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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

10.965 questões encontradas. Mostrando a página 281 de 549.

  • 677D4408-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I


    Terezinha de Jesus

    De uma queda foi ao chão

    Acudiu três cavalheiros

    Todos os três de chapéu na mão

    O primeiro foi seu pai

    O segundo, seu irmão

    O terceiro foi aquele

    A quem Tereza deu a mão

    BATISTA, M. F. B. M.; SANTOS, I. M. F. (Org.). Cancioneiro da Paraíba. João Pessoa: Grafset, 1993 (adaptado).


    TEXTO II


    Outra interpretação é feita a partir das condições sociais daquele tempo. Para a ama e para a criança para quem cantava a cantiga, a música falava do casamento como um destino natural na vida da mulher, na sociedade brasileira do século XIX, marcada pelo patriarcalismo. A música prepara a moça para o seu destino não apenas inexorável, mas desejável: o casamento, estabelecendo uma hierarquia de obediência (pai, irmão mais velho, marido), de acordo com a época e circunstâncias de sua vida.

    Disponível em: http://provsjose.blogspot.com.br. Acesso em: 5 dez. 2012.


    O comentário do Texto II sobre o Texto I evoca a mobilização da língua oral que, em determinados contextos,

    Escolha uma alternativa para a questão 677d4408-cb
  • 6775038B-CB

    Português

    Gêneros Textuais
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Romanos usavam redes sociais há dois mil anos, diz livro


    Ao tuitar ou comentar embaixo do post de um de seus vários amigos no Facebook, você provavelmente se sente privilegiado por viver em um tempo na história em que é possível alcançar de forma imediata uma vasta rede de contatos por meio de um simples clique no botão “enviar”. Você talvez também reflita sobre como as gerações passadas puderam viver sem mídias sociais, desprovidas da capacidade de verem e serem vistas, de receber, gerar e interagir com uma imensa carga de informações. Mas o que você talvez não saiba é que os seres humanos usam ferramentas de interação social há mais de dois mil anos. É o que afirma Tom Standage, autor do livro Writing on the Wall — Social Media, The first 2 000 Years (Escrevendo no mural — mídias sociais, os primeiros 2 mil anos, em tradução livre).

    Segundo Standage, Marco Túlio Cícero, filósofo e político romano, teria sido, junto com outros membros da elite romana, precursor do uso de redes sociais. O autor relata como Cícero usava um escravo, que posteriormente tornou-se seu escriba, para redigir mensagens em rolos de papiro que eram enviados a uma espécie de rede de contatos. Estas pessoas, por sua vez, copiavam seu texto, acrescentavam seus próprios comentários e repassavam adiante. “Hoje temos computadores e banda larga, mas os romanos tinham escravos e escribas que transmitiam suas mensagens”, disse Standage à BBC Brasil. “Membros da elite romana escreviam entre si constantemente, comentando sobre as últimas movimentações políticas e expressando opiniões.”

    Além do papiro, outra plataforma comumente utilizada pelos romanos era uma tábua de cera do tamanho e da forma de um tablet moderno, em que escreviam recados, perguntas ou transmitiam os principais pontos da acta diurna, um “jornal” exposto diariamente no Fórum de Roma. Essa tábua, o “iPad da Roma Antiga”, era levada por um mensageiro até o destinatário, que respondia embaixo da mensagem.

    NIDECKER, F. Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 7 nov. 2013 (adaptado).


    Na reportagem, há uma comparação entre tecnologias de comunicação antigas e atuais. Quanto ao gênero mensagem, identifica-se como característica que perdura ao longo dos tempos o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 6775038b-cb
  • CF29B39C-BE

    Português

    Coesão e coerência
    UFPR · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

          A crise final da escravidão, no Brasil, deu lugar ao aparecimento de um modelo novo de resistência, a que podemos chamar quilombo abolicionista. No modelo tradicional de resistência à escravidão, o quilombo-rompimento, a tendência dominante era a política do esconderijo e do segredo de guerra. Por isso, esforçavam-se os quilombolas exatamente para proteger seu dia a dia, sua organização interna e suas lideranças de todo tipo de inimigo, curioso ou forasteiro, inclusive, depois, os historiadores.

