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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

1.127 questões encontradas. Mostrando a página 41 de 57.

  • E7D08AF8-CA

    Português

    Coesão e coerência
    URCA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Comunicar é a principal função de todo e qualquer ato de fala, não importa se na linguagem escrita ou na linguagem oral. Para se estabelecer a comunicação, o enunciador deve conhecer recursos linguísticos essenciais para o desenvolvimento de um discurso que interaja de maneira satisfatória com o(s) seu(s) interlocutor(es). Conhecer elementos como a coesão e a sua aplicabilidade é uma das garantias de que seu discurso efetivamente alcance o seu interlucutor. No diálogo a seguir, entre Mafalda e Manolito, aparece na segunda inquirição de Mafalda a coesão:

    Imagem da questão de Português, URCA 2019, Coesão e coerência
    Escolha uma alternativa para a questão e7d08af8-ca
  • E7CC7C31-CA

    Português

    Coesão e coerência
    URCA · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O relatório da CPI da Previdência apontou que o sistema não tem défice e destacou que a Reforma e análise no Congresso é desnecessária. O resultado dos trabalhos da comissão deve ser analisado até o dia 06 de novembro. Com 253 páginas, o relatório final dos trabalhos da CPI da Previdência apresentado ao Senado faz um histórico do sistema da Previdência Social do Brasil, desde a sua criação, em 1923, e aponta perspectivas para assegurar o pagamento dos benefícios no futuro. Depois de seis meses de trabalho e trinta e uma reuniões, o texto assegura que não há défice na Previdência e explica que o orçamento da seguridade social também engloba os recursos da Saúde e de Assistência Social, além das aposentadorias e pensões. Isso quer dizer que não há necessidade de aprovar a Reforma da Previdência. (A voz do Brasil – 30/10/2018; adaptado). O termo em destaque é um pronome demonstrativo em relação ao espaço:
    Escolha uma alternativa para a questão e7cc7c31-ca
  • E7BB235C-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Venenos de Deus, remédios do diabo: as
          incuráveis vidas de Vila Cacimba

    – Noutro dia, você zangou-se comigo porque eu não o chamava pelo seu nome inteiro. Mas eu conheço o seu segredo.
    – Não tenho segredos. Quem tem segredos são as mulheres.
    – O seu nome é Tsotsi. Bartolomeu Tsotsi.
    – Quem lhe contou isso? De certeza que foi o cabrão do Administrador. 
    Acabrunhado, Bartolomeu aceitou. Primeiro, foram os outros que lhe mudaram o nome, no baptismo. Depois, quando pôde voltar a ser ele mesmo, já tinha aprendido a ter vergonha de seu nome original. Ele se colonizara a si mesmo. E Tsotsi dera origem a Sozinho [Bartolomeu Sozinho].
    – Eu sonhava ser mecânico, para consertar o mundo. Mas aqui para nós que ninguém nos ouve: um mecânico pode chamar-se Tsotsi?
    – Ini nkabe dziua.
    – Ah, o Doutor já anda a aprender a língua deles?
    – Deles? Afinal, já não é a sua língua?
    – Não sei, eu já nem sei...
    O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. E poder usar uma delas para perder o passado. E outra para ludibriar o presente. 
    – A propósito de língua, sabe uma coisa, Doutor Sidonho? Eu já me estou a desmulatar.
    E exibe a língua, olhos cerrados, boca escancarada. O médico franze o sobrolho, confrangido: a mucosa está coberta de fungos, formando uma placa esbranquiçada.
    – Quais fungos? – reage Bartolomeu. – Eu estou é a ficar branco de língua, deve ser porque só falo português...
    O riso degenera em tosse e o português se afasta, cauteloso, daquele foco contaminoso. [...]
    O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.
    – Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?
    – Depende – responde o português.
    – O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?
    – Sim.
    – Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.
    O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos. 
    – Me receite um remédio para eu desmaiar.
    O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.
    – Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre. Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso. [...]

    (COUTO, Mia. Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, pp. 110-113)
    “Identidade nacional representa um conjunto de sentimentos que fazem com que um indivíduo se sinta parte de uma sociedade ou nação. A língua é um importante elemento na constituição da identidade de um povo. Ela permite reconhecer membros da comunidade, diferenciar estrangeiros e transmitir tradições”. Das proposições a seguir, marque a que não aparece o sentimento de não pertencimento:
    Escolha uma alternativa para a questão e7bb235c-ca
  • E7B7BD47-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o poema a seguir e marque a opção correta:

    “Portugal colonial”
    Nada te devo
    nem o sítio
    onde nasci

    nem a morte
    que depois comi
    nem a vida

    repartida
    p'los cães
    nem a notícia

    curta
    a dizer-te
    que morri

    nada te devo
    Portugal
    Colonial

    cicatriz
    doutra pele
    apertada

    (David Mestre, poeta angolano. In: DÁSKALOS, M. A.; APA, L.; BARBEITOS, A. Poesia africana de língua portuguesa: antologia. Rio de Janeiro: Lacerda Editores, 2003, p. 104.)

