Questões de Português do ENEM
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041D6930-B3 Mario Quintana, poeta gaúcho, foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. Com estilo eclético, estreou em 1940, desafiando os críticos literários por se ter tornado um poeta popular. Sua poesia é compreensível sem ser banal; sua originalidade é natural; suas metáforas são claras, mas, ao mesmo tempo, surpreendentes.O poema Noturno citadino é a base para responder à questão.Um cartaz luminoso ri no ar.Ó noite, ó minha nêgatoda acesade letreiros!... Penaé que a gente saiba ler... Senãotu serias de uma beleza únicainteiramente feitapara o amor dos nossos olhos.QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
O articulador argumentativo “Senão” imprime no poema um valor semântico de
041AEAF4-B3 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosMario Quintana, poeta gaúcho, foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. Com estilo eclético, estreou em 1940, desafiando os críticos literários por se ter tornado um poeta popular. Sua poesia é compreensível sem ser banal; sua originalidade é natural; suas metáforas são claras, mas, ao mesmo tempo, surpreendentes.O poema Noturno citadino é a base para responder à questão.Um cartaz luminoso ri no ar.Ó noite, ó minha nêgatoda acesade letreiros!... Penaé que a gente saiba ler... Senãotu serias de uma beleza únicainteiramente feitapara o amor dos nossos olhos.QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
O sujeito lírico, para fazer entender seus sentimentos no poema, pretende criar um dialogismo imaginário íntimo no(s)
0418765C-B3 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir para responder à questão.No mocambo si alguma cunhatã se aproximava dele pra fazer festinha, Macunaíma punha a mão nas graças dela, cunhatã se afastava. Nos machos guspia na cara. Porém respeitava os velhos e frequentava com aplicação a murua a poracê o torê o bacororô a cucuicogue, todas essas danças religiosas da tribo.Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.Após apresentar fatos sobre as traquinagens do herói, o narrador, no último período, apresenta argumentação que consolida a tese de uma entidade moral para a personagem, por meio de
0415FD13-B3 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosA alcova estava mobiliada com as famosas redes brancas do Maranhão. Bem no centro havia uma mesa de jacarandá esculpido arranjada com louça branco-encarnada de Breves e cerâmica de Belém, dispostas sobre uma toalha de rendas tecidas com fibra de bananeiras.Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.O fragmento exemplifica que, em Macunaíma, de Mário de Andrade, há
041370C3-B3 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir para responder à questão.[...]— Mãe, quem que leva nossa casa pra outra banda do rio no banhado, quem que leva? Pergunta assim!A velha fez. Macunaíma pediu pra ela ficar com os olhos fechados e carregou todos os carregos, tudo, pro lugar em que estavam de já-hoje no mondongo imundado. Quando a velha abriu os olhos tudo estava no lugar de dantes, vizinhando com os tejupares de mano Maanape e de mano Jiguê com a linda Iriqui. E todos ficaram roncando de fome outra vez.Então a velha teve uma raiva malvada. Carregou o herói na cintura e partiu. Atravessou o mato e chegou no capoeirão chamado Cafundó do Judas. Andou légua e meia nele, nem se enxergava mato mais, era um coberto plano apenas movimentado com o pulinho dos cajueiros.Nem guaxe animava a solidão. A velha botou o curumim no campo onde ele podia crescer mais não e falou:— Agora vossa mãe vai embora. Tu ficas perdido no coberto e podes crescer mais não.Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.
Em Macunaíma, Mário de Andrade inova nos padrões linguísticos, nos níveis lexical, morfológico e sintático, ao empregar a linguagem coloquial popular falada como marca de identidade nacional. No trecho acima, essa brasilidade está presente no(a)
0410D62E-B3 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.CARTA PRAS ICAMIABASÁs mui queridas súbditas nossas, Senhoras Amazonas.Trinta de Maio de Mil Novecentos e Vinte e Seis,São Paulo.Senhoras:Não pouco vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saùdade e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo – a maior do universo, no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas”, voz espúria, sinão que pelo apelativo de Amazonas; e de vós, se afirma, cavalgardes ginetes belígeros e virdes da Hélade clássica; e assim sois chamadas [...]Nem cinco sóis eram passados que de vós nos partíramos, quando a mais temerosa desdita pesou sobre Nós. Por uma bela noite dos idos de maio do ano translato, perdíamos a muiraquitã; que outrém grafara muraquitã, e, alguns doutos, ciosos de etimologias esdrúxulas, ortografam muyrakitan e até mesmo muraqué-itã, não sorriais! Haveis de saber que esse vocábulo, tão familiar às vossas trompas de Eustáquio, é quasi desconhecido por aqui. [...] Mas não nos sobra já vagar para discretearmos “sub tegmine fagi” sobre a língua portuguesa, também chamada lusitana. [...]Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.