          Já no modelo novo de resistência, o quilombo abolicionista, as lideranças são muito bem conhecidas, cidadãos prestantes, com documentação civil em dia e, principalmente, muito bem articulados politicamente. Não mais os grandes guerreiros do modelo anterior, mas um tipo novo de liderança, uma espécie de instância de intermediação entre a comunidade de fugitivos e a sociedade envolvente. Sabemos hoje que a existência de um quilombo inteiramente isolado foi coisa rara. Mas, no caso dos quilombos abolicionistas, os contatos com a sociedade são tantos e tão essenciais que o quilombo encontra-se já internalizado, parte do jogo político da sociedade mais ampla.

    (Quilombo abolicionista – cap. 1; p. 11. SILVA, Eduardo: As Camélias do Leblon e a abolição da escravatura: uma investigação de história cultural. SP: Cia das Letras, 2003.)

    Assinale a alternativa em que o ‘se’ apresenta a mesma função que a do termo sublinhado na sequência “Por isso, esforçavam-se os quilombolas exatamente para proteger seu dia a dia [...]”.
    Escolha uma alternativa para a questão cf29b39c-be
  • CF1E03E3-BE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto B:


    Glória Pires incapaz de opinar no Oscar, Eduardo Jorge, Tapa na pantera, Luisa Marilac, Japonês da federal, John Travolta confuso, diferentona, cala a boca Galvão, Nissim Ourfali, Winona Ryder em choque, e tantos outros memes e virais – que costumam ser tratados como mera zoeira, simplesmente uma das mil manias derivadas da internet – passaram a ser tratados como peças de museu, literalmente. Criado como um projeto do curso de Estudos de Mídia na Universidade Federal Fluminense (UFF), o Museu dos Memes leva justamente a zoeira a sério. […]

    Ainda que sejam tratados como besteira, para o criador e coordenador do museu, Viktor Chagas, os memes possuem, para além de sua função cômica, uma função social – basta olhar para as diversas hashtags de denúncia em causas como dentro do movimento negro e feminista para entender que tal lógica possui mais desdobramentos, possibilidades e sentidos do que imaginamos em seu aspecto mais pueril.

    (Disponível em:<http://www.hypeness.com.br/2017/05/o-museu-de-memes-e-brasileiro-e-e-a-melhor-forma-de-eternizar-a-zueira-que-abunda-na-internet/> . Acesso em 29/09/17)


    Com base no texto B, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:


    ( ) A função cômica, própria dos memes, é apresentada como atenuante da função social, que também é própria deles.

    ( ) O autor do texto antecipa-se a uma avaliação negativa acerca dos memes e apresenta contra-argumento em relação a ela.

    ( ) Os exemplos de memes como peças de museu, apresentados no início do texto, servem de sustentação à ideia de paradoxo entre zoeira e seriedade.

    ( ) O autor apresenta a denúncia em causas como a feminista e a do movimento negro para explicitar a lógica de funcionamento das hashtags.


    Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

    Escolha uma alternativa para a questão cf1e03e3-be
  • CF1B1CD7-BE

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto A:


