Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 35 de 549.

  • 1C08FDDD-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Organizadores dos Jogos Olímpicos 2024 investiram cerca de 1,4 bilhões de euros para preparar o Rio Sena para Paris e as competições. A ministra do esporte e a prefeita da cidade chegaram a nadar em seu curso para comemorar as condições de nado. No entanto, testes diários de qualidade da água no início de junho indicaram níveis inseguros da bactéria E. coli, seguidos por melhorias recentes. Durante as Olimpíadas, o assunto foi amplamente debatido no mesmo ritmo em que treinos e provas eram adiados.


    ESMERIZ, André. Olimpíadas 2024: entenda a nova polêmica sobre a qualidade da água do rio Sena. Estadão. 03/08/2024.Disponível em: https://www.estadao.com.br/esportes/nova-polemica-qualidade-agua-rio-sena-olimpiadas-2024-npres/. Acesso em: 5 ago. 2024 (adaptado).



    Processo de alto grau de complexidade, a revitalização dos rios urbanos é uma constante em cidades europeias e tenta promover a melhoria das condições hidrológicas, ecológicas e sociais, buscando uma aproximação da população com o ambiente fluvial.



    As intervenções no Rio Sena demonstram que a revitalização de rios urbanos

    Escolha uma alternativa para a questão 1c08fddd-31
  • 19FA7C96-31

    Português

    Sintaxe
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    A regência verbal, assim como outros fatos da língua, se adequa à situação de uso.


    Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, a regência verbal está adequada em:

    Escolha uma alternativa para a questão 19fa7c96-31
  • 19EF37E1-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    IA na medicina


    DrugGPT ajuda médicos a prescrever remédios


    A ferramenta, desenvolvida pela Universidade de Oxford, poderá ser usada em consultórios: o médico digita os sintomas do paciente e o bot responde com uma lista de medicamentos recomendados, os possíveis efeitos colaterais e uma explicação sobre a escolha. Uma análise da Universidade de Manchester estimou que os médicos ingleses cometam 237 milhões de erros em receitas por ano.



    Bots podem gerar desinformação, mostra estudo


    Os algoritmos GPT-4 (do ChatGPT), PaLM 2 (do Google), Llama (da Meta) e Claude foram avaliados por cientistas australianos, que fizeram a eles perguntas sobre temas de saúde (3). Tirando o Claude (da empresa Anthropic AI), todos os robôs se saíram mal: é possível induzi-los a dizer coisas absurdas, como que vacinas causam autismo ou uma “dieta alcalina” pode curar câncer.


    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticias

    sobre-ia-na-medicina/. Acesso em: 3 ago. 2024 (adaptado).



    O texto discute o uso da inteligência artificial (IA) na Medicina. A relação entre os dois parágrafos apresentados evidencia uma

    Escolha uma alternativa para a questão 19ef37e1-31
  • 19ECAB34-31

    Português

    Sintaxe
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    Leia a seguir uma manchete e sua reescrita.



    Manchete:


    Rebeca Andrade é reverenciada no pódio por Simone Biles e Jordan Chiles


    Disponível em: https://ge.globo.com/. Acesso em: 5 ago. 2024. 



    Reescrita


    Simone Biles e Jordan Chiles reverenciam Rebeca Andrade no pódio



    Considerando as vozes verbais utilizadas na elaboração da manchete e da reescrita apresentadas, conclui-se que

    Escolha uma alternativa para a questão 19ecab34-31
  • 19E183D2-31

    Português

    Morfologia
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    O mesmo processo de formação da palavra “prioritariamente” é observado na palavra
    Escolha uma alternativa para a questão 19e183d2-31
  • 19D6AE3E-31

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Releia o período a seguir.


    “Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde.”


    O verbo “haver”, no período anterior, é

    Escolha uma alternativa para a questão 19d6ae3e-31
  • 19D4476E-31

    Português

    Sintaxe
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde.”


    O fragmento em destaque caracteriza-se como um 

    Escolha uma alternativa para a questão 19d4476e-31
  • 19C93E68-31

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital a entrada de dados é geralmente feita com atraso.”


