de cheio,

    A Copa da Liberdade.


    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2008, p. 1345.


    O poema “Foi-se a Copa”, de Carlos Drummond de Andrade,

    Escolha uma alternativa para a questão dba66e68-83
  • DBA2D680-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 5 para responder à questão.


    TEXTO 5


    O ANJO DE PERNAS TORTAS


    A um passe de Didi, Garrincha avança

    Colado o couro aos pés, o olhar atento

    Dribla um, dribla dois, depois descansa

    Como a medir o lance do momento.


    Vem-lhe o pressentimento; ele se lança

    Mais rápido que o próprio pensamento,

    Dribla mais um, mais dois; a bola trança

    Feliz, entre seus pés – um pé de vento!


    Num só transporte, a multidão contrita

    Em ato de morte se levanta e grita

    Seu uníssono canto de esperança.


    Garrincha, o anjo, escuta e atende: Gooooool!

    É pura imagem: um G que chuta um O

    Dentro da meta, um L. É pura dança!


    MORAES, Vinícius. O anjo de Pernas Tortas. Disponível em < http://www.jornaldepoesia.jor.br/futebol.html#vinicius>. Acesso em: 5 maio 2018.

    Vinícius de Moraes escreveu “O anjo de pernas tortas” em homenagem a Garrincha, jogador de futebol contemporâneo de Pelé. Pode-se afirmar que esse texto foi escrito na segunda fase da produção literária do poeta, pois apresenta as seguintes características:
    Escolha uma alternativa para a questão dba2d680-83
  • DB9F95F5-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 4 para responder à questão.


    TEXTO 4


    Imagem da questão de Português, IF-PE 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <https://www.barrazine.com.br/2012/03/futebol-sem-violencia-novo-modelo-administrativ/>. Acesso em: 5 maio 2018.

    O TEXTO 4 faz parte de uma campanha contra a violência nos estádios de futebol. As principais estratégias utilizadas para conquistar a adesão do público alvo à campanha são

    I. a relação entre a palavra “guerra” e a imagem central da bola/bomba.
    II. o uso da negação antes dos verbos no indicativo, como em “não deixe” e “não leve”.
    III.o emprego de verbos no imperativo, como “deixe” e “leve”.
    IV.a oposição entre dois campos semânticos: o do futebol e o da paz.
    V. a sinonímia entre arma e guerra, futebol e paz.

    Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão db9f95f5-83
  • DB9C6D37-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 3 para responder a questão.


    TEXTO 3


    Imagem da questão de Português, IF-PE 2018, Interpretação de Textos

    SAMUCA – Diario de Pernambuco – 24 de maio de 2014. Disponível em: < http://blogs.diariodepernambuco.com.br/esportes/2014/05/16/ilustrando-em-charges-o-pais-da-copa/commentpage-1/>. Acesso em: 5 maio 2018.

    O TEXTO 3 é uma charge que foi publicada no dia 24 de maio de 2014, ano de Copa do Mundo no Brasil, e faz referência ao dia em que a taça da competição começou a ser exibida em Pernambuco. Ela foi levada a várias cidades do país e muitos torcedores foram vê-la de perto. Sabendo disso, conclui-se que, nessa charge, há uma
    Escolha uma alternativa para a questão db9c6d37-83
  • DB99313C-83

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 2 para responder a questão.


    TEXTO 2 


    FUTEBOL DE RUA



    (1) Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim:
    (2) DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo.

    (3) DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

    (4) DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol. De óculos é meia-armador, para evitar os choques.

    (5) DO JUIZ – Não tem juiz.

    (6) DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades:

    (7) a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la, mande o seu irmão menor.

    (8) b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância.

    (9) c) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é gol.

    (10) DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando!

    (11) DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o futebol de verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é córner.


    VERÍSSIMO, Luís Fernando. Futebol de rua. Disponível em: < http://contobrasileiro.com.br/futebol-de-ruacronica-de-luis-fernando-verissimo/>. Acesso em: 05 maio 2018 (adaptado).

    Quanto à construção sintática de orações e períodos e às consequências semânticas dessa construção no TEXTO 2, analise as assertivas abaixo.

    I. No período “os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer” (8º parágrafo), a conjunção destacada introduz uma relação de finalidade entre as ações de “reunir” e “deliberar”.
    II. O período “É permitido entrar na área adversária” (11º parágrafo), também estaria adequado com relação à sintaxe de concordância se fosse redigido da seguinte maneira: “É permitida a entrada na área adversária”.
    III.No trecho “Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o futebol de verdade” (11º parágrafo), a conjunção destacada estabelece uma relação causal entre o futebol de rua e o futebol de verdade.
    IV.Em “No desespero, usa-se qualquer coisa que role” (2º parágrafo), se o substantivo destacado, que é sujeito da oração, estivesse no plural; o verbo, obrigatoriamente, seria flexionado no plural: “usam-se”.
    V. Em “No caso de se usar uma pedra [...] recomenda-se jogar de sapatos” (2º parágrafo), a expressão grifada relaciona de forma concessiva o fato de usar uma pedra à recomendação de jogar de sapatos.

    Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão db99313c-83
  • DB962879-83

    Português

    Gêneros Textuais
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 2 para responder a questão.


    TEXTO 2 


    FUTEBOL DE RUA



    (1) Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim:
    (2) DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo.

    (3) DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

    (4) DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol. De óculos é meia-armador, para evitar os choques.

    (5) DO JUIZ – Não tem juiz.

    (6) DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades:

    (7) a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la, mande o seu irmão menor.

    (8) b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância.

    (9) c) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é gol.