                                       A era dos memes na crise política atual


          Seria cômico, se não fosse trágico, o estado de irreverência do brasileiro frente à crise em que o país encontra-se imerso. A nossa capacidade de fazer piada de nós mesmos e da acentuada crise político-econômica atual nos instiga a refletir se estamos “jogando a toalha” ou se este é apenas um “jeitinho brasileiro” de encarar a realidade. A criatividade de produzir piadas, memes e áudios engraçados expõe um certo tipo de estratégia do brasileiro para lidar com situações de conflito: “Tira a Dilma. Tira o Aécio. Tira o Cunha. Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota um fio dental, morena você é tão sensual”. Eis uma das milhares de piadas que circulam nas redes sociais e que, de forma irreverente, estimulam o debate. Não há aquele que não se divirta com essa piada ou outra congênere; que não gargalhe diante dos diversos textos engraçados que circulam por meio de postagens ou mensagens de celular, independentemente do grau de escolaridade de quem compartilha. Seja por meio do deboche e do riso, é de “notório saber” que todas as classes estão conscientes da gravidade da situação e que, por conseguinte, concordam que medidas enérgicas precisam ser tomadas. A diferença está na forma ideologicamente defendida para a tomada de medidas.

          A “memecrítica” é uma categoria de crítica social que tem causado desconforto nos políticos e membros dos poderes judiciário e executivo, estimulando, inclusive, tentativas frustradas de mapeamento e controle do uso da internet por parte dos internautas. [...]

          Por outro lado, questionar as contradições presentes apenas por meio da piada, em certo aspecto politizada, não garante mudanças sociais de grande impacto.

          Esses manifestos e/ou críticas de formas isoladas (ou uníssonas) podem, mesmo sem intenção, relegar os cidadãos brasileiros a um estado de inércia, a uma condição de estado permanente de sonolência eterna em “berço esplêndido”. Já os manifestos, protestos e/ou passeatas nas ruas e demais enfrentamentos em espaços de poder instituídos ainda são os mecanismos mais eloquentes e potenciais para contrapor discursos e práticas opressoras que contribuem para o caos social. É preciso o tête-à-tête, o diálogo crítico e reflexivo em casa, na comunidade e demais ambientes socioculturais. Entretanto, um diálogo respeitoso, cordial, que busca a alteridade. Que apresente discordâncias, entretanto respeite a opinião divergente, sem abrir mão da ética e do respeito aos direitos humanos.

     (Luciano Freitas Filho – Carta Capital (adaptado), junho/2017. Disponível em: <http://justificando.cartacapital.com.br/2017/06/07/era-dos-memes-na-crise-politica-atual/>.)

    Considere as afirmativas abaixo acerca dos usos de aspas presentes no texto:


    1. Em “Tira a Dilma, Tira o Aécio, Tira o Cunha, Tira o Temer. Tira a calça jeans e bota o fio dental, morena você é tão sensual”, as aspas cumprem o papel de demarcar citação.

    2. Em “jogando a toalha”, as aspas estão demarcando uma expressão idiomática.

    3. Em “memecrítica”, as aspas estão demarcando um deslocamento do sentido usual da palavra.

    4. Em “berço esplêndido” as aspas demarcam ironia pela via do recurso da intertextualidade.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão cf1b1cd7-be
  • D3BEAB80-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE A HORA DA ESTRELA , DE CLARICE LISPECTOR.


    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Quando o narrador do romance afirma que a história é verdadeira embora inventada, ele faz alusão a um conceito importante em literatura.


    Esse conceito é denominado:

    Escolha uma alternativa para a questão d3beab80-9c
  • D3BBD9C0-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE A HORA DA ESTRELA , DE CLARICE LISPECTOR.


    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Estrela é uma palavra que faz parte do título do romance, além de ser o símbolo do carro da marca Mercedes, decisivo para o final da história.


    Considerando esse final, o título do livro expressa o sentido de:

    Escolha uma alternativa para a questão d3bbd9c0-9c
  • D3AE809C-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE A HORA DA ESTRELA , DE CLARICE LISPECTOR.


    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Um outro escritor, sim, mas teria que ser homem porque escritora mulher pode lacrimejar piegas.


    Considerando que o romance é de Clarice Lispector, pode-se inferir que a frase do narrador é irônica. Essa ironia está baseada na:

    Escolha uma alternativa para a questão d3ae809c-9c
  • D3989AAC-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    A tragédia com o menino sírio no Mar Mediterrâneo foi divulgada pela imprensa, assim como as reações de leitores sobre a notícia.