    A função da oração subordinada destacada no período é

    Escolha uma alternativa para a questão 19c93e68-31
  • 19BE19BD-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    No encadeamento dos parágrafos do texto, o mecanismo coesivo predominante é
    Escolha uma alternativa para a questão 19be19bd-31
  • 19B32443-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Na argumentação, o autor do artigo destaca três aspectos para discutir a utilização dos dados ligados à saúde no Brasil.


    Entre o primeiro e o segundo aspecto, há uma mudança no tempo verbal utilizado porque

    Escolha uma alternativa para a questão 19b32443-31
  • 19A41501-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A importância da análise de dados na saúde


    O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!


    O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.


    Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.


    Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.


    Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.


    Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.


    Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.


    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).

    Os argumentos utilizados no artigo de opinião apresentado permitem inferir que o objetivo comunicativo central do texto foi
    Escolha uma alternativa para a questão 19a41501-31
  • AB30ED3F-31

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o excerto para responder à questão.


         A presença feminina foi sempre destacada no exercício do pequeno comércio em vilas e cidades do Brasil colonial. Desde os primeiros tempos, em lugares como Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, estabeleceu-se uma divisão de trabalho assentada em critérios sexuais, em que o comércio ambulante representava ocupação preponderantemente feminina. A quase exclusiva presença de mulheres num mercado onde se consumiam gêneros a varejo resultou da convergência de duas referências culturais determinantes no Brasil. A primeira delas está relacionada à influência africana, uma vez que nessas sociedades tradicionais as mulheres desempenhavam tarefas de alimentação e distribuição de gêneros de primeira necessidade. O segundo tipo de influência deriva da transposição para o mundo colonial da divisão de papéis sexuais vigentes em Portugal, onde a legislação amparava de maneira incisiva a participação feminina.


    (Luciano Figueiredo. “Mulheres nas Minas Gerais”.

    In: Mary del Priore (org.). História das mulheres no Brasil, 2015.)

    O tipo de atividade econômica mencionado no excerto
    Escolha uma alternativa para a questão ab30ed3f-31
  • AB0C047D-31

    Português

    Morfologia
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o trecho de uma crônica de Machado de Assis, publicada originalmente em 16.06.1878.


           Estrugiram1 os últimos foguetes de Santo Antônio; não tarda chegar a vez de S. João e de S. Pedro. [...] Indague quem quiser o motivo histórico deste foguetear os três santos, uso que herdamos dos nossos maiores; a realidade é que, não obstante o ceticismo do tempo, muita e muita dezena de anos há de correr, primeiro que o povo perca os seus antigos amores. Nestas noites abençoadas é que as crendices sãs abrem todas as velas. As consultas, as sortes, os ovos guardados em água, e outras sublimes ridicularias2, ria-se delas quem quiser; eu vejo-as com respeito, com simpatia, e se alguma coisa me molestam é por eu não as saber já praticar. [...]


          Os dias passam, e os meses, e os anos, e as situações políticas, e as gerações e os sentimentos, e as ideias. Cada olimpíada3 traz nas mãos uma nova andaina4 do tempo. [...]


          Duas coisas, entretanto, perduram no meio da instabilidade universal: 1o a constância da polícia, que todos os anos declara editalmente ser proibido queimar fogos, por ocasião das festas de S. João e seus comensais; 2o a disposição do povo em desobedecer às ordens da polícia. A proibição não é simples vontade do chefe; é uma postura municipal de 1856. Anualmente aparece o mesmo edital, escrito com os mesmos termos; o chefe rubrica essa chapa inofensiva, que é impressa, lida e desrespeitada. Da tenacidade com que a polícia proíbe, e da teimosia com que o povo infringe a proibição, fica um resíduo comum: o trecho impresso e os fogos queimados.


    (Machado de Assis. Notas semanais, 2008.)


    1 estrugir: soar ou vibrar fortemente.


    2 ridicularia: coisa mínima e sem importância; insignificância.


    3 olimpíada: período de quatro anos.


    4 andaina: veste.

    Originalmente um verbo, o termo sublinhado está empregado como substantivo no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão ab0c047d-31
  • AB095D98-31

    Português

    Sintaxe
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o trecho de uma crônica de Machado de Assis, publicada originalmente em 16.06.1878.


