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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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1.127 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 57.

  • B33CF305-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Antonio Cicero para responder à questão.

    Balanço

    A infância não foi uma manhã de sol:
    demorou vários séculos; e era pífia,
    em geral, a companhia. Foi melhor,
    em parte, a adolescência, pela delícia
    do pressentimento da felicidade na malícia,
    na molícia, na poesia,
    no orgasmo; e pelos livros e amizades.
    Um dia, apaixonado, encarei a minha
    morte: e eis que ela não sustentou o olhar
    e se esvaiu. Desde então é a morte alheia
    que me abate. Tarde aprendi a gozar
    a juventude, e já me ronda a suspeita
    de que jamais serei plenamente adulto:
    antes de sê-lo, serei velho. Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.

    (Porventura, 2012.) 
    “Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.”

    Nesses versos, estão presentes as seguintes ideias:
    Escolha uma alternativa para a questão b33cf305-06
  • B3387BE4-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Antonio Cicero para responder à questão.

    Balanço

    A infância não foi uma manhã de sol:
    demorou vários séculos; e era pífia,
    em geral, a companhia. Foi melhor,
    em parte, a adolescência, pela delícia
    do pressentimento da felicidade na malícia,
    na molícia, na poesia,
    no orgasmo; e pelos livros e amizades.
    Um dia, apaixonado, encarei a minha
    morte: e eis que ela não sustentou o olhar
    e se esvaiu. Desde então é a morte alheia
    que me abate. Tarde aprendi a gozar
    a juventude, e já me ronda a suspeita
    de que jamais serei plenamente adulto:
    antes de sê-lo, serei velho. Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.

    (Porventura, 2012.) 
    Segundo o relato autobiográfico do eu lírico:
    Escolha uma alternativa para a questão b3387be4-06
  • 78E0D589-06

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro.” (2° parágrafo)

    Mantendo-se o significado original e a correção gramatical, os dois trechos sublinhados podem ser substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão 78e0d589-06
  • 78DDD2E6-06

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    “E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função − no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.” (1° parágrafo)

    A palavra sublinhada pode ser substituída, com correção gramatical, mantendo-se o sentido original do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 78ddd2e6-06
  • 78DA6D11-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Para o autor do texto, a comparação à literatura configura
    Escolha uma alternativa para a questão 78da6d11-06
  • 78D74818-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão.

         Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. 
         Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum.
         Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião.

    (Comentários da semana, 2008.)
    Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto e uma figura de linguagem que nele ocorre.
    Escolha uma alternativa para a questão 78d74818-06
  • 78D31283-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão.

         Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. 
         Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum.
         Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião.

    (Comentários da semana, 2008.)
    Machado de Assis faz o comentário sobre um acontecimento histórico específico. Segundo o autor,
    Escolha uma alternativa para a questão 78d31283-06
  • 78CF17B4-06

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________.

    (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)
    As palavras “indistinto” e “incorpóreo” são formadas com um prefixo que tem o mesmo significado do prefixo de
    Escolha uma alternativa para a questão 78cf17b4-06
  • 78C70AF1-06

    Português

    Análise sintática
    Centro Universitário São Camilo · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    Um, dois, três lampiões, acende e continua”
    Outros mais a acender imperturbavelmente,” (2a estrofe)

    O trecho sublinhado
    Escolha uma alternativa para a questão 78c70af1-06
  • 78C402E8-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    Em seu conjunto, a terceira estrofe revela uma preocupação de natureza
    Escolha uma alternativa para a questão 78c402e8-06
  • 78B92B1B-06

    Português

    Denotação e Conotação
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    No contexto do poema, o verso “Parodiar o sol e associar-se à lua” (1a estrofe) expressa,
    Escolha uma alternativa para a questão 78b92b1b-06
  • 856D06AB-04

    Português

    Figuras de Linguagem
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Segundo Massaud Moisés, em seu Dicionário de Termos Literários, a figura de linguagem denominada hipálage “designa um expediente retórico mediante o qual uma palavra troca o lugar que logicamente ocuparia na sequência frásica por outro, junto de um termo ao qual se vincula gramaticalmente.” Esse procedimento acima descrito só não ocorre na passagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 856d06ab-04
  • CB51EA35-02

    Português

    Gêneros Textuais
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Gêneros Textuais

    A respeito do gênero literário crônica, indique a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb51ea35-02
  • CB4EC4ED-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb4ec4ed-02
  • CB4BC260-02

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Coesão e coerência

    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.

    I. O pronome isso (linha 03) refere-se ao que é afirmado anteriormente.
    II. A forma verbal sustentariam (linha 08) apresenta um tempo que denota ideia de possibilidade, de algo possível, mas não efetivamente certo.
    III. A partícula si (linha 13) refere-se à expressão inteligência artificial.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb4bc260-02
  • CB486713-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa que indica a relação sinonímica correta, tendo em vista o emprego das palavras no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão cb486713-02
  • CB45B5A9-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa INCORRETA sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão cb45b5a9-02
  • CB42E428-02

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Figuras de Linguagem

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb42e428-02
  • CB401137-02

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Sobre o texto é correto afirmar que a função da linguagem predominante é a:
    Escolha uma alternativa para a questão cb401137-02
  • CB3D3B9B-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Depreende-se corretamente do texto que:
    Escolha uma alternativa para a questão cb3d3b9b-02