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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 530 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia o Texto IV para responder a questão.

    Texto IV

    Cadeia

        Estava tão cansado, tão machucado, que ia quase adormecendo no meio daquela desgraça. Havia ali um bêbedo tresvariando em voz alta [...] Discutiam, queixava-se da lenha molhada. Fabiano cochilava, a cabeça pesada inclinava-se para o peito e levantava-se. [...] Acordou sobressaltado. Pois não estava misturando as pessoas, desatinando? Talvez fosse efeito da cachaça. Não era: tinha bebido um copo. [...]
        Ouviu o falatório do bêbedo e caiu numa indecisão dolorosa. Ele também dizia palavras sem sentido, conversava à toa. Mas irou-se com a comparação, deu marradas na parede. Era bruto, sim senhor, nunca havia aprendido, não sabia explicar-se. Estava preso por isso? Como era? Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito? Que mal fazia a brutalidade dele? Vivia trabalhando como um escravo.
    [...]
    RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. (Adaptado) 127 ed. Rio de Janeiro: Record, 2015. 
    Atentando para o emprego dos tempos verbais, quanto à produção de sentidos no texto literário, o presente do indicativo em “Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito?” sugere que as ações expressas estão caracterizadas como
    Escolha uma alternativa para a questão ef29c659-d1
  • Linguagens

    Português

    Leia o Texto IV para responder a questão.

    Texto IV

    Cadeia

        Estava tão cansado, tão machucado, que ia quase adormecendo no meio daquela desgraça. Havia ali um bêbedo tresvariando em voz alta [...] Discutiam, queixava-se da lenha molhada. Fabiano cochilava, a cabeça pesada inclinava-se para o peito e levantava-se. [...] Acordou sobressaltado. Pois não estava misturando as pessoas, desatinando? Talvez fosse efeito da cachaça. Não era: tinha bebido um copo. [...]
        Ouviu o falatório do bêbedo e caiu numa indecisão dolorosa. Ele também dizia palavras sem sentido, conversava à toa. Mas irou-se com a comparação, deu marradas na parede. Era bruto, sim senhor, nunca havia aprendido, não sabia explicar-se. Estava preso por isso? Como era? Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito? Que mal fazia a brutalidade dele? Vivia trabalhando como um escravo.
    [...]
    RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. (Adaptado) 127 ed. Rio de Janeiro: Record, 2015. 
    A leitura do segundo parágrafo permite depreender a imagem que Fabiano tem de si mesmo e a sua reação ao domínio a que se submete, por meio do discurso indireto livre. Esse discurso é efetivado pela
    Escolha uma alternativa para a questão ef23dbb1-d1
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    CAPELO, Rodrigo. Mensagens pela internet ameaçam a era do sms e as operadoras. Revista Época. Disponível em: . Acesso em: 11 jan. 2014


    Com base no texto 1, responda à questão.

    De acordo com o texto, o processo de mudança por que o celular tem passado, desde sua invenção, caracteriza-se por:
    Escolha uma alternativa para a questão c172ed62-f9
  • Linguagens

    Português

    Sobre Os melhores contos, de João Antônio, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe38f919-e7
  • Linguagens

    Português

    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de A cidade e as serras, de Eça de Queirós.
    Escolha uma alternativa para a questão fe30e68c-e7
  • Linguagens

    Português

    Henrique de Souza Filho, o Henfil (*1944 †1988), foi jornalista, cartunista, quadrinista e escritor, porém é mais conhecido por seus cartuns. Atuou nos movimentos sociais e políticos brasileiros, defendendo o fim do regime militar.

    Imagem da questão de Português, UECE 2014, Interpretação de Textos

    Observe o discurso das personagens e atente ao que se diz sobre ele.

    I. Fradinho emprega a palavra autoritária disfarçada por um discurso politicamente correto.
    II. O discurso da graúna demonstra a consciência que ela tem do lugar do negro nessa sociedade.
    III O discurso da graúna foi friamente organizado para que Fradinho entrasse em desespero.

    Está correto que se diz em:
    Escolha uma alternativa para a questão bfdca755-b8
  • Linguagens

    Português

    Sobre o livro Muitas vozes, lançado em 1999 por Ferreira Gullar, é VERDADEIRO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 00b0bee7-39
  • Linguagens

    Português

    Identifique a alternativa em que há um vocábulo cuja grafia não atende ao previsto no acordo ortográfico vigente:
    Escolha uma alternativa para a questão 71448e3c-f0
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão


    Você quer mesmo um Brasil melhor?