           Estrugiram1 os últimos foguetes de Santo Antônio; não tarda chegar a vez de S. João e de S. Pedro. [...] Indague quem quiser o motivo histórico deste foguetear os três santos, uso que herdamos dos nossos maiores; a realidade é que, não obstante o ceticismo do tempo, muita e muita dezena de anos há de correr, primeiro que o povo perca os seus antigos amores. Nestas noites abençoadas é que as crendices sãs abrem todas as velas. As consultas, as sortes, os ovos guardados em água, e outras sublimes ridicularias2, ria-se delas quem quiser; eu vejo-as com respeito, com simpatia, e se alguma coisa me molestam é por eu não as saber já praticar. [...]


          Os dias passam, e os meses, e os anos, e as situações políticas, e as gerações e os sentimentos, e as ideias. Cada olimpíada3 traz nas mãos uma nova andaina4 do tempo. [...]


          Duas coisas, entretanto, perduram no meio da instabilidade universal: 1o a constância da polícia, que todos os anos declara editalmente ser proibido queimar fogos, por ocasião das festas de S. João e seus comensais; 2o a disposição do povo em desobedecer às ordens da polícia. A proibição não é simples vontade do chefe; é uma postura municipal de 1856. Anualmente aparece o mesmo edital, escrito com os mesmos termos; o chefe rubrica essa chapa inofensiva, que é impressa, lida e desrespeitada. Da tenacidade com que a polícia proíbe, e da teimosia com que o povo infringe a proibição, fica um resíduo comum: o trecho impresso e os fogos queimados.


    (Machado de Assis. Notas semanais, 2008.)


    1 estrugir: soar ou vibrar fortemente.


    2 ridicularia: coisa mínima e sem importância; insignificância.


    3 olimpíada: período de quatro anos.


    4 andaina: veste.

    “a realidade é que, não obstante o ceticismo do tempo, muita e muita dezena de anos há de correr, primeiro que o povo perca os seus antigos amores.” (1o parágrafo)

    No contexto em que se insere, o trecho sublinhado expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão ab095d98-31
  • AB06BA82-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    Para responder à questão, leia o trecho de uma crônica de Machado de Assis, publicada originalmente em 16.06.1878.


           Estrugiram1 os últimos foguetes de Santo Antônio; não tarda chegar a vez de S. João e de S. Pedro. [...] Indague quem quiser o motivo histórico deste foguetear os três santos, uso que herdamos dos nossos maiores; a realidade é que, não obstante o ceticismo do tempo, muita e muita dezena de anos há de correr, primeiro que o povo perca os seus antigos amores. Nestas noites abençoadas é que as crendices sãs abrem todas as velas. As consultas, as sortes, os ovos guardados em água, e outras sublimes ridicularias2, ria-se delas quem quiser; eu vejo-as com respeito, com simpatia, e se alguma coisa me molestam é por eu não as saber já praticar. [...]


          Os dias passam, e os meses, e os anos, e as situações políticas, e as gerações e os sentimentos, e as ideias. Cada olimpíada3 traz nas mãos uma nova andaina4 do tempo. [...]


          Duas coisas, entretanto, perduram no meio da instabilidade universal: 1o a constância da polícia, que todos os anos declara editalmente ser proibido queimar fogos, por ocasião das festas de S. João e seus comensais; 2o a disposição do povo em desobedecer às ordens da polícia. A proibição não é simples vontade do chefe; é uma postura municipal de 1856. Anualmente aparece o mesmo edital, escrito com os mesmos termos; o chefe rubrica essa chapa inofensiva, que é impressa, lida e desrespeitada. Da tenacidade com que a polícia proíbe, e da teimosia com que o povo infringe a proibição, fica um resíduo comum: o trecho impresso e os fogos queimados.


    (Machado de Assis. Notas semanais, 2008.)


    1 estrugir: soar ou vibrar fortemente.


    2 ridicularia: coisa mínima e sem importância; insignificância.


    3 olimpíada: período de quatro anos.


    4 andaina: veste.