    De acordo com o texto, as reações contrárias à divulgação da foto do menino sírio representam uma postura de:

    Escolha uma alternativa para a questão d3989aac-9c
  • D392312A-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos


    Um exemplo de metalinguagem, que é o uso de uma linguagem para descrever a si mesma, encontra-se em:
    Escolha uma alternativa para a questão d392312a-9c
  • 30E2C557-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    Solicito os reparos que se digne dar-me, a mim, servo do senhor, recente amigo, mas companheiro no amor da ciência, de seus transviados acertos e de seus esbarros titubeados. Sim?

    No trecho final do conto, observa-se a ênfase de um recurso utilizado em todo o texto.

    Esse recurso produz o seguinte efeito:

    Escolha uma alternativa para a questão 30e2c557-6a
  • 30E0160F-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    Que amedrontadora visão seria então aquela? Quem o Monstro?

    Com base na leitura do conto, a visão retratada na pergunta desencadeia o seguinte sentimento:

    Escolha uma alternativa para a questão 30e0160f-6a
  • 30DD7746-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    Marcelo Gleiser, em “O poder criativo da imperfeição”, formula uma tese a respeito da relação entre ciência e realidade. O narrador do conto estabelece reflexões acerca do conhecimento que dialogam com essa tese.

    O trecho do conto que melhor sintetiza esse diálogo é:

    Escolha uma alternativa para a questão 30dd7746-6a
  • 30DAE4E7-6A

    Português

    Gêneros Textuais
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    − Se quer seguir-me, narro-lhe; não uma aventura, mas experiência, a que me induziram, alternadamente, séries de raciocínios e intuições.

    A fala inicial do conto anuncia que a história combina gêneros textuais distintos.

    Além da narrativa, o outro gênero que se realiza nesse conto é o da:

    Escolha uma alternativa para a questão 30dae4e7-6a
  • 30D824A1-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    De dia e de noite, com sol ou aguaceiros, calor, sereno, e nas friagens terríveis de meio-do-ano, sem arrumo, só com o chapéu velho na cabeça, por todas as semanas, e meses, e os anos – sem fazer conta do se-ir do viver.

    A expressão sublinhada é um exemplo das recriações linguísticas do autor. Seu sentido, com base no trecho citado, pode ser definido como:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d824a1-6a
  • 30D55F24-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    Guimarães Rosa afirmou, em uma entrevista, que somente renovando a língua é que se pode renovar o mundo. Visando a essa renovação, recorria a neologismos e inversões pouco usuais de termos, explorando novos sentidos em seus textos.

    Um exemplo dessas inversões encontra-se em:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d55f24-6a
  • 30D2B3B2-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    O conto constrói uma alegoria, ou seja, uma metáfora ampliada que o organiza.

    Esse aspecto alegórico é reforçado pelo modo de identificação dos personagens, o que se faz por meio de:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d2b3b2-6a
  • 30D01123-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    Considere a hipótese de que o título “A terceira margem do rio” se refere também à própria ficção, que se desenvolve entre duas margens: a da realidade e a da imaginação.

    O trecho do conto que melhor comprova essa hipótese de leitura é:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d01123-6a
  • 30CD6ED6-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    A literatura pode nos ajudar a amenizar o drama da paciente francesa. (l. 22)

    No penúltimo parágrafo, a história do personagem citado pela autora reforça a seguinte tese central do texto:

    Escolha uma alternativa para a questão 30cd6ed6-6a
  • 30CABE08-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    É que o rosto não se reduz à dimensão da imagem: ele é a própria presentificação de um ser humano, em sua singularidade irrecusável. (l. 18-20)

    Em relação à declaração feita antes dos dois-pontos, o trecho sublinhado possui valor de:

    Escolha uma alternativa para a questão 30cabe08-6a