    Escolha uma alternativa para a questão e7b7bd47-ca
  • 27882B77-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto (fragmento) pra questão.


    Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio

    E tivesse só o céu por cima e a água por baixo...

    Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro

    E que ele me batesse e me estimasse...

    Antes isso que ser o que atravessa a vida

    Olhando para trás de si e tendo pena... 

    O sentimento expresso nos últimos dois versos do fragmento acima transcrito remete a uma ideia de:
    Escolha uma alternativa para a questão 27882b77-c9
  • 2785355E-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto (fragmento) pra questão.


    Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio

    E tivesse só o céu por cima e a água por baixo...

    Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro

    E que ele me batesse e me estimasse...

    Antes isso que ser o que atravessa a vida

    Olhando para trás de si e tendo pena... 

    O fragmento acima é parte da Obra do heterônimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro. São características de Caeiro e que estão presentes no texto, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2785355e-c9
  • 2781F8FB-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Na minha Terra 


    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essas palavras assim mais duras.

    Mas cadê a compostura de quem tinha exemplo

    dar

    É nepotismo, prepotência, disparate

    Paraíso dos contrastes

    De injustiça pra danar

    Se tem um cara que deseja uma terrinha

    De cuidar dela, de dar gosto a gente oiá

    Logo se escuta a voz do dono da terrinha

    Não é lugar de vagabundo vir plantar

    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essa verdade nua e crua

    Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou

    Agora é ágio, é pedágio, é propina

    Já faz parte da rotina

    É a lei com seu rigor

    É uma força bem mais forte que se pensa

    É uma teia onde aranha nunca está

    Que suborna, que alicia, que compensa

    Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar....

    (Ivan Lins e Victor Martins) 

    O termo nepotismo (verso 5) pode ser substituído por:
    Escolha uma alternativa para a questão 2781f8fb-c9
  • 277EA7CB-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Na minha Terra 


    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essas palavras assim mais duras.

    Mas cadê a compostura de quem tinha exemplo

    dar

    É nepotismo, prepotência, disparate

    Paraíso dos contrastes

    De injustiça pra danar

    Se tem um cara que deseja uma terrinha

    De cuidar dela, de dar gosto a gente oiá

    Logo se escuta a voz do dono da terrinha

    Não é lugar de vagabundo vir plantar

    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essa verdade nua e crua

    Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou

    Agora é ágio, é pedágio, é propina

    Já faz parte da rotina

    É a lei com seu rigor

    É uma força bem mais forte que se pensa

    É uma teia onde aranha nunca está

    Que suborna, que alicia, que compensa

    Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar....

    (Ivan Lins e Victor Martins) 

    Sobre as ideias contidas no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 277ea7cb-c9
  • 27729B16-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Aquilo que na atualidade é entendido por Cultura geralmente não passa de uma Indústria Cultural. Observe o diálogo existente entre a afirmação dada e a tirinha a seguir; em seguida marque a opção que não está de acordo com as mensagens aqui expostas:

    Imagem da questão de Português, URCA 2019, Interpretação de Textos
    Escolha uma alternativa para a questão 27729b16-c9
  • 276FD514-C9

    Português

    Orações subordinadas substantivas: Subjetivas, Objetivas diretas, Objetivas indiretas...
    URCA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba

    – Noutro dia, você zangou-se comigo porque eu não o chamava pelo seu nome inteiro. Mas eu conheço o seu segredo.

    – Não tenho segredos. Quem tem segredos são as mulheres.

    – O seu nome é Tsotsi. Bartolomeu Tsotsi.

    – Quem lhe contou isso? De certeza que foi o cabrão do Administrador.

    Acabrunhado, Bartolomeu aceitou. Primeiro, foram os outros que lhe mudaram o nome, no baptismo. Depois, quando pôde voltar a ser ele mesmo, já tinha aprendido a ter vergonha de seu nome original. Ele se colonizara a si mesmo. E Tsotsi dera origem a Sozinho [Bartolomeu Sozinho].

    – Eu sonhava ser mecânico, para consertar o mundo. Mas aqui para nós que ninguém nos ouve: um mecânico pode chamar-se Tsotsi?

    – Ini nkabe dziua.

    – Ah, o Doutor já anda a aprender a língua deles?

    – Deles? Afinal, já não é a sua língua?

    – Não sei, eu já nem sei...

    O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.

    – Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?

    – Depende – responde o português.

    – O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?

    – Sim.

    – Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.

    O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos.

    – Me receite um remédio para eu desmaiar.

    O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.

    – Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre.

    Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. E poder usar uma delas para perder o passado. E outra para ludibriar o presente.

    – A propósito de língua, sabe uma coisa, Doutor Sidonho? Eu já me estou a desmulatar.

    E exibe a língua, olhos cerrados, boca escancarada. O médico franze o sobrolho, confrangido: a mucosa está coberta de fungos, formando uma placa esbranquiçada.