    Observa-se uma incompatibilidade semântica entre os termos que compõem a seguinte expressão:
    Escolha uma alternativa para a questão ab06ba82-31
  • AB041F82-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    Para responder à questão, leia o trecho de uma crônica de Machado de Assis, publicada originalmente em 16.06.1878.


           Estrugiram1 os últimos foguetes de Santo Antônio; não tarda chegar a vez de S. João e de S. Pedro. [...] Indague quem quiser o motivo histórico deste foguetear os três santos, uso que herdamos dos nossos maiores; a realidade é que, não obstante o ceticismo do tempo, muita e muita dezena de anos há de correr, primeiro que o povo perca os seus antigos amores. Nestas noites abençoadas é que as crendices sãs abrem todas as velas. As consultas, as sortes, os ovos guardados em água, e outras sublimes ridicularias2, ria-se delas quem quiser; eu vejo-as com respeito, com simpatia, e se alguma coisa me molestam é por eu não as saber já praticar. [...]


          Os dias passam, e os meses, e os anos, e as situações políticas, e as gerações e os sentimentos, e as ideias. Cada olimpíada3 traz nas mãos uma nova andaina4 do tempo. [...]


          Duas coisas, entretanto, perduram no meio da instabilidade universal: 1o a constância da polícia, que todos os anos declara editalmente ser proibido queimar fogos, por ocasião das festas de S. João e seus comensais; 2o a disposição do povo em desobedecer às ordens da polícia. A proibição não é simples vontade do chefe; é uma postura municipal de 1856. Anualmente aparece o mesmo edital, escrito com os mesmos termos; o chefe rubrica essa chapa inofensiva, que é impressa, lida e desrespeitada. Da tenacidade com que a polícia proíbe, e da teimosia com que o povo infringe a proibição, fica um resíduo comum: o trecho impresso e os fogos queimados.


    (Machado de Assis. Notas semanais, 2008.)


    1 estrugir: soar ou vibrar fortemente.


    2 ridicularia: coisa mínima e sem importância; insignificância.


    3 olimpíada: período de quatro anos.


    4 andaina: veste.

    De acordo com o cronista,
    Escolha uma alternativa para a questão ab041f82-31
  • AB018DB6-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    Examine o cartum de Richard Bittencourt, o Fí.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2024


    (Richard Bittencourt. As lágrimas sinceras de Júlio Gilson, 2023.)


    Para obter seu efeito de humor, o cartum explora o seguinte recurso expressivo: 

    Escolha uma alternativa para a questão ab018db6-31
  • AAFF0FC4-31

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
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    Para responder à questão, leia o poema “A cinta de Vênus”, do poeta árcade Silva Alvarenga. 



    Cai a cinta a Vênus1 bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada2 entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    O tesouro se procura,

    Os desejos se interessam,

    Os cuidados já se apressam,

    E a ternura vai também. 


    Empenhou-se, ó Glaura, o zelo;

    Mas em vão: que perda triste!

    Só eu vi, sei onde existe;

    E dizê-lo não convém. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Roubador do puro ornato

    Foi Antero e foi Cupido3;

    E o levaram escondido

    Com recato, eu sei a quem.


    Receosos pelo insulto,

    Que traidores cometeram,

    No teu seio se acolheram,

    Onde oculto asilo têm. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Dos meus olhos não se escondem

    Os meninos4 , a quem amo:

    Se os procuro, espreito e chamo,

    Correspondem, mas não vêm.


    Com acenos expressivos

    De alegria suspeitosa

    Mostram faixa preciosa,

    Que atrativos mil contêm. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Se piedade aflito rogo,

    E que cessem teus rigores,

    (Ah cruéis, lindos Amores!)

    Fogem logo e com desdém. 


    Abrandá-los não consigo,

    E já deles tenho medo:

    Guarda, Ninfa, este segredo,

    Que não digo a mais ninguém. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.



    (Silva Alvarenga. Obras poéticas: poemas líricos, 2005.)



    1Vênus: deusa do Amor.

    2 turbada: aflita, transtornada.

    3Antero e Cupido: irmãos, filhos de Vênus.

    4meninos: os filhos de Vênus, ou seja, Antero e Cupido.