        Então faça por onde – em vez de sair mascarado, quebrando e saqueando. A violência é pouco eficaz. O crime é contraproducente se o objetivo for aperfeiçoar uma democracia. Vivemos um momento histórico inspirado por revoltas populares na Tunísia, Espanha ou nos Estados Unidos. É hora de aproveitar para o bem a energia de jovens brasileiros idealistas, que rejeitam os vícios da política tradicional e corrupta. Sejam sujeitos e não objetos. Em vez de só cobrar – e virar massa de manobra, que tal exercer seriamente o civismo e a cidadania?
        É uma vergonha o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil. Ocupamos o 85º lugar no ranking mundial, atrás da Bósnia e Azerbaijão. Faltam médicos e professores em todo o país, não apenas nos confins do Brasil. É um absurdo querer aumentar, por lei, o número de anos de estudo de medicina. Ou exilar residentes em lugares sem condições de trabalho. A atitude desesperada do governo Dilma só expõe a metástase da Saúde. Não há ambulâncias, equipamentos ou médicos suficientes em lugar nenhum no Brasil, e isso inclui Rio de Janeiro e São Paulo.
        Relanço então uma ideia que defendi há três anos em ÉPOCA: instituir o serviço civil obrigatório, que substituiria o alistamento no Exército para quem completa 18 anos. O serviço militar, com mais de um século, é um anacronismo num país sem guerra. É sexista, por contemplar apenas homens. Em vez dele, rapazes e moças dedicariam um ano de sua vida para servir à comunidade. Em meio expediente, para não atrapalhar os estudos. Funcionaria como um estágio e poderia ser pago pelo Estado com um salário mínimo. Os filhos da classe média e da elite aprenderiam mais sobre o Brasil real se fossem convocados a ensinar a crianças e adolescentes carentes português, matemática, inglês, história, informática. Design ou balé. Capoeira ou música. Gastronomia ou fotografia.
        O serviço civil obrigatório seria uma oportunidade de integração, educação, disciplina. Não existe, em nosso país partido, nenhuma estratégia de entendimento real entre as classes. Não se treinam o ouvido nem a compaixão. Jovens deveriam consagrar um tempo ao bem público. Para criar bases e valores. Desperdiçamos um exército de jovens inteligentes e criativos. Há os que sonham sair do Brasil sem chegar a entender o país em que nasceram. Nem aprendem a dar bom dia ou a agradecer por um serviço prestado.
        Na Suíça ou Alemanha, é possível escolher o serviço civil em vez do militar. No Brasil, a Constituição de 1988 também contempla a objeção de consciência, que isenta o cidadão do serviço militar se contrariar suas crenças filosóficas, religiosas ou políticas. Mas não existe um serviço alternativo formalizado. Várias escolas estimulam a consciência social, mas iniciativas isoladas não bastam. Deveríamos preparar jovens para servir à Pátria como cidadãos.
        Para quem tem filosofia pacifista como eu, o serviço militar é uma agressão. A alternativa não passa pela violência. Ser empreendedor, ser voluntário, ir para a política são, todas elas, formas eficazes de mudança. Um estudante de Direito poderia, no primeiro ano da faculdade, dedicar seis horas diárias a atender pequenas causas em favela. Um estudante de contabilidade montaria pequenos negócios para famílias pobres empreendedoras. Um estudante de Letras incentivaria adolescentes a ler e escrever contos ou poesias. Outro ensinaria a ser inventivo no computador, a tocar piano ou a falar inglês. São tantos dons aprendidos na universidade, financiados pelos pais ou com nossos impostos. Por que não retribuir?
        Isso nada tem a ver com filantropia ou caridade. “O serviço civil alternativo seria um rito de passagem do jovem para a idade adulta”, diz o empreendedor social Rodrigo Baggio, fundador do Comitê para Democratização da Informática. Baggio encara o serviço civil como “um aprendizado cívico, uma experiência que ajuda o jovem a escolher sua profissão e seu futuro”. “Valoriza o currículo”, diz ele. “O jovem que já foi voluntário é hoje mais solicitado no mercado.” O serviço civil ainda gera um pacto social mais eficaz. Deveria, segundo Baggio, haver uma parceria entre governo, sociedade civil, ONGs e empresas com o apoio do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Uma comissão destinaria o jovem a certo trabalho, a partir de uma capacitação básica em direitos humanos, cidadania e empreendedorismo.
        O serviço militar prepara para a guerra. E se preparássemos os jovens para a paz? Há no Brasil 31 milhões de jovens de 18 a 26 anos, segundo o IBGE. Pouquíssimos se alistam nas Forças Armadas. Dá pra entender também o desinteresse pelo voto e pela política partidária. Torço por uma mudança de fundo, sem confete e sem violência. Uma Jornada Nacional da Juventude. Que se engaje de verdade, sem Brasil desigual, ineficiente e entregue a políticos sem o menor apreço pelo interesse público.
    AQUINO, Ruth. Você quer mesmo um Brasil melhor? ÉPOCA, 22 de Julho de 2013. nº791
    Quanto à linguagem e abordagem do tema, a autora;
    Escolha uma alternativa para a questão 713a10a1-f0
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: A questão esta relacionada com a tabela e o gráfico a seguir, que tratam dos óbitos, no Brasil, segundo as causas mais comuns. Examine-os atentamente antes de responder a elas. 