Há efeito de estranhamento para o leitor, porque a escrita difere da língua padrão atual, nas seguintes palavras:
040DBC7B-B3 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.CARTA PRAS ICAMIABASÁs mui queridas súbditas nossas, Senhoras Amazonas.Trinta de Maio de Mil Novecentos e Vinte e Seis,São Paulo.Senhoras:Não pouco vos surpreenderá, por certo, o endereço e a literatura desta missiva. Cumpre-nos, entretanto, iniciar estas linhas de saùdade e muito amor, com desagradável nova. É bem verdade que na boa cidade de São Paulo – a maior do universo, no dizer de seus prolixos habitantes – não sois conhecidas por “icamiabas”, voz espúria, sinão que pelo apelativo de Amazonas; e de vós, se afirma, cavalgardes ginetes belígeros e virdes da Hélade clássica; e assim sois chamadas [...]Nem cinco sóis eram passados que de vós nos partíramos, quando a mais temerosa desdita pesou sobre Nós. Por uma bela noite dos idos de maio do ano translato, perdíamos a muiraquitã; que outrém grafara muraquitã, e, alguns doutos, ciosos de etimologias esdrúxulas, ortografam muyrakitan e até mesmo muraqué-itã, não sorriais! Haveis de saber que esse vocábulo, tão familiar às vossas trompas de Eustáquio, é quasi desconhecido por aqui. [...] Mas não nos sobra já vagar para discretearmos “sub tegmine fagi” sobre a língua portuguesa, também chamada lusitana. [...]Andrade, M. Macunaíma. Porto Alegre: L&PM, 2018.
O trecho de “Cartas pras Icamiabas” em que se identifica intertextualidade, com efeitos de paródia, relativa à passagem da produção poética do poeta português Luís Vaz de Camões, é
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Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.
Racismo no Brasil: todo mundo sabe que existe, mas ninguém acha que é racista, diz Djamila Ribeiro
Em entrevista à BBC News Brasil, a autora do Pequeno Manual Antirracista diz o que deve ser feito por quem quer combater o racismo e sobre o papel dos pais na educação antirracista de seus filhos. Segundo a escritora: "Não basta só reconhecer o privilégio, precisa ter ação antirracista de fato. Ir a manifestações é uma delas, apoiar projetos importantes que visem à melhoria de vida das populações negras é importante, ler intelectuais negros, colocar na bibliografia. Quem a gente convida para entrevistar? Quem são as pessoas que a gente visibiliza?"Djamila Ribeiro é mestre em filosofia política pela Unifesp e uma das vozes mais influentes do movimento pelos direitos das mulheres negras no Brasil. Ela está na lista da BBC de 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo.Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil (Adaptado)A fala da escritora Djamila Marques, citada no texto, é encerrada com duas interrogativas que corroboram seu argumento contra o racismo. As interrogativas retóricas, em relação ao argumento, produzem no texto, um sentido de
7A575155-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema a seguir para responder à questão.
Se um poeta falar num gato
Se o poeta falar num gato, numa flor,
num vento que anda por descampados e desvios
e nunca chegou à cidade...
se falar numa esquina mal e mal iluminada...
numa antiga sacada... num jogo de dominó...
se falar naqueles obedientes soldadinhos de chumbo que morriam de verdade...
se falar na mão decepada no meio de uma escada
de caracol...
Se não falar em nada
e disser simplesmente tralalá... Que importa?
Todos os poemas são de amor!
QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
No poema, nota-se a presença reiterada da preposição "em", que se liga ao verbo falar, acrescentando-lhe um termo nominal dependente. Em alguns versos, seu emprego dá-se em contração com artigos definidos e indefinidos e com pronome demonstrativo.Considerando o sentido contextual que essa preposição apresenta no poema, a relação semântica que se estabelece entre os termos que ela liga é de
7A54DD48-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosMario Quintana, poeta gaúcho, foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira. Com estilo eclético, estreou em 1940, desafiando os críticos literários por se ter tornado um poeta popular. Sua poesia é compreensível sem ser banal; sua originalidade é natural; suas metáforas são claras, mas, ao mesmo tempo, surpreendentes.A questão trata do poema deste poeta de nossa literatura.Leia o poema Solau à moda antiga para responder à questão.Senhora, eu vos amo tantoQue até por vosso maridoMe dá um certo quebranto...Pois que tem que a gente incluaNo mesmo alastrante amorPessoa animal ou cousaOu seja lá o que for,Só porque os banha o esplendorDaquela a quem se ama tanto?E sendo desta maneira,Não me culpeis, por favor,Da chama que ardente abrasaO nome de vossa rua,Vossa gente e vossa casaE vossa linda macieiraQue ainda ontem deu flor...QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.Nesse poema, marcado pelo senso de humor, reconhece-se, fortemente, características da poesia medieval trovadoresca nos versos:7A5265B3-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosMacunaíma, o herói sem nenhum caráter, é um ser que alegoricamente traz em si ambiguidades, ironias e diversas marcas como um mosaico da cultura original do Brasil.Há correspondência entre o fragmento do texto e o sentimento expresso pela palavra dos parênteses em:
7A4FDBED-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosO tempo, na arte literária, opera diversificado conforme os gêneros. Analise os fragmentos extraídos dos capítulos 3 e 4, de Macunaíma.Cap. 3No outro dia quando Macunaíma foi visitar o túmulo do filho, viu que nascera do corpo uma plantinha. Trataram dela com muito cuidado e foi o guaraná.Cap. 4No outro dia bem cedo o herói padecendo saudades de Ci, a companheira pra sempre inesquecível, furou o beiço inferior e fez da muiraquitã um tembetá.A expressão “no outro dia”, exemplificada acima, é frequentemente usada pelo narrador ao longo da obra Macunaíma. A recorrência desse marcador temporal mostra a intencionalidade do narrador em7A4D5335-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do Cap. 1 para responder à questão.Capítulo I[...]Nem bem teve seis anos deram água num chocalho pra ele e Macunaíma principiou falando como todos. E pediu pra mãe que largasse da mandioca ralando na cevadeira e levasse ele passear no mato. A mãe não quis porque não podia largar da mandioca não. Macunaíma choramingou dia inteiro. De-noite continuou chorando. No outro dia esperou com o olho esquerdo dormindo que a mãe principiasse o trabalho. Então pediu pra ela que largasse de tecer o paneiro de guarumá-membeca e levasse ele no mato passear. A mãe não quis porque não podia largar o paneiro não. E pediu pra nora, companheira de Jiguê, que levasse o menino. A companheira de Jiguê era bem moça e chamava Sofará. Foi se aproximando ressabiada porém desta vez Macunaíma ficou muito quieto sem botar a mão na graça de ninguém. A moça carregou o piá nas costas e foi até o pé de aninga na beira do rio. A água parara pra inventar um ponteio de gozo nas folhas do javari. O longe estava bonito com muitos biguás e biguatingas avoando na estrada do furo. A moça botou Macunaíma na praia porém ele principiou choramingando, que tinha muita formiga!... e pediu pra Sofará que o levasse até o derrame do morro lá dentro do mato. A moça fez. Mas assim que deitou o curumim nas tiriricas, tajás e trapoerabas da serrapilheira, ele botou corpo num átimo e ficou um príncipe lindo. Andaram por lá muito.[...]Andrade, M. Macunaíma. São Paulo: Ótima, 2015.
As metamorfoses experimentadas pelo herói no percurso da obra concorrem para a solidez do epíteto “herói sem nenhum caráter”. Além dessas transformações, Macunaíma apresenta, ao longo da narrativa, indícios de sua falta de caráter, tal como se comprova no trecho:
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Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do Cap. 1 para responder à questão.Capítulo I[...]Nem bem teve seis anos deram água num chocalho pra ele e Macunaíma principiou falando como todos. E pediu pra mãe que largasse da mandioca ralando na cevadeira e levasse ele passear no mato. A mãe não quis porque não podia largar da mandioca não. Macunaíma choramingou dia inteiro. De-noite continuou chorando. No outro dia esperou com o olho esquerdo dormindo que a mãe principiasse o trabalho. Então pediu pra ela que largasse de tecer o paneiro de guarumá-membeca e levasse ele no mato passear. A mãe não quis porque não podia largar o paneiro não. E pediu pra nora, companheira de Jiguê, que levasse o menino. A companheira de Jiguê era bem moça e chamava Sofará. Foi se aproximando ressabiada porém desta vez Macunaíma ficou muito quieto sem botar a mão na graça de ninguém. A moça carregou o piá nas costas e foi até o pé de aninga na beira do rio. A água parara pra inventar um ponteio de gozo nas folhas do javari. O longe estava bonito com muitos biguás e biguatingas avoando na estrada do furo. A moça botou Macunaíma na praia porém ele principiou choramingando, que tinha muita formiga!... e pediu pra Sofará que o levasse até o derrame do morro lá dentro do mato. A moça fez. Mas assim que deitou o curumim nas tiriricas, tajás e trapoerabas da serrapilheira, ele botou corpo num átimo e ficou um príncipe lindo. Andaram por lá muito.[...]Andrade, M. Macunaíma. São Paulo: Ótima, 2015.
A obra Macunaíma apresenta uma exploração criativa da linguagem, em nível oral e popular, que se distancia da linguagem padrão. No trecho acima, essa subversão linguística é marcada pelo(a)
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Interpretação de TextosExame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosUma das principais características do capitalismo brasileiro foi a passagem da sociedade agrária para a urbano-industrial, assentada fundamentalmente na condição de uma economia de baixos salários. Apesar do progresso material alcançado pela expansão econômica, a maior parte dos trabalhadores permaneceu presa a salários extremamente contidos.