    (10) DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando!

    (11) DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o futebol de verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é córner.


    VERÍSSIMO, Luís Fernando. Futebol de rua. Disponível em: < http://contobrasileiro.com.br/futebol-de-ruacronica-de-luis-fernando-verissimo/>. Acesso em: 05 maio 2018 (adaptado).

    Com relação à estrutura e à função do TEXTO 2, afirma-se que
    Escolha uma alternativa para a questão db962879-83
  • DB92F4C8-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 2 para responder a questão.


    TEXTO 2 


    FUTEBOL DE RUA



    (1) Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim:
    (2) DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo.

    (3) DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

    (4) DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol. De óculos é meia-armador, para evitar os choques.

    (5) DO JUIZ – Não tem juiz.

    (6) DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades:

    (7) a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la, mande o seu irmão menor.

    (8) b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância.

    (9) c) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é gol.

    (10) DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando!

    (11) DA TÁTICA – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o futebol de verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é córner.


    VERÍSSIMO, Luís Fernando. Futebol de rua. Disponível em: < http://contobrasileiro.com.br/futebol-de-ruacronica-de-luis-fernando-verissimo/>. Acesso em: 05 maio 2018 (adaptado).

    O efeito de humor, no TEXTO 2, decorre, principalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão db92f4c8-83
  • DB8FCA25-83

    Português

    Crase
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


    A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


    (1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

    (2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

    (3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

    (4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


    PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

    Com relação a aspectos semânticos e sintáticos do TEXTO 1, analise o que se afirma nas assertivas a seguir.

    I. As expressões “bater a carteira” (2º parágrafo) e “sair da bolha” (4º parágrafo) têm o mesmo sentido que “roubar” e “expressar-se”, respectivamente.

    II. A recorrência da estrutura “a gente pinta”, “a gente compra” e “a gente abraça” (4º parágrafo) torna o texto cansativo e prejudica sua progressão e continuidade.

    III.Na oração “Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, [...]” (1º parágrafo), há um sujeito simples “quem”, mas, semanticamente, seu agente se mantém ignorado, pois é representado por um pronome indefinido.

    IV.As palavras “televisãozinha” e “inteirinho” (4º parágrafo) estão no diminutivo para indicar, respectivamente, tamanho e pejoro.

    V. Em “países frágeis [...] podem derrotar países muito à frente nesses aspectos” (1º parágrafo), a expressão recebe o acento grave indicativo de crase porque é uma locução adverbial feminina.

    Estão CORRETAS, apenas, as afirmações
    Escolha uma alternativa para a questão db8fca25-83
  • DB8CAE8C-83

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


    A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


    (1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

    (2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

    (3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

    (4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


    PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

    Através de recursos linguísticos, os textos apresentam estratégias para introduzir um assunto e mantê-lo por meio de retomadas, o que promove a progressão textual. Sabendo disso, marque a única alternativa que analisa CORRETAMENTE os elementos coesivos e a progressão do TEXTO 1.
    Escolha uma alternativa para a questão db8cae8c-83
  • DB883143-83

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


    A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


    (1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

    (2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

    (3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

    (4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


    PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

    A partir da leitura atenta do TEXTO 1, infere-se que
    Escolha uma alternativa para a questão db883143-83
  • 8187530C-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Campeonato de peão


    Bota parafuso no bico do peão

    Bota prego limado, bota tudo

    pra rachar o pião competidor.

    Roda, pião!

    Racha, pião!

    Se você não pode rachar este colégio

    nem o mundo nem a vida,

    racha pelo menos o pião!

    (Mas eu não sei, nunca aprendi

    rachar pião. Imobilizo-me.)

    (Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267) 

    Uma das principais características do texto poético é a plurissignificação de palavras e expressões, como ocorre com o emprego do verbo “rachar” em “Campeonato de pião”. Em “não pode rachar este colégio/nem o mundo nem a vida” (versos 6 e 7), “rachar” significa
    Escolha uma alternativa para a questão 8187530c-74
  • 8183F9A6-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Campeonato de peão


    Bota parafuso no bico do peão

    Bota prego limado, bota tudo

    pra rachar o pião competidor.

    Roda, pião!

    Racha, pião!

    Se você não pode rachar este colégio

    nem o mundo nem a vida,

    racha pelo menos o pião!

    (Mas eu não sei, nunca aprendi

    rachar pião. Imobilizo-me.)

    (Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267) 

    A repetição de sons consonantais em “Roda, pião!/ Racha, pião!” (versos 4 e 5 ) constitui um caso de
    Escolha uma alternativa para a questão 8183f9a6-74
  • 81806D63-74

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Campeonato de peão


    Bota parafuso no bico do peão

    Bota prego limado, bota tudo

    pra rachar o pião competidor.

    Roda, pião!

    Racha, pião!

    Se você não pode rachar este colégio

    nem o mundo nem a vida,

    racha pelo menos o pião!

    (Mas eu não sei, nunca aprendi

    rachar pião. Imobilizo-me.)

    (Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267) 

    Por inferência, quem “ Bota parafuso no bico do pião/ Bota prego limado, bota tudo” (versos 1 e 2 ) é
    Escolha uma alternativa para a questão 81806d63-74
  • 817C1972-74

    Português

    Sintaxe
    CEDERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2018, Sintaxe

    O emprego do conector “ou”, em “Ou nos mobilizamos seriamente ou nos tornamos sócios de uma guerra surda e cruel, o crime imperdoável da indiferença diante da infância e do futuro” (linhas 23-25), indica idéias
    Escolha uma alternativa para a questão 817c1972-74