    Tabela 1 – Número absoluto (N) e proporção* (%) de óbitos segundo causas básicas – 2009  
    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC-MINAS 2013, Interpretação de Textos

    Gráfico 1 — Óbitos por 100.000 habitantes segundo causas básicas  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC-MINAS 2013, Interpretação de Textos
    Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/2884/162/taxade-mortalidade-por-doencas-croni-cas-cai-26.html>. Acesso em: 28 ago. 2013. 
    I. A mortalidade por doenças cardiovasculares teve, no período total, uma redução de menos de 50%.

    II. Ao final da primeira década do século XXI, o diabetes e as doenças respiratórias têm a mesma letalidade.

    III. Em 2009, o número total de óbitos por doenças crônicas não transmissíveis e por outras causas situa-se próximo de um milhão.


    Tendo em conta as afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f976f1c-b0
  • Linguagens

    Português

    O FASCÍNIO DO ÃO
    Roberto Pompeu de Toledo

    1º § O novo estádio do Corinthians, em São Paulo, em tese destinado à abertura da Copa do Mundo de 2014, é por enquanto um rasgo de imaginação sobre um terreno baldio, mas já tem nome de guerra. O leitor adivinha qual é? Aí vai uma pista: o local escolhido é o bairro de Itaquera. Agora ficou fácil. O nome é Itaquerão, claro. Antes, os estádios precisavam ao menos ser construídos, para receber o enobrecimento do “ão” na última sílaba do apelido. Não mais. Não se sabe sequer quem vai pagar a conta do estádio, ou suposto estádio, do Corinthians, nem existe projeto definido. Mas o nome já lhe foi pespegado.
    2º § O uso do aumentativo para designar estádios de futebol começou com a inauguração, em 1965, do Mineirão, em Belo Horizonte – oficialmente Estádio Magalhães Pinto, mas desde o primeiro momento, e para sempre, Mineirão. Fazia sentido. O majestoso Mineirão, com capacidade para 130000 pessoas, nascia como o segundo estádio brasileiro, só atrás do Maracanã, “o maior do mundo”. Dali em diante, a moda pegou, e a febre de construção de estádios que assolou o país, a partir do “milagre brasileiro” [...], espalhou ãos pelo país afora.
    3º § Era uma questão de honra, para os governadores, construir estádios na capital do estado. A exemplo do caso mineiro, o governador que iniciasse as obras ganhava, por direito divino, o mimo de ter o nome emprestado ao do colosso. Mas as homenagens devidas ao governador, à cidade, ao estado e ao estádio não estariam completas se ao nome não se juntasse um apelido em que se engatasse um ão. Seguiu-se uma floração da qual constaram, entre outros, o Batistão de Aracaju (Estádio Lourival Batista, 1969), o Castelão de Fortaleza (Estádio Plácido Castelo, 1973), o Albertão de Teresina (Estádio Alberto Silva, 1976) e o Castelão de São Luís (Estádio João Castelo, 1982). Os estádios, assim como o próprio campeonato brasileiro de futebol, que chegou a abrigar quarenta clubes, em 1973, para agradar ao maior número de praças possível, integravam a estratégia panem et circenses do regime. Sendo que, no caso dos estádios, o circenses incluía um ão que convenientemente espelhava a grandeza da Pátria Grande concebida para embalar a fantasia dos brasileiros.
    4º § Tal era sua força que o ão se disseminou por cidades do interior. Em Presidente Prudente, interior de São Paulo, surgiu o Prudentão (1982), um entre muitos exemplos. Com o fim do regime militar, ou, antes, com o fim do milagre econômico e de sua contrapartida de Pátria Grande, transcorreram mais de duas décadas de seca na construção de estádios. Mesmo porque, nos centros mais óbvios, ou mais vistosos, sob o ponto de vista político, já tinham sido todos construídos. Mas não desapareceu a memória do ão. Quando, para os Jogos Pan-Americanos, em 2007, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Estádio João Havelange, que apelido ganhou? O leitor não adivinha? Pista: fica no bairro de Engenho de Dentro. Claro: é Engenhão. No caso do eventual e futuro estádio do Corinthians, o apelido de ltaquerão prova que o ão sobrevive mesmo à moda recente de chamar estádio de “arena” (Arena da Baixada, Arena Barueri). E no entanto...
    5º § No entanto, o inho é que melhor caracterizaria o brasileiro. Sérgio Buarque de Holanda escreveu, no clássico Raízes do Brasil (um pouco de erudição faz bem, especialmente ao autor, que se convence de estar falando coisa séria): “A terminação inho, aposta às palavras, serve para nos familiarizar mais com as pessoas ou os objetos e, ao mesmo tempo, para lhes dar relevo. É a maneira de fazê-los mais acessíveis aos sentidos e também de aproximá-los do coração”. A passagem está no famoso capítulo do “homem cordial”, isto é, o homem regido pelo coração, que seria o brasileiro.
    6º § [...] Somos a terra do jeitinho, do favorzinho e do probleminha, invocados sobretudo quando o jeito é complicado, o favor é grande e o problema insolúvel. Por esse caminho, para melhor se aninhar no coração dos brasileiros, o Mineirão deveria ser Mineirinho, o Castelão, Castelinho e o Batistão, Batistinha. Ocorre que estádios pertencem a outra esfera. Não foram feitos para cativar, mas para impressionar. Não pedem carinho, mas reverência, a si mesmos e a seus criadores. Cumprem no Brasil o que há de mais próximo ao papel das catedrais e das pirâmides, em outras épocas e lugares. Mesmo no caso de uma entidade que é puro espírito, como o propalado estádio do Corinthians, o brasileiro é levado a considerar uma indelicadeza não chamá-lo de ão.
    (Veja, 9 mar. 2011, p. 102.)
    Assinale a alternativa que traz consideração analítica adequada sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3f749861-b0
  • Linguagens