POCHMANN, M. Nova classe média? O trabalho na base da pirâmide social brasileira.
São Paulo: Boitempo, 2012 (adaptado).
De acordo com o argumento apresentado no texto, a economia de baixos salários é uma questão de
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Interpretação de TextosExame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2021Muito fácilEntre para guardar nos favoritosTrabalhadores chineses ganham US$ 0,01 por cada boneca da Disney produzida por eles
Quem vai ao “mundo encantado da Disney” nem imagina que, para os chineses que fabricam os brinquedos da marca, o encanto passa longe. Pagamento e condições de trabalho dignos também. Eles recebem pouco mais de um centavo de dólar por item produzido.
Os trabalhadores chineses que fabricam a boneca da Princesa Ariel Sing & Sparkle, que nos Estados Unidos tem preço de US$ 35, recebem apenas US$ 0,0125 por brinquedo produzido, revelou uma investigação do grupo de defesa de direitos Solidar Suisse e do China Labor Watch em parceria com o jornal The Guardian.
Disponível em: https://extra.globo.com. Acesso em: 8 fev. 2019 (adaptado).
No texto, a localização da produção de bonecas da Disney é explicada pelo(a)
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Interpretação de TextosExame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2021Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
DUKE. Disponível em: www.otempo.com.br. Acesso em: 31 ago. 2014.
A característica da sociedade contemporânea abordada na imagem é o(a)
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Interpretação de TextosExame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosSistemas de informação e sociedade
A queda dos custos da tecnologia e a consequente disseminação da informática e das redes de comunicação são elementos básicos para permitir o acesso à informação a amplos setores da comunidade. O aumento do nível de conhecimento fortalece a participação e a produtividade das pessoas. Esta é a transformação essencial que estamos presenciando neste início de século.
OLIVEIRA, J. P. M. Ciência e Cultura, n. 2, abr. 2003 (adaptado).
De acordo com o texto, o acesso à informação promove a transformação da sociedade. O principal elemento para a participação das pessoas nas mudanças sociais é
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Interpretação de TextosExame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosO jornalista deve “contar” os acontecimentos do cotidiano de uma maneira que toda a sociedade entenda, como se estivesse conversando com uma pessoa. É para ela que vai transmitir suas informações. Com essa ideia na cabeça, fica mais fácil escrever um texto que deve ser assimilado instantaneamente por milhões de espectadores.
PATERNOSTRO, V. Í. O texto na TV: manual de telejornalismo.
Rio de Janeiro: Campus, 2006 (adaptado).
Os meios de comunicação procuram formas específicas de se aproximar do seu público-alvo. De acordo com o texto, para cumprir esse objetivo, jornalistas de TV e rádio devem
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Interpretação de TextosExame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosA ideia de Brasil como país monolíngue ainda é extremamente veiculada, seja pela escola, seja pelas instituições sociais, políticas ou religiosas, seja pela mídia. A aceitação de um Brasil monolíngue gera um grave problema, “pois na medida em que não se reconhecem os problemas de comunicação entre falantes de diferentes variedades da língua, nada se faz também para resolvê-los” (BORTONI-RICARDO, 1984, p. 9). Paradoxalmente, com tantas referências aos povos indígenas na imprensa devido à comemoração dos “500 anos do Brasil”, ainda nos esquecemos das línguas indígenas. Também não levamos em conta as variantes do português em contato com idiomas estrangeiros nas colônias de imigrantes. Por fim, não são consideradas todas as variantes linguísticas do português, sejam regionais ou sociais. Ainda dá status falar “corretamente”, na ideia ingênua de que a língua dita culta é uma ponte para a ascensão social. Quem não domina a variante padrão é marginalizado(a) e ridicularizado(a): na hora de preencher uma vaga profissional, num concurso vestibular, numa situação de conferência, na escola. Essa variante padrão, no entanto, é reservada a uma ínfima parte da população brasileira (a mesma que detém o poder econômico e político). Não é difícil perceber que o modo de falar “correto” é o dessa elite e que o modo “errado” é vinculado a grupos de desprestígio social. Conforme Marcos Bagno (1999), há no Brasil uma “mitologia” do preconceito linguístico, que prejudica toda a nossa educação e nossa formação como cidadãos para além de um termo teórico.
RODRIGUES, F. D. Disponível em: www.unicamp.br. Acesso em: 3 set. 2014 (adaptado).
O texto aborda reflexões referentes à ideia equivocada de monolinguismo e ao preconceito com os diversos falares. A exigência de que todos dominem a norma-padrão da língua como a única possibilidade de uso demonstra que o preconceito não é somente linguístico, mas pode ser ligado à