    – Quais fungos? – reage Bartolomeu. – Eu estou é a ficar branco de língua, deve ser porque só falo português...

    O riso degenera em tosse e o português se afasta, cauteloso, daquele foco contaminoso.

    [...] 

    O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.

    – Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?

    – Depende – responde o português.

    – O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?

    – Sim.

    – Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.

    O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos.

    – Me receite um remédio para eu desmaiar.

    O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.

    – Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre.

    Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso. [...]

    (COUTO, Mia. Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, pp. 110-113)

    No fragmento: O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. O termo em destaque é sintaticamente classificado como:
    Escolha uma alternativa para a questão 276fd514-c9
  • 2765A136-C9

    Português

    Figuras de Linguagem
    URCA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira no que se refere às figuras da linguagem, em seguida marque a opção correta:


    (1)Polissíndeto

    (2)Anacoluto

    (3)Pleonasmo

    (4)Anáfora

    (5) Antítese

    (6) Gradação

    (7) Sinestesia


    ( ) “Ó mar salgado, quanto do teu sal

    São lágrimas de Portugal”

    (Fernando Pessoa)

    ( ) “Eu vi a cara da morte, e ela estava viva”. (Cazuza)

    ( ) “O primeiro milhão possuído excita, acirra, assanha a gula do milionário.” (Olavo Bilac)

    ( ) “Longe do estéril turbilhão da rua,

    Beneditino, escreve! No aconchego

    Do claustro, na paciência e no sossego,

    Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!”

    com calma sem sofrer

    (Olavo Bilac)

    ( ) “Como era áspero o aroma daquela fruta exótica” (Giuliano Fratin)

    ( )“ Amor é um fogo que arde sem se ver;

    É ferida que dói e não se sente;

    É um contentamento descontente;

    É dor que desatina sem doer”

    (Camões)

    ( )“O homem, chamar-lhe mito não passa de anacoluto

    (Carlos Drummond de Andrade)

    Escolha uma alternativa para a questão 2765a136-c9
  • 2762BF69-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em ABC da Literatura, Ezra Poud afirma que “literatura é a linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo grau possível.” No fragmento: E eu vi por tantas cantigas e luas e pontas de ruas meu verso voar, do poeta Cleilson Pereira Ribeiro, temos:
    Escolha uma alternativa para a questão 2762bf69-c9
  • 275FFCD2-C9

    Português

    Interpretação de Textos
    URCA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Caboclo Roceiro, das plaga do Norte/ Que vive sem sorte, sem terra e sem lar/ A tua desdita é tristonho que canto/ Se escuto o meu pranto me ponho a chorar.
    Este fragmento pertence ao poema Caboclo Roceiro, de um(a) expressivo(a) representante da nossa Literatura. Ao dá voz ao clamor do povo representa as figuras sociais do camponês, do agregado sem terra, do vaqueiro, da pessoa que vive nas margens das camadas sociais; a linguagem do(A) poeta realiza um vasto material para a pesquisa sociológica e esteticamente é a consumação de algo muito diverso daquilo que acontece quando poetas de outra extração social vem falar destas mesmas personagens. O poema e as informações referem-se a: 
    Escolha uma alternativa para a questão 275ffcd2-c9
  • 555B4726-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    A passagem “Estaremos neuroticamente fadados a repetir essa dança durante toda a vida, de maneiras mais ou menos sintomáticas. Mais ou menos sofridas” relaciona-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 555b4726-c4
  • 555874A9-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    Sobre o enunciado “Uma família antecipa a chegada do bebê nas palavras que diz e no que imagina sobre ele. Funda-se algo aí.” é INCORRETO afirmar que ele trata sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 555874a9-c4
  • 5555A612-C4

    Português

    Coesão e coerência
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Coesão e coerência

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    As sequências de palavras abaixo pertencem ao sexto e sétimo parágrafos do texto e estabelecem entre si relações de sentido, EXCETO em:
    Escolha uma alternativa para a questão 5555a612-c4
  • 5551F4BA-C4

    Português

    Parênteses
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Parênteses

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Parênteses

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    No sexto parágrafo, há a utilização de parênteses. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE tal utilização.
    Escolha uma alternativa para a questão 5551f4ba-c4
  • 554ECE07-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    Quanto ao quinto parágrafo, o que é considerado igualmente perturbador em relação à possibilidade de se saber quantas pessoas vizualizam nosso Stories? Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 554ece07-c4
  • 554B4F3E-C4

    Português

    Pontuação
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Pontuação

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Pontuação

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    O texto, nos dois primeiros parágrafos, utiliza duas expressões entre aspas. Assinale a alternativa CORRETA para tal utilização.
    Escolha uma alternativa para a questão 554b4f3e-c4
  • 55484328-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIOESTE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIOESTE 2019, Interpretação de Textos

    Fonte: Anna Carolina Lementy, O Globo, em 19.07.2019. Coluna “Celina”.


    A PARTIR DO TEXTO, RESPONDA À PERGUNTA QUE SEGUE:

    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 55484328-c4