    Português

    Numere os períodos de modo a constituírem um texto coeso e coerente e, depois, indique a sequência numérica correta.


    ( ) Hoje, o desodorante apresenta diversas formas que podem ser escolhidas de acordo com a necessidade de cada um. Encontramos desodorantes aromatizados ou sem perfume, com ou sem álcool e os com ou sem agentes bactericidas.


    ( ) Desde a época do Império Romano que se tenta controlar o suor e o odor produzidos pelas axilas. Os homens desta época usavam pequenas almofadas aromatizadas debaixo das axilas para diminuir o odor provocado pelo suor.


    ( ) Em razão do alto preço, o produto somente se espalhou no Ocidente. Após a Segunda Guerra Mundial, os preços caíram e assim o desodorante se tornou acessível.


    ( ) Podem ainda ser antitranspirante, que fecha cerca de 50% das glândulas sudoríparas, ou antiperspirante que reduz a formação do mau cheiro e a transpiração.


    ( ) No início do século XX, os Estados Unidos fabricaram um produto à base de sulfato de potássio e sulfato de alumínio, que seria capaz de controlar o suor e diminuir o odor, e deram o nome de desodorante.


    Disponível em: http://www.brasilescola.com/curiosidades/a-origem-do-desodorante.htm. Acesso em: 12-05-2012.


    Escolha uma alternativa para a questão 21b4cc60-fd
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Contestado - Santa Catarina 2012, Interpretação de TextosFigura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Contestado - Santa Catarina 2012, Interpretação de Textos

    Considerando o que se afirma no texto 2, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 21a931d7-fd
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Contestado - Santa Catarina 2012, Interpretação de TextosFigura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Contestado - Santa Catarina 2012, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa em que a expressão entre parênteses pode substituir o segmento destacado em negrito sem prejuízo do sentido dado no texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 2197d905-fd
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    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2012, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2012, Coesão e coerência
    “Neste passo, a Defensoria Pública do Estado da Bahia não poderia se furtar a participar do processo.” (l.45-46).


    A expressão “neste passo” retoma a informação contida em
    Escolha uma alternativa para a questão 62247eae-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Interpretação de TextosAdaptado de ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro. Aguilar Editora, 1971, vol. 1, p. 810


    Com base no TEXTO 2, responda à questão.

    Pela leitura do texto, conclui-se que o personagem-narrador é dominado pelo sentimento de:
    Escolha uma alternativa para a questão 5ab40cdb-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Interpretação de TextosAdaptado de ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro. Aguilar Editora, 1971, vol. 1, p. 810


    Com base no TEXTO 2, responda à questão.

    O personagem-narrador atribui o insucesso:
    Escolha uma alternativa para a questão 5ab1205a-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Interpretação de Textos

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    Com relação ao pensamento dos especialistas (linha 33), é correto afirmar que o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 5aa7d957-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Interpretação de Textos

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    Assinale a alternativa cuja frase do texto expressa fato e não opinião.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a99b5fc-f8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2011, Coesão e coerência

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    Assinale a alternativa que apresenta a reescrita da frase Os especialistas dizem que envelheceram mal as pessoas que não realizaram suas pulsões eróticas essenciais, considerando correção, coerência e coesão.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a96d4eb-f8