    Está empregado como pronome apassivador o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão aaff0fc4-31
  • AAFC7D9D-31

    Português

    Morfologia - Pronomes
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    Para responder à questão, leia o poema “A cinta de Vênus”, do poeta árcade Silva Alvarenga. 



    Cai a cinta a Vênus1 bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada2 entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    O tesouro se procura,

    Os desejos se interessam,

    Os cuidados já se apressam,

    E a ternura vai também. 


    Empenhou-se, ó Glaura, o zelo;

    Mas em vão: que perda triste!

    Só eu vi, sei onde existe;

    E dizê-lo não convém. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Roubador do puro ornato

    Foi Antero e foi Cupido3;

    E o levaram escondido

    Com recato, eu sei a quem.


    Receosos pelo insulto,

    Que traidores cometeram,

    No teu seio se acolheram,

    Onde oculto asilo têm. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Dos meus olhos não se escondem

    Os meninos4 , a quem amo:

    Se os procuro, espreito e chamo,

    Correspondem, mas não vêm.


    Com acenos expressivos

    De alegria suspeitosa

    Mostram faixa preciosa,

    Que atrativos mil contêm. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Se piedade aflito rogo,

    E que cessem teus rigores,

    (Ah cruéis, lindos Amores!)

    Fogem logo e com desdém. 


    Abrandá-los não consigo,

    E já deles tenho medo:

    Guarda, Ninfa, este segredo,

    Que não digo a mais ninguém. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.



    (Silva Alvarenga. Obras poéticas: poemas líricos, 2005.)



    1Vênus: deusa do Amor.

    2 turbada: aflita, transtornada.

    3Antero e Cupido: irmãos, filhos de Vênus.

    4meninos: os filhos de Vênus, ou seja, Antero e Cupido.

    Dois pronomes átonos, quando ocorrem numa mesma oração, podem ser contraídos, como no verso “Pede aos mares que lha deem.”, em que “lha” é a junção de “lhe” + “a”. Esses pronomes referem-se, respectivamente, a
    Escolha uma alternativa para a questão aafc7d9d-31
  • AAF6EC1F-31

    Português

    Interpretação de Textos
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    Para responder à questão, leia o poema “A cinta de Vênus”, do poeta árcade Silva Alvarenga. 



    Cai a cinta a Vênus1 bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada2 entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    O tesouro se procura,

    Os desejos se interessam,

    Os cuidados já se apressam,

    E a ternura vai também. 


    Empenhou-se, ó Glaura, o zelo;

    Mas em vão: que perda triste!

    Só eu vi, sei onde existe;

    E dizê-lo não convém. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Roubador do puro ornato

    Foi Antero e foi Cupido3;

    E o levaram escondido

    Com recato, eu sei a quem.


    Receosos pelo insulto,

    Que traidores cometeram,

    No teu seio se acolheram,

    Onde oculto asilo têm. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Dos meus olhos não se escondem

    Os meninos4 , a quem amo:

    Se os procuro, espreito e chamo,

    Correspondem, mas não vêm.


    Com acenos expressivos

    De alegria suspeitosa

    Mostram faixa preciosa,

    Que atrativos mil contêm. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.


    Se piedade aflito rogo,

    E que cessem teus rigores,

    (Ah cruéis, lindos Amores!)

    Fogem logo e com desdém. 


    Abrandá-los não consigo,

    E já deles tenho medo:

    Guarda, Ninfa, este segredo,

    Que não digo a mais ninguém. 


    Cai a cinta a Vênus bela,

    Sem cautela recostada;

    E turbada entre os pesares

    Pede aos mares que lha deem.



    (Silva Alvarenga. Obras poéticas: poemas líricos, 2005.)



    1Vênus: deusa do Amor.

    2 turbada: aflita, transtornada.

    3Antero e Cupido: irmãos, filhos de Vênus.

    4meninos: os filhos de Vênus, ou seja, Antero e Cupido.

    No poema, o eu lírico manifesta um sentimento contraditório em relação aos filhos de Vênus. Tal sentimento contraditório está explícito no seguinte trecho: 
    Escolha uma alternativa para a questão aaf6ec1f-31